Lá pelos idos de 1950, moradores de Florianópolis começaram a frequentar o norte da Ilha de Santa Catarina, para usufruir das deliciosas águas puras de Canasvieiras. Por volta da década de 60, os primeiros passos eram dados para transformar aquele ponto num mágico local destinado ao turismo.
No governo de Colombo Salles, um grande homem, por sinal, e aí já era anos 70, o acesso para o norte da ilha recebeu uma estrada à altura da beleza das paisagens encontradas, só que agora não somente em Canasvieiras, mas em todos os pontos privilegiados da região.
Em 1980, já com a avalanche de argentinos, que vieram somar com os turistas brasileiros provenientes dos estados do Sul e de São Paulo, o ponto começou a sofrer valorização, ao mesmo tempo, lamentavelmente, em que os problemas começaram a surgir. O mar ficou sujo, o asfalto rachou por conta do excessivo movimento não calculado para tráfego pesado e intenso, e as recuperações foram sendo feitas com desleixo.
Veio a duplicação. No final da década de 80, Beto Stodieck em uma de suas geniais sacadas, sentenciou: "Decididamente, o asfalto que é utilizado em Florianópolis não é à prova d`água". Neste início de século, a história do acesso, via SC-401, é sentida e vista por todos e nada mais precisa aqui ser descrito. Lamentavelmente.
Postado por Cacau Menezes - Floripa




