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Gerente de Planejamento do COB, Adriana Behar afirma que Toronto serve para antecipar experiências

14 de julho de 2015 0

Duas vezes vice-campeã olímpica no Vôlei de Praia, em Sydney-00 e Atenas-04, Adriana Behar hoje é a Gerente de Planejamento Esportivo do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Em Toronto, ela acompanha a delegação do Time de Brasil e está constantemente em contato com atletas e chefes de delegação.

Adriana Behar tem duas pratas olímpicas - Divulgação/Arquivo

Adriana Behar tem duas pratas olímpicas – Divulgação/Arquivo

Bastante atenciosa, Adriana conversou conosco e falou sobre os objetivos para os Jogos Pan-Americanos de TorontoRio 2016 e até mesmo projetou o futuro do esporte no Brasil, visando Tóquio-20 e os Jogos Olímpicos de 2024.

Confira o bate papo com Adriana Behar:

- Com qual objetivo, o Time Brasil entra nos Jogos ?

AB: O objetivo é ficar em terceiro lugar no geral. Nossa briga direta é com Cuba e Canadá, os Estados Unidos são hors concours. A disputa será forte. A gente sabe que o nivel técnico varia, de acordo com a modalidade. Foram montadas duas bases em Toronto (Universidade York e College Geroge Brown) para qualidade de treinamento. A ideia é promover encontro da delegação, com ações e serviços visando Rio 2016.

- Sobre a formação de atletas para o futuro. Mescla de jovens e experientes na delegação, qual importância?

AB: É muito importante. A delegação é nova, com 70% de estreantes. Conviver na Vila é uma grande experiência. Ser referência numa modalidade é uma coisa, aqui isso mudo. É uma antecipação de experiências para 2020/24 para melhorar trabalhar atletas.

Flávia Saraiva é uma das apostas do Brasil - Divulgação/Washington Alves/Exemplus/COB

Flávia Saraiva é uma das apostas do Brasil – Divulgação/Washington Alves/Exemplus/COB

- Visão da ex-atleta sobre priorizar Rio 216 em relação a Toronto 2015 ?

AB: Olimpíada é o ápice da carreira de um atleta. Mais do que nunca, Jogos em casa são prioridade. Foi feito um acordo com Confederações e equipes técnicas, de acordo com o calendário de cada modalidade. Por isso, alguns Mundiais são prioridade em relação ao Pan, já que somam pontos para ranking mundial, que é uma forma de classificação olímpica (Natação, por exemplo). Tudo que vier a colocar em risco a classificação para 2016, está sendo levado em consideração porque a prioridade total é o Rio.

- Como você vê o momento do Vôlei de Praia, sua modalidade de origem, que recentemente venceu os Mundiais masculino e feminino e levou cinco das seis medalhas em disputa ?

AB: A gente tem aqui excelentes duplas, em condições de vencer. O calendário é sobreposto e as principais duplas estão no Circuito Mundial, em busca de pontos para os Jogos 2016, já que o Pan não conta pontos para o ranking.

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