Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts com a tag "Marcílio Dias"

Como será a Copa Santa Catarina 2012

10 de julho de 2012 2

Foi definida nesta terça-feira, na sede da FCF, a fórmula de disputa da Copa Santa Catarine 2012.

Como era esperado, a Copinha dará ao campeão vaga na Copa do Brasil de 2013.

Seis times manifestaram interesse em participar: Metropolitano, Chapecoense, Joinville, Atlético de Ibirama, Marcílio Dias e Brusque (que pode desistir, como já fez na Série D. Dará resposta até sexta-feira se vai ou não).

Avaí e Figueirense, que já têm vaga na Copa do Brasil como campeão e vice do último Catarinense, respectivamente, e o Criciúma (que deve garantir vaga pelo ranking da CBF), não participarão da Copinha. O JEC também tem chances de se garantir na Copa do Brasil via ranking, mas ainda assim preferiu entrar na disputa.

Com cinco ou seis clubes, a fórmula será a mesma: turno e returno, todos contra todos, com o campeão de cada turno fazendo a final em dois jogos. Empate nos 180 minutos levará à prorrogação e, persistindo a igualdade, será campeão o clube de melhor campanha.

A Copa Santa Catarina vai começar no fim de setembro, dia 19, possivelmente, e terminará no fim do ano. Os jogos serão sempre às quartas-feiras, para não atrapalhar os jogos dos times nas séries do Brasileirão. O Atlético de Ibirama só deve estrear após a eleição de 7 de outubro, pois o presidente, Genésio Ayres Marchetti, é candidato na cidade.

Não foi sequer cogitada a participação dos clubes das divisões de Acesso e Especial, como chegou a ser especulado.

Ouvi o presidente do Metropolitano, Vadinho, que gostou da fórmula escolhida. Segundo ele, o Metrô tem chances reais de título e vaga na Copa do Brasil. Além disso, garante calendário até o fim da temporada, independente de como for a participação na Série D.

Metropolitano deixa boa impressão na estreia

24 de junho de 2012 7

O Metropolitano, enfim, estreou na Série D do Brasileiro. Venceu o Juventude por 2 a 1, no Sesi, e deixou uma boa impressão.

O jogo teve dois tempos bem diferentes. No primeiro, o Metrô começou travado, assistindo ao Juventude jogar. Parecia que a síndrome do Sesi, que implodiu a campanha verde no último Catarinense, prevaleceria. Mas foi só uma impressão. Após abrir o placar com Pantico, o time blumenauense passou a dominar as ações. Fez 2 a 0 com Rafael Costa, poderia ter feito mais. Brilhava a dupla de estreantes no setor de criação: André e Felipe Pinto. Mas o time todo foi bem.

Mas tinha a arbitragem. Confusa, nervosa, distribuia cartões a rodo. Nilson Sergipano não soube fazer esta leitura, fez duas faltas pra amarelo e acabou expulso. Não sem antes mais uma lambança do apito. O árbitro não se deu conta dos dois amarelos pro volante do Metrô e ele ficou em campo até o intervalo. Quem corrigiu o erro foi o quarto árbitro (o banco do Metrô até tentou substituir Sergipano, sem sucesso graças ao assistente) e o Verdão voltou para a etapa final com um jogador a menos.

Aí, logo aos 3 minutos Jonatas, ex-Metrô, sofreu pênalti e converteu. Na hora me veio à cabeça aquele desastre do ano passado, contra o mesmo Juventude, na mesma Série D, só que no Alfredo Jaconi. Vencendo por 2 a 0, o Verdão permitiu a virada pra 4 a 2 na etapa final. Havia mais de 40 minutos por jogar, com um a menos. O  risco existia. Só que nada disso aconteceu porque este Metropolitano, além de mais técnico do que os últimos elencos, é mais experiente e mais raçudo. Soube administrar a pressão desordenada do Juventude e mereceu a vitória que valeu a liderança do Grupo 8.

O time confirmou uma das expectativas de quem acompanhou a fase de preparação: tem muita qualidade técnica. As boas novidades foram o espírito guerreiro do grupo e a capacidade (experiência) para controlar o jogo. Agora vem a folga na próxima rodada e daqui a duas semanas o primeiro de dois jogos longe de Blumenau: o Brasil, em Pelotas (RS). Uma semana depois, o Arapongas, no Paraná. Se mostrar a mesma maturidade para jogar fora de casa (coisa que já fez bem no Estadual), pode voltar ao Sesi para enfrentar o Mirassol (SP, dia 22, com a vaga bem encaminhada.

O que eu mais gostei:

- A dupla de meio-campo André e Felipe Pinto.

- A raça e a maturidade do time na etapa final

- A estreante camisa grená (muito bonita)

O que eu não gostei:

- Arbitragem (muito confusa, até nos acertos)

- Público no Sesi. 1,5 mil pessoas é decepcionante

E você, o que achou? Deixe a sua opinião sobre a estreia do Metrô na Série D.

Confira Metropolitano x Juventude pela Série D

24 de junho de 2012 4

Finalmente vai começar a Série D do Brasileiro, depois de quase um mês de atraso. E o Metropolitano, agora único representante catarinense na competição, estreia em casa neste domingo, às 16h, diante do Juventude (RS). O duelo dos artilheiros Rafael Costa e Jonatas no Sesi, válido pelo Grupo 8, você acompanha aqui no blog. Os principais lances serão informados pela repórter Daniela Pereira. Estarei nos comentários. Acompanhem!

Série D: fim da novela nesta terça-feira

18 de junho de 2012 7

A CBF deve anunciar nesta terça-feira, finalmente, o início da Série D do Brasileiro para o final de semana. Ótima notícia para Metropolitano e Marcílio Dias.

Quanto à Série C, não dá para dizer o mesmo (pelo menos por enquanto), pois a liminar do Treze (PB) no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB) segue valendo, prevendo multa diária de R$ 50 mil para a CBF se ela começar a competição sem o clube de Campina Grande. Os torcedores da Chapecoense aguardam ansiosamente pelo desfecho.

Nesta segunda-feira, a CBF começou a fazer valer sua “Operação Abafa”. Em reunião na sede do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro, dirigentes de Araguaína (TO) e Rio Branco (AC) prometeram retirar as ações da Justiça. O Brasil de Pelotas (RS) não enviou representante à reunião, mas já admite fazer o mesmo e voltar com o rabinho entre as pernas para jogar a quarta divisão no grupo do Metropolitano. Todos devem buscar na Justiça um ressacimento por eventuais perdas _ o que, ao meu ver, cheira a acordo para uma saída honrosa perante os torcedores.

O procurador-geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Paulo Schmitt, aquele que quase não gosta de aparecer, explicou que Araguaína e Rio Branco irão retirar as ações, enquanto o Treze, em princípio, permanece. Os que desistiram terão imunidade de responsabilização. E o clube paraibano, sozinho (até a federação do estado retirou o apoio) deve sofrer pesadas sanções.

Para o torcedor do Metrô e do Marinheiro, importante é que, como a liminar do Brasil (RS) foi cassada na quinta-feira e os gaúchos não devem recorrer, juridicamente nada mais impede que a bola role na Quarta Divisão nacional. A expectativa agora é de que a CBF divulgue nesta terça as tabelas das séries C e D e confirme o início das competições para o final de semana.

A dúvida maior é se as competições começam pela quinta rodada, conforme indicam as datas na tabela original para o próximo final de semana, ou se a CBF vai manter a ordem dos confrontos e empurrar os outros jogos para a frente. Se optar pela primeira opção, as partidas que não foram realizadas pela paralisação seriam recuperadas nas quartas ou quintas-feiras. A tabela original previa jogos apenas nos finais de semana.

Brasil não pode elitizar os estádios

23 de maio de 2012 2

Coluna publicada na edição de quarta-feira (23/5) do Jornal de Santa Catarina:

Futebol não é ópera

Cheguei a começar um texto onde falaria apenas da questão dos ingressos do Metropolitano na Série D. Algo que, pra variar, gerou polêmica na cidade das polêmicas desnecessárias.

Recuei da primeira ideia ao assistir à argumentação magnífica do “Professor” Ruy Carlos Ostermann na segunda-feira à noite, durante o Programa Bem, Amigos! no SporTV.

Então, antes de começar, vamos separar as coisas: não sou contra o aumento nos ingressos no Sesi, nem achei os valores absurdos. O clube precisa se manter, ao torcedor cabe uma parcela disso. Se quiser, tornar-se sócio é uma opção mais em conta. Faço ressalvas apenas na forma – às vésperas da estreia – e no argumento – “precisamos valorizar a Série D”. De resto, é isso.

Agora, a questão mais ampla. Ostermann foi o primeiro (ao menos que eu vi) a tocar na ferida: estamos elitizando o público nos estádios brasileiros. A projeção pós-Copa do Mundo de 2014, então, é assustadora: ingressos cada vez mais caros (muito caros, para a maioria impagáveis) nas novíssimas arenas, muitas delas privatizadas após o Mundial.

Ah, é uma tendência europeia, argumentam alguns. Nesse quesito nosso país tem muito a aprender com ingleses, alemães, etc. Só não podemos esquecer de quem faz a essência do que é, culturalmente, o futebol brasileiro. Estádios como o Maracanã e outros já não terão mais a Geral, local do povão. Claro que elitizar traz algumas vantagens aos clubes, financeiramente falando. Mas e no campo: imagino um Corinthians, por exemplo, tradicionalmente empurrado pela massa, assistido por uma plateia “de ópera”, sem a mesma vibração. Parece pouco, a longo prazo pode mudar o futebol que conhecemos hoje em dia.

Bom, o tema é longo, renderia muito mais que uma coluna. Em resumo, estou com o professor Ostermann: o futebol mudou, modernizou-se, mas os estádios brasileiros não deveriam virar as costas aos setores populares (podem até ser menores), sob pena de voltarmos às origens do esporte no país, quando a elite (europeia) jogava e a plebe apenas assistia de longe, excluída da festa.

Sem rumo

O Metropolitano segue em compasso de espera para saber se na terceira rodada da Série D (segundo jogo dele) vai enfrentar, fora de casa, o Brasil de Pelotas (RS) ou o Santo André (SP). Culpa da confusão jurídica que se estabeleceu e que agora pode até adiar o início da competição. Se isso já é ruim para o planejamento, calcule então a situação da Chapecoense na Série C e do Arapongas (PR) na Série D, que ainda não sabem se vão a Pelotas ou a Araras (o Santo André terá que cumprir perda de mando nos três primeiros jogos) já no sábado e no domingo, respectivamente. As equipes têm reservas para os dois casos.

Coisas do nosso futebol.

Oportunidade

Caçador desistiu ontem de sediar os Jogos Abertos de 2012. É o fundo do poço da competição, que já frequenta a UTI faz tempo. Fica a dica: usem a oportunidade para repensar os Jasc. Eu faria a cada dois anos (ou quatro), reforçando Joguinhos, Olesc e fases microrregionais nas cidades menores.

Dispensável

Ronaldo e Pelé – deuses em campo, muito longe disso com as chuteiras penduradas – não precisavam colocar a imagem deles a serviço da tentativa de governo e CBF de maquiar os fiascos na organização da Copa.

Pra terminar…

Tudo que me arrisco a dizer sobre a rodada de hoje à noite da Libertadores é que ao menos um brasileiro seguirá em frente. Ou seja, nada.

Quem é que manda no campeão Avaí?

15 de maio de 2012 37

Se contar, ninguém acredita que esta cena acima é de um time campeão estadual dois dias antes.

Em tantos anos de jornalismo esportivo, confesso que nunca tinha visto nada parecido. Uma clara disputa de comando no Avaí.

Vamos aos fatos: o diretor de futebol Carlos Arini  foi demitido, ele tinha o apoio do elenco. Por si só, a decisão da diretoria já era estranha.

Horas depois, desembarcava na Ressacada (deve ter ido direto do aeroporto) o substituto, o ex-jogador Marcelinho Paulista, vindo do Corinthians. Nada assombroso dado que o Leão claramente tem um acordo de bastidores com o time paulista, dias at´ras se dizia até que Narciso seria o técnico na Série B, o que deve ter subido no telhado porque depois do título ficou difícil tirar Hemerson Maria.

Aí, na coletiva de apresentação do novo diretor, os jogadores, com cara de pouquíssimos amigos, entram, se postam atrás da mesa e cobram, no melhor estilo dedo na cara, o presidente Zunino sobre a saída de Arini.

Inacreditável!

O clima nos bastidores do campeão estadual ferve. Quem está no comando? Que autoridade terá o coitado do Marcelinho Paulista, que chegou e já foi enquadrado numa dessas?

Democracia tudo bem, mas não me parece o caso. Na queda de Mauro Ovelha, lembro de já ter escrito que o elenco teve participação muito clara na saída.

Em resumo, uma péssima hora para o Avaí mostrar-se sem um comando definido, às vésperas da estreia na importantíssima Série B.

Siga o blogueiro no Twitter:

Melhores do Catarinense e o papelão alvinegro

15 de maio de 2012 130

O Catarinense terminou oficialmente nesta segunda-feira com a festa de premiação dos melhores da competição. A Seleção dos melhores (abaixo), escolhida através da votação do Top da Bola, é um bom espelho do que foi o Estadual. O Figueirense tem a maioria porque foi melhor na maior parte do campeonato. E o Avaí levou os principais prêmios porque foi soberano na reta final, na arrancada para o título.

Faria um reparo aqui, outro ali, na lista, mas no geral ela é boa.

A lamentar apenas na festa o papelão do Figueirense, que descontente com a derrota (ou sei lá por que) resolveu não aparecer no evento. Não saber perder é muito feio, e o Figueirense é muito maior do que atitudes do tipo. Não é apenas falta de respeito com os companheiros de profissão, mas principalmente com o torcedor alvinegro. E aí merece palmas a atitude do goleirão e capitão Wilson, que não quis saber disso e foi representar as cores que defende como ninguém também na festa.

Uma pena.

A Seleção do Catarinense 2012

Goleiro: Wilson (Figueirense)

Lateral direito: Eduardo (Joinville)

Lateral esquerdo: Guilherme Santos (Figueirense)

Zagueiros: Renato Santos (Avaí) e Leandro Silva (Avaí)

Volantes: Ygor e Túlio (Figueirense)

Meias: Cleber Santana (Avaí) e Roni (Figueirense)

Atacantes: Aloísio (Figueirense) e Lima (Joinville)

Treinador: Hemerson Maria (Avaí)

Preparador físico: José Rodrigues (Avaí)

Dirigente: Nestor Lodetti (Figueirense)

Árbitro: Paulo Henrique de Godoy Bezerra

Assistente de Árbitro: Kleber Lúcio Gil e Nadine Schramm Câmara Bastos

Craque do Catarinense: Cleber Santana (Avaí)

Jogador revelação: Lucca (Criciúma)

Siga o blogueiro no Twitter:

Figueira culpa Branco pela derrota

14 de maio de 2012 24

O Figueirense achou um culpado para a performance muito abaixo do esperado na final: o técnico Branco.

Ainda na noite de domingo, os colegas do DC anteciparam a decisão da diretoria, insatisfeita com o rendimento do time no momento decisivo e com a postura do treinador neste momento crucial.

Confesso que tomei um susto, pois só vi o terremoto nesta segunda-feira. Achava que Branco não cairia, apesar de concordar que ele teve papel importante no mau desempenho alvinegro nos dois clássicos.

Porém, se a diretoria perdeu a confiança no trabalho de Branco, o melhor a fazer era isso mesmo, uma troca rápida para entrar já focado no Brasileirão, que para o Figueira começa sábado, contra o Náutico, no Scarpelli. O momento era de dar respostas.

Mas aí me surpreendeu mais ainda a troca por Argel Fucks, que por sua vez deixou o JEC, que rapidinho anunciou Leandro Campos após não conseguir Arturzinho. Fico em dúvida, aqui de longe, se a ideia é colocar ordem na casa, alguém de comando firme. Será que o Branco deixou a coisa desandar?

Com a palavra, quem vive o dia a dia do clube.

Não acho Argel um técnico pronto para a Série A, mesmo que reconheça o ótimo trabalho que ele fez no JEC. Mas vamos esperar os primeiros resultados para avaliar melhor. Sobre Branco, acho que mostrou qualidades no primeiro trabalho como treinador e pode dar certo num campeonato longo, como o Brasileirão. Resta saber onde.

Siga o blogueiro no Twitter:

Avaí campeão catarinense de 2012

13 de maio de 2012 52

O que tinha pra ser falado sobre regulamento, etc, já foi falado antes.

Este post vai falar apenas da decisão, e nela o Avaí foi soberano, patrolou o Figueirense. Se eram estes minutos que decidiriam o campeonato, que valiam mais que todo o resto, en tão é campeão com toda justiça.

Eu escrevi semana passada que a taça já podia ter sido entregue na Ressacada, depois dos 3 a 0. Era praticamente impossível reverter. Durante a semana, o Figueira tentou fazer o dever de casa, manter todos focados, acreditando. Mas aí, quando a bola rolou no Scarpelli, e todos imaginavam um abafa desde o primeiro segundo, o que se viu foi um alvinegro nervoso e um Leão seguro, jogando com inteligência, dominando as ações. Resultado, foi minando as poucas esperanças do Figueira até matar o jogo na etapa final.

Nos 180 minutos da final, 5 a 1 para o Avaí. Inquestionável. Se o campeonato do Figueirense foi muito melhor, o Avaí conseguiu se ajeitar na reta final, na qual foi muito superior. E como nessa corrida o que conta é a linha de chegada, é justa a conquista avaiana, agora finalmente soberano em número de conquistas em Santa Catarina.

Não há como negar que o goleiro Diego e o meia Cléber Santana foram determinantes na reação avaiana. O último deve ser escolhido, com justiça, pela reta final, o craque do campeonato durante a semana.

Minha opinião: apesar de ter sido muito importante na conquista, eu acho que Hemerson Maria não deveria ser mantido como técnico. A Série B é outra conversa, o Avaí deveria apostar em um treinador mais calejado. Mas repito, é a minha opinião.

Arbitragem não teve interferência em nada vezes nada nos 180 minutos. Merece aqui os parabéns o senhor PH de Godoy Bezerra e Cia.

E segue a tradição recente: nos anos em que o Avaí chegou à última rodada da primeira fase precisando vencer o Metropolitano no Sesi para sobreviver, passou e foi campeão (2009, 2010 e 2012).

E que venha o Brasileirão agora! E os dois finalistas precisam pensar com muito carinho em reforços, pois o desafio é muito maior. Vamos aguardar pelas novidades (no Leão, já se fala na volta do eterno ídolo Marquinhos). Será?

Siga o blogueiro no Twitter:

A questão dos ingressos para a final

10 de maio de 2012 37

Leio com preocupação notícias sobre ingressos para a decisão de domingo, no Scarpelli.

Os destinados aos avaianos, se esgotaram rapidamente. Agora o temor é o de torcedores azuis “infiltrados” nos setores destinados aos alvinegros.

A direção do Figueira quer vetar e diz que vai exigir carteirinha de sócio do clube para vender entradas nestes setores. Algo que, claramente, na minha modesta opinião, fere o Estatuto do Torcedor. E que a PM será orientada a retirar avaianos dos setores destinados aos alvinegros. Como vai identificá-los é que eu não faço ideia…

Eu gostaria de ver avaianos e alvinegros juntos domingo, fazendo festa pelo título (quem vencer), sacaneando o rival na base da brincadeira, sem violência.

Infelizmente, isso é utopia nos dias atuais, e não só aqui, mas em qualquer estádio brasileiro.

Corrobora com isso um e-mail que recebi do torcedor Diego Ohashi, avaiano, e que por também parecer preocupado em evitar tumulto no domingo, publico na íntegra abaixo:

Boa noite Braga,

Eu queria só que vocês divulgassem, pros torcedores do Avaí que comprou ingresso no setor D, tomar um pouco de cuidado.

Porque segundo algumas informações, a TOGA vai estar fazendo concentração na frente do portão C a partir das 13h30min de domingo, provavelmente parando quem não estiver com camisa do Figueirense.

Alguns dizem que vão pedir para cantar o hino ou o hino da torcida, outros dizem que vão simplesmente fazer vistorias (o que não pode pra falar a verdade), e irão agredir e rasgar os ingressos de quem não convencer que é Figueirense, de qualquer forma, é apenas pro pessoal tomar um pouco de cuidado.

Se puder ir com camisa preta, vermelha, verde, amarela, ou algo desse tipo, pra nem ir com branca.

Não sei como estará o sistema da PM quanto a isso, mas não ouvi nenhuma informação de alguma proteção maior no setor.

Se continuar da forma que está, estou vendo muitas pessoas saindo lesadas, por causa de alguns.

Abraço

Bom, não cabe a mim julgar nem se as informações no e-mail são reais ou não, mas merecem preocupação. Se alguém da torcida alvinegra quiser falar, terá o mesmo espaço.

Eu gostaria de pedir paz nos estádios, ainda mais em uma decisão tão importante como essa.

Siga o blogueiro no Twitter: