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Posts com a tag "Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro"

Nos retornos de Marta e Cristiane, Seleção Brasileira de Futebol Feminino goleia a Bolívia

09 de abril de 2017 0

No quinto jogo sob o comando da técnica Emily Lima, a Seleção Brasileira de Futebol Feminino derrotou a Bolívia, por 6 a 0, neste domingo (09), em amistoso realizado na Arena da Amazônia, em Manaus (AM).

Brasileiras festejam um dos seis gols - Divulgação/Lucas Figueiredo/CBF

Brasileiras festejam um dos seis gols – Divulgação/Lucas Figueiredo/CBF

A partida marcou os retornos das atacantes Marta e Cristiane à equipe. A camisa 10 não atuava desde o empate com a França, em 1 a 1, setembro do ano passado, enquanto a centroavante não jogava desde a disputa da medalha de bronze nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto de 2016.

Francielle fez o primeiro gol - Divulgação/Lucas Figueiredo/CBF

Francielle fez o primeiro gol – Divulgação/Lucas Figueiredo/CBF

Diante de um adversário frágil técnica e fisicamente, o Brasil impôs seu ritmo e chegou com tranquilidade a goleada. Logo aos quatro minutos, a meia Francielle cobrou falta com perfeição e abriu o marcador. Vinte minutos mais tarde, Marta tabelou com Francielle, que cruzou na cabeça de Cristiane e a camisa 9 fez o segundo gol brasileiro.

Sem encontrar resistência, a equipe brasileira fez o terceiro aos 44, quando Marta foi lançada na área e bateu na saída da goleira Paola Álvarez. Para o segundo tempo, a treinadora da Seleção fez apenas uma troca, colocando a experiente meia Rosana no lugar de Bia Zaneratto.

Emily Lima tem 100% no comando da Seleção - Foto:  Bruno Kelly/ ALLSPORTS

Emily Lima tem 100% no comando da Seleção – Foto: Bruno Kelly/ ALLSPORTS

Com mais movimentação, as donas da casa marcaram o quarto, após cruzamento de Marta para a zagueira Bruna Benites, que dentro da pequena área concluiu para o gol. Eleita a melhor jogadora do mundo por cinco oportunidades, Marta seguiu brilhando e aos 19 fez jogada pela esquerda e cruzou para a área. A zagueira Janeth Morón tentou cortar e acabou marcando contra o quinto gol do Brasil, que ainda balançaria as redes bolivianas aos 38, com a volante Thaísa aproveitando jogada de Fabiana pela direita.

Brasil enfrentará a Alemanha em julho -  Divulgação/Lucas Figueiredo/CBF

Brasil enfrentará a Alemanha em julho – Divulgação/Lucas Figueiredo/CBF

Sem jogos marcados para maio e junho, por enquanto, a Seleção Brasileira já tem compromisso para julho. De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), as atuais campeãs dos Jogos Pan-Americanos enfrentarão a Alemanha, no Hardtwald-Stadium, em Sandhausen, no dia 4, em mais uma partida amistosa.

Confira a ficha técnica do jogo:

Brasil: Bárbara; Letícia (Fabiana), Bruna Benites, Rafaelle e Tamires (Jucinara); Thaisa, Francielle, Gabi Zanotti (Gabi Nunes) e Bia Zaneratto (Rosana); Marta (Darlene) e Cristiane (Thaís Duarte). Técnica: Emily Lima

Bolívia: Paola Álvarez; Janeth Viveros (Jherny Fuentes), Janeth Morón, Helen Maolo (Deisy Choque) e Ana María Rivera (Ericka Morales); María Laura Gómez, Mariana Caucota (Yoselín Basualdo), Angela Cárdenas e Marcela Ortiz (Carla Méndez); Ana Paula Rojas e Maitte Zamorano (Elisania Torrico). Técnico: Napoleón Cardozo

Local: Arena da Amazônia (Manaus)

Árbitra: Deborah Cecília Correia (FIFA-Brasil)

Assistentes: Nadine Schramm Câmara Bastos e Márcia Bezerra Lopes Caetano (FIFA-Brasil)

Renda: R$ 195.360,00

Público: 16.198

Cartões amarelos: Rafaelle e Janeth Morón

Gols: Francielle, Cristiane, Marta, Bruna Benites, Janeth Morón (contra) e Thaísa

Angelique Kerber vence Mónica Puig e vai às quartas de final em Dubai

22 de fevereiro de 2017 0

A alemã Angelique Kerber derrotou a porto-riquenha Mónica Puig nesta quarta-feira (22), por 2 sets a 0, parciais de 6/2 e 6/3, em apenas 65 minutos de partida e garantiu um lugar nas quartas de final do WTA Premier de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Este foi o primeiro confronto das duas jogadoras desde a final dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto do ano passado, e que foi vencida por Puig.

Kerber devolveu derrota na final olímpica - Divulgação/@DDFTennis

Kerber devolveu derrota na final olímpica – Divulgação/@DDFTennis

Cabeça de chave número um e segunda do ranking mundial, Kerber enfrentará na próxima rodada a croata Ana Konjuh, 19 anos, que em 2013 foi campeã juvenil dos Abertos da Austrália e dos Estados Unidos. Nas oitavas, a 36ª do mundo venceu a russa Elena Vesnina, oitava favorita, por 2  a 1, parciais de 3/6, 6/4 e 7/6 (4), em 2h31 de jogo.

Konjuh já foi líder do ranking juvenil - Divulgação/@DDFTennis

Konjuh já foi líder do ranking juvenil – Divulgação/@DDFTennis

Já a polonesa Agnieszka Radwańska, campeã em 2012 e quarta na lista de favoritas, foi eliminada pela juvenil norte-americana CiCi Bellis, 17 anos, que venceu por 2 a 1 (6/4, 2/6 e 6/2) e que agora terá como rival a vencedora do duelo entre a dinamarquesa Caroline Wozniacki, décima pré-classificada e campeã em 2011, e a ucraniana Kateryna Bondarenko.

CiCi Bellis eliminou Radwańska - Divulgação/@DDFTennis

CiCi Bellis eliminou Radwańska – Divulgação/@DDFTennis

Demais resultados:

Lauren Davis (EUA) 4/6, 6/1 e 6/3 Ekaterina Makarova (RUS)

Elina Svitolina (UCR-7) 4/6, 6/4 e 6/3 Christina McHale (EUA)

Anastasija Sevastova (LET) 6/4 e 6/3 Shuai Peng (CHN-W)

Qiang Wang (CHN) 6/1 e 6/4 Kristina Mladenovic (FRA)

CBV espera contar com Bernardinho como coordenador técnico da Seleção

11 de janeiro de 2017 0

Após o anúncio de Renan Dal Zotto como no treinador da Seleção Brasileira Masculina, o  diretor de voleibol de quadra da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Radamés Lattari afirmou que o ex-técnico Bernardinho poderá seguir atuando em outra função.

- O Bernardo será coordenador técnico da seleção masculina, mas ele também tem o desejo de coordenar um trabalho técnico com a base. Vocês conhecem o estilo do Bernardinho. Ele não está preocupado com nomenclatura de cargo. Ele quer é trabalhar. Podem falar que será coordenador, consultor, ele quer colaborar.

Novo treinador da Seleção masculina, Renan Dal Zotto - Divulgação/Marlon Falcão/Inovafoto/CBV

Novo treinador da Seleção masculina, Renan Dal Zotto – Divulgação/Marlon Falcão/Inovafoto/CBV

Renan também falou da importância de Bernardinho para o voleibol brasileiro.

- Antes de pensar em aceitar o convite conversei com ele, que, além de ser um profissional de excelência máxima, é um amigo. Eu precisava da colaboração, do apoio e do parecer dele. E desde lá tento convencê-lo a continuar. O voleibol vem em um caminho muito bacana nas últimas décadas e não existe uma mudança de rota. Vamos tentar dar prosseguimento com grandes profissionais trabalhando e com uma grande estrutura por trás.

Bernardinho deverá ser coordenador na CBV - Divulgação/Inovafoto/CBV

Bernardinho deverá ser coordenador na CBV – Divulgação/Inovafoto/CBV

O novo treinador da Seleção nasceu em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, em 19 de julho de 1960. Esteve nas seleções do Brasil dos 16 aos 29 anos. Neste tempo representou o Brasil em três edições de Jogos Olímpicos, três Mundiais, três Pan-Americanos e dois Mundialitos. Criador do saque Viagem ao fundo do mar, foi um dos principais responsáveis pela popularização do voleibol no país, sendo um dos grandes nomes da chamada Geração de Prata, que foi vice-campeã dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984.

Na volta da Itália, em 1993, encerrou sua carreira como atleta e deu início a um novo momento, se tornando treinador do Palmeiras/Parmalat, por onde foi vice-campeão da Superliga masculina e do Campeonato Paulista. Depois de passagens pelo Frigorifico Chapecó, de Santa Catarina e Olympikus, do Rio de Janeiro, como técnico, e Unisul, novamente de Santa Catarina, como gerente, assumiu o comando do vitorioso time da Cimed, de Florianópolis (SC), com o qual foi quatro vezes campeão da Superliga e revelou nomes como Lucão e Bruninho. A última experiência como técnico foi pelo Sisley di Treviso, em 2008, quando foi campeão da Supercopa.

Em 2013 aceitou o convite para integrar o Comitê Gestor da Superliga. Em 2004, assumiu o cargo de Diretor de Marketing, onde ficou até 2015, quando passou a ser o Diretor de Seleções da CBV. Saiu desta função logo após a conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Campeã olímpica perde na estreia e Kuznetsova atinge marca de 600 vitórias em Brisbane

02 de janeiro de 2017 0

A porto-riquenha Mónica Puig, medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, foi eliminada logo na estreia do WTA Internacional de Brisbane, na Austrália. Número 32 da classificação mundial, ela perdeu para a ucraniana Elina Svitolina, 14ª, por duplo 6/3, em 1h16 de confronto.

Campeã olímpica começou ano com derrota - Divulgação/@BrisbaneTennis

Campeã olímpica começou ano com derrota – Divulgação/@BrisbaneTennis

Cabeça de chave número seis, Svitolina garantiu vaga nas oitavas de final e agora vai enfrentar a norte-americana Shelby Rogers, que passou pela canadense Eugenie Bouchard.

Svitolina é uma das favoritas em Brisbane - Divulgação/@BrisbaneTennis

Svitolina é uma das favoritas em Brisbane – Divulgação/@BrisbaneTennis

Quarta favorita, a espanhola Garbiñe Muguruza venceu um duro jogo diante da australiana Samantha Stosur. Com parciais de 7/5, 6/7 (2) e 7/5, depois de 2h45 de disputa, a sétima colocada do ranking da WTA passou de fase e agora enfrentará a russa Daria Kasatkina.

Muguruza venceu duelo com Stosur - Divulgação/@BrisbaneTennis

Muguruza venceu duelo com Stosur – Divulgação/@BrisbaneTennis

Número cinco na lista de favoritas, a russa Svetlana Kuznetsova passou pela norte-americana Louisa Chirico em sets diretos (6/2 e 6/4) e foi outra das favoritas a avançar para as oitavas. Nona do mundo, ela conquistou a vitória de número 600 de sua carreira no circuito e agora vai ter como rival a vencedora do confronto entre a australiana Destanee Aiava e a norte-americana Behtanie Mattek-Sands, ambas saídas do torneio de qualificação.

Ex-número 2 do mundo, Kuznetsova chegou a 600ª vitória - Divulgação/ITF/Adam Nurkiewicz/

Ex-número 2 do mundo, Kuznetsova chegou a 600ª vitória – Divulgação/ITF/Adam Nurkiewicz/

Demais resultados:

Asia Muhammad EUAq) 7/6 (5) e 6/1 Donna Vekić (CRO)

Roberta Vinci (ITA-8) 7/6 (4), 6/7 (4) e 7/5 Kateryna Bondareko (UCR-L)

Shuai Zhang (CHN) 4/6, 7/6 (3) e 6/3 Laura Siegemund (ALE)

Seleção Brasileira Masculina de Handebol embarca para a disputa do Mundial da França

02 de janeiro de 2017 0

A Seleção Brasileira Masculina de Handebol embarca nesta segunda-feira (02) para a disputa do Campeonato Mundial, que será disputado de 11 a 29 de janeiro, em oito cidades da França. Na primeira fase, a equipe dirigida pelo técnico Washington Nunes está no grupo A e abre a competição no dia 11, em Paris, contra os donos da casa. Depois, o Brasil joga no dia 14, com a Polônia, no dia 15 com o Japão, no dia 17 com a Noruega e no dia 19 com a Rússia, sempre em Nantes.

Adversária de estreia no Mundial, França eliminou Brasil na Rio 2016 - divulgação/CBHb/ Inovafoto/Photo&Grafia

Adversária de estreia no Mundial, França eliminou Brasil na Rio 2016 – Divulgação/CBHb/ Inovafoto/Photo&Grafia

Com uma boa campanha nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, quando pela primeira vez na história passou da fase de grupos, o time brasileiro espera repetir ao menos esse desempenho. Na oportunidade, a equipe ainda dirigida pelo espanhol Jordi Ribera perdeu nas quartas de final exatamente para a França, por 34 a 27. Os franceses terminariam com a medalha de prata.

Washington Nunes é o novo técnico da Seleção - Divulgação/CBHb

Washington Nunes é o novo técnico da Seleção – Divulgação/CBHb

O período de treinamentos da seleção ocorreu de 12 a 22 de janeiro, no Centro Nacional de Desenvolvimento do Handebol, em São Bernardo do Campo (SP). Inicialmente o grupo foi formado por 21 jogadores, sendo que cinco deles foram cortados na convocação final, que manteve a base da equipe olímpica.

Zé Guilherme é uma da apostas da Seleção - Divulgação/CBHb

Zé Guilherme é uma da apostas da Seleção – Divulgação/CBHb

Antes de de chegar a França, no dia 9 de janeiro, o Brasil ainda disputa um torneio amistoso na Suíça ao lado dos donos da casa, Eslováquia e Romênia. Para o armador direito Zé Guilherme, que atua no clube polonês Orlen Wisla Plock, a seleção pode crescer ainda mais no cenário mundial.

“Acho que temos um bom time que pode cada vez mais fazer coisas melhores internacionalmente. Antes, na seleção, a maioria jogava fora, mas agora quase todos jogam, então, as expectativas são muito boas, claro, isso somado a muito treino com a seleção”.

César Bombom é um dos goleiros do Brasil - Divulgação/CBHb

César Bombom é um dos goleiros do Brasil – Divulgação/CBHb

Na história do Campeonato Mundial, o Brasil participou de 12 das 24 edições, sendo que esteve presente nas últimas 11. O melhor resultado de uma equipe brasileira no torneio aconteceu em 2013, na Espanha, quando terminou a fase de classificação em terceiro em seu grupo e acabou sendo eliminada pela Rússia, por apenas um gol (27 a 26), nas oitavas de final.

Confira os 16 convocados para o Mundial da França:

Goleiros – César ‘Bombom’ (OIF Arendal-Noruega) e Maik (AL-Rayyan-Qatar)

Armadores – Gabriel Ceretta (FC Barcelona-Espanha), Haniel (BM Naturhouse La Rioja-Espanha), Zé Guilherme (Orlen Wisla Plock-Hungria), Oswaldo Guimarães (Anaitasuna-Espanha), Thiago Ponciano (BM Ciudad Encantada-Espanha) e Thiagus Petrus (Mol-Pick Szeged-Hungria)

Centrais – Henrique Teixeira (CB Huesca-Espanha) e João Pedro (Chambery Savoie Handball-França)

Pontas – Claryston (Taubaté/FAB/Unitau-SP), Fábio Chiuffa (KIF Kolding Kobenhav-Dinamarca), Guilherme Torriani (Taubaté/FAB/Unitau-SP) e Lucas Cândido (BM Guadalajara-Espanha)

Pivôs – Alexandro Pozzer “Tchê” (Fertiberia Puerto Sagunto-Espanha) e Rogério Moraes (WC Vardar-Macedônia)

 

Vôlei de Praia: Pedro Solberg e Evandro anunciam fim da parceria

29 de dezembro de 2016 0

Com três títulos de etapas do Circuito Mundial e duas do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, além de um nono lugar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, os cariocas Pedro Solberg e Evandro deram fim a uma parceria que perdurou desde outubro de 2014. Neste período, eles ainda acumularam quatro medalhas de prata e duas de bronze em competições internacionais e mais dois vices e dois terceiros lugares em torneios nacionais, num total de 34 campeonatos jogando juntos.

Evandro e Pedro Solberg atuaram em 34 torneios e conquistaram 15 medalhas - Divulgação/FIVB

Evandro e Pedro Solberg atuaram em 34 torneios e conquistaram 15 medalhas – Divulgação/FIVB

A estreia da dupla ocorreu no Circuito Brasileiro e eles ficaram em quarto lugar na etapa de São José (SC), em novembro de 2014. Na primeira aparição em nível mundial ocorreu no Grand Slam de Moscou (Rússia), em maio de 2015, e eles ficaram com o vice-campeonato. Posteriormente, os cariocas venceriam o Major Series de Stavanger (Noruega), na mesma temporada, e o Major Series de Gstaad (Suíça) e o Grand Slam de Long Beach (Estados Unidos), competições que precederam e sucederam os Jogos Rio 2016, respectivamente.

Evandro e Pedro Solberg foram campeões em cinco oportunidades - Divulgação/FIVB

Evandro e Pedro Solberg foram campeões em cinco oportunidades – Divulgação/FIVB

Os dois ainda acumularam o terceiro lugar no Campeonato Mundial de 2015, na Holanda, o terceiro lugar nas finais do Circuito Mundial de 2015, em Fort Lauderdale (Estados Unidos) e a medalha de prata deste mesmo torneio, que este ano foi disputado em Toronto (Canadá).

Com 30 anos e 17 títulos no Circuito Mundial, Pedro Solberg passará a atuar com o conterrâneo Guto. Já Evandro, 26, quatro conquistas em nível internacional, terá como novo parceiro o capixaba André Stein, que até então estava formando dupla com o campeão olímpico Ricardo.

Apesar do mau desempenho no Rio e de crise da CBB, Brasil termina ano entre os 10 melhores no ranking mundial do Basquete

26 de dezembro de 2016 0

Apesar das fracas campanhas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, quando sequer ultrapassaram a fase de grupos e grave crise política que enfrenta a Confederação Brasileira de Basquete (CBB), que foi suspensa pela Federação Internacional (FIBA), as seleções brasileiras de Basquete masculino e feminino encerram a temporada entre as 10 melhores do mundo, com os homens em sétimo e as mulheres em oitavo lugar.

Leandrinho conversa com Rubén Magnano durante jogo da Seleção - Divulgação/CBB/Arquivo

Leandrinho conversa com Rubén Magnano durante jogo da Seleção – Divulgação/CBB/Arquivo

O time masculino decepcionou na Olimpíada, ao terminar a primeira fase em quinto lugar em sua chave, com apenas duas vitórias (Espanha e Nigéria), mesmo contando com algumas de suas estrelas da NBA (Nenê Hilário, Cristiano Felício, Raulzinho e Leandrinho Barbosa) e não garantir um lugar nas quartas de final. A campanha rendeu um nono lugar entre 12 participantes. O melhor desempenho coube ao time que representou o país no Campeonato Sul-Americano, disputado em Barquisimeto, na Venezuela. Com quatro vitórias e apenas duas derrotas, ambas para os donos da casa, na fase de classificação e na disputa do ouro, os jogadores do Novo Basquete Brasil (NBB) não conseguiram quebrar o jejum continental que perdura desde 2010, mas conseguiram uma prata.

Vítor Benite foi um dos poucos destaques da Seleção - Divulgação/FIBA Americas

Vítor Benite foi um dos poucos destaques da Seleção – Divulgação/FIBA Americas

No feminino, o resultado foi ainda pior nos Jogos Rio 2016. Em meio a crise entre CBB e clubes da Liga de Basquete Feminino (LBF), que chegaram a liderar um boicote, a seleção perdeu todos os cinco jogos que disputou e foi a lanterna de seu grupo. No geral ficou em 11º lugar entre 12 times, igualando o pior desempenho da história, de Pequim-08. Já na competição local, as brasileiras se deram bem e venceram o Campeonato Su-Americano sem dificuldades, mantendo uma hegemonia que perdura desde 1986.

Seleção feminina não venceu nenhum jogo na Olimpíada - Divulgação/ José Jiménez Tirado/FIBA Americas

Seleção feminina não venceu nenhum jogo na Olimpíada – Divulgação/ José Jiménez Tirado/FIBA Americas

Donos das duas medalhas de ouro no Rio, os Estados Unidos dominam as duas classificações, seguidos pela Espanha, que foi bronze entre os homens e prata entre as mulheres. A vice-campeã olímpica Sérvia é a terceira no masculino, enquanto a França, quarta na Olimpíada, é a terceira no feminino.

Confira os 10 primeiros de cada ranking da FIBA:

Masculino -

1º Estados Unidos 1.000

Carmelo Anthony foi o cestinha da Olimpíada - Divulgação/Garrett Ellwood/NBAE via Getty Images

No Rio, Carmelo Anthony ganhou sua quarta medalha olímpica – Divulgação/Garrett Ellwood/NBAE via Getty Images

2º Espanha 665

3º Sérvia 553

4º França 444

5 Lituània 442

6º Argentina 360

7º Brasil 323

8º Turquia 281

9º Rússia 255

10º Austrália 234

Feminino -

1º Estados Unidos 1.000

EUA ganharam sexto ouro seguido no Rio, o quarto de Sue Bird - Divulgação

EUA ganharam sexto ouro seguido no Rio, o quarto de Sue Bird – Divulgação

2º Espanha 670

3º França 560

4º Austrália 460

5º República Tcheca 356

6º Canadá 340

7º Turquia 304

8º Brasil 296

9º Sérvia 276

10º China 256

Mike Krzyzewski se despede da Seleção de Basquete dos EUA e aponta confronto com o Brasil como um dos mais difíceis

25 de dezembro de 2016 0

O ano de 2016, marcado pelos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro também será de algumas despedidas. Uma delas é do treinador Mike Krzyzewski, 69 anos, que dirigiu a Seleção de Basquete Masculino dos Estados Unidos na conquista do tricampeonato consecutivo. Com a vitória sobre a Sérvia (96 s 66), na decisão realizada no dia 21 de agosto, na Arena Carioca 1, garantiu ao “Coach K” uma impressionante marca de 88 vitórias e apenas uma derrota, em 10 anos.

Mike Krzyzewski perdeu apenas um jogo dirigindo os EUA - Divulgação/FIBA

Mike Krzyzewski perdeu apenas um jogo dirigindo os EUA – Divulgação/FIBA

A única derrota foi para a Grécia (101 a 95), na semifinal do Campeonato Mundial de 2006, disputado no Japão. Desde então, os Estados Unidos ganharam os Jogos Olímpicos de Pequim-08, Londres-12 e do Rio-16, os Mundiais da Turquia-10 e da Espanha-14 e a Copa América-07, realizada em Las Vegas.

Ouro no Rio foi o sexto título do Coach K com a seleção - Divulgação/FIBA

Ouro no Rio foi o sexto título do Coach K com a seleção – Divulgação/FIBA

Considerado um dos maiores técnicos da história, Krzyzewski dirige a Universidade de Duke, desde 1980, e nesse período venceu a NCAA em cinco oportunidades e em janeiro do ano passado tornou-se o primeiro homem a atingir mil vitórias no principal campeonato universitário do país. Desde 2001 faz parte do Hall da Fama do Basquete. Em recente entrevista ao site da Federação Internacional de Basquete (FIBA), ele falou sobre o que planejava ao assumir o comando da seleção, logo após o bronze nos Jogos de Atenas-04.

” Nosso primeiro objetivo era reconquistar o respeito do país do mundo por nossa seleção, ganhando as medalhas de ouro. E acredito que conseguimos isso. Acredito que mostramos as pessoas que não somos arrogantes, mas que nos preocupamos com o nosso jogo, que fazemos espetáculo. Precisávamos mostrar ao mundo que fazíamos parte dele e não provar que somos superiores”.

Desde 2001, Krzyzewski faz parte do Hall da Fama do Basquete - Divulgação/USAB

Desde 2001, Krzyzewski faz parte do Hall da Fama do Basquete – Divulgação/USAB

Manter o foco sempre foi o grande objetivo do “Coach K” e nessa trajetória ele recorda de três partidas duras, onde precisou chamar atenção de seus jogadores, estrelas consagradas na NBA, para que não fossem derrotados: as finais dos Jogos de Pequim-08 e Londres-12, disputadas contra a Espanha, e vencidas por 118 a 107 e 107 a 100, respectivamente, e o triunfo no terceiro jogo da fase classificatória do Mundial de 2010, diante do Brasil, vencido por 70 a 68.

Confronto contra o Brasil de Magnano está nas memórias do Coach K - Divulgação/CBB/Arquivo

Confronto contra o Brasil de Magnano está nas memórias do Coach K – Divulgação/CBB/Arquivo

Mike Krzyzewski ainda apontou seleções que sempre o fizeram se preocupar.

” Jogar contra a Argentina, que construiu uma grande reputação e que tem muito espírito de competição, desde a época em que foi treinada por Rubén Magnano, a Espanha que sempre tem muitos talentos, a Lituânia com sua tradição e França e Brasil sempre com muitos jogadores na NBA foi honra muito grande”.

Arthur Nory foi o esportista mais buscado no Google Brasil em 2016

22 de dezembro de 2016 0

Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro foram o segundo assunto mais buscado pelos brasileiros, na plataforma de pesquisa Google. De acordo com a lista do site, o evento ficou atrás apenas do aplicativo “Pokémon Go”. O relatório Google Trends ainda apresentou uma lista com os esportistas mais pesquisados e o ginasta Arthur Nory, bronze na disputa do solo na Rio 2016, foi o campeão, seguido por Ingrid de Oliveira, dos Saltos Ornamentais, e pelo nadador norte-americano Michael Phelps.

Nory foi o atleta mais procurado no Google Brasil -  Foto: Reprodução/Facebook/CBG

Nory foi o atleta mais procurado no Google Brasil – Foto: Reprodução/Facebook/CBG

Em nível mundial, a Olimpíada Rio 2016 ficou em oitavo nas “buscas” e em segundo lugar na pesquisa por notícias, atrás apenas das eleições norte-americanas. Aliás, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump e a candidata derrotada Hillary Clinton foram as duas pessoas mais pesquisada. Nesta lista, aparecem três atletas olímpicos, os nadadores Michael Phelps (3º), e Ryan Lochte (9º) e a ginasta Simone Biles (5ª).

No mundo, Phelps só perdeu para Trump e Hillary - Divulgação/USA Swimming

No mundo, Phelps só perdeu para Trump e Hillary – Divulgação/USA Swimming

No mundo todo, os Jogos do Rio foram o principal assunto, quando se tratou de eventos esportivos, seguidos pela World Series, a final da Liga Norte-Americana de Beisebol, e pela Volta Ciclística da França.

Confira algumas listas:

Esportistas mais “procurados” pelos internautas brasileiros:

1 – Arthur Nory (BRA) – Ginástica

2 – Ingrid Oliveira (BRA) – Saltos Ornamentais

Ingrid ficou em segundo na relação dos atletas no Brasil - Divulgação/COB

Ingrid ficou em segundo na relação dos atletas no Brasil – Divulgação/COB

3 – Michael Phelps (EUA) – Natação

4 – Usain Bolt (JAM) – Atletismo

5 – Jade Barbosa (BRA) – Ginástica

6 – Ryan Lochte (EUA) – Natação

7 – Arhur Zanetti (BRA) – Ginástica

8 – Flávia Saraiva (BRA) – Ginástica

9 – Diego Hypólito (BRA) – Ginástica

10 – Rafaela Silva (BRA) – Judô

Eventos esportivos mais “buscados” pelos internautas no mundo:

1 – Jogos Olímpicos do Rio

Jogos Rio 2016 lideraram entre os eventos esporivos - Divulgação/Rio2016

Jogos Rio 2016 lideraram entre os eventos esporivos – Divulgação/Rio2016

2 – World Series – Beisebol

3 – Tour de France  – Ciclismo

4 – Wimbledon – Tênis

5 – Australian Open – Tênis

6 – Eurocopa – Futebol

7 – T20 World Cup – Críquete

8 – Copa América – Futebol

9 – Royal Rumble – Luta Livre WWE

10 – Ryder Cup – Golfe

Petra Kvitová é ferida durante assalto e ficará três meses fora das quadras

20 de dezembro de 2016 0

Bicampeã do torneio de Wimbledon (2012/14), medalha de bronze nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e detentora de 19 títulos de simples no circuito mundial da WTA, a tenista tcheca Petra Kvitová ficará três meses longe das quadras para se recuperar de uma cirurgia realizada na mão esquerda, nesta terça-feira (20).

Kvitová foi ferida durante assalto - Divulgação/WTA/Arquivo

Kvitová foi ferida durante assalto – Divulgação/WTA/Arquivo

No começo do dia, a jogadora de 26 anos “foi ferida com uma faca durante a tentativa de assalto“, como explicou Karel Tejkal, seu assessor de imprensa. O incidente ocorreu no apartameto da 11ª colocada do ranking mundial da WTA, na cidade de Prostejov, na República Tcheca.

Segundo um informe divulgado pela WTA, “a cirurgia de Kvitová durou três horas e quarenta e cinco minutos e foi bem sucedida. Os médicos reconstruíram os tendões de todos os dedos da mão esquerda bem como dois nervos que haviam sido danificados“.

Kvitová foi ferida na mão esquerda - Divulgação/MMO

Kvitová foi ferida na mão esquerda – Divulgação/MMO

Através de sua conta no Twitter (@Petra_Kvitova), a jogadora agradeceu as mensagens de solidariedade.

Obrigada pela mensagem de todos. Como vocês sabem, hoje eu fui atacada no meu apartamento por um indivíduo com uma faca. Na minha tentativa de me defender, eu fui gravemente ferida na minha mão esquerda. Estou abalada, mas feliz por estar viva. A lesão é seria e precisarei ver especialistas. Mas podem saber que sou forte e lutarei muito. Obrigado mais uma vez pelo amor e apoio de vocês. Eu gostaria de alguma privacidade enquanto eu me concentrar na minha recuperação“.