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Posts na categoria "Entrevistas"

Maurren revela decepção com a falta de investimento aos atletas: "Nós precisamos de condições, pois seremos muito cobrados nas Olimpíadas".

15 de março de 2014 0

Sem patrocínio desde janeiro de 2013, a campeã olímpica do salto em distância Maurren Maggi resolveu inovar e apostar em um site intitulado “Patrocine meu treino” para buscar patrocínios e poder seguir competindo. A meta da atleta é tentar disputar sua quarta Olimpíada, no Rio de Janeiro, em 2016.

Medalhista de ouro em Pequim 2008, sofre com a falta de apoio financeiro e acredita que o investimento através da Internet pode se tornar um método de sucesso para ajudar muitos atletas.

Maurren comemora o ouro olímpico - Reprodução/Facebook

Maurren comemora o ouro olímpico – Reprodução/Facebook

“Eu estou treinando sem patrocinador desde janeiro de 2013. O atleta de alto nível precisa de todas as condições e estruturas para poder chegar bem, e representar bem o país. Nós seremos muito cobrados quando chegarem as Olímpiadas. E a minha busca por patrocínio é para continuar sendo uma atleta de alto nível”, afirma Maurren em entrevista ao programa Gaúcha 2016.

No site, a atleta pede ajuda para garantir seus treinos nos próximos 45 dias. A objetivo é arrecadar R$ 100 mil na primeira fase, sendo possível contribuir com valores entre R$ 30 e R$ 15 mil.

OUÇA A ENTREVISTA COM MAURREN MAGGI:

Joanna Maranhão não acredita em medalhas do Brasil na natação feminina no Rio 2016

24 de fevereiro de 2014 0

A ex-nadadora Joanna Maranhão não considera que o Brasil esteja em condições de brigar por medalhas femininas na natação nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Ela disse acreditar que será necessária uma evolução grande até 2016 para que essa expectativa seja revertida na competição. Em entrevista ao Gaúcha 2016, Joanna apontou três brasileiras em condições de chegar até as provas finais: Graciele Herrmann, Daynara de Paula e Etiene Medeiros.

“Espero estar errada, mas em dois anos é muito difícil que a coisa mude de figura e que uma menina esteja lá brigando pelas três posições. Eu acho difícil a gente falar em medalhas hoje”, disse Joanna Maranhão.

Joanna Maranhão disputou três Olimpíadas. FOTO: Divulgação/Time Brasil

Joanna Maranhão disputou três Olimpíadas. FOTO: Divulgação/Time Brasil

A ex-nadadora considera que o Brasil precisa tirar proveito e conquistar um aprendizado com os Jogos Olímpicos de 2016. Para ela isso será mais importante até que os resultados na competição.

“Daqui a dois anos é um grande evento, mas dificilmente vão aparecer novas meninas. A questão crucial é o que vai ser feito depois disso. O legado que essas meninas vão deixar e o que as outras meninas que estão chegando vão poder construir também. O esporte não acaba em 2016 e essa evolução precisa continuar acontecendo”, completou a ex-nadadora.

Joanna Maranhão também falou sobre a decisão de abandonar as piscinas. A ex-nadadora de 26 anos ponderou que não estava mais no clima de buscar o melhor rendimento e esse foi o principal momento para deixar as competições.

OUÇA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA COM JOANNA MARANHÃO:

Bruno Soares revela objetivos para 2014: “Grand Slam e ser número 1 do mundo”.

01 de fevereiro de 2014 0

O tenista Bruno Soares espera ter em 2014 um desempenho igual ou melhor do que o ano passado. Em 2013, o mineiro conquistou seis títulos e ainda foi vice-campeão do US Open, ao lado do austríaco Alexander Peya, e vice de Wimbledon nas duplas mistas, ao lado da norte-americana Lisa Raymond.

O atual número 3 do mundo no ranking de duplas da ATP projeta dois grandes objetivos. Um deles é chegar no topo dessa lista.

Bruno Soares é o melhor tenista brasileiro na atualidade. FOTO: Diori Vasconcelos

Bruno Soares é o melhor tenista brasileiro na atualidade. FOTO: Diori Vasconcelos

“O ano passado mostrou pra gente que a gente é capaz de ganhar os grandes torneios, estar entre os melhores. Este ano é um ano em que a gente já entra sabendo disso, mas ao mesmo tempo sabe da dificuldade que é conquistar todos esses títulos. Na minha carreira falta duas coisas. Um Grand Slam masculino e ser número 1 do mundo. O resto eu posso dizer que eu já conquistei”, enalteceu Bruno Soares, em entrevista ao Gaúcha 2016.

OUÇA A ENTREVISTA COM O TENISTA BRUNO SOARES:

Jorge Zarif quer Brasil entre os 10 no quadro de medalhas no Rio 2016

19 de janeiro de 2014 0

O ano de 2013 foi espetacular para Jorge Zarif. Ele superou fortes concorrentes e ganhou o Prêmio Brasil Olímpico, concedido pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). O nadador Cesar Cielo e o ginasta Arthur Zanetti estavam nessa disputa com Jorginho. Além disso, aos 20 anos, o velejador unificou os títulos da classe Finn em duas categorias pela primeira vez. Em julho, o brasileiro se tornou bicampeão mundial júnior, em Malcesine, na Itália. Já em agosto, conquistou o Campeonato Mundial adulto, em Tallin, na Estônia. Desta forma, o melhor atleta do país em 2013 é também o mais jovem a levar as duas competições.

Jorge Zarif obteve resultado histórico em 2013. Foto: Divulgação

Jorge Zarif obteve resultado histórico em 2013. Foto: Divulgação

Agora, Jorge Zarif quer mais e diz que espera ver o Brasil entre os 10 primeiros no quadro geral de medalhas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Ele ainda não sabe se vai disputar a competição, mas sonha e ajudar o país a conseguir o objetivo.

- Por está velejando em casa e estar competindo em uma raia que eu já velejo há dez anos, pode existir alguma vantagem para os brasileiros. A Baía de Guanabara é muito difícil de se velejar. Tem algumas particularidades. Tem muita corrente e você tem que estar muito bem preparado. Julho e agosto (período dos Jogos Olímpicos) não são datas fáceis de ventos. Normalmente os ventos são bem fracos. A ideia é me preparar bem até lá e independente se for eu ou for o Bruno (Prada) para a Olimpíada, o que a gente quer é que o Brasil esteja entre os 10 primeiros no quadro de medalhas e se for comigo ganhando medalha será melhor -, disse Jorge Zarif, em entrevista ao Gaúcha 2016.

OUÇA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA COM JORGE ZARIF:

Entrevista exclusiva com José Roberto Guimarães, eleito o melhor técnico de esportes coletivos do Brasil

05 de dezembro de 2013 0

Único treinador três vezes campeão olímpico, José Roberto Guimarães receberá no próximo dia 19, o Prêmio Brasil Olímpico de melhor técnico de esportes coletivos do Brasil em 2013. Em entrevista à Rádio Gaúcha e ao Blog Gaúcha 2016, ele comenta a escolha feita pelo COB, pelo segundo ano seguido, projeta o caminho para  o inédito tricampeonato olímpico da seleção feminina de vôlei, e afirma que ” o sucesso passado não garante o presente, nem o futuro”.

Zé Roberto comanda a Seleção Brasileira  - Divulgação/FIVB

Zé Roberto comanda a Seleção Brasileira – Divulgação/FIVB

Zé Roberto ainda fala que transformar objetivo em obsessão pode ser prejudicial para uma equipe e comenta seus trabalhos no futebol, como diretor no Corinthians e Cruzeiro, além de avaliar os pedidos do Bom Senso FC e comparar as exigências do vôlei às do futebol.

Confira entrevista com o técnico:

Capitão do Brasil lamenta falta de força política para que futsal vire esporte olímpico

24 de novembro de 2013 0

O título da Liga Futsal, conquistado pelo Intelli/Orlândia na última semana, e o gol marcado na decisão contra o Concórdia representaram a vitória da experiência contra a força. Essa foi a avaliação do ala Vinícius Teixeira, ala da equipe do interior paulista e capitão da seleção brasileira bicampeã mundial. O jogador de 35 anos considera que a juventude do time catarinense fazia com que o adversário tivesse mais força na disputa. No entanto, pesou o retrospecto de atletas como ele e o craque Falcão.

- Se a gente fosse competir em igualdade física, o time de Concórdia é mais forte fisicamente, até pela idade. A gente não entrou nesse jogo. Controlamos e não corremos risco -, disse Vinícius, em entrevista ao Gaúcha 2016.

Vinícius Teixeira foi campeão da Liga Futsal pelo Orlândia. FOTO: divulgação

Vinícius Teixeira foi campeão da Liga Futsal pelo Orlândia. FOTO: divulgação

O jogador lamentou o fato de não ter conseguido disputar uma Olimpíada ao longo da carreira. Vinícius lamentou a falta de força política para que o futsal vire um esporte olímpico.

- O nosso grande problema é administrativo. Infelizmente não temos esse poder na entidade que organiza as olimpíadas. Não temos pessoas que possam defender o futsal -, lamentou.

OUÇA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA COM VINÍCIUS TEIXEIRA:

Marcelinho Ramos fala em tranquilidade após título gaúcho pelo Canoas Vôlei

17 de novembro de 2013 0

Com uma campanha impecável, o Kappesberg/Canoas Vôlei encerrou a participação no Campeonato Gaúcho masculino. O título da competição foi alcançado na última quinta-feira com a vitória por 3 sets a 0 sobre o Bento Vôlei. A equipe comandada por Marcelinho Ramos, que assumiu o time canoense depois da saída de Paulão, chegou ao bicampeonato com 14 jogos e apenas um set perdido nesta temporada. O resultado representa tranquilidade para a sequência do trabalho.

- Uma vitória importante para manter a hegemonia aqui no estado. Nos da tranquilidade para a disputa da Superliga -, comentou Marcelinho, em entrevista ao Gaúcha 2016.

Marcelinho comanda Canoas desde saída de Paulão. FOTO: Diori Vasconcelos

Marcelinho comanda Canoas desde saída de Paulão. FOTO: Diori Vasconcelos

O treinador do Kappesberg/Canoas também comentou a redução da pontuação, que está sendo testada na Superliga 2013/2014. Ele apontou dificuldades de disputar a competição nacional com sets de 21 pontos e, ao mesmo tempo, jogar o campeonato estadual com parciais de 25.

- Está bem complicado. A gente está se adaptando no meio da competição. Não houve evento teste para essa pontuação. Jogamos partidas na Superliga alternadas com o Campeonato Gaúcho -, completou Marcelinho Ramos.

OUÇA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA COM MARCELINHO RAMOS:

"Faltam mil dias e intensidade de trabalho é de mil por hora", segundo Comitê Rio-2016

09 de novembro de 2013 0

O dia 5 de agosto de 2016 está reservado para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Neste sábado, faltam exatos mil dias para o começo da competição. De acordo com o diretor-geral de operações do Comitê Organizador, Leonardo Gryner, os trabalhos de preparação do país estão andando em ritmo acelerado. Em entrevista ao Gaúcha 2016, ele manifestou otimismo pelo que vem sendo desenvolvido até aqui.

- Faltam mil dias e a intensidade de trabalho é de mil por hora. O cronograma está dentro do programado para a data -, disse Leonardo Gryner.

Mil jovens formam número 1.000 no gramado do Estádio do Mangueirão. FOTO: Rio 2016/Alex Ferro

Mil jovens formam mosaico para marcar data. FOTO: Rio 2016/Alex Ferro

Ele também comemorou o percentual de aceitação dos jogos pelo público e apontou que 70% são a favor, 25% indiferentes e apenas 5% contrários.

OUÇA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA COM LEONARDO GRYNER:

Teliana Pereira lamenta falta de incentivo no tênis feminino no Brasil

03 de novembro de 2013 0

O ano de 2013 está sendo marcante para a carreira de Teliana Pereira, principal tenista do Brasil na atualidade e que aparece entre as 100 melhor do mundo. Os resultados conseguidos nos torneios WTA e do circuito ITF fizeram com que ela superasse as metas estabelecidas no começo da temporada. Em entrevista ao Gaúcha 2016, Teliana mostrou satisfação com o atual momento que atravessa, mas lamentou a falta de investimentos no esporte no país. Ela acredita que esse é principal motivo para que o tênis feminino brasileiro não esteja na elite mundial.

- Falta apoio. A gente precisa de uma melhor estrutura. O problema é que os patrocinadores querem resultado para ontem. Tem que investir, mas também projetando o longo prazo -, apontou Teliana.

Teliana Pereira está entre as 100 melhores do mundo. FOTO: Divulgação

Teliana Pereira está entre as 100 melhores do mundo. FOTO: Divulgação

A tenista brasileira também destacou ter começado no tênis por acaso e lembrou as dificuldades enfrentadas para chegar entre as 100 melhores do mundo.

- Meu começo no tênis foi catando bolinha. Meu pai saiu de Pernambuco para Curitiba para procurar um trabalho e encontrou em uma academia de tênis, meio por coincidência ou destino. As coisas foram acontecendo para dar certo. O tênis entrou na minha vida como uma surpresa -, completou.

Teliana Pereira disse ainda que espera terminar a temporada 2014 com uma colocação entre as 50 primeiras do ranking.

OUÇA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA COM TELIANA PEREIRA:

Treinador da seleção feminina projeta Mundial de Basquete como grande laboratório para o Brasil

19 de outubro de 2013 0

A disputa do Mundial de Basquete da Turquia, em 2014, está sendo encarado como um grande passo dentro da formação e da preparação da equipe feminina do Brasil. Segundo o técnico Luiz Augusto Zanon, o grupo de jogadoras precisa agregar experiência e a competição do ano que vem será fundamental. Em entrevista ao Gaúcha 2016, o treinador projetou essa disputa, pediu paciência com relação aos resultados e projeta uma equipe mais forte para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

- Para o Mundial acho que vai ser muito difícil a gente querer julgar alguma coisa como resultado ou talvez até como desempenho. É um grupo novo, são meninas com pouca experiência e eu acho que a gente tem que fortalecer esse grupo para que tente apresentar um nível melhor de jogo possível até o Mundial. O que eu quero desse grupo é que elas estejam vendo o futuro desse grupo e o Mundial tem que ser um grande laboratório. Esse grupo pode crescer. -, disse Luiz Augusto Zanon.

Brasil garantiu vaga do Mundial na Copa América. FOTO: Samuel Velez/FIBA

Brasil garantiu vaga do Mundial na Copa América. FOTO: Samuel Velez/FIBA

OUÇA A ENTREVISTA COM LUIZ AUGUSTO ZANON: