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Poxa!

19 de julho de 2010 17

Da série A Turma “Querem” Saber: quem autorizou a derrubada do flamboyant de mais de 50 anos que existia em um bar que fica na esquina das Avenidas Rio Branco e Osmar Cunha, no Centro de Florianópolis?

Comentários (17)

  • déborah diz: 19 de julho de 2010

    Cacau, um absurdo mesmo o corte desta árvore! Fiquei chocada quando passei por ali na última sexta-feira. O pior é que a árvore virou “descanso” de copo de chope.

  • Josué Lange diz: 19 de julho de 2010

    Deve ter sido umas dessas determinações judiciais que estão acontecendo na Ilha como aconteceu na última semana com o Bar do Seu Chico no Campeche.

  • Regina Valadares diz: 19 de julho de 2010

    Pôxa MESMO Cacau.
    Que SACANAGEM! Sabe quanto tempo essa árvore levou pra crescer?
    EM horas um ser humano (sem cérebro) vai lá e derruba.

    FRANCAMENTE.

  • Olívia Marcos diz: 19 de julho de 2010

    Ai que dó.. realmente um pecado!

  • Marcos Oliveira diz: 19 de julho de 2010

    Chama o ICMBIO, os chatos da cidade…………………….

  • Evandro Saad diz: 19 de julho de 2010

    Ilustre Cacau

    O flamboyant cortado em área particular localizado na esquina das Avenidas Rio Branco e Osmar Cunha, no Centro de Florianópolis, tem autorização da Floram. Foi dada autorização de corte em razão do mesmo estar com os ramos e o tronco principal seco. A autorização é assinada pelo engenheiro agrônomo Jarbas Prudêncio.

    Att

    Evandro Saad
    Ouvidoria e assessoria de Imprensa (Floram)

  • Lívia diz: 19 de julho de 2010

    O ICMBio é responsável pelas Unidades de Conservação, o que não é o caso da localização da árvore. Mas que é um absurdo ela ter sido cortada, isso é. Ela ficava ali, simpaticamente dividindo o espaço com o pessoal do bar construído em volta dela. Lamentável. Já perguntaram pra Floram o porquê do corte?

  • Rudi diz: 19 de julho de 2010

    Antes ecochato que ecoburro…

  • Cacau Menezes » Arquivo » Autorizado diz: 19 de julho de 2010

    [...] flamboyant cortado em área particular localizado na esquina das Avenidas Rio Branco e Osmar Cunha, no Centro [...]

  • neca gamarra diz: 19 de julho de 2010

    que triste!
    aqui na minha casa quando “podei” arbustos que estavam caindo,
    bateu a Floran com agentes com roupas camufladas, armados que parecia um exército,
    dizendo que era proíbido e tal..
    cadê ele nessa hora?

  • marcelo diz: 19 de julho de 2010

    PROPONHO UM BOICOTE AO BOTEQUIM! MEU CHOPP SÓ TOMAREI ONDE RESPEITAM A CIDADE! EM FPOLIS, O FAMOSO RESTAURANTE PAULISTA FIGUEIRA RUBAYAT IA SE CHAMAR SOMENTE RUBAYAT, PORQUE A FLORAM OBVIAMENTE IA AUTORIZAR O SEU CORTE…

  • almanaque do roberto diz: 19 de julho de 2010

    Existem quatro métodos básicos para determinação do tempo de vida de árvores, sendo um direto e três indiretos:

    1. datação por radiocarbono;
    2. contagem dos chamados anéis de crescimento anuais;
    3. estimativas através de medidas repetidas do diâmetro, e
    4. aproximações matemáticas baseadas nas estimativas das taxas de mortalidade.

    http://www.globoradio.com

  • Rogério diz: 19 de julho de 2010

    Por que os ecochatos não deixam crescer árvores em seus quintais, onde está a piscina? Quando há autorização, reclamam. Se a árvore cai e mata alguém, reclamam. É o povo brasileiro, que só sabe reclamar da conduta alheia.

  • Teodoro Ramos diz: 19 de julho de 2010

    Como sempre as pessoas falam sem conhecimento de causa e tem um cara como o Cacau pra divulgar, quando lhe convém, é claro. Quem tá reclamando não deve mais ter uma árvore em casa e o terreno deve estar todo calçado. Ui, quanto hipocrisia.

  • Jorge Oliveira diz: 20 de julho de 2010

    Cacau, o corte da árvore do Botequim foi arquitetado já há algum tempo. Quem mora, trabalha ou se diverte na região central de Floripa sabia que isso aconteceria. Há interesses econômicos em jogo e todas as árvores da Rio Branco “vão secar”, conforme informou o representante da Floram para justificar a “inoperância” do Órgão. O que aconteceu com a a árvore do bar Botequim está acontecendo nesse momento com as árvores da antiga casa do Bulcão Viana, também na Rio Branco – é fácil verificar. A coisa funciona assim: Inicialmente há uma sorrateira poda das árvores e, depois, creio, um envenenamento de suas raízes. Aos poucos elas vão definhando e, imagine só, acabam ficando secas, assim, do nada. Logo, precisam ser derrubadas para não causar danos. Aí, o terreno pode ser ocupado integralmente por edificações. Outra derrubada de belas árvores aconteceu recentemente em outro terreno na Padre Roma, quase esquina com a Rio Branco, onde se ergue um novo prédio. O local era antes um estacionamento e a primeira medida dos construtores foi derrubar centenárias e belíisimas árvores. A inoperante Floram deve ter uma resposta inteligente para essas outras situações (antes que s árvores fiquem secas). Ou, se for o caso, quem sabe o Ministério Público pode atuar e pedir esclarecimentos à “atuante” Floram. Fica aqui o registro. Abraços e parabéns pela defesa do meio ambiente.

  • Lucio Dias Da Silva Filho. diz: 20 de julho de 2010

    Como diz Regina Valadares ao comentar: Em horas, (eu diria em minutos) um ser humano ( sem cérebro vai lá e derruba.

    Esta arvore fazia excelente sombra naquele ambiente e ao seu redor. Mais que isto, no verão, primavera além de ser um verdadeiro ar condicionado natural, deixava o ambiente fresco com temperatura constante, protegia da insolação e ajudava a purificar o ar.

    Classifico esta atitude de assassinar a arvore como uma: “BURRICE MUITO GRANDE”. Depois desta não vou mais frequentar esta casa, perdeu um baita fregues.
    Deveriam eles, proprietário e Floram ao identificar que a mesma estava com problemas ao invés de sacrifica-la, tentar cura-la atraves de tratamento. Isto hoje e sempre foi possível.

    Cacau, por favor, mande um recado para eles, de que por esta atitude eles PERDERAM O FREGUES.
    Abraços pela divulgaçÀO DA DENÚNCIA, Lúcio.

  • Jorge Oliveira diz: 20 de julho de 2010

    Aos comentaristas do blog: eu já deixei de ir ao Botequim desde a poda da árvore. Os propietários são de Curitiba e lá a fiscalização ambiental é rígida. Pelo menos recentemente não tem essa de derrubar árvores centenárias. É uma cidade verde. Já Floripa…….

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