Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Quem é o dono?

31 de maio de 2012 15
 
   Jornalista e radialista que desde 1982 acompanha de perto as eleições estaduais diz ser  corriqueira, nas campanhas eleitorais, em todos os municípios por onde passou, a afirmação de que as famílias do deputado Esperidião Amin e do agora prefeito Dário Berger são proprietárias verdadeiras das empresas de transporte coletivo de Florianópolis. Isso é verdade? Se for, qual seria o problema?
O blog está inteiramente aberto a explicações, principalmente dos políticos citados.  A reação agressiva de um puxa-saco,  ao comentar esse assunto, ontem, aqui no blog, me estimulou a saber a verdade para evitar especulações.

Comentários (15)

  • Na Real diz: 31 de maio de 2012

    Cacau

    Vão aparecer os seguintes proprietários:

    laranja-doce; laranja-de-umbigo; laranja-pêra; laranja-baia; laranja-valência; laranja-natal …..

  • verdadeiro_II diz: 31 de maio de 2012

    Tb estranhei o comentario do cara, bem agressivo. Agora,desde que cheguei aqui há 14 anos que escuto este lance dos Amin com a Transol e os Bergues com a Imperatriz…será mesmo verdade ??? As apostas estao abertas…

  • Adair diz: 31 de maio de 2012

    A mim o prefeito responde quando fala que o transporte marítimo não é viável financeiramente e quando diz não saber o que fazer com os terminais de capoeiras, jardim atlântico e do saco dos limões,(que chama de elefantes brancos) , quando deveria utilizá-los exatamente para a finalidade a que foram construídos, ou seja, integrar o transporte da região metropolitana.

  • Gilson Pereira – Único campeão internacional de SC-(1995) e Único série A. diz: 31 de maio de 2012

    => Desde quando tinha 12 anos e morava na João Carvalho na agronomica e tinha que ir vero o alvinegro no scarpelli pensava comigo mesmo “devia ter um barco que saisse da agronomica e parasse no balneario do estreito, pois é logo ali”.
    => Hoje com 47 anos é o pensamento mais idoso que tenho na cabeça.

  • maneca diz: 31 de maio de 2012

    Esse boato certamente nasceu em razão do carinho especial que eles sempre dedicaram as empresas de trasporte coletivo da capital.
    E como onde há fumaça há fogo e não existem almoços grátis, o provável é que haja uma relação de cumplicidade: proteção e favorecimento de um lado e financiamento de campanha de outro.

  • Curt Nees diz: 31 de maio de 2012

    Pode até ser, haja vista que (acho!) ninguém viu nenhum dos dois andando de ônibus. Se fossem os donos prestigiariam, nun tein Berloque?

  • Stark diz: 31 de maio de 2012

    Cacau ! É notório que venho aqui para inticar. Ou seja, na grande maioria não concordo contigo, istepô ! Mas, devo admitir que o cara surtou, extrapolou. Ou seja, temos a greve no setor, temos uma lenda (antiga na capital) e temos eleições provir … o post é perfeito … um prato cheio !

  • Fernanda Santos diz: 31 de maio de 2012

    Qual o problema? Concessionária de serviço público autorizada diretamente pelo chefe do Executivo em evidente conflito de interesses.. Vai estudar um pouco, vai..

  • LUIZ CALDAS diz: 31 de maio de 2012

    “Porque não convidas os proprietários das citadas empresas para uma entrevista conjunta no Jornal do Almoço? Seria importante para explicarem à sociedade todas a dúvidas e ou obscuridades existentes, inclusive as razões das constantes e programadas greves, o elevado custo das passagens, etc. Convida Cacau e vais ver a audiência explodir como nunca na história da nossa Floripa. PS.Aproveita e convida também o Prefeito e o seu adversário”.
    LUIZ CALDAS, de Floripa capital sempre imobilizada, dita cultural e turistica do Mercosul.

  • Henrique diz: 31 de maio de 2012

    Como alguém já disse aqui, os Berger eram donos da Imperatriz e de uma empresa de outra região. Não sei se ainda são. Não é segredo, não é lenda. E não é proibido. Embora não seja recomendável para um administrador público ter negócios particulares com a sua administração. É estranho mesmo, vamos admitir. Os Berger também são donos das empresas de vigilância que fazem a segurança de tantos órgãos públicos na Grande Florianópolis e em todo o Estado. Quanto aos Amin, é lenda. O Amin sempre foi servidor público e não é empresário de nada. O Amin vive do salário de professor da UFSC e da aposentadoria de Governador. Agora ele tem o salário de Deputado. Esse boato sempre ressurge em época de eleição. Então basta ver quem se beneficia com o boato para imaginar a origem. Quando o Amin era prefeito, a antiga TRINDADENSE dava muito problema. A situação ficou insuportável. Quem viveu, viu. Quem chegou ainda há pouco, não sabe. Ele então quebrou o monopólio das linhas que ela operava e convidou emergencialmente a TRANSUL de Lages a vir atuar na Capital. Convidou várias empresas, mas só essa tinha condições de topar o desafio de em dois dias estar na cidade. Veio e resolveu o problema da época. Depois participou de licitação, venceu, ficou e se transformou na TRANSOL. A história está no livro MEMÓRIA DO TRANSPORTE COLETIVO DE FLORIANÓPOLIS, da Eliane Veras. Mas é aquela história: aos amigos não se precisa explicar nada, aos inimigos não adianta. Se mandar verificar quem são os donos da empresa e o nome dele não aparecer, vão dizer que usa laranja. Aí não tem argumento que baste.

  • Esperidião diz: 31 de maio de 2012

    Amigo. Nunca fui, não sou e não pretendo ser dono de empresa. Muito menos prestadora de serviço público. Abraço. Esperidião Amin.

  • gilberto diz: 31 de maio de 2012

    Baita jornalismo esse, tche ! Tu és muito competente. Como conseguiste descobrir uma barbaridade dessas ? Foi o tal serviço secreto ?

  • MATRACA diz: 31 de maio de 2012

    A ideia de convidar é boa. Mas nao vais convidar ninguem, pois sao anunciantes do patrao. E pagam muitissimo bem.

  • MoaFig diz: 1 de junho de 2012

    Interessante, não acham: a polêmica está criada e os dois “politicos” (ou seriam politiqueiros) não se manifestam. Não têm aquele … quem cala … . “A mim” eles não enganam mais!

  • Névio S. Filho diz: 1 de junho de 2012

    Neste campo das concessões públicas, quero crer que Amin e Berguer não sejam sócios das empresas comentadas, mas quando um prefeito facilita um processo de concessão por baixo dos panos, ele ganha um mimo ou um presentinho, uma porcentagem desta empresa, que ao final rende um bom dinheiro e os fazem sócios minoritários desta empresas.Amin e Dário deveriam virem se explicar a público sobre estas negociatas que fizeram com estas empresas, facilitando seus ingressos neste lucrativo transporte da capital. Não são santinhos, ao contrário com o aval dos manezinhos bocós que só vivem para Avaí e Figueirense, pintaram e bordaram nesta Ilha da Magia.

Envie seu Comentário