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CBB afirma que denuncia de jogadoras que aderiram boicote à Seleção Brasileira não é retaliação

20 de janeiro de 2016 0

A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) divulgou uma nota onde afirma que não tem qualquer relação com a intimação feita pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) às sete atletas que pediram dispensa da Seleção Brasileira que disputou o Aquece Rio, evento-teste dos Jogos Rio 2016, na última semana.

Adrianinha é uma das denunciadas  - Divugação/CBB

Adrianinha é uma das denunciadas – Divugação/CBB

Por terem apresentado cartas de dispensa, em meio a uma crise entre o colegiado de clubes da Liga de Basquete Feminino (LBF) e a CBB, as jogadoras Adrianinha, Tainá Paixão e Tatiane Nascimento (Unimed/América de Recife-PE), Gilmara e Joice Rodrigues (Corinthians/Americana -SP) e Jaqueline Silvestre e Tássia (Basketball Santo André -SP) foram chamadas a depor no STJD do Basquete, na quinta-feira (21), no Rio de Janeiro.

Única jogadora a se recusar a aderir ao boicote imposto pelos clubes, a pivô Clarissa foi demitida pelo Corinthians/Americana (SP), que alegou abandono de emprego.

Clarissa furou boicote do Corinthians e foi demitida - Divulgação/LBF/Celio Messias/inovafoto

Clarissa furou boicote do Corinthians e foi demitida – Divulgação/LBF/Celio Messias/inovafoto

Confira a nota da CBB:

“A Confederação Brasileira de Basketball vem a público esclarecer sua relação com o SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA DESPORTIVA DO BASQUETEBOL – STJD. Conforme determinado na Lei 9.615/98, art. 52, os órgãos integrantes da Justiça Desportiva são autônomos e independentes das entidades de administração do desporto Neste sentido o estatuto da CBB no seu parágrafo 1º do Artigo 32 assegura esta autonomia do Tribunal. Assim, a convocação de atletas e quaisquer outras pessoas obedece, única e exclusivamente, ao entendimento daquele Tribunal, dentro de suas atribuições.

A CBB, em respeito ao STJD do Basquetebol, rejeita e repudia qualquer insinuação sobre influência em decisões e procedimentos adotados por essa unidade autônoma da Justiça Desportiva. Não há que se confundir a obrigação legal de custeio das atividades do Tribunal, com ingerência e intromissão sobre essas atividades. A CBB aproveita para registrar que o trabalho dos membros que compõe o STJD do Basquetebol é um dos pilares de sustentação da modalidade.

As razões que motivaram a denúncia e a decisão de abertura de inquérito pelo STJD baseiam-se no boicote à última convocação da Seleção Brasileira Feminina Adulta de Basquetebol, em uma ação orquestrada, proibidas pelas normas nacionais e internacionais, sendo imperativa uma investigação para apuração de responsabilidades.

A CBB reitera sua posição de não punir, no âmbito da entidade, nenhuma atleta por aquele episódio, entendendo que as atitudes daquelas atletas não refletiram a real vontade e intenção de cada uma delas”.

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