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Memórias de um repórter policial

28 de julho de 2010 5

O livro do professor Paulo Brito sobre a vida do jornalista Roberto Alves, Dás um Banho, fez ressurgir alguns personagens que marcaram época no cenário de Florianópolis nas últimas três décadas.

O Coronel Luiz Eugênio Uriarte, comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar, foi um deles. Uriarte foi quem rendeu o soldado Silvio Roberto Vieira encostando um “trezoitão” no pescoço do policial em pleno estúdio da TV Cultura. Morreu na década de 90, vítima de um acidente de trânsito no Paraná, sem realizar seu sonho profissional: ser comandante Geral da corporação.

O livro traz ainda uma revelação pouco explorada na mídia na época. O tenente que gerou o dia de fúria do soldado Silvio hoje é um bem comportado tenente-coronel. E o soldado, não tem jeito: sempre que me vê, como segunda-feira na Assembleia, muda o rosto, faz cara de triste e dá a mordida: Seu bordejo custa R$ 50. É o mais cara da minha lista. Ademar Ben Jonhson, por exemplo, levava R$ 10.

Comentários (5)

  • paulo stodieck diz: 28 de julho de 2010

    Cacau, como o “Ademar Ben Johnson” já partiu, bem que poderias majorar o bordejo do Soldado Silvio para R$60,00…

  • Luiz Carlos Rodrigues diz: 28 de julho de 2010

    Cacau, falando em casos policiais, a Polícia Civil de SC deu um belo exemplo de como não fazer uma investigação criminal nesse caso do assassinato do advogado em pleno centro de Floripa.
    Primeiro, o delegado do caso foi à TV dizer que o suspeito era de origem árabe, de sobrenome tal, mas iria esperar que ele se apresentasse espontaneamente até a próxima semana, senão iria intimá-lo.
    Hoje sai no DC que o tal “suspeito” foi visto atravessando a ponte para o Paraguai.
    Ou seja, só faltou o delegado mandar um recado para o suspeito com papel timbrado da delegacia: “fuja, senão vou ter que intimá-lo ou prendê-lo”.
    Que coisa esquisita…
    Depois não se sabe porque é baixíssimo o índice de casos de homicídio resolvidos em SC, assim como em todo país.
    No caso da também advogada Mércia Nagashima estão protelando demais e dando toda a oportunidade para que o tal Bispo, suspeito de ser o assassino, fugir, tal como ele fez quando foi pedida a prisão preventiva e ninguém consegui achá-lo até que foi revogada a prisão.
    Haja eficiência e competência…ou outras coisas as quais não temos acesso…
    Abraço.

  • Antonio Ribeiro diz: 28 de julho de 2010

    Cacau, assisti hoje o Presidente da Associação dos Advogados Criminalistas de SC entregando na Assembléia, manifesto de sua associação contra a violencia, principlamente por causa do assassinato recente de 02 advogados.
    Ai eu me pergunto: não são esses mesmos advogados que acham todo os tipos de “furos” nas leis e usam todo tipo de artificio “legal” para enrolar os processos e eterniza-los, ou noutras tantas vezes “inocentar” seus clientes, tudo isso é claro, em nome da JU$$$$$TIÇA ????

    Essas “atitudes” profissionais estão todas contempladas dentro do Codigo de Etica da OAB ?
    Não são eles também causas da violencia, quando em nome da justiça (??) (de novo !) ajudam a alimentar a IMPUNIDADE ???
    Abraço

  • Cacau Menezes » Arquivo » Lembranças diz: 29 de julho de 2010

    [...] Cacau…   Ao ler a sua nota “Memórias de um Repórter”, não tive como conter as minhas próprias lembranças da invasão da TV Cultura, poucos comentam o [...]

  • Liege Uriarte da Silva diz: 19 de junho de 2015

    Boa tarde!

    Li seus comentários e quero esclarecer que Luiz Eugenio morreu num acidente em Campos, RJ.

    Att

    Liege

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