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Posts na categoria "Áudios"

Gaúcha 2020 edição número 24

05 de março de 2017 0

A edição número 24 do Gaúcha 2020, apresentada no dia 4 de março, teve como assuntos principais a realização da Copa Brasil de Vela, as denúncias de compra de votos para a sede dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e a aposentadoria do nadador gaúcho Samuel De Bona.

Robert Scheidt (boné amarelo) e Gabriel Borges no 49er - Divulgação

Robert Scheidt (boné amarelo) e Gabriel Borges no 49er – Divulgação

Em Porto Alegre, Robert Scheidt falou sobre sua mudança de classe e mais um ciclo olímpico em sua carreira. Aos 43 anos, o velejador dono de duas medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze em Jogos Olímpicos, três delas na classe Laser e duas na Star, agora irá competir nos barcos da 49er ao lado do proeiro Gabriel Borges.

De Bona foi medalhista no Mundial de 2013 - Divulgação/CBDA/Ricardo Brandão

De Bona foi medalhista no Mundial de 2013 – Divulgação/CBDA/Ricardo Brandão

Com apenas 26 anos, De Bona decidiu abandonar o esporte. Atual campeão brasileiro de Maratonas Aquáticas, o gaúcho que tem no currículo a medalha de bronze por equipes nos 5 km do Campeonato Mundial de 2013, em Barcelona, a partir de agora irá se dedicar à sua nova profissão, a advocacia.

Clique aqui e ouça a edição 24 do Gaúcha 2020.

Memória Olímpica - Paris 1900: a primeira edição com mulheres

17 de junho de 2016 0
Foto: Reprodução / COI

Foto: Reprodução / COI

A Gaúcha apresenta o projeto Memória Olímpica. Em podcasts, André Silva conta e relembra histórias que marcam a trajetória dos Jogos Olímpicos até 2016.

Paris 1900 é a segunda edição das Olimpíadas da era Moderna.

Os Jogos, que duraram de maio a outubro daquele ano, são históricos por serem os primeiros com participação de mulheres.

Você sabe quem é a primeira atleta feminina a conquistar uma medalha de ouro?  A resposta é encontrada em mais um Memória Olímpica:

Memória Olímpica - Atenas 1896

13 de junho de 2016 0
Foto: Reprodução / Comitê Olímpico Internacional

Foto: Reprodução / Comitê Olímpico Internacional

A Gaúcha estreia nesta segunda-feira (13) o projeto Memória Olímpica. Em podcasts, André Silva conta e relembra histórias que marcam a trajetória dos Jogos Olímpicos até 2016.

Em 6 de abril de 1896, teve início a primeira Olimpíada da era Moderna, em Atenas. Mas você sabe como a ideia foi concebida? Sabe quem é o primeiro campeão olímpico?

Confira as respostas no primeiro episódio do Memória Olímpica:

 

 

Ouça o Gaúcha 2016 deste sábado (23)

23 de janeiro de 2016 0
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O Gaúcha 2016 deste sábado conversa com Carlos Antônio da Rocha Azevedo, diretor do Minas Tênis Clube, que firmou acordo de parceria com a Associação Olímpica Britânica e Associação  Paralímpica Britânica. O acordo prevê a utilização dos equipamentos do clube para os atletas da Grã-Bretanha durante os Jogos 2016.

Além disso, o programa traz muitos outros destaques sobre o mundo Olímpico!

Ouça na íntegra:

Ouça o Gaúcha 2016 deste sábado - 09/01/2016

09 de janeiro de 2016 0
Foto: Fernando Gomes /Agencia RBS

Foto: Fernando Gomes /Agencia RBS

O Gaúcha 2016 deste sábado conversa com o campeão olímpico de vôlei Paulão. O ex-atleta é o novo comentarista esportivo do Grupo RBS. No bate-papo com Diori Vasconcelos, Paulão revelou suas expectativas para a nova etapa da carreira.

Para avaliar o impacto das Olimpíadas 2016 no Rio Grande do Sul, o secretário estadual de Turismo, Esporte e Lazer, Juvir Costella, revelou os projetos do governo e projetou o ano esportivo no Estado. A extinção da Fundação de Esporte e Lazer do Estado do Rio Grande do Sul (Fundergs) também foi assunto durante a conversa.

Ouça o programa na íntegra:

Ouça o Gaúcha 2016 desta semana - 31/10/2015

31 de outubro de 2015 0

A lutadora olímpica, Aline Silva, acaba de lançar uma campanha na Kickante para arrecadar os valores necessários para custear seu treinamento, visando também os Jogos Olímpidos 2016. A campanha tem como objetivo arrecadar R$ 18 mil para que ela possa ter um treinamento adequado visando os Jogos Rio 2016.

Aline foi vice campeã mundial no ano passado - Divulgação/CBLA

Aline foi vice campeã mundial no ano passado – Divulgação/CBLA

Única brasileira a conquistar um medalha em Campeonatos Mundiais, Aline concedeu entrevista no programa Gáucha 2016 e falou sobre incentivo no esporte, financiamento coletivo e esporte como agente social.

Ouça o programa desta semana

Esporte não pode ser sacrificado na crise, diz ministro do Esporte

19 de setembro de 2015 1
Diorgenes Pandini / Agência RBS

Diorgenes Pandini / Agência RBS

O programa Gaúcha 2016 deste sábado (19) ouviu o ministro do Esporte, George Hilton. No bate papo, ele falou sobre o momento histórico que será a realização dos jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro e projetou o futuro do esporte no país.

Segundo George Hilton, é necessário investir na base, estabelecendo responsabilidades entre os três níveis de governo. Para ele, “o esporte não pode ser tratado como política de governo ou de partido, mas sim ser uma política de Estado.”

Na entrevista, o ministro ainda afirmou que deseja estabelecer um debate para avaliar “o verdadeiro papel das confederações, das federações, dos clubes e de ligas na prática esportiva”. Ele ainda afirmou que “o esporte não pode ser sacrificado na crise, pois isto é uma visão míope, que pode atrasar o crescimento econômico.”

Confira a íntegra da entrevista:

Ouça o programa Gaúcha 2016 desta semana - 5/9/2015

05 de setembro de 2015 0

Ouça o programa Gaúcha 2016 desta semana - 22/5/2015

22 de agosto de 2015 0

Diretor de esportes do Comitê Rio 2016: "águas não trarão problemas para os atletas"

04 de agosto de 2015 1

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Ex-atleta olímpico e diretor de esportes do Comitê Rio 2016, Agberto Guimarães está seguro de que as águas da Baía de Guanabara, lagoa Rodrigo de Freitas e praia de Copacabana, locais de competição dos Jogos, não trarão problemas para os atletas. Em entrevista a ZH e Rádio Gaúcha, o dirigente destaca que os locais já são utilizados em competições há algum tempo e descarta qualquer possibilidade de tirar a vela do Rio de Janeiro. Confira os principais trechos da conversa:

A despoluição das águas dos locais de competição não é de responsabilidade do Comitê 2016, mas até que ponto preocupa a possibilidade de que a poluição da água prejudique a competição e até a saúde dos atletas?
Agberto Guimarães – Com relação à vela, já realizamos um evento de sucesso no ano passado. Não tivemos nenhum problema. Nossa maior preocupação no ano passado era com a quantidade de lixo flutuante. A gente conseguiu, com a ajuda do governo do Estado, limpar, tirar esses detritos que ficavam flutuando. E a gente realizou uma competição muito bem organizada. A outra parte, da possibilidade de afetar a saúde dos atletas, é cuidar para os atletas competirem em um ambiente saudável. Não oferecer uma condição no Maracanãzinho para o vôlei diferente da que vou oferecer para a vela, para o remo, canoagem, maratona aquática. O campo de jogo tem de estar nas mesmas condições. Nós monitoramos os testes que são realizados pelos órgãos competentes para ver se a água tem qualidade, está adequada. Temos acompanhado isso. A gente conta com a parceria que temos com os governos. Eles têm reagido de forma muito positiva. Eles têm que responder se vão ou não despoluir. Nossa responsabilidade como Comitê Organizador é fazer com que esse ambiente seja adequado para a performance dos atletas.

Houve alguma pressão para que a competição saísse da Baía de Guanabara?
Agberto Guimarães – Não. Há pressão é muito mais de vocês da mídia. Nós dissemos o tempo todo que os locais de competição foram definidos na candidatura. É importante as pessoas levarem em consideração um dado: a lagoa (Rodrigo de Freitas) é usada o ano todo por pessoas que remam ali. A gente não tem notícia de ninguém que tenha contraído doença. Fizemos os Jogos Pan-Americanos ali e não tivemos nenhum problema. A Baía de Guanabara é utilizada para eventos internacionais o ano inteiro. Temos a Volvo Ocean Race, já fizemos Campeonato Mundial da classe finn, e nunca tivemos problema. Jamais tivemos qualquer intenção de tirar competições do Rio de Janeiro. Não faz nenhum sentido. Tirar uma competição de um lugar envolve toda uma logística, não é simplesmente tirar os barcos daqui e levar para lá. Nós apresentamos um projeto ao COI durante a candidatura que contemplava a possibilidade de fazer todas as competições no perímetro do Rio de Janeiro. Acho que vai ser a primeira vez na história dos Jogos dentro da mesma cidade. Londres fez o remo em um lugar bastante distante, vela em outra cidade. Na China a gente teve a vela em Tindao, a 2h45min de voo. Isso não vai acontecer no Rio. Vamos continuar trabalhando com os governos para oferecer segurança aos atletas, mas não mudamos nossa operação daqui.

Você acha que se criou um alarmismo sobre essa situação?
Agberto Guimarães - Eu penso pelo lado do atleta. Quando você vai para uma competição importante, o adversário tenta te desestabilizar para criar um problema para você. Prefiro pensar que é por aí. Se fizer uma retrospectiva de todas as edições de Jogos Olímpicos, todas, nesta fase de preparação, tiveram problemas. Não existe nenhum Comitê Organizador que tenha navegado águas tranquilas o tempo todo. Temos de ter a tranquilidade para olhar para isso e saber que estamos nos preparando bem. Temos uma parceria muito sólida com todos os níveis de governo. Não acho que exista um complô, é normal.

No início do ano passado, alguns dirigentes de Federações Internacionais e do COI fizeram críticas à preparação do Brasil. Como tem sido a relação com as Federações e o COI?
Agberto Guimarães – Temos de levar em consideração o seguinte: todas as Federações Internacionais estão fisicamente muito longe da gente. Naturalmente, há uma pressão grande sobre a gente para ter as instalações prontas o mais breve possível. Assim você se familiariza com elas. Foi por isso que eles fizeram a pressão na gente. Vendo que aquelas instalações estavam demorando para sair do papel e do chão, porque por mais que a gente reforçasse a confiança que nós temos na entrega dessas obras, quem está do lado de fora não entende isso. O problema que a gente tinha era que, principalmente as instalações da Barra da Tijuca, eram em um terreno difícil de construir. Fazer fundação ali demora quatro, cinco vezes mais do que em qualquer outro terreno. A gente viu que, depois que a parte de fundação foi feita, a parte de cima andou muito rápido. O fato que você mencionou aconteceu em abril do ano passado, e naquela época a gente quase não conseguia identificar nada fora do chão. Tinha lá um descampado. E aquilo deixava todo mundo muito nervoso. Exatamente um ano depois, fizemos a mesma apresentação a eles, e o clima foi de alívio. A parte estrutural é moldada. Depois que a estrutura está pronta, você monta como se fosse um lego. Fica pronto muito rápido. Isso nos dá confiança de que as instalações serão entregues no prazo que a prefeitura nos forneceu.