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Injustiça

30 de agosto de 2009 3

Só quem passou pelo sufoco, quando não humilhação, de morar num lugar sem nome oficial, e por isso não poder comprar a crédito (as lojas exigem comprovação de endereço), e não ter acesso a alguns serviços públicos, como recolhimento de lixo, abastecimento de água e esgoto, correio e até um reles telefone público, dentre outros, sabe da importância da Câmara de Vereadores aprovar, em praticamente toda sessão, vários projetos dando nome a ruas, travessas, servidões e becos.


As pessoas que moram nestes locais é que pressionam os vereadores a bancar tal direito a cidadania. E os que tem criticado os legisladores por isso, deixam transparecer um ranço de elitismo, preconceito e, sobretudo, ignorância.

 

Postado por Cacau Menezes – Floripa

Comentários (3)

  • Jacques diz: 30 de agosto de 2009

    E precisa 22 vereadores ( e mais de um monte de gente pendurada em cada gabinete ) para isso ??? Me poupe, né….

  • alexandre diz: 31 de agosto de 2009

    Vamos com calma..tem muita área invadida em que os invasores tentam colocar nome para ver se “passa” a ser legal….no Campeche tá cheio disso…

  • juca deschamps diz: 31 de agosto de 2009

    Mesmo sabendo que muitos desses “loteamentos” foram puro oportunismo político, concordo com a medida, pois a grande maioria dos compradores foi mesmo é enganada.
    Agora, veja a nota tua de ontem, sobre a mudança do nome prédio da ALESC para “Casa do Povo Barriga-Verde”(???) Se, com isso, teremos a garantia de que os procedimentos também vão mudar, que se mude. Ah, é bom lembrar oa autor do projeto que, subiu a serra, barriga-verde é nome pejorativo, alguma coisa como “jogado nas cordas…”

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