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Barbaridade

25 de março de 2013 3

Custei pra dormir ontem depois daquela reportagem no Fantástico sobre o sequestro de crianças em Gaspar. Tirar assim, na marra, proibindo de vê-los, o que mais amamos, nossos filhos, porque os pais têm algum tipo de problema, é demais. Sangue, amor materno, saudade. Nossa senhora, com filho não se mexe. Problemas todos temos. A vida é um problema.

Fiquei curioso para saber o problema de quem autorizou acabar com aquela família, separando seus membros. Será essa juízo um ser perfeito em casa? Tirar das crianças o que elas mais precisam, os  pais e os irmãos?. Fiquei e continuo indignado.


Comentários (3)

  • Renata Vieira diz: 25 de março de 2013

    Cacau, infelizmente existe MAIS uma MÁFIA no Brasil e não é recente: é a de destituição da paternidade em tempo RECORDE (para os padrões lentos da Justiça brasileira), tudo em conluio com juízes, promotores e conselhos tutelares.
    Só um oligofrênico (ou a velhinha de Taubaté) acreditaria nessa versão da juíza que “sequestrou” 7 filhos (1 fugiu para o mato) de um casal porque o Estado não teve – e não tem- competência para curar o pai da doença chamada alcoolismo.
    Mas todas as pessoas entrevistadas que conhecem a mão foram unânimes em afirmar que ela dava carinho, amor e trabalhava como faxineira para tentar educar os filhos.
    E o mais esquisito é aquele caso em que um tio, cuja filha já está cursando arquitetura, nem foi consultado sobre o interesse em ter a guarda de uma criança que, inclusive, estava sendo pribida de receber visitas da família (???).
    Mas, milagrosamente, depois da reportagem do Fantástico, muda TUDO e o tio já está com a criança…o que MUDOU TÃO RÁPIDO ? A condição do tio ou o receio da dimensão da DENÚNCIA ? Mistério…
    E imaginar os absurdos que devem estar ocorrendo Brasil afora, em lugares miseráveis, onde nem a a tal “justiça” consegue chegar…
    Fiz parte de uma lista para adoção, por 4 ANOS, em Florianópolis, não coloquei limites de idades, cor ou outro tipo de restrição (o que eles alegam para justificar essas adoções suspeitas, a maioria para estrangeiros), mas NUNCA recebi NENHUM comunicado do Juizado da Infância perguntando se eu queria alguma criança, dessas tantas que estão em abrigos, mas apenas fui solicitado a ficar com uma criança no final do ano de 2011 porque o abrigo/orfanato ficaria fechado em virtude das férias dos funcionários, mas a tal criança não estava na lista de adoção porque a mãe, drogada e o pai preso, ainda tinham possibilidade de receber a criança de volta.
    Esse argumento – surrado e ultrapassado – de que existem mais pessoas querendo adotar do que crianças para serem adotadas e, mesmo assim, as crianças continuam ABANDONADAS, é mais uma falácia que não se sustenta na realidade dos fatos.
    Abraço.

  • maneca diz: 25 de março de 2013

    Kkau. Estes procedimentos compulsórios de destituição de parternidade são imprescindíveis em defesa da vida e da formação da criança e do adolescente em situação de risco . Agora, como qualquer instituição humana, a justiça também é feita através dos homens, logo, não está isenta de maçãs podres.
    Mas como de hábito , em tudo neste país , o cumprimento das leis são celeres e se encerram no imediatismo de baixo custo das medidas restritivas e repressivas, permanecendo em aberto um vácuo no relativo aos dos demais institutos correlatos para implementação e obtenção dos resultados projetados.
    Servem como exemplos flagrantes desta deturpada e triste raalidade não somente casos como estes de destituição de paternidade em Gaspar, como nos internamentos de menores infratores, de afastamento de um dos conjuges do lar, e, tantas outras hipóteses, passíveis de se converter em posterior malefício – individual e social- de difícil remoção, superior mesmo aos benefícios iniciais imediatos.
    Como decorrência depois de consolidado o fato, correr atrás do prejuízo não é tarefa fácil e a possibilidade de êxito fica a cada dia mais distante.

  • leo B. diz: 25 de março de 2013

    Curto e grosso. “CNJ nelas” e a imprensa em cima para não esquecer.
    Ah, resolve, e como resolve.

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