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Algo errado

30 de janeiro de 2013 37

Epa, tem poste mijando no cachorro, de novo aqui na Capital. Os 158 donos de lojas num dos camelódromos estão cobrando do Poder Público uma relocação de espaço. Eles estão em uma área pública de maneira irregular há muitos anos, onde não poderiam estar, e a Justiça deu prazo final para a desocupação.

Ora, se alguém quiser se estabelecer com uma loja, tem que comprar ou alugar espaço e seguir as leis de mercado. Com que direito estes ocupantes de um camelódromo, que por sinal adoram mercadorias do Paraguai e não gostam muito de notas fiscais, podem usufruir de área pública em região central e privilegiada em detrimento de todos os outros comerciantes que precisam cumprir as leis para se estabelecer?

Comentários (37)

  • Nativo Fiel diz: 30 de janeiro de 2013

    Também estou achando inacreditável uma discussão neste nível! Estão irregulares,invadiram esta área sabe-se lá por ordem de quem, acabaram com um dos mais belos projetos de Burle Max, e estão achando ruim que terão que desocupar? Não gostaram da sugestão de uso do terminal urbano velho porque tem que fazer muita obra? para ne Floria! ate quando vai ficar esta baderna por aqui? Por isso que “favela do siri” e outros “se criam” por aqui….quando êh para abrir a boca os ativistas de Facebook ficam calados e a cidade vai sendo invadida, dizimada, achincalhada…continua assim, continua….

  • Sergio diz: 30 de janeiro de 2013

    Vão querer usar a desculpa do direito adquirido, que não tem o menor cabimento. Você está certissimo no seu comentario.

  • Lulu diz: 30 de janeiro de 2013

    Cacau disse tudo. Perfeito nas colocações.
    O comerciante cumpridor das regras revolta-se ao ver o que é errado ser agraciado com vantagens. O que é notoriamente irregular não pode gerar algum tipo de direito adquirido.
    O mesmo vale para pessoa física que estabelece moradia através de invasão à áreas públicas ou privadas, e diante de problemas, exige outro local para estabelecer-se.
    Enquanto isso milhares de brasileiros ralam para andar nos conformes, deixam de comer e ter lazer para arcar com despesas de moradia.
    O Estado democrático de direito deve estimular o cidadão a cumprir as Leis.
    Exemplos como esses dois criam uma legião de espertos que só aumenta.
    E já está comprovado que a educação pelo exemplo é das mais eficazes.

  • Osvaldo Peixoto diz: 30 de janeiro de 2013

    Mais grave ainda foi a entrevista do representante dos ocupantes da área, CBN-Dário , ameaçando a policia dizendo que vão para o enfrentamento. Liberou Geral, bota poste mijando no cachorro nisso meu.

  • rodrigo diz: 30 de janeiro de 2013

    Perfeito o pensamento Cacau! Vou montar minha casa em cima das dunas e quando me forçarem a desocupar tbm vou querer um terreno da União, de preferência com vista pro mar!!!! Tax tolo….

  • Paulo Bossle diz: 30 de janeiro de 2013

    Cacau!! Não é por acaso que o Nelson fez questão de te trazer para o Grupo RBS. Tuas colocações pertinentes sobre o assunto, tem a clareza e objetividade que o ele merece. Parabéns mesmo! Abs

  • Alexandre diz: 30 de janeiro de 2013

    Perfeito Cacau.
    Vender produtos pirata, não é crime????

  • Zi diz: 30 de janeiro de 2013

    Vale lembrar que foi a prefeitura que cedeu o espaço aos ocupantes, entretanto, não foi adquirido por posse… e os ocupantes pagam para a prefeitura todo o mês por utilizar o espaço.. ou seja, pagam licença para trabalhar e ainda mais.. todos foram obrigados a abrir empresa, serem registrados.. enfim….. são trabalhadores e honrram com seus impostos para poderem trabalhar!!!!

  • Ricardo diz: 30 de janeiro de 2013

    Cacau, o Brasil está virando uma bagunça geral, pois se para construir um hotel com toda a infraestrutura na ponta do coral os ecochatos e petralhas (pseudo defensores dos pobres e do meio ambiente) saem em passeata alegando a destruição da natureza e a ocupação desordenada da beira mar.
    Mas se for um bando de comerciantes que só vendem produtos ilegais e que mais sonegam do que pagam impostos aí ninguém pode mexer com eles, mesmo que estejam infringindo leis e regras, além de enfeiar a cidade e fomentar a ilegalidade, numa clara concorrência desleal com quem paga seus impostos.
    Realmente o poste está mijando no cachorro…e vai piorar, a julgar pelas ações demagógicas e populistas dessa quadrilha de Brasília, pois não faltará políticos petistas e entidades ligadas aos bandidos federais para se colocar à disposição dos invasores sob o argumento de que são pobres trabalhadores.
    Como se a lei não fosse para TODOS, sem distinção.
    Como diria Rui Barbosa “ou restauremos a moralidade ou nos locupletemos todos”
    Quem viver, verá!
    Abraço.

  • Claudinei M. Santos diz: 30 de janeiro de 2013

    Mais um pouco, teremos bolsa para financiar cursos de administração para estes executivos de fronteira, que além de depredar o espaço público, estão a exigir que o poder público, os realoque, porém em uma área em que eles possam exercer sua profissão (sonegadores profissionais).
    É caso de se pensar, se o Estado se torna conivente e não exerce corretamente o seu dever de policia, ou seja, coibindo os executivos de fronteira se estabeleçam, em função de interesses que visam somente a próxima eleição.

  • Tadeu diz: 30 de janeiro de 2013

    Muito bem colocado Cacau. Espero que o prefeito leia e reflita .

  • da ilha diz: 30 de janeiro de 2013

    Esses dias vi mercadoria ali com marcas famosas, réplicas no caso e ninguém diz nada, realmente o poste pegou o cachorro

  • silverio diz: 30 de janeiro de 2013

    Aquilo alí está cheio de gente com muita grana e muitos “turcos” que não abrem lojas para não pagarem impostos. Assim fica fácil. Vão ao Paraguay, trazem as muambas e vendem as vezes com preços quase igual ao comércio. Sem comentar que os produtos não tem a garantia que tem no comércio legal.
    Não me venham com desculpas que sobrevivem muitas famílias com aquele comércio só para sensibilizar a população. Chega. Estamos cheios de falsos empreendedores.

  • Sergio diz: 30 de janeiro de 2013

    Caro (a) Zi,

    Se a prefeitura cedeu, foi de forma irregular sem a autorização do verdadeiro proprietário (Gov. Federal), que agora está reivindicando o que é seu por direito.

    Pagaram, enquanto estavam usufruindo, e deixarão de pagar assim que desocuparem o lugar. E não houve nenhum tipo de aquisição, seja por posse ou de forma legal.

    Então, tem que desocupar, e pronto.

  • Pedrão diz: 30 de janeiro de 2013

    Chamem um certo advogado e façam o mesmo o que fizeram com o mercado público e as antigas placas de táxi.

  • Roberto Salum diz: 30 de janeiro de 2013

    Estão esquecendo que ali era mar e tudo foi aterrado com nosso dinheiro. Não vejo ninguém lutar ou no mínimo cobrar da União o custo do aterro que na época foi uma fortuna e quem pagou foi os Catarinenses. Que direito estúpido é este que depois de pronto, dão o golpe e na maior cara de pau, se sentem os donos da área que nós aterramos. O fóco deveria ser outro. Se foi permitido pela União aterrar, então é mais que justo ser de nossa propriedade e não da União. Isto é golpe.

  • Claudio Birras diz: 30 de janeiro de 2013

    Sugiro essa turma que se acha injustiçada feche a SC-401 queimando pneus, mas tem que ser em 2x, ou seja, em dois dias diferentes que nem a turma de moradores da tecnópolis que não podem fazer o retorno 1 Km mais adiante prejudicando todos que moram no Norte da ilha.
    Em tempo: 1º) sou contra aquelas construções (direto do campo e camelódromo) ali no aterro e em qualquer lugar. Quer ter um ponto comercial, que alugue, tá cheio de pontos comerciais pra alugar. Transferi-los pro antigo terminal de onibus é uma idéia ANIMALESCA + BURRA + “REDÍCULA!; 2º Sou contra fechar a SC-401 e qquer outra rodovia/rua pra manifestação, todos tem o livre direito de ir e vir, tá na consatituição; e em 3º) O DEINFRA AMARELOU PRA UNS 50 DESOCUPADOS EGOISTAS + A TURMA DA TÉCNÓPOLIS QUE NÃO PODEM NADAR 1kM A MAIS PRA RETORNAR PRO CENTRO…..EGOISTAS POIS SÓPENSAM NELES EM DETRIMENTO DE 99,9% DE QUEM USA A SC-401.

  • Sergio Marques diz: 30 de janeiro de 2013

    Realmente é um absurdo q fazem com estes empresários que encaram os perigos das rodovias brasileiras, deslocando-se por aproximadamente 2000 km (ida e volta) até o Paraguai, risco de se acidentarem, serem assaltados, perderem suas mercadorias em fiscalizações da receita e policia (tudo isso para não aderirem a lei do sacoleiro e pagar imposto), e al chegar em floripa com os veículos (que geralmente são financiados em nome de laranja) abarrotados de mercadoria, se vêem arriscados de perder seu comercio!!! É de cortar o coração né não? São contraventores contumazes, e se engrossar a fiscalização sobre produtos falsificados e contrabandeados durante um período de 30 dias, se ficar 3 lojas abertas será muito. O resto fica escondido até acabar a fiscalização. Mas é isso… O estado é conivente com esse tipo de comercio.

  • Corneta mané diz: 31 de janeiro de 2013

    Alias, quantos produtores rurais colocam seus produtos no direto do campo?? Ou será o espaço utilizado por apenas atravessadores q não conseguem diferenciar uma beterraba de uma cenoura?

  • Magno da Silveira diz: 31 de janeiro de 2013

    Tudo bem, também acho errado esse processo todo desde a tal “concessão”, mas porque estranham isso se o nosso mercado público é o único que vende sapatos sabe-se lá da onde eles vem. Aquilo ali é, também, uma pouca vergonha. Nas grandes cidades são locais para comprar e degustar sabores da terra, aqui é para vender calçados piratas. Eita Floripa.

  • silvia helga diz: 31 de janeiro de 2013

    Esse camelódromo é uma fraude. Fui comprar um celular mas achei que o preço estava muito alto para um tipo “marca diabo” com 6 meses de garantia. Fui numa autorizada para comparar preços. Achei uma oferta do Nokia mais em conta do que um similar vendido no tal camelódromo. E com 1 ano de garantia. Pode?

  • Jo diz: 31 de janeiro de 2013

    Concordo com a maioria dos comentários, mas acho que se aquela area não era da prefeitura, então por que ela construiu o camelodromo ali? E por que ela cobra imposto dos comerciantes?
    Outra coisa a União vai desocupar aquela area para fazer o que com ela, parque? Para servir de reduto de usuarios de drogas, mendigos.
    Se bem me lembro esses camelos foram tirados da rua Francisco Tolentino, mas ainda tem camelo lá.
    Quem poderia respónder a essas perguntas?

  • epa diz: 31 de janeiro de 2013

    AS viúvas da ditadura militar e a turma que mamava nos juros sem precisar trabalhar para viver já tem um culpado para o caso:
    A presidenta Dilma.

  • Leo B. diz: 31 de janeiro de 2013

    Não conheço os autos. Mas tem alguma coisa errada, ou várias erradas, dá a sensação que a tua propriedade não é mais direito real, daqui a pouco alguém bate a sua porta se dizendo dono, no caso os índios nativos. Conjecturando um pouco mais, a quem pertencia as terras do Brasil, aos índios, no entanto, estão encurralando os mesmos. Então vejamos, todos os terrenos da orla, pertencem a marinha e ponto final, vamos botar tudo abaixo porque quem autorizou a construção não foi a marinha (União), portanto, entendo que aquela área é do Estado, ou no mínimo deve ser indenizado em caso negativo. Depois discute-se quem deve ocupá-la.

  • Alvaaro diz: 31 de janeiro de 2013

    Alguem há muito tempo deixou eles ficarem, sobrou para o atual (prefeito) se livrar do imbróglio.

  • nelson diz: 31 de janeiro de 2013

    O DIRETO DO CAMPO nao era para ser uma feira que venderia mais barato por receber direto do produtor? Nao e o que se pratica por la: tenho comprado frutas e verduras MAIS BARATO nos supermercados. DVD’s PIRATAS sao vendidos na porta da feira diariamente. A limpeza e qualidade dos produtos tambem nao sao la essas coisas.

  • pedro diz: 31 de janeiro de 2013

    Cacau esta certíssimo, como todos os outros comentários, sempre estas certo. Aliás admiro muito teu trabalho, como colunista, apresentador, dj, radialista, torcedor do botafogo e Avai, és o The Best of.
    Aproveito para solicitar para mim e minha nega velha um par de ingressos da Feijoada, ja que moramos na costa da lagoa e poderíamos chegar com nossa batera pelo canal da barra.

  • A verdade Nua e ÁCIDA diz: 31 de janeiro de 2013

    Vocês estão olhando só um lado da moeda. Sejamos coerentes, a cidade permite sim o comércio de produtos “importados” desde que o estabelecimento comercial pague seus impostos como sempre aconteceu com o camelódromo próximo ao MERCADO PÚBLICO, este que mantém suas atividades até hoje, mesmo trazendo produtos falsificados, cópias baratas do Paraguay etc… assim como o CAMELÓDROMO DO CENTRO SUL.

    A segunda polêmica levantada é o local “impróprio” que eles estão instalados. Vocês sabem que cedeu aquele espaço a 20 anos atrás para aqueles comerciantes? A própria prefeitura, com autorização, alvará, licença e toda aquela papelada… Agora a União que compreende ao órgão FEDERAL ,quer tomar o terreno novamente. Eis o problema, pois se olharmos pela ótica da LEI eles não podem desapropriar ninguém depois de 4 anos. E mais, os comerciantes e feirantes pagavam seus impostos devidamente, aluguéis e estavam dentro dos conformes.

    Arrancar um comerciante de seu ponto, que ao longo dos anos conquistou uma cliente-la que por sua vez consegue desta forma sustentar várias famílias, é o mesmo que tirar comida da mesa de muitos jovens, velhos e crianças.

  • Sergio diz: 31 de janeiro de 2013

    Caro Leo B.,

    Antes que se crie alguma confusão, aqui não se discute nenhum direito de propriedade, o que se discute é a desocupação de uma área da união.

    Falando em direito real ou “adquirido”, daqui a pouco vamos liberar as invasões e ocupações, para que todo mundo tente arrumar um cantinho por aí, na “faixa”.

  • MCS diz: 31 de janeiro de 2013

    Ué Cacau, mas você não é um ardente socialista? O Socialismo (na verdade é corporativismo fascista comprando o governo para lucrar do Socialismo totalitário. Por isso tantos ministérios e agências para sugarem do erário e darem aos fascistas) dita que a classe média tolinha tenha que redistribuir o “amor” e seja forçada a dar loja aos camelôs. Os heróis de vocês, Lula e Zé Dirceu e Dilma, chamam isso de “coletivismo, cumpanheiros”.

    Em tempo: o Ministro do Trabalho francês acabou de anunciar que a França está falida. Pudera, acho que só o Brasil ganha da França no número de carimbadores de papel que trabalham 8 meses por ano e se aposentam antes dos 50 anos. Como venho falando: O Brasil é a Grécia amanhã.

    Agora eu deixo vocês voltarem ao mais importante: 1. picanha e dancinha na laje; 2. discutirem em minúcia o pão e cirquinho (também chamado de futebol); 3. pesquisar no Google a bagulheira chinesa que irão comprar na próxima viagem farofinha incrusão; 4. clonar o que Hollywood vomita.

  • Lulu diz: 31 de janeiro de 2013

    Pagavam aluguel enquanto estavam ali.
    O proprietário “pediu o ponto”. Tem que sair. Não precisa mais pagar.
    Nem importa se a PMF locou o que é da UNIÃO.
    Foram colocados ali por um tempo pois esse pessoal já dava trabalho quando estava na Francisco Tolentino, tiveram uma chance de melhorar de vida e ainda querem ter razão. Confundem taxas com impostos, vendem SÓ PORCARIAS contrabandeadas, e ainda tem coragem de botar banca de que “estou ha mais de 4 anos e não saio. “

  • Juliana Desterro diz: 31 de janeiro de 2013

    E o aluguel deles(comerciantes)vai pra quem?Pagam o IPTU sobre estes imóveis?Para a PMF fazer melhorias ?Assim também é a antiga rodoviária na Hercílio Luz e o próprio mercado público.Quanto pagam de aluguel os comerciantes nestes lugares,dita área nobre da capital?Afinal é no centro da capital.Já que os “estrangeiros”que vendem chapéus,brinquedos,meias,xales,camisetas,etc e tal nas bandas do
    calçadão também não pagam nada,estes que estão sendo despejados mudem-se para lá.A PMF é uma mãe.Dão esperanças para estes comerciantes e depois .. .

  • Roberto diz: 31 de janeiro de 2013

    Cacau, meu velho Comendador.

    E o pior é que o Cesar Bonzinho Souza, disse que iria proceder a estudos visando assenta-los, justamente no Terminal Cidade de Fpolis, que caiu como uma luva para atender aos amarelinhos.
    1 grd. abraço e saúde.
    RP

  • Manoel da Costa e Silva diz: 31 de janeiro de 2013

    Boa Cacau, apoio a sua idéia.

  • & diz: 1 de fevereiro de 2013

    ? O pinto do soldado embriagado foi em cana, apareceu com tarja preta & os dos surfistas foram para a tela já salgadinhos à degustação… daqueles bonequinhos rindo… é sempre assim, como no caso dos camelódromos, curió leva pilotada, piriquito leva a fama, dois pesos e muitas medidas. Dá-li Cezinha!

  • Alvaro diz: 1 de fevereiro de 2013

    Aí, se o Cacau ficar muito tempo com água pela cintura o Pedro morre afogado.kkkkkkk

  • Made in China diz: 14 de fevereiro de 2013

    Quanta hipocrisia!!!Eu aposto que todos que escreveram sobre o camelódromo e seus produtos tem ao menos um eletrônico, um óculos, uma roupa, uma bolsa, com uma pequena etiqueta escrita MADE IN CHINA.
    Antes de falar sobre qualquer assunto devemos conhecê-lo.
    Na “novela” do camelô os que menos tem culpa são os trabalhadores.
    Eles ocupam uma área com a conivência da Prefeitura que recebe por isso.
    A Área não foi invadida.
    Engraçado, várias áreas da cidade onde estão construções de pessoas, digamos mais abastadas, ninguém aponta.
    Agora quando se trata de pessoas “menos abastadas” atiram pedras…
    Volto a dizer…HIPÓCRITAS.

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