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Especialista considera que Brasil está atrasado no combate ao doping

20 de julho de 2013 0

O Brasil precisará evoluir muito para suprir a demanda de controle de doping durante os Jogos Olímpicos de 2016, competição que será realizada no Rio de Janeiro. A avaliação é do professor Eduardo Henrique De Rose, autoridade na área de medicina esportiva, Diretor do Departamento Antidoping do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e Membro do Conselho de Fundação da Agência Mundial Antidoping (WADA).

De Rose é autoridade no combate ao doping. FOTO: Adriana Franciosi/ZH

De Rose é autoridade no combate ao doping. FOTO: Adriana Franciosi/ZH

Em entrevista ao Gaúcha 2016, ele apontou deficiências e destacou que a atual capacidade anual de análises do país representa o número de testes que serão necessários somente durante o período da Olimpíada.

- Se eu fotografar hoje, a situação não é boa. O Brasil carece de uma entidade forte que controle o doping nacionalmente. Fica difícil. O nosso laboratório, apesar de acreditado, não domina todas as tecnologias que nós vamos ter que utilizar nos Jogos Olímpicos. Hoje, por exemplo, o Brasil não faz exame de sangue e é um exame fundamental para a Olimpíada. Precisamos de novos equipamentos e novas técnicas -, avalia Eduardo Henrique De Rose.

OUÇA A ENTREVISTA COM EDUARDO HENRIQUE DE ROSE:

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