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Posts com a tag "Jogos Olímpicos"

Considerado foragido, dirigente da CBDA se entrega à Polícia Federal

08 de abril de 2017 0

Dois dias depois de ser considerado foragido pela Polícia Federal, Ricardo de Moura, secretário geral de Natação e Executivo da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), se entregou neste sábado (08) e a partir de agora está detido a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro, assim como os outros três dirigentes da entidade, presos na última quinta-feira, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Águas Claras.

Ricardo de Moura é o quarto dirigente da CBDA preso - Divulgação/Satiro Sodré / SSPress/CBDA

Ricardo de Moura é o quarto dirigente da CBDA preso – Divulgação/Satiro Sodré / SSPress/CBDA

Segundo a Polícia Federal, “as investigações apuram o destino de cerca de R$ 40 milhões repassados à CBDA. Há indícios de um esquema de desvios de recursos públicos captados por meio de convênios e leis de fomento ao esporte, sem a devida aplicação – conforme previsto em lei e nos contratos assinados“.

Homem de confiança do ex-presidente da CBDA, Coaracy Nunes, também preso na última quinta, Ricardo de Moura trabalhou em sete edições dos Jogos Olímpicos. A primeira foi em Los Angeles, em 1984, como observador. Depois, já com o chefe da equipe do Brasil, esteve em Atlanta (1996), Sydney (2000) e Atenas (2004). Em Pequim, em 2008, atuou como membro do Comitê Técnico da Federação Internacional de Esportes Aquáticos (FINA), em Londres (2012) foi o chefe da delegação brasileira de natação e nos Jogos Rio 2016 foi o diretor-executivo da CBDA.

Com uma prata olímpica e 23 medalhas pan-americanas, Thiago Pereira anuncia aposentadoria

29 de março de 2017 0

Vice-campeão olímpico nos 400m nado medley nos Jogos de Londres-2012, Thiago Pereira anunciou nesta quarta-feira (29), durante a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, sua aposentadoria. O nadador de 31 anos é o maior medalhista da história dos Jogos Pan-Americanos, entre todas as modalidades, com um total de 23, 15 de ouro, quatro de prata e quatro de bronze.

Thiago Pereira está na lista - Divulgação/COB

Thiago Pereira ganhou uma prata olímpica e 23 medalhas pan-americanas – Divulgação/COB

Em toda a carreira, Thiago conquistou 720 pódios. No currículo, ele ainda acumula seis medalhas em campeonatos mundiais, três delas em piscina curta, três no Campeonato Pan-Pacífico e dez nos Jogos Sul-Americanos.

Thiago fala sobre despedida - Foto: Reprodução/Twitter/@timebrasil

Thiago fala sobre despedida – Foto: Reprodução/Twitter/@timebrasil

Thiago Pereira participou de quatro edições dos Jogos Olímpicos e em todas elas esteve nas finais dos 200 metros medley. Em Atenas-2004, ele ficou em quinto, em Pequim-2008 e Londres-2012 foi quarto colocado e no Rio-2016 finalizou em sétimo lugar.

Bolt bate CR7, LeBron, Murray, Curry e Mo Farah e ganha Prêmio Laureus pela quarta vez

14 de fevereiro de 2017 0

O velocista jamaicano Usain Bolt foi o grande vencedor da categoria Melhor Esportista Homem do Prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte, que teve sua cerimônia realizada nesta terça-feira (14), em Monte Carlo.

Bolt ganhou pela quarta vez - Divulgação/ IAAF/Arquivo

Bolt ganhou pela quarta vez – Divulgação/ IAAF/Arquivo

Único atleta da história a conquistar o tricampeonato dos 100 e 200 metros rasos nos Jogos Olímpicos (2008/12/16), Bolt foi eleito pela quarta vez na categoria, empatando com o tenista suíço Roger Federer, que ainda ostenta a condição de única a vencer em quatro oportunidades seguidas, entre 2005 e 2008. Os prêmio anteriores do Raio foram ganhos em 2009/10/13.

Na votação deste ano, Bolt superou o jogador português de futebol Cristiano Ronaldo, os jogadores norte-americanos de basquete Stephen Curry e LeBron James, o tenista britânico Andy Murray e o fundista britânico Mo Farah.

Michael Phelps fica com o Laureus de Retorno do Ano

14 de fevereiro de 2017 0

O maior medalhista da história dos Jogos Olímpicos, com 28 pódios (23 ouros, 3 pratas e 2 bronzes), o nadador norte-americano Michael Phelps ganhou a categoria Retorno do Ano do Prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte, que teve sua cerimônia realizada nesta terça-feira (14), em Monte Carlo.

Phelps ganhou 28 medalhas olímpicas - Divulgação/London2012/Arquivo

Phelps ganhou 28 medalhas olímpicas – Divulgação/London2012/Arquivo

Aos 31 anos, Phelps foi indicado graças ao excelente desempenho que teve, após anunciar o final da carreira em agosto de 2012, já como principal medalhista da história olímpica. Porém, retornou às piscinas em 2015 para disputar sua quinta Olimpíada e o Rio de Janeiro obteve seis ouros e uma prata, aumentando sua coleção.

Este é o segundo Laureus que Michael Phelps recebe. O primeiro foi em 2013, quando foi agraciado pelo desempenho na carreira, que à época estava encerrada. Na atual edição, ele ficou à frente do tenista argentino Juan Martín del Potro, da saltadora espanhola Ruth Beitia, da triatleta mauriciana Fabienne St. Louis, do cavaleiro britânico Nick Skelton e do esquiador norueguês Aksel Lund Svindal.

Oscar Schmidt é homenageado antes de jogo na NBA

13 de fevereiro de 2017 0

O brasileiro Oscar Schmidt, recordista de pontos em Jogos Olímpico e membro do ‘Hall da Fama do Basquete’ (classe 2013), foi homenageado nesta segunda-feira, dia 13, na Barclays Arena, antes do jogo entre Brooklyn Nets e Memphis Grizzlies pela NBA.

Oscar Schmidt recebeu camisa personalizada - Divulgação/@BrooklynNets

Oscar Schmidt recebeu camisa personalizada – Divulgação/@BrooklynNets

Selecionado pelo New Jersey Nets na 131ª posição (sexto round) do Draft de 1984,ele precisou optar por assinar contrato para atuar na liga ou defender a Seleção Brasileira, uma vez que as regras da Federação Internacional de Basquete (FIBA) não permitiam que atletas profissionais (NBA) participassem de competições internacionais por seus países.

Em toda carreira, Oscar marcou 49.703 pontos - Divulgação/CBB/Arquivo

Em toda carreira, Oscar marcou 49.703 pontos – Divulgação/CBB/Arquivo

Após optar por defender a Seleção, Oscar permaneceu jogando pelo Caserta, da Itália, para onde havia se transferido em 1982. Permaneceu no clube até 1990, quando mudou para o Pavia, seu time por três anos, antes de assinar com os espanhóis do Valladolid. Em 19995 voltou ao Brasil para jogar pelo Corinthians (SP), Barueri (SP). Mackenzie (SP) e Flamengo (RJ), onde encerrou a carreira em 2003.

Oscar na loja dos Nets - Divulgação/@BrooklynNets

Oscar na loja dos Nets – Divulgação/@BrooklynNets

Pela Seleção, ode atuou entre 1977 e 1996, disputou quatro Campeonatos Mundiais. Em 1978 foi medalha de bronze e ainda entrou para a seleção do torneio, assim como em 1986, quando o Brasil ficou na quarta posição. Em 1990 foi o cestinha da competição, com 34,6 pontos de média.

Com a camisa da Seleção, além de se tornar o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos em cinco participações (1980/84/88/92/96), ele ainda foi Medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis em 1997, em memorável virada sobre o Estados Unidos.

Argentino Scola conversa com Oscar - Divulgação/@BrooklynNets

Argentino Scola conversa com Oscar – Divulgação/@BrooklynNets

Nesta segunda, ele participou de uma sessão de autógrafos com fãs na loja principal dos Nets e, depois, já na quadra da Barclays Arena recebeu uma camisa personalizada do time.

Ciclismo: Dono de oito medalhas olímpicas e campeão da Volta da França, Bradley Wiggins anuncia aposentadoria

29 de dezembro de 2016 0

Primeiro britânico vencedor do Tour de France, em 2012, o cilcista Bradley Wiggins, 36 anos, anunciou sua aposentadoria. Nascido na cidade belga de Ghent, o filho de mãe britância e pai australiano, o ex-ciclista Gary Wiggins, é o esportista da Grã-Bretanha com maior número de medalhas conquistadas em Jogos Olímpicos, oito.

Wiggins ganhou oito medalhas olímpicas - Divulgação/UCI

Wiggins ganhou oito medalhas olímpicas – Divulgação/UCI

Wiggins tem cinco ouros olímpicos, além de uma prata e dois bronzes. Nos Jogos de Sydney-2000, ele faturou sua primeira medalha ao ganhar o bronze na perseguição por equipes. Em Atenas-2004, ele venceu a disputa da perseguição individual, foi vice na perseguição por equipes e ficou em terceiro na prova de Madison. Quatro anos mais tarde, em Pequim, veio bicampeonato na perseguição individual. Em Londres-2012, veio o ouro na prova de estrada contra o relógio masculino e nos Jogos Rio-2016. a quinta medalha dourada da carreira, na disputa da perseguição por equipes.

Em 2012, Wiggins tornou-se o primeiro campeão olímpico e da Volta França no mesmo ano - Divulgação/ Lomdon 2012

Em 2012, Wiggins tornou-se o primeiro campeão olímpico e da Volta França no mesmo ano – Divulgação/ Lomdon 2012

Confira a manifestação de Bradley Wiggins em sua conta no Facebook.

“Fui extremamente sortudo por ter podido viver um sonho e por ter realizado o desejo que tinha quando era criança, de viver e me dedicar plenamente ao esporte pelo qual me apaixonei aos 12 anos. Conheci meus ídolos e competi junto e contra os melhores durante 20 anos. O que mais levarei será o apoio que senti do público o tempo todo. O ciclismo me deu tudo, mas não poderia ter conquistado nada sem o apoio da minha mulher, Cath, e dos meus filhos”.

Basquete: Amaury Pasos, Marquinhos Abdalla e Kanela são indicados para o Hall da Fama

26 de dezembro de 2016 0

Os ex-jogadores da Seleção Brasileira Amaury Pasos e Marquinhos Abdalla Leite e o ex-técnico Togo Renan Soares, o Kanela, foram listados para integrar a Classe de 2017 do Hall da Fama do Naismith Memorial Basketball. O resultado final será divulgado no dia 3 de abril do próximo ano.

Amaury, Kanela e Marquinhos - Divulgação / CBB

Amaury, Kanela e Marquinhos – Divulgação / CBB

Togo Renan Soares, o Kanela, no basquete sempre se dividiu entre a Seleção Brasileira e o Flamengo, onde venceu tudo o que disputou. Comandou a equipe nacional bicampeã mundial no Chile 1959 e no Brasil 1963 e conquistou as medalhas de bronze nos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960, e de Tóquio, em 1964.

Ele foi ainda o técnico do Brasil em mais dois vice-campeonatos mundiais (1954 e 1970) e bronze no Mundial de 1967. Nos Jogos Pan-Americanos, Kanela conquistou uma medalha de prata (1963) e dois bronzes (1951 e 1959). No Flamengo, ganhou 12 títulos cariocas, incluindo um inédito decacampeonato estadual entre 1951 e 1960.

Kanela com a equipe campeã do Mundial em 1963 - Divulgação/CBB/Arquivo

Kanela com a equipe campeã do Mundial em 1963 – Divulgação/CBB/Arquivo

Considerado um dos mais completos jogadores brasileiros de todos os tempos, Amaury Pasos fez parte da seleção brasileira durante 16 anos. Foi um dos protagonistas da época de ouro do basquete nacional e conquistou vários títulos como o bicampeonato mundial (Chile 1959 e Brasil 1963) e a medalha de prata no Mundial de 1954, no Rio de Janeiro.

Nos Jogos Olímpicos, ajudou o Brasil a ganhar duas medalhas de bronze: Roma (1960) e Tóquio (1964). Amaury também conquistou duas medalhas nos Jogos Pan-Americanos (bronze em 1955, na Cidade do México, e prata em 1963, na cidade de São Paulo), além de ter sido três vezes campeão sul-americano (1960, 1961 e 1963).

Amaury entre Marcelinho Machado e Anderson Varejão - Divulgação/CBB

Amaury entre Marcelinho Machado e Anderson Varejão – Divulgação/CBB

Marco Antonio Abdalla Leite, o Marquinhos, estreou na Seleção Brasileira com apenas 18 anos, em 1970, e ajudou a equipe nacional na conquista da medalha de prata no Campeonato Mundial da Iugoslávia. No ano seguinte, foi campeão no Sul-Americano do Paraguai e medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Cali, na Colômbia.

Nos 15 anos que defendeu o Brasil, o pivô disputou três edições dos Jogos Olímpicos (Munique 1972, Moscou 1980 e Los Angeles 1984), quatro Campeonatos Mundiais (Iugoslávia 1970, Porto Rico 1974, Filipinas 1978 e Colômbia 1982), quatro Jogos Pan-Americanos, cinco Sul-Americanos e três Torneios Pré-Olímpicos.

Campeão olímpico dos 5 mil e 10 mil metros nos Jogos de Moscou morre no Canadá

26 de dezembro de 2016 0

Um dos únicos sete homens no mundo a conseguir vencer as provas dos 5 mil e 10 mil metros rasos em uma mesma edição dos Jogos Olímpicos, o etíope Miruts Yifter morreu aos 72 anos, de problemas respiratórios, em Toronto, no Canadá, onde residia.

Miruts Yifter durante os Jogos de Moscou - Divulgação/IAAF/Arquivo

Miruts Yifter durante os Jogos de Moscou – Divulgação/IAAF/Arquivo

Ex-integrante da Força Aérea da Etiópia, Yifter passou a sua juventude trabalhando em fábricas e como condutor de carroças. Depois, quando estava nas Forças Armadas teve sua aptidão para o esporte descoberta e em sua primeira prova olímpica, nos Jogos de Munique-1972, levou a medalha de bronze nos 10 mil metros. Inscrito para os 5 mil, perdeu a prova por dormir demais e chegar atrasado.

Quatro anos depois, em Montreal, Yifter foi um dos atletas prejudicados pelo boicote liderado por nações africanas que se recusaram a disputar o evento em virtude da presença da Nova Zelândia, que havia quebrado um acordo internacional pouco tempo antes, enviando uma equipe de rúgbi para participar de um torneio na África do Sul, então banida há décadas dos Jogos, devido a sua política oficial do Apartheid.

 Yifter foi o quinto homem a vencer os 5 mil e 10 mil na mesma Olimpíada - Divulgação/IAAF

Yifter foi o quinto homem a vencer os 5 mil e 10 mil na mesma Olimpíada – Divulgação/IAAF

Com o boicote, ele viu o finlandês Lasse Virén conquistar o bicampeonato nas duas provas, igualando os feitos do compatriota Hannes Kolehmainen em Estocolmo-1912, do tcheco Emil Zátopek em Helsinque-1952 e do soviético Vladimir Kuts em Melbourne-1956.

Porém, em Moscou-1980, Miruts Yifter entrou definitivamente para a história olímpica, ao vencer os 5 mil e 10 mil metros, igualando o que fora atingido por Virén. Depois deles, apenas o etíope Kenenisa Bekele em Pequim-2008 e o britânico Mo Farah em Londres-2012 e no Rio de Janeiro-2016 conseguiram tal façanha.

Confederação Brasileira de Vela assina convênio e Marina da Glória será sede da modalidade no país

25 de dezembro de 2016 0

Esporte que mais deu medalhas de ouro ao Brasil nos Jogos Olímpicos, sete, a Vela ganhará uma sede oficial pelos próximos 10 anos. A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) e a BR Marinas assinaram um convênio que oficializa a Marina da Glória como nova casa da modalidade no país.

Marina da Glória foi palco da Rio 2016 - Divulgação/BR Marinas

Marina da Glória foi palco da Rio 2016 – Divulgação/BR Marinas

O acordo prevê que a sede das regatas olímpicas dos Jogos Rio 2016 – um espaço aberto à visitação pública desde o fim das Olimpíadas e integrado ao Parque do Flamengo – passará a ser a principal base de infraestrutura e treinamento para os velejadores brasileiros.

Para Marco Aurélio de Sá Ribeiro, presidente da CBVela, esta é uma importante conquista para o futuro do esporte.

“Para a Confederação, é a conquista mais importante da história da vela no Brasil. É um legado dos Jogos Rio 2016. A partir de hoje, passamos a contar com estrutura própria para investir no desenvolvimento da modalidade. Pela primeira vez, teremos uma base com saída para o mar. Assim, teremos condições de oferecer um suporte ainda melhor aos atletas de alto rendimento. E, na outra ponta, vamos promover atividades náuticas na Marina, voltadas também para a Vela Jovem, para garantir o futuro do esporte”.

Martine Grael e Kahena Kunze foram ouro no Rio - Divulgação/Brasil 2016

Martine Grael e Kahena Kunze foram ouro no Rio – Divulgação/Brasil 2016

Na história dos Jogos Olímpicos, o Brasil é o 11º colocado no quadro geral de medalhas da Vela. São sete ouros, três pratas e oito bronzes. Desde Montreal-76, os brasileiros só não estiveram presentes no pódio, em Barcelona-92.

Veja todas as medalhas do Brasil na Vela:

1968 – Cidade do México

Bronze – classe Flying Dutchman – Reinaldo Conrad/Burkhard Cordes

1976 – Montreal

Bronze – classe Flying Dutchman – Reinaldo Conrad/Peter Ficker

1980 – Moscou

Ouro – classe Tornado – Lars Bjorkström/Alexandre Welter

Ouro – classe 470 – Marcos Soares/Eduardo Penido

Marcos Soares (à esquerda) e Eduardo Penido ganharam ouro em 1980 - Foto: Eduardo Penido/arquivo pessoal

Marcos Soares (à esquerda) e Eduardo Penido ganharam ouro em 1980 – Foto: Eduardo Penido/arquivo pessoal

1984 – Los Angeles

Prata – classe Soling – Torben Grael/Daniel Adler/Ronaldo Senfft

1988 – Seul

Bronze – classe Star – Torben Grael/Nélson Falcão

Bronze – classe Tornado – Lars Grael/Clínio Freitas

1996 – Atlanta

Ouro – classe Laser – Robert Scheidt

Scheidt ganhou cinco medalhas olímpicas - Divulgação/COB

Scheidt ganhou cinco medalhas olímpicas – Divulgação/COB

Ouro – classe Star – Torben Grael/Marcelo Ferreira

Bronze – classe Tornado – Lars Grael/Henrique Pellicano

2000 – Sydney

Prata – classe Laser – Robert Scheidt

Bronze – classe Star – Torben Grael/Marcelo Ferreira

2004 – Atenas

Ouro – classe Laser – Robert Scheidt

Ouro – classe Star – Torben Grael/Marcelo Ferreira

Torben Grael e Marcelo Ferreira foram campeões em Atenas 2004 - Divulgação

Torben Grael e Marcelo Ferreira foram campeões em Atlanta e Atenas – Divulgação/Arquivo

2008 – Pequim

Prata – classe Star – Robert Scheidt/Bruno Prada

Bronze – classe 470 feminina – Fernanda Oliveira/Isabel Swan

2012 – Londres

Bronze – classe Star – Robert Scheidt/Bruno Prada

2016 – Rio de Janeiro

Ouro – classe 49er FX – Martine Grael/Kahena Kunze

Bolsa Pódio lança edital para próximo ciclo olímpico e paralímpico

23 de dezembro de 2016 0

O Ministério do Esporte publicou o edital para seleção pública de atletas a serem patrocinados pelo programa Bolsa Atleta, categoria Pódio, no próximo ciclo olímpico. Serão contemplados atletas de modalidades individuais que compõem o programa dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Para participar, o atleta deverá estar em plena atividade esportiva, vinculado a uma entidade de prática esportiva ou a alguma entidade nacional de administração do desporto e entre os 20 primeiros no ranking da modalidade ou prova específica, no momento da postagem do plano esportivo.

Atletas de modalidades individuais dos programas olímpico e paralímpico poderão receber o benefício - Divulgação/Ministério do Esporte

Atletas de modalidades individuais dos programas olímpico e paralímpico poderão receber o benefício – Divulgação/Ministério do Esporte

O atleta deverá, ainda, ser indicado pelas respectivas entidades nacionais de administração do desporto em conjunto com o Comitê Olímpico do Brasil (COB) ou Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e o Ministério do Esporte. Também deverá apresentar declaração de recebimento, ou não, de qualquer tipo de patrocínio de pessoas jurídicas, públicas ou privadas, apontando os valores efetivamente recebidos e quais os períodos de vigência dos contratos. Os atletas bolsistas que conquistaram medalhas na última edição dos Jogos Rio 2016 terão prioridade para renovação das bolsas, conforme determina a Lei nº 12.395, de 2011.

A indicação de atletas teve início nesta quinta-feira, 23 de dezembro, e irá até 10 de outubro de 2017. Após a aprovação da indicação, o atleta será notificado para, em até sete dias úteis, preencher o cadastro online disponível neste link e apresentar o plano esportivo.

Os grupos de trabalho instituídos pela Portaria nº 456, de 24 de novembro de 2016, do Ministério do Esporte, respeitada a modalidade específica de cada atleta, serão responsáveis por fazer a análise das indicações e dos planos esportivos.

As publicações dos contemplados no Diário Oficial da União estão previstas para março de 2017 (1ª lista); maio de 2017 (2ª lista); agosto de 2017 (3ª lista) e novembro de 2017 (4ª lista). A permanência do atleta no programa será reavaliada anualmente e estará condicionada ao cumprimento do plano esportivo, previamente aprovado pelo Ministério do Esporte, e a permanência no ranqueamento da respectiva entidade internacional.

O edital está disponível aqui.

Fonte: Ministério do Esporte