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Padeiros

24 de março de 2011 13

Sobre nota de hoje na coluna sobre falta de padeiros:

“Aqui entre nós… em 2006 tive a triste experiência de ter uma padaria!
La Madre, em frente à escola da polícia, na Madre Benvenuta…
Foram 6 meses de pânico e correria.
Copa do mundo, feriado, e o padeiro? Nem sinal…
Padaria é um dos investimentos onde há mais giro de pessoal… e é um dos setores que mais exige capacitação da mão de obra.
O trauma foi tão grande que estou fazendo pão em casa! Quero distância!!!

No mais… ainda acordada… mais pra lá do que pra cá… e mto feliz com o Verdão! Lilian Cruz – Chapecó.”

Comentários (13)

  • Jean Moriarty diz: 24 de março de 2011

    Não tenho dúvida de que ter uma padaria (ou qualquer tipo de estabelecimento comercial) em Florianópolis é mais complicado do que em qualquer outro lugar. O amarelo não é dado a labuta, o que é sabido por todos. Façam a (traumática já vou avisando) experiência de contratar pedreiros para reformar ou construir na praia. Isso vale pra pedreiro, garçom, padeiro, cozinheiro, faxineira, manicure, meretriz, etc. Trabalho e empenho, decididamente não é o nosso forte.

  • Flavio Siqueira diz: 24 de março de 2011

    OU SEJA PODE!!! Aonde vamos parar.

    Sobre minha denúncia de retirarem a água do lençol freático no Campeche e jogarem fora. resposta da Floram(via PMF). Atendimento:2635/2011 Código de Consulta na Internet: 52110

    PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS
    SECRETARIA EXECUTIVA DE CONTROLE INTERNO E OUVIDORIA

    Atendimento: 2635/2011

    Data: 21 de Março de 2011

    Prezado(a) Flavio ,

    Desde já agradecemos seu contato junto a esta Ouvidoria.

    Em atenção a reivindicação formulada no atendimento n° 2635/2011, informamos que:

    Em resposta ao seu questionamento a fiscalização realizou vistoria e constatou a existencia de cinco moto bomba, sugando água do lençol freático, e sendo jogada, através de canos para a rede fluvial.

    A Gerencia de Fiscalização de Obras encaminhou relatório da vistoria realizada para a área técnica da FLORAM que informa : ” Foi apresentado a esta Fiscalização Ambiental, Alvará de Licença número 1595 de 23/11/2009, com, projeto aprovado número 57098 e processo 43583/2009.NEO Estiveram ao local,os fiscais do Meio Ambiente;Marcio M.Dutra e Amilton Souza. Ouvidoria Setorial-FLORAM DEFIS Daniel Pereira.

    Atenciosamente,

    Evanilson Ricardo Klinger

    Ouvidor Setorial

    Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Des.Urbano

    Ciente, encaminhe-se

    Maria Terezinha Blatt

    Ouvidora Geral

    Observação:

    Para complementar informações e/ou efetuar comentários a respeito da resposta solicitamos gentileza de abrir um novo atendimento através do http://www.pmf.sc.gov.br.

  • Tadeu diz: 24 de março de 2011

    Jean, entendo exatamente o que voce escreve, apesar de eu atuar em outra area, mas se isso servir de consolo, o problema nao é exclusividade de Florianopolis ( apesar de os do contra sempre acharem que tudo de ruim so acontece em Floripa), mas é um fenomeno nacional. Em recente reportagem sobre o tema, foi mostrado que o Brasil cresceu e junto com o crescimento da economia nao acompanharam a formaçao de tecnicos em todas as areas. Ha uma carencia de pessoal competente em todo o Brasil e em todas as areas.

  • Berloque Gomes diz: 24 de março de 2011

    Jean, é quase um esporte criticar os manezinhos. Mas faz um teste: vai nos restaurantes, cafés, etc. aqui da ilha e observa. Onde se encontra o melhor atendimento? A verdade é que nos estabelecimentos tocados e atendidos por nativos, que geralmente já trabalham na casa há tempos, o atendimento é sempre melhor, com mais sorrisos e mais simpatia. (O restaurante do Andrino nos Naufragados não conta, pois lá o cara é folclórico pelo seu mau humor). Agora experimenta ir nos estabelecimentos metidos a chique, com dono de fora e atendentes idem. Vais ver que até garçons e garçonetes (com sotaque de fora) metem pose, te atendendo como se fizessem um favor. Por isso, muitos destes lugares duram pouco. Agora vê os restaurantes mais tradicionais daqui, que estão há muitos anos em atividade. São quase todos tocados por manezinhos, com atendimento feito por nativos. Tem muito malandro por aqui, é certo. Mas não mais do que em muitas outras paragens.

  • Verdadeiro diz: 24 de março de 2011

    Querem pagar uma misséria de salario e ainda reclamam ??? Cara de pau hem ….

  • paulo stodieck diz: 24 de março de 2011

    Cacau, vou resumir o assunto “!padaria”: tive uma durante dois anos, tres meses, cinco dias e doze horas. Precisa dizer mais alguma coisa? Abraço – Paulo

  • André Santanna diz: 24 de março de 2011

    Cacau, uma mistura de índio (manda a mulher trabalhar e fica deitado na rede), português sem inteligência e a maioria criminosos que eram mandados para a prisão “Brasil”, você queria gente trabalhadora e honesta?
    O problema é genético…hehehehe
    E aqui em Floripa o caso é mais grave, em virtude da predominância açoriana.
    Os ricos e milionários são de fora, enquanto os políticos e desonestos em geral são daqui.
    Estamos bem!

  • franz diz: 25 de março de 2011

    Só me faltava esta: minha excelente cosinheira, uma especialista em forno e fogão, dormindo fora, sábados e domingos livres, ganhando mais de 1 mil reais, carteira assinada, férias e décimo terceiro, jogou tudo para o alto e vai ser pedreira. Trabalhar em obra. Quer ganhar por metro quadrado. E não há quem a demova da decisão.

  • Carlos silveira diz: 25 de março de 2011

    A falta de qualificação dos padeiros não é so um problema de rh para os empresários antes de mais nada um problema de saúde para os consumidores. Padaria eu não tive mas distribui farinha de trigo por 3 anos em floripa. Era triste a falta de preparo dos padeiros. Desafio a vocês a entrarem um dia na padaria e ir olhar como eles manuseiam a farinha, como se faz o pão, etc… Depois desta experiência começei a fazer o pão em casa. Ta achando que eu estou exagerando? Vai lá e da uma olhadinha.

  • renato souza diz: 25 de março de 2011

    So para deixar registrado, monte uma padaria encontre um bom padeiro , ofereça uma parceria nos lucros do negocio a ele e voce tera paes por muito tempo.
    Agora contratar o individuo para tocar seu principal produto em horario muitas vezes noturno, pagar salario normal é pedir para ter rotatividade mesmo.
    Hoje se voce concentrar seus lucros ira morrer sozinho na sua empresa, divida e terá parceiros, caso contrario terá um empreendimento por 1 ano, 3 meses, 4 dias e ai vai…..
    Tem uns camaradas ai que nao conhecem do negocio e por ter dinheiro acham que pagando o salario aos funcionarios teram a gratidao eterna.

  • lili diz: 25 de março de 2011

    Renato, pode ter certeza que esse não foi o caso.
    Funcionários eram pagos sempre em dia (uma grandíssima coisa, nos dias de hoje), os salários eram compatíveis com os exigidos pelo sindicato (muito ativo, por sinal), os horários eram respeitados (ninguém trabalhava mais de 8 horas sem ganhar hora extra), a relação patrão X empregado era respeitosa e descontraída e não pense que não gostaríamos de dividir o lucro, se tivéssemos lucro!
    Se fores olhar as leis trabalhistas, qualquer bônus que o empregado receber pode ser cobrado posteriormente e agregado à rescisão trabalhista. Infelizmente, se depois de anos dividindo o lucro com os funcionários, você “quebrar” o negócio, os mesmos funcionários não terão responsabilidade nenhuma!
    Sem desmerecer a atividade, as exigências de escolaridade são mínimas, sendo pré-requisito ter noções de higiene, saber atender e ter vontade de trabalhar, igual a vontade que tem de receber.

    Tenho terceiro grau completo, sou formada há 11 anos e nunca tive minha carteira assinada, que dirá participação nos lucros. Nem por isso deixo de cumprir meu trabalho com competência.

    No meu ver, o país caminha pra uma valorização da mediocridade!

  • Juca Mané diz: 26 de março de 2011

    Depois reclamam da concorrência dos “de fora”, não só nos empregos, mas nos negócios, nos concursos públicos…
    E ficam no mimimi…haole….mimimi
    Estudar e preparar-se é fundamental.
    Tenho dito!

  • mario diz: 26 de março de 2011

    Concordo com o berloque. Sempre fui muito bem atendido nos botecos manés da cidade, nos dois anos que tive o privilégio de aí morar. Até quase ia ficando nessa ilha maravilhosa não fosse a vida me levar prá outras paragens. E meio que incorporei o espírito de sossego do nativo, que é só prá quem tem a alma tranquila: ‘prá que remá se a maré me leva?’. O resto é o vanzeiro dos índios de galpão de sempre.

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