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Má experiência

28 de fevereiro de 2013 1

As cenas de intolerância e discriminação, presenciadas na temporada que vai chegando ao seu final na Ilha, devem ser debitadas à parte triste e inaceitável da experiência humana – e por isso mesmo devem ser completamente erradicadas.

Comentários (1)

  • Luciano diz: 1 de março de 2013

    Cacau, certamente a intolerância deve ser erradicada.
    Mas para isso, tem que ter respeito mútuo de todos. O que se vê também são pessoas que desconsideram o espaço alheio para manifestar-se sobre suas preferências de clubes de futebol, relgiosa, cultural e sexual. Ainda não dá para um torcedor do Figuerense ficar no meio da torcida do Avaí e gritar gol sem apanhar; não há protestante que tolere que um católico diga que igreja evangélica só serve para tirar dinheiro dos menos esclarecidos sem que isto gere um bate boca ou coisa pior; ainda não se aceita que casais homosexuais troquem caricias e andem de mãos dadas em praias frequentadas por famílias sem que isto gere constrangimentos, violencia verbal e física.
    O primeirio passo para erradicar a intolerância como disse éo respeito mútuo, o segundo, é cada um repeitar o ambiente do outro, é como permancer no meio da torcida do adversário. A partir destes princípios, pode ser estabelecida uma base para o diálogo e ao longo do tempo para a tolerância. Não digo que o diálogo seja fácil, mas este nunca haverá sem respeito mútuo.

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