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Posts com a tag "Brasil"

COB faz balanço do Brasil no Pan e atesta que meta de medalhas não foi alcançada

24 de julho de 2015 0

No entanto, objetivo de ser terceiro colocado está sendo obtido

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) realizou uma coletiva para avaliar o desempenho da delegação brasileira nos Jogos Pan-Americanos de 2015. Mesmo com o caso do suposto abuso sexual envolvendo um atleta do polo aquático, a entidade que regula os esportes além do futebol resolveu manter-se em silêncio e preferiu dizer que se mostra satisfeita com o resultado alcançado no quadro de medalhas. No entanto, admitiu que a meta no número de medalhas não foi alcançada.

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Presidente Carlos Nuzman esteve presente na coletiva

Participaram do evento Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB, Marcus Vinícius Freire, superintendente executivo, Bernard Rajzman, chefe de missão em Toronto , e o general Augusto Heleno, diretor de comunicação da entidade. No balanço, Marcus Vinícius disse que o País ficou dentro da meta para o Pan entre as seleções, mas em outra resposta admitiu que o objetivo estipulado pela entidade não foi alcançado.

“Não ficamos abaixo do esperado, nossa meta é ficar no top 3, essa é nossa meta. Em relação ao total de medalhas, elas cada vez mais se diluem mais. Nós trouxemos uma delegação mista, 70% dos nossos atletas vieram pela primeira vez ao Pan. Estamos dentro da meta neste momento, esperar mais dois dias para confirmar a posição”, disse Marcus Vinícius Freire.

O COB trabalha com dois tipos de metas: a posição geral no quadro de medalhas e o número conquistado. Por um lado, a entidade se mostra satisfeita com o quase garantido terceiro lugar geral, objetivo desde o início. Por outro, a meta de alcançar ao menos as 141 medalhas obtidas em Guadalajara não deve ocorrer

O chefe de imprensa da entidade proibiu perguntas sobre o caso do Polo Aquático.

 

Brasil cai em grupo com Espanha e França na Copa do Mundo de Basquete Masculino

03 de fevereiro de 2014 0

O Brasil caiu em um dos grupos mais fortes da Copa do Mundo de Basquete Masculino,  que será disputada de 30 de agosto a 14 de setembro, na Espanha.

Depois de fracassar na Copa América, onde ficou em nono lugar, e receber um wild-card (convite) da Federação Internacional de Basquete (FIBA), a Seleção Brasileira disputará o grupo A, com jogos na cidade de Granada, no Palacio Municipal de Deportes, com capacidade para 7.500 torcedores.

Brasil disputará seu 17º Mundial - Divulgação/CBB

Brasil disputará seu 17º Mundial – Divulgação/CBB

Na fase classificatória, a equipe comandada por Rubén Magnano enfrentará a Espanha, dona da casa; a França, atual campeã europeia; a Sérvia, 7º no último Europeu; o Egito, vice-campeão africano e o Irã, campeão asiático.

A Copa do Mundio de Basquete  será disputada por 24 seleções, que serão divididas em quatro grupos de seis equipes cada, na fase de classificação, quando elas irão jogar entre si, em turno único. As quatro primeiras colocadas de cada chave se classificam para as oitavas de final nos seguintes cruzamentos: A1 x B4, B1 x A4, C1 x D4, D1 x C4, A2 x B3, B2 x A3, C2 x D3 e D2 x C3. Os ganhadores disputam as quartas de final, semifinal e final.

Espanha de Pau Gasol será rival do Brasil - Divulgação/FEB

Espanha de Pau Gasol será rival do Brasil – Divulgação/FEB

Confira os grupos da Copa do Mundo:

Grupo A – Palacio Municipal de Deportes de Granada (7.500)

Espanha

Sérvia

França

Tony Parker é o grande nome da França - Divulgação/FIBA Europe/Elio Castoria

Tony Parker é o grande nome da França – Divulgação/FIBA Europe/Elio Castoria

Brasil

Egito

Irã

Grupo B – Palacio Municipal de Deportes San Pablo (Sevilla) (10.200)

Filipinas

Senegal

Porto Rico

Argentina

Luis Scola é destaque argentino - Divulgação/Samuel Vélez / FIBA Américas

Luis Scola é destaque argentino – Divulgação/Samuel Vélez / FIBA Américas

Grécia

Croácia

Grupo C – Bizkaio Arena (Bilbao) (15.414)

República Dominicana

Turquia

Estados Unidos

Le Bron James faz parte da seleção dos EUA e joga no Miami-  Divulgação London2012

Le Bron James faz parte da seleção dos EUA e joga no Miami- Divulgação London2012

Finlândia

Nova Zelândia

Ucrânia

Grupo D – Gran Canaria Arena (Las Palmas) (11.500)

Eslovênia

Lituânia

Angola

Coréia do Sul

México

Austrália

Brasil, Finlândia, Grécia e Turquia levam convites para Copa do Mundo de Basquete Masculino

01 de fevereiro de 2014 0

A Federação Internacional de Basquete (FIBA) anunciou, neste sábado, as quatro seleções que irão receber os wild cards (convites) para a disputa da Copa do Mundo Masculina, a partir de

Os quatro países premiados foram: Brasil (10º do ranking FIBA), Finlândia (39ª), Grécia (5ª) e Turquia (7º). De acordo com a FIBA, diversos aspectos foram levados em conta para a escolha dos convidados, como apoio governamental, importância econômica (participação da TV local), mercado publicitário, popularidade e relevância dentro do cenário mundial.

FIBA anunciou os qutro convites para a Copa do Mundo - Divulgação/FIBA

FIBA anunciou os qutro convites para a Copa do Mundo – Divulgação/FIBA

Patrick Baumann, secretário-geral da FIBA e membro do Comitê Olímpico Internacional (COI), “o Brasil esteve nas quartas de final da última Olimpíada, será sede da próxima, está em 10º no ranking mundial e é um dos principais frequentadores das competições organizadas pela entidade”.

Com as escolhas dos convidados, os 24 participantes da Copa do Mundo estão definidos: Angola, Argentina, Austrália, Brasil, Croácia, República Dominicana, Egito, Finlândia, França, Grécia, Irã, Coréia do Sul, Lituânia, México, Nova Zelândia, Filipinas, Porto Rico, Senegal, Sérvia, Eslovenia, Espanha, Turquia, Ucrânia e Estados Unidos.

 

 

Definida tabela do Mundial de Vôlei Masculino

31 de janeiro de 2014 2

A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) definiu a ordem de jogos da fase classificatória do Campeonato Mundial de Vôlei Masculino, que será disputado na Polônia, de 30 de agosto a 21 de setembro.

O Brasil, atual tricampeão mundial, irá estrear diante da Alemanha, no dia 1º de setembro, em Katowice. As demais partidas da equipe brasileira também serão disputadas nesta cidade, contra África 1 (3/9), Finlândia (5/9), Coreia do Sul (6/9) e Norceca 2 (7/9). O representante africano será definido até o início de março, e o da Norceca (América Central, do Norte e Caribe), no mês de maio.

Brasil buscará inédito tetra Mundial - Divulgação/Alexandre Arruda/CBV

Brasil buscará inédito tetra Mundial – Divulgação/Alexandre Arruda/CBV

Confira os grupos do Campeonato Mundial:

Grupo A: Polônia, Argentina, Sérvia, Austrália, Venezuela e África 3

Grupo B: Brasil, Alemanha, Coreia do Sul, Finlândia, Norceca 2 e África 1

Grupo C: Rússia, Bulgária, China, Norceca 3, Norceca 5 e África 2

Grupo D: Itália, Irã, França, Bélgica, Norceca 1 e Norceca 4

 

 

Esporte brasileiro tem o melhor ano pós-olímpico da história

01 de janeiro de 2014 0

O Brasil chega ao fim de 2013 com o melhor ano pós-olímpico de sua história. Com 27 medalhas em Campeonatos Mundiais ou competições equivalentes, o Brasil encerra o ano com resultados que o colocariam entre as oito maiores potências esportivas do mundo.

Das 27 medalhas conquistadas em provas olímpicas, oito foram de ouro, 10 de prata e nove de bronze. Levando-se em consideração os mesmos requisitos adotados na medição, em 2001 (pós-Sydney) o Brasil conquistou um total de 7 medalhas; em 2005 (pós-Atenas) foram 11; e em 2009 (pós-Pequim) foram nove conquistas.

Poliana e Zarif estiveram entre os brasileiros campeões mundias de 2013 - Divulgação/COB

Poliana e Zarif estiveram entre os brasileiros campeões mundias de 2013 – Divulgação/COB

Marcus Vinicius Freire, diretor executivo de esportes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) avalia o ano do esporte brasileiro como positivo, mas avisa que esses resultados não significam sucesso na próxima Olimpíada.

- O ano de 2013 foi muito bom para o esporte olímpico brasileiro, mas isso não traz a garantia de medalhas para 2016. No entanto, além de comprovarem a evolução do esporte olímpico brasileiro, os resultados conquistados este ano mostram que estamos no caminho certo. Hoje temos mais atletas individuais classificados entre os 20 melhores do mundo, em todas as modalidades, do que tínhamos no primeiro ano do ciclo olímpico de Londres 2012. É uma curva crescente, na qual cerca de 200 atletas estão sendo monitorado e atendidos estrategicamente em cada uma de suas necessidades.

Marcus Vinicius é diretor executivo de esportes do COB - Divulgação/COB

Marcus Vinicius é diretor executivo de esportes do COB – Divulgação/COB

Na avaliação do COB, outro avanço importante alcançado pelo esporte brasileiro em 2013 foi a quantidade de modalidades que conquistaram medalhas em mundiais. Ao todo, 13 subiram ao pódio no ano (boxe, canoagem, ginástica artística, handebol, hipismo, judô, maratona aquática, natação, pentatlo moderno, taekwondo, vela, vôlei e vôlei de praia). Esse número de modalidades está dentro da meta do COB para alcançar o Top 10 no Rio 2016.

Atletas e equipes brasileiros medalhistas em Mundiais e competições equivalentes:

Ouro:

Rafaela Silva – 57 Kg – Judô
Jorge João Zarif – Classe Finn – Vela
Equipe de Vôlei Feminino – Grand Prix

Seleção venceu Grand Prix e Copa dos Campeões - Divulgação/CBV

Seleção venceu Grand Prix e Copa dos Campeões – Divulgação/CBV

César Cielo – 50m livre – Natação
Poliana Okimoto – 10 Km – Maratonas Aquáticas
Arthur Zanetti – Argolas – Ginástica Artística
Robert Scheidt – Laser – Vela
Equipe de Handebol Feminino

Prata:

Erika Miranda – 52 Kg – Judô
Rafael Silva – + 100 Kg – Judô
Maria Suellen Altheman – +78 Kg – Judô
Yane Marques – Pentatlo Moderno

Bronze na Olimpíada, Bronze em Londres, Yane levou prata no Mundial deste ano - Divulgação/IUPM

Bronze na Olimpíada, Bronze em Londres, Yane levou prata no Mundial deste ano – Divulgação/IUPM

Equipe de Vôlei Masculino – Liga Mundial
Ricardo / Álvaro Filho – Vôlei de Praia Masculino
Ana Marcela Cunha – 10 Km – Maratonas Aquáticas
Martine Grael / Kahena Kunze – 49er – Vela
Equipe / saltos – Hipismo
Robson Donato Conceição – Boxe 60kg

Bronze:

Isaquías Queiroz – C1 1000 – Canoagem
Sarah Menezes – 48 Kg – Judô
Mayra Aguiar – 78 Kg – Judô

Mayra tem no currículo três medalhas em Mundiais e um bronze olímpico - Divulgação/CBJ

Mayra tem no currículo três medalhas em Mundiais e um bronze olímpico – Divulgação/CBJ

Guilherme Dias – 58 KG – Taekwondo
Lili e Barbara Sanches – Volei de Praia Feminino
Felipe Lima – 100m peito – Natação
Thiago Pereira – 200m medley – Natação
Thiago Pereira – 400m medley – Natação
Everton Lopes – Boxe 64kg

México e Coréia do Sul conquistam Copa do Mundo de Taekwondo

30 de novembro de 2013 0

As equipes do México (masculino) e da Coréia do Sul (feminino) conquistaram o título mundial da Copa do Mundo de Taekwondo, disputada em Abidjan, na Costa do Marfim.

Na disputa masculina, os mexicanos venceram a competição, pela primeira vez. Depois da classificação na fase inicial, o México eliminou o Brasil, neste sábado, nas quartas de final por 24 a 21 e, depois, passou pela Coréia do Sul por 9 a 8 na semifinal. Na decisão, a equipe mexicana enfrentou a surpreendente Costa do Marfim, que havia derrotado China (17 a 15) e Rússia (17 a 16).

Mexicanos comemoram título da Copa do Mundi - Divulgação/WTF

Mexicanos comemoram título da Copa do Mundi – Divulgação/WTF

Mesmo contando com o apoio maciço de sua torcida, a seleção marfinesa não conseguiu bater o experiente time mexicano que levou a melhor por 17 a 11. Sul-coreanos e russos dividiram a medalha de bronze.

Já entre as mulheres, a Coréia do Sul venceu pela quarta vez em cinco edições do torneio. Depois de eliminar a França (17 a 12), a equipe sul-coreana enfrentou a atual campeã, a China, na decisão, e venceu por 12 a 9. Na semifinal, as chinesas haviam eliminado o time da casa por 17 a 9. O pódio foi completado exatamente por Costa do Marfim e França.

Na estreia do Grand Prix de Futsal, Brasil goleia o Japão

22 de outubro de 2013 0

Com uma grande atuação no primeiro tempo, a Seleção Brasileira de Futsal venceu o Japão, por 7 a 2, em jogo válido pela primeira rodada do Grand Prix, que está sendo realizado em Maringá (PR). Com a vitória, o time brasileiro assumiu a liderança do grupo B, que ainda conta com Argentina e Irã.

A vitória brasileira começou a ser construída logo a 1m20s, com Sinoê. No primeiro momento, após receber um passe vindo de um tiro de canto, o pivô da Intelli/Orlândia (SP) errou o chute e a bola subiu. Porém, ele não desistiu e conseguiu cabecear para o gol, antes da chegada do goleiro Fukimbara.

Sinoê vence o goleiro e abre o placar - Divulgação/CBFS

Sinoê vence o goleiro e abre o placar – Divulgação/CBFS

Numa boa jogada organizada por Fernandinho, aos 6m35s, Lukaian chutou forte e sem defesa para o goleiro japonês. Aos 11m09s, numa tabelinha com Dyego, Sinoê recebeu e marcou o terceiro do Brasil. O fixo Rodrigo (ACBF-RS) recebeu um passe de Daniel, em jogada de contra-ataque e fez quarto gol aos 12m55s do primeiro tempo.

O time brasileiro pressionava a equipe japonesa, que não conseguia jogar e Fernandinho tabelou com Leco, que marcou o sexto, aos 17m31s. Ainda na etapa inicial (17m52s), o Japão marcaria com Morioka, o grande destaque dos asiáticos, que marcou após uma cobrança de falta ensaiada. Quando restava 1m23s para o intervalo, Fernandinho ampliou a vantagem brasileira.

Falcão começou entre os reservas - Divulgação/CBFS

Falcão começou entre os reservas – Divulgação/CBFS

No segundo tempo, o Brasil tratou de administrar o resultado, enquanto o técnico Ney Pereira aproveitava para testar todo o grupo de jogadores. Dessa maneira, apenas Rodrigo, capitão brasileiro, voltaria a marcar aos 59 segundos iniciais, depois de uma roubada de bola no meio da quadra. Utilizando o goleiro-linha, o Japão marcaria o segundo gol, aos quatro minutos, mais uma vez com Morioka.

Amanhã, o Brasil enfrentará a Argentina às 19h (Brasília) e o Japão jogará contra o Irã, duas horas depois.

Na estreia do Grand Prix, Seleção Brasileira de Futsal enfrentará o Japão

17 de setembro de 2013 0

O Brasil irá estrear diante do Japão no 8º Grand Prix de Futsal, que será realizado de  22 a 27 de outubro, na cidade de Maringá (PR). De acordo com a tabela divulgada pela organização, o time brasileiro jogará na sequência contra Argentina e Irã, os outros dois integrantes do grupo A.

No outro grupo do Grand Prix, a Rússia enfrenta a Guatemala na estreia e o Paraguai faz seu primeiro jogo contra a Sérvia. As duas primeiras colocadas de cada chave irão se enfrentar nas semifinais.

Estreia brasileira será contra o Japão - Divulgação/Zerosa Filho/CBFS

Estreia brasileira será contra o Japão – Divulgação/Zerosa Filho/CBFS

Disputado desde 2005, o Grand Prix teve sete edições até o momento. O Brasil venceu seis vezes e a Espanha ganhou uma. Brusque (SC), Caxias do Sul (RS), Lages (SC), Joinville (SC),  Jaraguá do Sul (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Anápolis (GO) e Manaus (AM) foram as cidades que já receberam o torneio.

22 de outubro

14h15 – Rússia x Guatemala
16h30 – Paraguai x Sérvia
18h45 – Brasil x Japão
20h45 – Argentina x Irã

23 de outubro

14h45 – Sérvia x Guatemala
17h – Rússia x Paraguai
19h – Brasil x Argentina
21h – Irã x Japão

24 de outubro

13h45 – Paraguai x Guatemala
16h – Rússia x Sérvia
18h15 – Brasil x Irã
20h15 – Japão x Argentina

Rússia repete Londres e bate Brasil na final da Liga Mundial

21 de julho de 2013 0

A Rússia não tomou conhecimento do Brasil e conquistou o título da Liga Mundial de Vôlei, neste domingo, em Mar del Plata, na Argentina. Com uma grande atuação, a atual campeã olímpica fez três sets a zero, parciais de 25/23, 25/19 e 25/19, em 1h22 de partida.

O jogo começou com o Brasil marcando 5 a 0, após quatro erros dos russos. Logo depois, a Rússia começou a reagir e chegou ao empate em 7/7. Num erro de saque de Sivozhelez, os brasileiros marcaram 8/7. Dois bloqueios em sequência colocaram a equipe russa em vantagem (11/9). No primeiro rallie da partida, melhor para os russos que pontuaram com Pavlov e chegaram a 14/11. Isaac errou um saque e os campeões olímpicos marcaram 16/13.

Russos venceram o Brasil duas vezes durante a Liga Mundial - Divulgação/FIVB

Mesmo com dificuldades para virar no ataque, o Brasil conseguiu se recuperar e empatou em 19/19, após um ataque de Dante que desviou no bloqueio russo. Uma diagonal de Lucarelli deixou o time de Bernardinho em vantagem (21/20), mas o camisa 8 brasileiro cometeu uma invasão e a Rússia retomou a liderança em 23/22. Um bloqueio de Muserkiy em Lucarelli definiu a parcial em 25/23. Neste set, os russos erraram 12 vezes, mas compensaram com 16 pontos de ataque contra apenas nove dos brasileiros.

Com dificuldades de passe, o Brasil passou a ser uma presa fácil para a Rússia a partir do segundo set. Logo de cara, os russos marcaram 6/2, obrigando Bernardinho a pedir tempo. Num ataque de Spiridonov, os campeões olímpicos de Londres marcaram 8/5, na primeira parada técnica. Sacando muito bem, a equipe russa seguiu em vantagem e fez 16/11, em ataque de Sivozhelez.

Nem a experiência de Dante foi suficiente para o Brasil - Divulgação/FIVB

Sem conseguir definir no ataque, o time brasileiro sentiu a pressão e num erro de Lucarelli, os russos fizeram 19/12. O Brasil ainda buscou reagir e chegou a ficar a quatro pontos (21/17), mas não foi o suficiente para empatar e numa bola de xeque, Muserskiy fechou em 25/19. Neste set, a Rússia marcou 15 pontos de ataque contra 11 dos brasileiros.

No terceiro set, Bernardinho buscou mudar a forma de atuar do Brasil e trocou de levantador, colocando William na vaga de Bruninho. Mas com um ritmo intenso e sacando muito, a Rússia fez 5/2, com dois aces de Sivozhelez e logo depois marcou 8/2, em erro de ataque brasileiro.

Lucarelli foi escolhido o segundo melhor atacante da Liga - Divulgação/FIVB

Bruninho voltou à quadra, quando o Brasil perdia por 3/8, mas nada pode fazer diante da grande atuação dos russos que abriram sete pontos (11/4) em ataque de Pavlov. Num erro de saque do central brasileiro Isac, que substituiu o lesionado Éder Carbonera, a Rússia fez 16/10.

A partir deste momento, os russos trataram de trocar pontos para chegar a vitória. Sem ter como reagir, o Brasil apenas assistiu a Rússia chegar a 25/19, no 22º ponto do oposto Nikolay Pavlov, garantindo seu terceiro título na história do torneio.

O técnico brasileiro, Bernardinho, reconheceu a superioridade adversária.

- Eles jogaram muito bem e nós não soubemos aproveitar a chance que tivemos no primeiro set. Foi a primeira final de muitos de nossos jogadores e eles acabaram sentindo um pouco. A Rússia sacou e defendeu muito bem e nós acabamos perdendo a paciência e cometendo muitos erros. Fomos dominados nos fundamentos, faltou consistência à nossa equipe, que ainda está em processo de construção.

Levantador Grankin celebra vitória - Divulgação/FIVB

Pela conquista do título, a Rússia recebeu um prêmio de US$ 1 milhão. Vice-campeã, a seleção brasileira faturou US$ 500 mil, enquanto a Itália, que derrotou a Bulgária na disputa do terceiro lugar (21/25, 25/21, 25/20, 21/25 e 15/7), ficou com um cheque de US$ 300 mil.

Nikolay Pavlov foi eleito o Melhor Jogador da Liga Mundial (MVP) e recebeu US$ 30 mil. A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) ainda premiou com US$ 10 mil, os melhores jogadores de cada posição: os atacantes Ivan Zaytsev (Itália) e Lucarelli (Brasil); os centrais Muserskiy (Rússia) e Birarelli (Itália); o líbero Mário Júnior (Brasil); o levantador Bruninho (Brasil) e o oposto Sokolov (Bulgária).

Especialista considera que Brasil está atrasado no combate ao doping

20 de julho de 2013 0

O Brasil precisará evoluir muito para suprir a demanda de controle de doping durante os Jogos Olímpicos de 2016, competição que será realizada no Rio de Janeiro. A avaliação é do professor Eduardo Henrique De Rose, autoridade na área de medicina esportiva, Diretor do Departamento Antidoping do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e Membro do Conselho de Fundação da Agência Mundial Antidoping (WADA).

De Rose é autoridade no combate ao doping. FOTO: Adriana Franciosi/ZH

De Rose é autoridade no combate ao doping. FOTO: Adriana Franciosi/ZH

Em entrevista ao Gaúcha 2016, ele apontou deficiências e destacou que a atual capacidade anual de análises do país representa o número de testes que serão necessários somente durante o período da Olimpíada.

- Se eu fotografar hoje, a situação não é boa. O Brasil carece de uma entidade forte que controle o doping nacionalmente. Fica difícil. O nosso laboratório, apesar de acreditado, não domina todas as tecnologias que nós vamos ter que utilizar nos Jogos Olímpicos. Hoje, por exemplo, o Brasil não faz exame de sangue e é um exame fundamental para a Olimpíada. Precisamos de novos equipamentos e novas técnicas -, avalia Eduardo Henrique De Rose.

OUÇA A ENTREVISTA COM EDUARDO HENRIQUE DE ROSE: