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Donos do transporte coletivo

30 de maio de 2012 5
 
  É velha a lenda urbana de que os Berguer e os Amin são donos das empresas de transporte coletivo de Florianópolis. Reitere-se: lenda urbana, da qual não se tem confirmação legal. Mas, mesmo que fossem, os políticos-proprietários não ficariam dando tiros nos próprios pés programando paralisações a um mês do início da campanha eleitoral e, mesmo porque, Dário e Amin são, digamos, oponentes, politicamente falando.

Comentários (5)

  • gilberto diz: 30 de maio de 2012

    Esse teu jornalismo cretino, como a nota acima, é que te desmoraliza, e envergonha o bom jornalismo. Nota maliciosa, desnecessaria e que ofende os dois citados. Ainda ontem, tentei te fazer ver como o teu jornalismo é odioso, mas já vi que nao adianta. O teu negócio é esse mesmo, ser temido, e nao, ser reconhecido como bom profissional e ético. Vc é a escória do jornalismo. A fruta nao cai longe do pé….

  • Tiago diz: 30 de maio de 2012

    De acordo com o que foi publicado na Internet, o sindicato trabalhista alegou que quer cumprir a decisão, se a Justiça liberar que eles trafeguem com a “catraca aberta”, ou seja, os passageiros não paguem a passagem. Por que o “irreverente” Cacau e a RBS não comunicaram esse dado? Algo nos leva a crer na referida lenda urbana até que prove o contrário. E a propósito, a afirmação de que os proprietários estariam “programando paralisações” não faz o menor sentido. Não há lógica no argumento. A greve não se baseia no não cumprimento de um acordo feito em uma paralisação anterior, que, como agora, obviamente não foi arquitetada pelos proprietários?

  • Pedro Paulo Weiss diz: 30 de maio de 2012

    Já é de conhecimento de todos que a Família Berger é dona da empresa Imperatriz de Santo Amoro. Eles tem outra que trabalha na região do Vale do Itajai também. Só para conhecimento. Isto não é lenda, basta checar a informação. Quando a Familia Amin não posso falar porque não sei se realmente são donos de empresa ou não. Mas os Bergers tenho certeza.

  • Julio Ferreira diz: 30 de maio de 2012

    Cacau, para quê SER DONO, se o negócio atual é colocar “laranjas” para administrar e ficar APENAS recebendo os benefícios das atividades, sem a necessidade de prestar contas?
    Mas, também acho que os dois políticos citados já têm MUITA GRANA conseguida nesses longos anos de atividade política para querer um abacaxi como o transporte coletivo.
    Tem muito mais empreendimento que rende tanto quanto com ZERO de aborrecimento e cobrança…além dos paraísos fiscais, claro.
    Abraços.

  • marcelom diz: 3 de junho de 2012

    Porra Cacau,agora que li o que esse puto escreveu.
    Se não é possivel por causa da tua profissão,manda esse merda pra mim.

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