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Posts de fevereiro 2008

Churrascos

29 de fevereiro de 2008 4

O que é um Churrasco? (Escrito por uma mulher)

O churrasco é a única coisa que um homem sabe cozinhar. Quando um homem se propõe a realizar um, a cadeia de acontecimentos é a seguinte:

1 – A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário.
2 – A mulher prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa.
3 – A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres necessários, enquanto o homem está deitado próximo à churrasqueira, bebendo uma cerveja.
4 – O homem coloca a carne no fogo.
5 – A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar o cozimento dos legumes.
6 – A mulher diz ao marido que a carne está queimando.
7 – O homem tira a carne do fogo
8 – A mulher arranja os pratos e os põe na mesa.
9 – Após a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça.
10 – O homem pergunta à mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas.

DIREITO DE RESPOSTA (Escrito por um homem)

1 – Nenhum churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir à mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja Kaiser, um monte de bifes, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8 quilos que o açougueiro disse ser ótima, pois não conseguiu empurrar para nenhum homem.
2 – Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara só para as mulheres comerem. Homem só come carne e toma cerveja.
3 – Bandeja com talheres? Só se for para elas. Homem que é homem come com as mãos.
4 – Colocar a carne no fogo? Tá louca? A carne tem que ir para a grelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora.
5 – Legumes? Como eu já disse, só as mulheres comem isso num churrasco. 6 – Carne queimando? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: Não gosto de carne sangrandoIsto está muito cru; Tá viva?; Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ao ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão.
7 – Pratos? Só se for para elas mesmas!
8 – Sobremesa? Só se for mais uma Skol.
9 – Lavar louça? Só usei meus dedos! (e limpei na bermuda).
10 – Realmente, as mulheres nunca vão entender o que é um churrasco.

Postado por Cacau Menezes – Floripa

Manezinhos no topo

29 de fevereiro de 2008 2

Divulgação
Em 17 de fevereiro, quatro alpinistas, de um grupo de 12, conseguiram chegar ao topo do Aconcágua: Mauricio José Bertuzzi e Silvio Vanzella (ambos brasileiros, catarinas e de Floripa), um canadense (Paul) e um americano, Eugene. Chegaram cansados, porém felizes, com céu azul, temperatura 18 graus negativos e muito vento. Emoção e adrenalina pura!!!!

Postado por Cacau Menezes – Floripa

Profissão

29 de fevereiro de 2008 1

Celso Vicenzi, às vezes, gosta de provocar:

— Jornalista é um sujeito quase sempre inoportuno em busca de uma oportunidade. É um inconveniente à procura de uma conveniência.

Postado por Cacau Menezes – Floripa

Pessoas grossas

29 de fevereiro de 2008 0

Para todos os que têm de tratar com clientes irritantes, ou com pessoas que se acham superiores aos outros, aprenda com a funcionária. Destrua um ignorante sendo original, como ela foi.

Uma funcionária de uma empresa aérea, no aeroporto de Congonhas, São Paulo, deveria ganhar um prêmio por ter sido esperta, divertida e ter atingido seu objetivo, quando teve que lidar com um passageiro que, provavelmente, merecia voar junto com a bagagem…

Um vôo lotado da empresa foi cancelado. Uma única funcionária atendia e tentava resolver o problema de uma longa fila de passageiros. De repente, um passageiro irritado cortou toda a fila até o balcão, atirou o bilhete e disse:

— Eu tenho que estar neste vôo, e tem que ser na primeira classe!

A funcionária respondeu: 

— O senhor desculpe, terei todo o prazer em ajudar, mas tenho que entender estas pessoas primeiro, já que elas também estão aguardando pacientemente na fila. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo.

O passageiro ficou irredutível e disse, bastante alto para que todos na fila ouvissem:

— Você faz alguma idéia de quem eu sou?

Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu um instante e pegou no microfone anunciando: 

— Posso ter um minuto da atenção dos senhores, por favor? (a voz ecoou por todo o terminal). E continuou:

— Nós temos aqui no balcão um passageiro que não sabe quem é, deve estar perdido… Se alguém é responsável pelo mesmo, ou é parente, ou então puder ajudá-lo a descobrir a sua identidade, favor comparecer aqui no balcão. Obrigada.

Com as pessoas atrás dele gargalhando histericamente, o homem olhou furiosamente para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando: 

— Eu vou te foder!

Sem recuar, ela sorriu e disse: 

— Desculpe, meu senhor, mas mesmo para isso, o senhor vai ter que esperar na fila; tem muita gente querendo o mesmo.

Postado por Cacau Menezes – Floripa

Anel da maçã

29 de fevereiro de 2008 4

O governador Luiz Henrique da Silveira inaugura neste domingo a pavimentação asfáltica dos primeiros 7,18 quilômetros da Rodovia Anel da Maçã, que levará o nome do artista plástico e fruticultor joaquinense Elson Kiyotaka Outuki. A obra conta com investimento de R$ 4,4 milhões do governo do Estado. A solenidade está marcada para as 11 horas, na propriedade de Sálvio Proença, onde será servido almoço às autoridades e a todos os presentes. Pelo Anel da Maçã, trecho da Rodovia Municipal SJ-050, escoam 30% da produção de maçãs do município, das localidades de Corujas, Luizinho, Morro Grande, Invernadinha, Baios, Pessegueirinho, Ronda, Palheiro e Criuva, além de parte do Despraiado e Boava. Aproximadamente 280 fruticultores serão beneficiados.

Postado por Cacau Menezes – Floripa

Farra do boi

29 de fevereiro de 2008 8

Ao tempo que venho manifestar a minha indignação contra aqueles que praticam a farra do boi, uma minoria, residentes em poucas localidades do Estado, formado por 293 municípios e habitado por cerca de 6 milhões de habitantes, gente honesta e laboriosa, venho manifestar, também, a minha indignação em relação a postura expressa por pessoas, ONGs e grupelhos, etc. Estes, tão ignorantes quanto aqueles que pretendem combater e, de forma vil, tentam atingir a toda a uma população que é sim exemplo para este país, como bem demonstram as diversas matérias publicadas recentemente pela imprensa do Estado (Anexos II a IX).

Não será o caminho da repressão policial, que já se mostrou ineficaz em vários governos, que haverá de coibir a violência contra os animais ou mesmo contra os seres humanos. Medíocres são aqueles que ainda insistem nesse equivocado posicionamento, apesar de todas as evidências do cotidiano. Há, sim, uma verdadeira paranóia neste período do ano em relação à delicada questão.

Por um lado, aqueles que infligem e se divertem com o sofrimento dos animais. Por outro, aqueles cuja ignorância não é menor, quando tentam disseminar para o mundo a fora uma informação mentirosa que atinge a toda população catarinense. Uma população formada por imigrantes das mais diversas origens, africanos, japoneses, italianos, alemães, ucranianos etc e que não possuem esse tipo de cultura, típica em algumas comunidades de origem açoriana.

Alguns letrados, especialistas, preclaros etc, obviamente, do alto do elevado padrão intelectual que se julgam ter, haverão de afirmar que não é uma cultura. Por mais condenável que seja e fira a nossa sensibilidade, é sim. A excisão nas mulheres africanas não é também uma prática cultural em diversas tribos? Terrível aos nossos olhos, mas é. Práticas para serem mudadas com ações educativas, de forma permanente, durante o ano todo e lá naqueles locais onde se praticam tais ações.

Por que será que essas pessoas tão interessadas, ONGs e grupelhos não se dirigem a essas localidades para lá disseminarem os seus posicionamentos ao longo do ano todo? Afinal, são cerca de uma dúzia de municípios somente. Será por medo? Fica mais fácil para a polícia entrar lá?

Lembro que há cerca de 15 anos, o então governo do Estado, pressionado que foi por segmentos da mídia, atores globais, políticos de fora do Estado e outras personalidades, montou uma grande operação policial para a repressão em Governador Celso Ramos. Resultado: a polícia teve que recuar para evitar uma tragédia, e os corajosos instigadores da malfadada ação saíram de lá corridos e nunca mais voltaram.

O posicionamento adotado pelas diversas entidades relacionadas no documento encaminhado ao governo do Estado (Anexo I) deve ser repudiado por toda a sociedade catarinense. O caminho para a solução do problema passa por ações permanentes e voltadas para educação das comunidades envolvidas, pelas ações de desenvolvimento econômico e social das mesmas. O que está sendo proposto é exatamente o contrário. Pior, tentam penalizar a todos os catarinenses por uma ação praticada por uma minoria.

Dejair Vicente Pinto
Cel PM RR 9972-6650/3251-1111

Obs: Este documento está sendo encaminhado para segmentos políticos, da mídia, empresariais, turísticos e para as entidades que firmaram o posicionamento enfocado em relação ao Estado e ao povo de Santa Catarina.

Postado por Cacau Menezes – Floripa

Beto Stodieck

29 de fevereiro de 2008 22

Divulgação
Não faço nada ao chegar no jornal antes da coluna a não ser ler as correspondências. A prioridade absoluta sempre foi a coluna. Depois de fazê-la, aí sim dedico-me a outras funções. Mas hoje estou quebrando essa tradição. Nunca é tarde, brother!

Marco Cezar, o melhor fotógrafo com que Cacau trabalhou em todos os tempos, me intima a escrever qualquer coisa sobre Beto Stodieck, para sua revista Mural. O prazo final é hoje. Agora!

Sem problemas, patrão, falar de Beto Stodieck é função tão prazerosa como escrever minha coluna, tomar um chope ou fazer um gol. Não vou comparar com o orgasmo porque nada se iguala a uma boa gozada, mas falar de Beto  é gozar de muitas e delirantes épocas e histórias da minha vida, da vida da minha cidade e da vida de muitos amigos, falsos, espertos, loucos, caretas, ricos ou metidos, feios e bonitos, todos esses que um dia foram personagens de Beto Stodieck nas suas imperdíveis colunas diárias na imprensa catarinense: Jornal de Santa Catarina, jornal O Estado, Jornal do Beto e revista Quem.

Beto não era apenas um colunista. Era o guru da Ilha. Influenciava seu séquito a ser ousado nas roupas e no comportamento. Odiava caretas. Ninguém teve maior importância na quebra de preconceitos como esse cara, gordinho e careca, porém bonito e muito, mas muito inteligente e perspicaz. Sacava tudo, por todos os lados. E não abria mão de dizer com quem queria andar, com quem queria namorar, com quem queria sair ou viajar.

Elitista assumido, oriundo de família nobre, sempre cultivou o bom gosto, tanto à mesa como no guarda-roupa. Era chique e ao mesmo tempo jovem e relaxado, podendo chegar nas festas com calça jeans e camiseta Hering, ou com um Armani ou Gaultier. Gostava de grifes, de bons restaurantes, de gente bonita por perto e casa grande. Era mesmo classe A e não fazia nenhum esforço para ser popular. O ibope era certo com a coluna, o resto era lucro.

Beto namorou muito das meninas e meninos da sua coluna e os pais nem sabiam. Fumava maconha como todos nós, gostava de praia, shows, festas e de um bom vinho. E de Gil e Caetano também. E de Nova York e Laurita Mourão também.

Arrisco até a dizer que alguns amigos viraram gays por causa dele. E outros deixaram de odiar gays também por causa dele. Pais, inclusive, passaram a aceitar os filhos gays por causa dele, que virou referência. Mas, no entanto, apesar de claro na defesa de suas bandeiras, Beto sempre foi muito discreto no tocante a seu comportamento sexual em público. Era gentleman que nunca perdia a linha. E pela influência que exerceu, claro, teve muitos opositores, que embora agressivos, nunca venceram nenhum round contra ele. Beto só perdeu para a doença, Aids. Todas as outras batalhas, foi vencedor! Venceu a ignorância da cidade, venceu os preconceituosos, venceu os radicais, venceu o delegado Eloy, venceu a burrice e a mediocridade.

Foi perseguido pela direita e pela esquerda, pelos brutos e pela polícia e por muitos outros caretas que não aceitavam sua moderna liderança sobre a juventude numa cidade até então altamente provinciana. Sabia que eles existiam, e em grande escala, mas ignorava os inimigos solenemente. Simplesmente não os conhecia. Não os citava. Ignorava-os por completo. Dava-lhe o desprezo total.

Beto gostava era de mim, do Rômulo, da Denise, da Cláudia Pop, do Ito e da Maiú, do Pereira, do Uri, do Julinho Duarte, do Peixoto, da Dete Piazza, do Nelson Nunes, do Chanico do Valle Pereira, da doutora Tânia, do Mick Jagger, da Magali Heinze, da Witti, dos Lenzi, da Joaca, do Felipe e do Pedroca, dos amigos cariocas; dos seus irmãos, da sua mãe, do Fúlvio Vieira, da Rose Buendgens, do Nezinho e da Juci; do Max, do Tuca, do Studio A 2, do Waldir Agostinho, da Dulcinha, da Lúcia Prazeres, da cidade de Florianópolis, para ele sempre Floripa. Foi quem primeiro trocou na mídia o nome de Florianópolis para Floripa e de Esperidião Amin para Dão, com quem gostava de implicar. Com a cidade e com o político!

Fusquinha verde, careca com peito cabeludo, roupas chiques, óculos loucos, empresário e amigo de artistas famosos, ninguém foi mais poderoso em Florianópolis do que Beto Stodieck, a quem devo muito, muito, muito da minha esperteza, se é que ela existe na proporção que alguns gostam de comentar. Com ele viajei pela primeira vez para os Estados Unidos, com ele fumei muitos baseados dando volta de carro à noite pela cidade quase deserta, fazendo do Kioski nosso ponto de partida e chegada. Ali a tropa revezava.

Com o Beto aprendi a gostar do que é bom, com ele fui para a televisão e quando morreu, me deixou como seu sucessor. Que responsabilidade, hein brother! Não vou esquecê-lo nunca. Junto com meu pai e com meu filho, Beto Stodieck foi um dos homens da minha vida.

Agora sim, dito isso, posso começar a fazer a coluna que um dia Beto Stodieck também me ensinou. Afinal, Beto, mesmo à distância, continua sendo prioridade.

Mais fotos

Postado por Cacau Menezes – Floripa

Torcidas organizadas

29 de fevereiro de 2008 3

Primeiro, cumprimento-o pela coluna no DC, pelo bloco na TV e pelo blog. Bom conteúdo, interação, informação e muita elucidação!

Acerca da violência nos estádios, está claro que sempre está ligada às torcidas organizadas, por isso, a reflexão não necessita ser exaustiva. Penso que integrante de torcida organizada é igual a %22ecochato%22: só aparece para criar problemas!

No dia que a imprensa ignorar esses retardados (delinqüentes); no dia que a imprensa deixar de ouvi-los, colocar suas fotos em colunas, colher suas opiniões; levá-los a programa de TV, naturalmente, eles retornarão a representar o que verdadeiramente representam, %22nada%22!

Comece, dando exemplo, na sua coluna, na TV ou no seu blog. Não dê — jamais — espaços a esses criminosos! Participe também no estímulo às autoridades, para que identifiquem os autores de todas as barbáries, não apenas a mais latente! Lembro que parte da imprensa — amadora — contribuiu para que episódios passados fossem para as calendas!!! Siga em frente!

Tonico da Floripa

Postado por Cacau Menezes – Floripa

Esquerda x Direita

29 de fevereiro de 2008 5

Caro Cacau,

Escrevo desde Lisboa, Portugal, onde atualmente moro. Venho acompanhando diuturnamente sua coluna e sou testemunha que ela reflete a conjuntura sócio-política-cultural do Estado (daí sua qualidade como veículo de comunicação!). Parabéns, então.

Procuro manifestar-me contidamente quanto aos assuntos abordados, mas, com respeito, o Dr. Aderbal (não sei se é o Tico, ou o Terror, acho que é o Terror — ambos são meus amigos e os prezo, tenha certeza disto!) equivoca-se, e muito, com a pergunta estampada no tópico %22E eles?%22 da sua
coluna de hoje. Sem negar a inadmissibilidade e irracionalidade humana inserta nas explosões atômicas em território japonês, comparar este triste episódio de guerra com as perseguições e execuções políticas em Cuba impostas por Fidel Castro é o mesmo que não se conformar pelo Flamengo (abstenha, por favor, o de Forquilhinha!) jamais ter sido campeão catarinense!!!

Mas, de fato, as contas do professor Colle não estão erradas, mas sim subestimadas… foram muito mais as mortes ocasionadas por Fidel Castro. Para tanto, remeto seus leitores a assistir o
Archivo Cuba – Los Muertos de Castro (vídeo abaixo), trabalho do prefessor Armando Lago. Pereba que o professor Lago, em respeito a ética jornalística apresentar a informação somente depois de comprovada por duas fontes independentes.

Por final, é necessário escrever que o acesso a esse trabalho científico responsável foi obra do incansável filósofo brasileiro Olavo de Carvalho.

Um abraço,
Stephan Klaus Radloff

Postado por Cacau Menezes – Floripa

Energia nuclear

29 de fevereiro de 2008 0

A implantação do mapeamento estadual de atividades de radiologia médica e odontológica, radioterapia e medicina nuclear, bem como a implantação de depósito de rejeitos radiativos e a regulamentação do uso, transporte e armazenagem de fontes de radiação é o foco da lei estadual 14.269, sancionada em dezembro, que dispõe sobre a viabilização de programa de controle de qualidade em proteção radiológica, de acordo com normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear.

A iniciativa do deputado Antonio Aguiar (PMDB), que é médico, pretende ampliar a segurança de quem trabalha com equipamentos radiológicos, pacientes e a comunidade em geral. Nunca é bom esquecer a tragédia de Goiânia, em 1987, que causou a morte de muitos dos que tiveram contato com uma cápsula de Césio, extraída de um aparelho de radioterapia de um hospital abandonado.

Postado por Cacau Menezes – Floripa