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Posts na categoria "Entrevistas"

Novo número 1 na Corrida dos Campeões, Buno Soares fala em disputar mais uma Olimpíada e vencer em Winbledon

27 de outubro de 2016 0

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O tenista brasileiro Bruno Soares e o britânico Jamie Murray garantiram nesta quinta-feira (27), uma vaga nas semifinais do ATP 500 de Viena, na Áustria. Com uma vitória por 2 a 0, parciais de 7/6 (5) e 6/4 sobre o argentino Guillermo Durán e o polonês Mariusz Fyrstenberg, os campeões dos Abertos da Austrália e dos Estados Unidos deste ano, ainda garantiram a liderança da Corrida dos Campeões, ranking que considera apenas os pontos conquistadis durante a temporada.

Muito feliz com o objetivo alcançado, Bruno conversou com a Rádio Gaúcha, ainda no vestiário do Wiener Stadthalle, local das partidas do torneio e falou sobre a satisfação de assumir o posto de número 1, ao lado do irmão de Andy Murray. “Com certeza, uma temporada fantástica. Uma grande semana aqui em Viena, estamos na semifinal e agora assumimos o número um da Corrida, que era um dos grandes objetivos do ano. Mas ainda temos mais competições pela frente, como o Masters de Paris e o ATP Finals, em Londres, mas o bacana é coroar um grande temporada na liderança e jogando um tênis de alto nível”.

Sobre o entrosamento com Jamie Murray, seu parceiro desde janeiro, o mineiro ressaltou o conhecimento mútuo existente mesmo na época em que eram adversários. ” O fato de a gente se conhecer a muito tempo ajudou demais. Como adversários nos enfrentamos várias vezes, mas sempre fomos grandes amigos desde 2007,08, e o fato de conversarmos sobre jogos, troca de informações, mesmo sem jogar junto deu uma noção de entendimento maior. E quando passamos a jogar junto foi colocar tudo em prática. Eu já conhecia o estilo do Jamie, sabia das suas preferências, das suas qualidades e defeitos e vice-versa, então era apenas fazer um ajuste fino para ter sintonia dentro de quadra”.

Em 2015, outro mineiro, Marcelo Melo assumiu a liderança do ranking individual de duplas da ATP. Sobre este fato de ter dois brasileiros na liderança dos rankings mundiais, Bruno afirmou que é hora de saber “surfar esta onda”. ” Eu acho que é aproveitar o momento, com grandes resultados, títulos nos principais nos torneio. É saber surfar esta onda. Na época do Guga não tínhamos uma Confederação preparada. Infelizmente depois da Olimpíada perdemos o patrocínio dos Correios, que era importante para as categorias de base, mas espero que tudo volte ao normal. É hora de fazer o tênis crescer, atrair mais público, mais jogadores, patrocínios”.

Mesmo com duas eliminações nas quartas de final nos Jogos de Londres-2012 e do Rio-2016, o tenista de 34 anos diz ter os Jogos de Tóquio-2020 no horizonte. ” Disputar uma Olimpíada é uma experiência fantástica, uma honra para qualquer atleta. A nossa geração que pode jogar no Rio, é de muita sorte. A Olimpíada é muito cruel, apesar de todo o glamour. É um tiro só. São apenas três medalhas e não tem outra chance, a não ser que espera mais quatro anos. No Rio foi uma grande campanha, batemos na trave. Agora é aguentar mais um ciclo para jogar em Tóquio. Este é o meu grande objetivo. Eu quero jogar no mínimo até 2020, quero participar de mais uma Olimpíada. Eu quero muito porque acredito que posso ainda jogar em altíssimo nível e brigar por uma medalha”.

Sobre o futuro ao lado de Jamie Murray, Bruno Soares afirmou que “ser número um do mundo no ranking individual é meu grande objetivo, assim como ganhar mais Grand Slams”. Na lista de títulos do brasileiro aind faltam Roland Garros e Wimbledon e erguer a taça na grama sagrada do All England seria algo especial segundo o brasileiro. ” Ainda mais jogando com o Jamie, que é britânico. Wimbledon se torna ainda mais especial. É o templo do nosso esporte”.

Na sexta-feira, Bruno e Jamie buscarão uma vaga na decisão em Viena. Eles irão enfrentar o austríaco Oliver Marach e o francês Fabrice Martin. A partida deverá começar por volta de 12h30 (de Brasília).

Ouça o Gaúcha 2016 desta semana - 31/10/2015

31 de outubro de 2015 0

A lutadora olímpica, Aline Silva, acaba de lançar uma campanha na Kickante para arrecadar os valores necessários para custear seu treinamento, visando também os Jogos Olímpidos 2016. A campanha tem como objetivo arrecadar R$ 18 mil para que ela possa ter um treinamento adequado visando os Jogos Rio 2016.

Aline foi vice campeã mundial no ano passado - Divulgação/CBLA

Aline foi vice campeã mundial no ano passado – Divulgação/CBLA

Única brasileira a conquistar um medalha em Campeonatos Mundiais, Aline concedeu entrevista no programa Gáucha 2016 e falou sobre incentivo no esporte, financiamento coletivo e esporte como agente social.

Ouça o programa desta semana

Esporte não pode ser sacrificado na crise, diz ministro do Esporte

19 de setembro de 2015 1
Diorgenes Pandini / Agência RBS

Diorgenes Pandini / Agência RBS

O programa Gaúcha 2016 deste sábado (19) ouviu o ministro do Esporte, George Hilton. No bate papo, ele falou sobre o momento histórico que será a realização dos jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro e projetou o futuro do esporte no país.

Segundo George Hilton, é necessário investir na base, estabelecendo responsabilidades entre os três níveis de governo. Para ele, “o esporte não pode ser tratado como política de governo ou de partido, mas sim ser uma política de Estado.”

Na entrevista, o ministro ainda afirmou que deseja estabelecer um debate para avaliar “o verdadeiro papel das confederações, das federações, dos clubes e de ligas na prática esportiva”. Ele ainda afirmou que “o esporte não pode ser sacrificado na crise, pois isto é uma visão míope, que pode atrasar o crescimento econômico.”

Confira a íntegra da entrevista:

Primeira brasileira a carregar tocha olímpica vai repetir o gesto

12 de agosto de 2015 0

Lara foi a primeira brasileira na história a carregar a tocha na Olimpíada de Barcelona, em 1992. O gesto será repetido em 2016, no Rio de Janeiro.

Diretor de esportes do Comitê Rio 2016: "águas não trarão problemas para os atletas"

04 de agosto de 2015 1

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Ex-atleta olímpico e diretor de esportes do Comitê Rio 2016, Agberto Guimarães está seguro de que as águas da Baía de Guanabara, lagoa Rodrigo de Freitas e praia de Copacabana, locais de competição dos Jogos, não trarão problemas para os atletas. Em entrevista a ZH e Rádio Gaúcha, o dirigente destaca que os locais já são utilizados em competições há algum tempo e descarta qualquer possibilidade de tirar a vela do Rio de Janeiro. Confira os principais trechos da conversa:

A despoluição das águas dos locais de competição não é de responsabilidade do Comitê 2016, mas até que ponto preocupa a possibilidade de que a poluição da água prejudique a competição e até a saúde dos atletas?
Agberto Guimarães – Com relação à vela, já realizamos um evento de sucesso no ano passado. Não tivemos nenhum problema. Nossa maior preocupação no ano passado era com a quantidade de lixo flutuante. A gente conseguiu, com a ajuda do governo do Estado, limpar, tirar esses detritos que ficavam flutuando. E a gente realizou uma competição muito bem organizada. A outra parte, da possibilidade de afetar a saúde dos atletas, é cuidar para os atletas competirem em um ambiente saudável. Não oferecer uma condição no Maracanãzinho para o vôlei diferente da que vou oferecer para a vela, para o remo, canoagem, maratona aquática. O campo de jogo tem de estar nas mesmas condições. Nós monitoramos os testes que são realizados pelos órgãos competentes para ver se a água tem qualidade, está adequada. Temos acompanhado isso. A gente conta com a parceria que temos com os governos. Eles têm reagido de forma muito positiva. Eles têm que responder se vão ou não despoluir. Nossa responsabilidade como Comitê Organizador é fazer com que esse ambiente seja adequado para a performance dos atletas.

Houve alguma pressão para que a competição saísse da Baía de Guanabara?
Agberto Guimarães – Não. Há pressão é muito mais de vocês da mídia. Nós dissemos o tempo todo que os locais de competição foram definidos na candidatura. É importante as pessoas levarem em consideração um dado: a lagoa (Rodrigo de Freitas) é usada o ano todo por pessoas que remam ali. A gente não tem notícia de ninguém que tenha contraído doença. Fizemos os Jogos Pan-Americanos ali e não tivemos nenhum problema. A Baía de Guanabara é utilizada para eventos internacionais o ano inteiro. Temos a Volvo Ocean Race, já fizemos Campeonato Mundial da classe finn, e nunca tivemos problema. Jamais tivemos qualquer intenção de tirar competições do Rio de Janeiro. Não faz nenhum sentido. Tirar uma competição de um lugar envolve toda uma logística, não é simplesmente tirar os barcos daqui e levar para lá. Nós apresentamos um projeto ao COI durante a candidatura que contemplava a possibilidade de fazer todas as competições no perímetro do Rio de Janeiro. Acho que vai ser a primeira vez na história dos Jogos dentro da mesma cidade. Londres fez o remo em um lugar bastante distante, vela em outra cidade. Na China a gente teve a vela em Tindao, a 2h45min de voo. Isso não vai acontecer no Rio. Vamos continuar trabalhando com os governos para oferecer segurança aos atletas, mas não mudamos nossa operação daqui.

Você acha que se criou um alarmismo sobre essa situação?
Agberto Guimarães - Eu penso pelo lado do atleta. Quando você vai para uma competição importante, o adversário tenta te desestabilizar para criar um problema para você. Prefiro pensar que é por aí. Se fizer uma retrospectiva de todas as edições de Jogos Olímpicos, todas, nesta fase de preparação, tiveram problemas. Não existe nenhum Comitê Organizador que tenha navegado águas tranquilas o tempo todo. Temos de ter a tranquilidade para olhar para isso e saber que estamos nos preparando bem. Temos uma parceria muito sólida com todos os níveis de governo. Não acho que exista um complô, é normal.

No início do ano passado, alguns dirigentes de Federações Internacionais e do COI fizeram críticas à preparação do Brasil. Como tem sido a relação com as Federações e o COI?
Agberto Guimarães – Temos de levar em consideração o seguinte: todas as Federações Internacionais estão fisicamente muito longe da gente. Naturalmente, há uma pressão grande sobre a gente para ter as instalações prontas o mais breve possível. Assim você se familiariza com elas. Foi por isso que eles fizeram a pressão na gente. Vendo que aquelas instalações estavam demorando para sair do papel e do chão, porque por mais que a gente reforçasse a confiança que nós temos na entrega dessas obras, quem está do lado de fora não entende isso. O problema que a gente tinha era que, principalmente as instalações da Barra da Tijuca, eram em um terreno difícil de construir. Fazer fundação ali demora quatro, cinco vezes mais do que em qualquer outro terreno. A gente viu que, depois que a parte de fundação foi feita, a parte de cima andou muito rápido. O fato que você mencionou aconteceu em abril do ano passado, e naquela época a gente quase não conseguia identificar nada fora do chão. Tinha lá um descampado. E aquilo deixava todo mundo muito nervoso. Exatamente um ano depois, fizemos a mesma apresentação a eles, e o clima foi de alívio. A parte estrutural é moldada. Depois que a estrutura está pronta, você monta como se fosse um lego. Fica pronto muito rápido. Isso nos dá confiança de que as instalações serão entregues no prazo que a prefeitura nos forneceu.

Gerente de Planejamento do COB, Adriana Behar afirma que Toronto serve para antecipar experiências

14 de julho de 2015 0

Duas vezes vice-campeã olímpica no Vôlei de Praia, em Sydney-00 e Atenas-04, Adriana Behar hoje é a Gerente de Planejamento Esportivo do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Em Toronto, ela acompanha a delegação do Time de Brasil e está constantemente em contato com atletas e chefes de delegação.

Adriana Behar tem duas pratas olímpicas - Divulgação/Arquivo

Adriana Behar tem duas pratas olímpicas – Divulgação/Arquivo

Bastante atenciosa, Adriana conversou conosco e falou sobre os objetivos para os Jogos Pan-Americanos de TorontoRio 2016 e até mesmo projetou o futuro do esporte no Brasil, visando Tóquio-20 e os Jogos Olímpicos de 2024.

Confira o bate papo com Adriana Behar:

- Com qual objetivo, o Time Brasil entra nos Jogos ?

AB: O objetivo é ficar em terceiro lugar no geral. Nossa briga direta é com Cuba e Canadá, os Estados Unidos são hors concours. A disputa será forte. A gente sabe que o nivel técnico varia, de acordo com a modalidade. Foram montadas duas bases em Toronto (Universidade York e College Geroge Brown) para qualidade de treinamento. A ideia é promover encontro da delegação, com ações e serviços visando Rio 2016.

- Sobre a formação de atletas para o futuro. Mescla de jovens e experientes na delegação, qual importância?

AB: É muito importante. A delegação é nova, com 70% de estreantes. Conviver na Vila é uma grande experiência. Ser referência numa modalidade é uma coisa, aqui isso mudo. É uma antecipação de experiências para 2020/24 para melhorar trabalhar atletas.

Flávia Saraiva é uma das apostas do Brasil - Divulgação/Washington Alves/Exemplus/COB

Flávia Saraiva é uma das apostas do Brasil – Divulgação/Washington Alves/Exemplus/COB

- Visão da ex-atleta sobre priorizar Rio 216 em relação a Toronto 2015 ?

AB: Olimpíada é o ápice da carreira de um atleta. Mais do que nunca, Jogos em casa são prioridade. Foi feito um acordo com Confederações e equipes técnicas, de acordo com o calendário de cada modalidade. Por isso, alguns Mundiais são prioridade em relação ao Pan, já que somam pontos para ranking mundial, que é uma forma de classificação olímpica (Natação, por exemplo). Tudo que vier a colocar em risco a classificação para 2016, está sendo levado em consideração porque a prioridade total é o Rio.

- Como você vê o momento do Vôlei de Praia, sua modalidade de origem, que recentemente venceu os Mundiais masculino e feminino e levou cinco das seis medalhas em disputa ?

AB: A gente tem aqui excelentes duplas, em condições de vencer. O calendário é sobreposto e as principais duplas estão no Circuito Mundial, em busca de pontos para os Jogos 2016, já que o Pan não conta pontos para o ranking.

Ouça o programa Gaúcha 2016 deste sábado - 21/3/2015

21 de março de 2015 0

Diego Hypólito pede mais investimento no esporte brasileiro: "muito precário em estruturas de treinamento"

03 de agosto de 2014 0

Diego Hypólito, que disputa o Campeonato Brasileiro de Ginástica Artística, em Aracajú, esteve em Porto Alegre para período de treinamentos no Grêmio Náutico União. Bicampeão mundial de solo, o ginasta falou sobre a nova fase da carreira. Depois de muito tempo sem clube, ele fechou contrato com o São Bernardo e começou preparação com o técnico Fernando Lopes. Em entrevista ao Gaúcha 2016, Hypólito destacou que o trabalho visando os Jogos Olímpicos de 2016 será intensificado a partir desse novo momento.

“É um ciclo que eu comecei a partir de agora, com a troca de clube e é um trabalho que tem que ser bem dedicado. Acredito que nós temos algumas chances de medalhas olímpicas, mas a competição é no momento. O objetivo da olimpíada de todos é o mesmo. Chegar lá e ganhar uma medalha. Se a gente fizer a nossa parte e acertar a competição já é um grande papel para que a gente possa conseguir medalhas olímpicas”, disse.

Diego Hipólito realizou treinos no Grêmio Náutico União. FOTO: Diori Vasconcelos/Rádio Gaúcha

Diego Hipólito realizou treinos no Grêmio Náutico União. FOTO: Diori Vasconcelos/Rádio Gaúcha

Menos de dois anos antes de uma Olimpíada, que será disputada no Rio de Janeiro, o atleta também lamentou a falta de estruturas para o esporte no Brasil. Diego Hypólito fez duras críticas ao fato de que o país não tenha um centro de treinamento para a ginástica.

“A gente tem que ter mais locais de treinamento. O país é muito precário em estruturas de treinamento. O COB oferece uma estrutura boa para os atletas. Melhoramos muito em todas as modalidades. Temos mais campeões mundiais, mas muitos atletas não treinam no Brasil. Não é algo que eu concorde. Acho que temos um país muito grande e que tem nível para termos centros de treinamentos para os brasileiros treinarem na própria casa. O Brasil tinha que ter um centro de treinamento. A ginástica é um esporte que tem um campeão olímpico, medalhistas mundiais e não existe um centro de treinamento. Isso não existe em nenhum país”, completou.

Depois do Campeonato Brasileiro, Diego Hypólito passa a focar o Pan-Americano de Ginástica Artística será disputado de 20 de agosto a 1º de setembro, em Mississauga, no Canadá. A competição é classificatória para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, em 2015. Já o Mundial acontecerá de 3 a 12 de outubro, em Nanning, na China.

OUÇA A ENTREVISTA COM DIEGO HYPÓLITO:

Técnico Rubén Magnano projeta Copa do Mundo de Basquete e diz: "Nenê é referência da equipe"

19 de julho de 2014 0

Depois da Copa do Mundo de Futebol, vencida pela Alemanha, o Brasil entrará em um novo Mundial. De 30 de agosto a 14 de setembro, a Seleção Brasileira de Basquete masculino entrará em quadra, na Espanha, para a disputa da Copa do Mundo. O técnico Rubén Magnano trabalha com 10 jogadores em São Paulo e aguarda o final do Sul-Americano da Venezuela, que será disputado pela seleção B, para fechar o grupo de 12 jogadores, que buscará a conquista de uma medalha. O Gaúcha 2016 acompanhou a coletiva do treinador, que comentou o retorno dos jogadores da NBA ao grupo, como por exemplo, o pivô Nenê, do Washington Wizards.

Magnano já definiu 10 convocados. FOTO: CBB/Divulgação

Magnano já definiu 10 convocados. FOTO: CBB/Divulgação

“Brasil não vai jogar para o Nenê. Vai jogar como equipe, mas o nenê é uma referência muito importante”, disse Rubén Magnano.

Confira a coletiva do técnico Rubén Magnano no vídeo, que teve produção de André Silva e edição de Renan Jardim:

Acompanhe também a íntegra da edição 170 programa Gaúcha 2016, que foi ao ar neste sábado, dia 19 de julho de 2014:

Crise na CBV: Gustavo Endres diz que jogadores se sentem traídos

18 de março de 2014 1

14832917O voleibol brasileiro atravessa uma das maiores crises de sua história. Porém, ela não está dentro das quadras, mas sim nos gabinetes. Depois de se tornar modelo para todo o mundo, com a vitoriosa forma de gestão implementada por Carlos Arthur Nuzman a partir da década de 80, o vôlei nacional enfrenta uma série de acusações de corrupção, que acarretaram na renúncia do atual presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça Filho, que segue como principal mandatário da Federação Internacional de Vôlei (FIVB).

As denúncias de corrupção em contratos de patrocínio com o Banco do Brasil surgiram através de reportagem da ESPNBrasil e culminaram com a renúncia de Ary Graça e do superintendente da entidade, Marcos Pina.De acordo com a reportagem, a empresa SMP Logística e Serviços Ltda, pertencente a Pina, receberia R$ 10 milhões como forma de “remuneração relativa aos contratos de patrocínio firmados entre a CBV e o Banco do Brasil”, no período compreendido entre abril de 2012 a abril de 2017. Ainda segundo a denúncia, Fábio André Dias, diretor-geral da FIVB, receberia outros R$ 10 milhões através da S4 Gestão de Negócios, empresa a qual é proprietário.

Impactados pelo escândalo, os principais jogadores brasileiros esperam mudanças na CBV. O campeão olímpico em Atenas-2004, Gustavo Endres, em entrevista ao Blog Gaúcha 2016, afirma que “jogadores se sentem traídos”, “que auditoria contratada ainda irá revelar mais problemas” e “qu ea situação do vôlei brasileiro é complicada”.

Confira a íntegra da entrevista: