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Opinião do professor de economia chinês Kuing Yamang sobre a Europa e o Brasil.

06 de dezembro de 2011 24


Ele viveu na França.

1. A sociedade européia e das américas está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos.

2. Os seus industriais fogem… porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa ou américas, e de seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

3. Portanto, endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar ‘a conta’.
4. Os europeus se destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.
5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos ‘sangram’ os contribuintes. A Europa e Brasil detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro ‘inferno fiscal’ para aqueles que criam riqueza. 
6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas sim trabalhando. Porque, quanto mais se reparte esta riqueza limitada, menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas de governos desmoralizados. É uma inversão de valores.
7. Portanto, o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do… da China!
8. Dentro em pouco, ‘nós’ (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles se tornarão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz… 
9. Existe um outro cancro na Europa e américas: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia e querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado… 
10. Os europeus vão direto a um muro e a alta velocidade…












Comentários (24)

  • Highsecret diz: 6 de dezembro de 2011

    Não tenho nada a comentar senão dizer que esse post merece aplausos!
    Parabéns!
    Essa é a grande verdade!

  • Luiz Oliveira diz: 6 de dezembro de 2011

    Napoleao disse: “cuidado com os chineses” !!!
    Avaiiiiiii, na ilha és o leaoooooooo !!!!

  • Homero Gomes diz: 6 de dezembro de 2011

    Não sou economista, mas, discordo quanto à natureza da tributação na Europa e no Brasil. Aqui, efetivamente paga impostos o assalariado. No mais, tudo é muito relativo. As grandes empresas, dos bancos aos meios de comunicação, pouco ou nada pagam. No varejo, transferem a carga tributária para o “custo” do produto, repassando ao consumidor.

  • Edson M. Lessa diz: 6 de dezembro de 2011

    Gostei do escrito. “Nos dedo” como se diz aqui no “grande oeste”. Fico imaginando eu, na beira de umas praias da Ilha, esperando o meu saco de “farinha de mandioca” e meu quinhão do lanço. Previsão de “tempos ruins” prá nós do sul da América. Agora! Se os decisores acham que vbale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado, aí, realmente, a “coisa da ^prêta!”

  • Carlos diz: 6 de dezembro de 2011

    Ele so esqueceu de dizer que todos os milionarios e bilionarios chineses, nenhum, eu disse nenhum quer morar na China. Todos querem ir para os EUA ou Canada. Eles tem medo de viver na China. Procuram principalmente uma boa educacao, liberdade e politicas do ESTADO que nao estejam de olho no “patrimonio” construido. Medo de perderam de uma hora para outra tudo o que construiram, para um governo que ainda eh uma incognita.

  • maneca diz: 6 de dezembro de 2011

    Me parece um tanto quanto exacerbada e demasiado ufanista as declarações do Professor Kuing.
    O crescimento da China tem se concretizado às custas dos desrespeito das leis internacionais (principalmente das leis de patentes), de distorções sociais e políticas internas, de uma de mão-de-obra de baixo custo, de um imenso mercado de consumo, escudado – como não poderia deixar de ser – num ameaçador poder bélico.
    Vem se agigantando, mas também vem envelhecendo, aumentando os custos sociais.
    O crescimento da China corre paralelo a perda de hegemonia econômica do EU, do Japão e mesmo do EUA .
    A China se antecipou e encabeçou o rompimento do monopólio que esses mantinham sobre a produção industrial, tecnológica e sobre o capital no momento em que ganhavam volatilidade e se tornavam apátridas.
    A globalização me parece ser um processo irreversível em face da realidade contemporânea. Há uma tendência de legitimação e poder de resolução de conflitos, os meios de comunicação, o transportes e as necessidades de consumo reduzem sistematicamente as distâncias. Como que do nada, nosso mundo ficou pequeno.
    Em contrapartida, ficando pequeno, as deficiências deixam de ser objeto de teorias mirabolantes e passam a ser óbvias, segundo a lógica de causas e efeitos.
    Tudo é passível de certificação contábil.
    A dúvida fica por conta de quem há de impor – sem rodeios ou floreios – as resoluções inadiáveis e de resto, quem vai ganhar ou perder privilégios.

  • Joaquim Silva Paes diz: 6 de dezembro de 2011

    O que ele diz sobre os impostos é verdade e isso todo mundo sabe. Aliás, os economistas sempre falam o que é óbvio. Agora, há de se indagar a ele, se é correto manter o povo chinês submetido a trabalho escravo?

  • Carlos Roberto diz: 6 de dezembro de 2011

    Legítimo “economês”, só falam o que é óbvio ou só dão palpites. Não nego o texto.
    Mas ESQUECEU de mencionar que TRABALHADOR CHINES RECEBE R$ 50,00 MENSAIS, POR 12 HORAS DE TRABALHO, 6 DIAS POR SEMANA, SEM FÉRIAS, SEM QUALQUER AMPARO TRABALHISTA. MUITOS LEVAM COLCHONETE E DORMEM AO LADO DA MÁQUINA (EU VÍ ISSO!).
    Queria acrescentar isto ao que ele escreveu. Posso escrever muito mais sobre condicões de trabalho na China.

  • josé ernani freitas diz: 6 de dezembro de 2011

    O professor Kuing disse verdades interessantes, mas exagerou ao, claramente,
    direcionar o seu discurso para o ufanismo chinês. Aliás lá, pelo que dizem, só
    se pode falar em favor do governo/regime.

  • roberto diz: 6 de dezembro de 2011

    Este cara não merece muito crédito entretanto disse algumas verdades que qualquer idiota sabe,por exemplo: O europeu latino é VAGABUNDO (portugues,espanhol,frances,e italiano vivem do passado e se acham os tais)) o que não é verdade para alemães e escandinavos.A Europa é um continente exaurido e precisa exportar tecnologia a qual está ficando cada vez mais comum,quero que se danem. Os portugueses ainda vão ser escravos dos africanos,pelo menos este é meu desejo mesmo sendo caucasiano.O futuro está nos paises em desenvolvimento.Nem mesmo os Estados Unidos escapam da decadência,nós é que temos os recursos,et cèst fini. Ou ,THAT`S IT.

  • Alexandre diz: 6 de dezembro de 2011

    Primeiramente queria dar parabens ao Maneca, show de bola seu comentario…
    Eu moro na Europa, e onde moro (Cambrdige) esta cheio de Chineses estudando. Minha pergunta e a seguinte – sera que quando parte desses estudantes voltarem para a China eles nao vao comecar a pensar e exigir democracia e mais direitos humanos….caso isso aconteca isso trara grandes mudancas, ja que a competitividade da China e exatamente moldada na falta disso.

  • Eduardo Silva diz: 6 de dezembro de 2011

    MEU DEUS!!!!!
    Ninguem nesse mundo procura checar informação???? Esse texto é um Hoax e pelo jeito pegou mais um blogueiro!!!!
    Esse professor não existe! o video que deu origem a esse texto surgiu na França com dois chineses falando em mandarim, o cara que postou o video fez as legendas em francês colocando esse texto, entretanto o que eles conversam é sobre uma feira textil e não tem nada a ver com o que esta sendo legendado.
    Sugestão: digitem o nome do professor no google e vejam o que aparece.
    Não se esqueçam: google is your friend

  • Berloque Gomes diz: 6 de dezembro de 2011

    A vida na China só é boa pra quem tem muito dinheiro, o que representa a absoluta minoria. Por lá, o governo faz o que quiser e ai de quem ousar reclamar. Por isso, por lá é bem mais fácil impor as soluções governamentais. Na Europa, a “porcaria” da democracia faz com que a sociedade seja ouvida, o que dificulta a vida dos governos. É claro que tem algumas coisas boas na China e algumas coisas ruins na Europa. Mas boa parte da China ainda vive na Idade Média, particularmente no que diz respeito à qualidade de vida da população (sobretudo a que vive no meio rural). A análise do economista chinês até poderia ser boa, mas mostra os problemas europeus ao mesmo tempo que esconde os problemas chineses. Ufanismo exagerado dá nisso.

  • Luciano diz: 7 de dezembro de 2011
  • maneca diz: 7 de dezembro de 2011

    Concordo Cacau. . Ainda que o texto seja uma mera ficção há fundados argumentos que provocam a inteligência e susciuta o debate quanto a realidade e a existência – eis a essencia da literatura em todas as suas modalidades.
    E os néscios que te criticam , incapazes de coordenar idéis, expressá-las e submetê-las a público, não perdem a oportuidade para expor a nú sua própria estultice.

  • Eduardo Silva diz: 7 de dezembro de 2011

    Cacau que tal fazer da seguinte forma:
    1) Averigua a fonte (meia duzia de clicks já é possível conhecer a verdade)
    2) o texto é legal? se sim, publica e comenta a história que rola por trás.

    Não acha que iria agregar valor ao teu blog? se acha que não tem importância, e só o texto sendo legal já vale a pena publicar, bota esse comentário no lixo e segue o barco…
    Entretanto acho que seria bacana fazer esse tipo de comentário até para alertar a boa parte da população que acredita em tudo que rola na internet.

  • Eduardo Silva diz: 7 de dezembro de 2011

    Maneca, não estou jugando o que esta escrito no texto e sim o contexto em que esse texto foi publicado, o blog do Cacau pela sua importancia, abrangência, influência estaria ampliando ainda mais a sua importância publicando a fonte correto de seus textos.
    O que quero aqui é fazer uma critica construtiva ao blog que leio diariamente pela qualidade dos posts, até acho que não deveria ter usado o termo bola fora no meu primeiro comentário, mas é irritante como as pessoas acreditam no que rola na internet.
    Cacau longe de mim querer dar palpite no teu trabalho, até porque tu não estaria aonde chegou se não fosse por sua qualidade, só estou comentando pois acho que caberia colocar essas informações no post e como falei anteriormente, acha que o que estou falando é besteira, clica em excluir e segue o barco…

  • maneca diz: 7 de dezembro de 2011

    Eduardo. Também ão fiz uma crítica pessoala ninguém , muito a você.Me referí ao que habitualmente aqui se vê : muita crítica fácil que não adiciona nada as nossas vidas.
    Não é o seu caso. Suas úlltmas palvras mostram que é uma pesssoa de om senso.
    Saude.Sucesso.

  • Guilherme diz: 23 de dezembro de 2011

    Eduardo Silva: tu estavas corretíssimo no teu primeiro comentário: foi bola fora. Um vídeo com legendas forjadas, aproveitando-se do desconhecimento de mandarim da grande maioria da população, ser veiculado assim por um jornalista é, no mínimo, uma bola fora. Erros acontecem, mas é bola fora, pô!
    Quanto ao texto em si, nenhuma dessas ideias é algo novo, esse discurso existe fortemente na Europa e em outras partes desde, no mínimo, a década de 80 (Mrs. Tatcher que o diga). Aí vem alguém, posta um vídeo de um pretenso “economista chinês” para dar o argumento de autoridade.
    Mas, diga-se de passagem, boa parte da imprensa francesa também acreditou na farsa. Isso porque a mensagem do vídeo vai ao encontro de correntes que ganham força na Europa, nesse período de crise.

  • Ricardo V diz: 4 de janeiro de 2012

    Quem já passeou pela Bretanha e comeu o delicioso Kuing Amman não engole esse hoax . Turismo também é cultura, ainda que acidental. Mas o autor do hoax tem mérito, pois escreveu, em início de 2010 (!), obviedades que ainda hoje encontram eco.

  • CLAUDIONOR DIAS DA COSTA diz: 15 de março de 2012

    MUITO BOM O ARTIGO SOBRE ESTE PROFESSOR CHINÊS.
    FAVOR INFORMAR-ME QUAL A FONTE PESQUISADA ( PERIODICO,ETC.) QUE FOI OBTIDA.
    OBRIGADO.

  • pedro filho diz: 25 de julho de 2012

    Marco Santos → 23/02/2011 @17:45

    O venerável professor chinês é um bolo

    Os textos que nos chegam via email podem ser ex­tre­ma­mente en­ga­na­dores quanto à sua origem.

    Um dos úl­timos da ines­go­tável cor­rente de ver­dades de La Pa­lisse atribui al­gumas de­cla­ra­ções sobre a Eu­ropa a um «ve­ne­rável pro­fessor de Eco­nomia chinês Kuing Ya­mang, que viveu du­rante muitos anos em França».

    O texto é com­posto por ci­ta­ções de uma en­tre­vista que o pro­fessor terá dado à te­le­visão. Ya­mang faz al­gumas cor­ro­sivas con­si­de­ra­ções sobre o mo­delo so­cial e eco­nó­mico eu­ropeu em «auto-des­truição».

    De­pois de de­nun­ciar al­gumas ver­dades já re­co­nhe­cidas por muitos eu­ro­peus como se ti­vesse aca­bado de des­co­brir a pól­vora (a forma como os ci­da­dãos hi­po­tecam o fu­turo re­cor­rendo ao cré­dito fácil, a men­ta­li­dade in­di­gente de al­guns fun­ci­o­ná­rios pú­blicos, o ex­cesso de im­postos pra­ti­cado pelos Go­vernos), o pro­fessor avisa que dentro de al­gumas ge­ra­ções «nós» [re­fe­rindo-se ob­vi­a­mente aos chi­neses] vamos ul­tra­passá-los».

    E lança uma ameaça nada subtil: «Eles tornar-se-ão os nossos po­bres. Dar-lhes-emos sacas de arroz…»

    Al­guém sentiu o cheiro a pro­vo­cação xe­nó­foba que tre­sanda nesta parte do texto?

    Claro que tudo isto é falso. O texto que cir­cula já em por­tu­guês re­sulta da trans­crição das le­gendas (ori­gi­nal­mente em francês) de uma en­tre­vista numa te­le­visão chi­nesa.

    Acon­tece que os dois ho­mens – o hi­po­té­tico pro­fessor e um jor­na­lista – não estão a dizer o que está le­gen­dado: na ver­dade, estão a falar da Ex­po­sição Uni­versal de Shangai. E é a le­gen­dagem falsa que acaba por dar origem a esta cor­rente «para ler e re­flectir».

    Quem foi o autor? A pró­pria pessoa que co­locou o vídeo no You­Tube. A sua in­tenção foi a de en­ganar a blo­gos­fera po­lí­tica fran­cesa, pondo-a a dis­cutir afir­ma­ções que nin­guém pro­feriu.

    Também não existe ne­nhum pro­fessor Kuing Ya­mang – o autor da fraude criou este nome em re­fe­rência a um bolo francês, o Kouign Amann. Pois, para ler e re­flectir.

  • Bolo Chines diz: 25 de novembro de 2012

    O VENERÁVEL PROFESSOR CHINÊS É UM BOLO
    Essa entrevista é uma fraude
    http://www.bitaites.org/geekosfera/o-veneravel-professor-chines-e-um-bolo/

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