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Farmácias

29 de outubro de 2010 6
No miolo central de Floripa, estão instaladas mais de vinte farmácias.Às vezes, até uma do lado da outra ou uma em frente à outra. Ou o povo está doente (hipocondríaco já é), ou a atividade é muito lucrativa. Só a demanda justifica a atividade,   numa região onde os preços dos aluguéis são astronômicos.

Comentários (6)

  • Manoel da Costa e Silva diz: 29 de outubro de 2010

    As duas coisas.

  • Antônio Carlos Souza diz: 30 de outubro de 2010

    Cacau, o lucro é tão absurdo e abusivo que justifica essa proliferação de farmácias.
    Para você ter uma ideia, existe um site que vende medicamentos com até 80% de redução em relação ao preço dos estabelecimentos formais.
    Ou seja, levando-se em conta que o site está lucrando, tem gente roubando e não é pouco.
    Como não existe fiscalização e impera a lei da oferta e da procura, salve-se quem puder…ou quem pesquisar os preços.
    Abraços.

  • Mirian costa diz: 31 de outubro de 2010

    Cacau, aprendi com meu pai qdo criança… há 30 anos atrás… remédio, comida e material de construção sempre vai vender e sempre mais, porque a população cresce e cada vez fica mais doente, come mais e constrói mais pra lojar a demanda… faz sentido… aliás, tem lógica!

  • laercio duarte diz: 31 de outubro de 2010

    Voltasse devagar, heim, brother? O que está acontecendo?
    Se não tens novidades do front colunístico da cidade, por talvez não teres mais tanto interesse no ambiente, mete bronca nos teus próprios pareceres filosóficos. Senta a pua e espanta a mediocridade desta pequena e provinciana capital do sul do mundo. Lembra-te dos teus amigos que já se foram, inspira-te neles e manda ver.

  • Mairo diz: 31 de outubro de 2010

    Pense nisso!

    “É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.” (Adrian Rogers, 1931).

    Não sabia onde comentar sobre este texto que saiu no jornal, dai vai aqui mesmo.
    Não sabia que voce colocava factóides tambem, procure informações sobre o autor no google, vais ver que deveria ser um gênio , ou melhor SUPERGÊNIO se tivesse escrito isso em 1931. Verifique o ano que ele nasceu.
    e mais o que ele fazia na mídia americana.
    abraços.

  • Ademar – Floripa diz: 31 de outubro de 2010

    Só o lucro justifica tanta farmácia!
    E não estão computadas aquelas que comercializam via internet, no tele-farmácia, no “cestão do povo”, no câmbio negro e as de manipulação.
    Enquanto isso, só temos quatro bancas de jornais e revistas em todo o centro de Floripa.

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