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CBV espera contar com Bernardinho como coordenador técnico da Seleção

11 de janeiro de 2017 0

Após o anúncio de Renan Dal Zotto como no treinador da Seleção Brasileira Masculina, o  diretor de voleibol de quadra da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Radamés Lattari afirmou que o ex-técnico Bernardinho poderá seguir atuando em outra função.

- O Bernardo será coordenador técnico da seleção masculina, mas ele também tem o desejo de coordenar um trabalho técnico com a base. Vocês conhecem o estilo do Bernardinho. Ele não está preocupado com nomenclatura de cargo. Ele quer é trabalhar. Podem falar que será coordenador, consultor, ele quer colaborar.

Novo treinador da Seleção masculina, Renan Dal Zotto - Divulgação/Marlon Falcão/Inovafoto/CBV

Novo treinador da Seleção masculina, Renan Dal Zotto – Divulgação/Marlon Falcão/Inovafoto/CBV

Renan também falou da importância de Bernardinho para o voleibol brasileiro.

- Antes de pensar em aceitar o convite conversei com ele, que, além de ser um profissional de excelência máxima, é um amigo. Eu precisava da colaboração, do apoio e do parecer dele. E desde lá tento convencê-lo a continuar. O voleibol vem em um caminho muito bacana nas últimas décadas e não existe uma mudança de rota. Vamos tentar dar prosseguimento com grandes profissionais trabalhando e com uma grande estrutura por trás.

Bernardinho deverá ser coordenador na CBV - Divulgação/Inovafoto/CBV

Bernardinho deverá ser coordenador na CBV – Divulgação/Inovafoto/CBV

O novo treinador da Seleção nasceu em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, em 19 de julho de 1960. Esteve nas seleções do Brasil dos 16 aos 29 anos. Neste tempo representou o Brasil em três edições de Jogos Olímpicos, três Mundiais, três Pan-Americanos e dois Mundialitos. Criador do saque Viagem ao fundo do mar, foi um dos principais responsáveis pela popularização do voleibol no país, sendo um dos grandes nomes da chamada Geração de Prata, que foi vice-campeã dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984.

Na volta da Itália, em 1993, encerrou sua carreira como atleta e deu início a um novo momento, se tornando treinador do Palmeiras/Parmalat, por onde foi vice-campeão da Superliga masculina e do Campeonato Paulista. Depois de passagens pelo Frigorifico Chapecó, de Santa Catarina e Olympikus, do Rio de Janeiro, como técnico, e Unisul, novamente de Santa Catarina, como gerente, assumiu o comando do vitorioso time da Cimed, de Florianópolis (SC), com o qual foi quatro vezes campeão da Superliga e revelou nomes como Lucão e Bruninho. A última experiência como técnico foi pelo Sisley di Treviso, em 2008, quando foi campeão da Supercopa.

Em 2013 aceitou o convite para integrar o Comitê Gestor da Superliga. Em 2004, assumiu o cargo de Diretor de Marketing, onde ficou até 2015, quando passou a ser o Diretor de Seleções da CBV. Saiu desta função logo após a conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

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