Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts de junho 2013

É Campeão!

30 de junho de 2013 28

Brasil conquista, hoje, no Rio o titulo da Copa das Confederações. E você sabe o que isso representa para o povo brasileiro a partir de amanhã?

Releases

30 de junho de 2013 6

Estão surgindo tantas empresas de assessoria de comunicação em Florianópolis que, daqui a pouco, quem não estiver nos releases não estará no mundo.

Depois do jogo

30 de junho de 2013 3

Programa De Tudo um Pouco, hoje, na TV COM, com certeza terá mais audiência na reprise das 23h30min do que no inédito das 20 horas, já que a decisão da Copa das Confederações será as 19 horas. Mas não deixem de ver: escritor e jornalista uruguaio Eduardo Hugres Galeano vai explicar o que se passa com os jovens que perderam a paciência com governos corruptos; Maria Claudia faz uma vista a redação do Diário Catarinense, o principal jornal do Estado; no meu Arquivo recordaremos figuras expressivas da cidade que já morreram, enquanto no estúdio, uma entrevista com o escritor Breno Atieres e a blogueira Mariah Rodrigues,  vão discutir o novo comportamento de homens e mulheres em Floripa. Vem chumbo grosso por ai. E, para terminar, Luiz Henrique Rosa acompanhando no violão, em Floripa, sua amiga Liza Minelli cantando deslumbrantemente deitada na  rede em Cacupé.

Concursos

30 de junho de 2013 4

Cacau, 

Na esteira da questão da eliminação por tatuagem, espanta-me o edital do corpo de bombeiros de SC, em que maiores de 28(se não me engano) não podem concorrer as vagas de oficial. Juntamente, percebo o mesmo problema no concurso da marinha em que maiores de 30 não podem concorrer as vagas. 
Responda-me: e o princípio de que somos iguais perante a lei com mesmos direitos e deveres? Só porque sou um “pouco titio”(como as garotas agora me chamam na noite, pode?), não estou preparado para servir a sociedade?. Ainda mais que as vagas são para funções administrativas(não preciso correr, nem nada, estou despreparado? Será que esqueceram que panela véia é que faz comida boa? 
E pior, com a minha idade e experiência profissional, estou muito mais preparado para gerir processos administrativos que um garotão recém-formado….
Questonadas sobre o assunto o ministério público federal resumiu-se a dizer: 
 
Resposta: A Ouvidoria do MPF atua em relação a conduta de seus membros e servidores (Portaria PGR n. 519/2012). Assim sendo, sua demanda não se insere em nossas atribuições. Entretanto, em relação a sua demanda, verificamos que já existe atuação do MPF na Procuradoria da República no município de Anápolis (PRM-APS-GO- 00000859/2013) e na Procuradoria da República no Rio de Janeiro. A Ouvidoria do MPF agradece seu contato.

E o ministério público do Estado se quer se manifestou, então?
Agora, o sr. que tem acesso a turma lá de cima, não pode perguntar a eles por quê isso? Estou realmente curioso
 
No mais obrigado…


Atenciosamente,
Gil Santos

Crise dos 40

30 de junho de 2013 4
Caro Cacau, vê se essa não é do cagalho:
La com os meus 20 e poucos anos comecei a ouvir sobre essa tal ta crise dos 40 (anos).
La pra depois dos meus 30 anos comecei a falar pra mim mesmo que jamais ia entrar nessa.
La já com os meus 39 anos já estava em crise comigo mesmo com essa tal de crise dos 40 (anos).
Hoje com 45 anos, não sei se é crise dos 40  ou 40 anos de crise.
que crise meu Deus.
um abraço. Zani Cardeiro.

Barbaridade

30 de junho de 2013 16

Caro Cacau

Venho através de sua coluna mostrar, como pai que sou, minha total indignação com a falta de respeito com a vida.
Te pergunto: Que direto tem um FDP de atirar na cabeça de uma criança de 5 ANOS que desesperadamente pedia para o assaltante não matar a “mamãe”??
Esse caso do menino boliviano é revoltante. O ser humano, se é que podemos chamar esse animal de humano, perde seu próprio direito de viver. É urgência que precisamos mudar antes de tudo nosso comportamento se queremos que nosso país mude!
Forte abraço!
Daniel Pozzobon.

 

Vou dizer uma coisa, meu caro Daniel: não fui a festa nenhuma, não entrei em único bar, não falei com ninguém neste final de semana, deprimido com esse caso da famíla boliviana em São Paulo. Assim não dá para ser feliz neste país.   

Passando a limpo

30 de junho de 2013 2
Cacau, seria mais fácil passar a limpo implantando o voto distrital com reccal.
Lamentavelmente o povo não conhece isso, salvo excessões.
Caso você concorde, poderia informar no jornal e na TV sobre esse sistema que limita a captação dos votos numa área determinada e, caso o eleito não satisfaça as necessidades da população, poderá ser descartado com nova eleição.
 
Ernesto Weber Rossa
Contador
Florianópolis
 
0bs.
vide
 
 

No meu time não bate

30 de junho de 2013 7

O quase aposentado Diego Forlán acaba de perder mais um pênalti pelo Uruguai na decisão do terceiro lugar contra a Itália na Copa das Confederações em Salvador. Itália ficou com o terceiro lugar.


Filhos: melhor tê-los?

30 de junho de 2013 3

 

(Por Edmundo Arruda)

Hoje dou continuidade, diriam alguns, amigos ou não, a um mais um reflexão conservadora, talvez em busca do que realmente sou.

Hoje penso nas crianças, crianças que chegam ao mundo e querem pouco, querem brincar, carinho, amiguinhos, aconchego do lar, sobretudo, pai e mãe juntos.

Claro, dirão os “iluminados” da vanguarda moral,  “revolucionária” dos bons costumes, melhor pais separados que unidos repassando para os filhos suas inseguranças, traumas, ódios, etc. Isso é uma obviedade. A questão é outra.

Os filhos têm nos pais o amor em sua pura animalidade, seus protetores, provedores de alimentos e de instintos, conhecimentos. As crias amam seus genitores por paixão pela vida, que visam reproduzir.  Isso pode ser observado no contrato natural entre várias espécies, e come feito vale para os seres humanos.

Volto ao ponto, eu dizia que a questão era outra, e é. Se os que se casam e reproduzem não se dão bem, melhor separar como uma real e inequívoca prova de amor, pelos filhos, por eles mesmos. Mas as pessoas se juntam e se amam, mas não pensam que ter filhos é coisa muito séria.

Hoje estou convicto que um mundo melhor pode ser molecularmente mudado se pensarmos duas vezes antes de termos filhos, porque filhos são coisa seriíssima. O preferível é produzir herdeiros para deixar para eles uma herança de vida, de valores, a começar pelo simbólico que os marcará para sempre: o amor do pai pela mãe, a gestão cuidadosa do cotidiano, a atenção pelas coisas profundas que todos os filhos colocam para os pais.

Os filhos querem uma herança que não é nem pode ser a do luxo dos valores materiais. Não almejam poder, dinheiro, bens raros e signos de distinção e privilégios. Querem receber dos pais valores, valores éticos, valores morais, valores que tudo tudo mudam.

Por exemplo, querem que haja uma coerência do valor amor. Se seu pai é o Pai, o referencial do Homem, querem o que de melhor ele puder expressar, não em palavras, mas em condutas. Da mãe querem a potência do Feminino, o equilíbrio do olhar singelo, o acompanhar lado a lado em tudo que importa. Da mãe se espera o que o Homem não pode dar, o equilíbrio e o tempero do viver.

Ora, o que vemos, filhos abandonados por poderosos. O abandono de menores por miseráveis é até compreensível. A miséria material gera miséria espiritual, embora a dignidade recalcitrante seja uma resistência contra uma certa ideia elitista que a pobreza somente gera pessoas pobres. Nada mais falso. Há uma incrível capacidade dos excluídos, ou parte deles, de se superar. Mas volto ao ponto, volto às elites e às classes médias e aos seus filhos.

Os filhos das elites e os filhos das classes médias quando oriundos de pais separados, são carentes de algo mais que os pertences materiais não alcançam. Essas crianças também sofrem uma violência simbólica imensa. A denominada alienação parental é somente a ponta do iceberg da tortura que pais impingem aos seus filhos, dilacerados pela separação que para eles, jamais será algo natural, como pensam os seus genitores numa espécie de racionalização piegas.

Então, fugindo de qualquer discurso moralista, se isso é possível, filhos não devem ser projeto de vida para qualquer um, somente para os que de fato entendam que essa opção implicará em limites para um outro viver, do passado.

Filhos exigem a superação do egoísmo individualista dos hedonistas na maravilhosa vida de solteiros, ou de amantes sem preocupações com o outro, o terceiro/

Esse terceiro que vem e revoluciona, em todos os sentidos.

Já estou no quarto casamento e tive quatro filhos em três desses matrimônios. Sei por experiência própria o que filhos de pais separados sofrem. Eles são seguidores do sentido de religião, querem re/ligare, religar pai e mãe. Mesmo com meses e anos do desenlace entre seus pais, sonham em vê-los juntos.

 Muito triste ver nos olhos de seus filhos pequenos o olhar que pergunta: por quê? como se para eles não fosse óbvio, serem frutos do amor e ao mesmo do desamor.

Então, sem querer ser chato já sendo, volto ao ponto, filhos, melhor não tê-los se o casal não estiver preparado para tal, e haja preparação. Amigos meus que se preparam há anos para um filho, vão desistindo, trocando-os por belos cachorros de apartamento. Belo exemplo.

 Claro, muitas vezes de um namoro, de um “ficar”  surge O descuido e uma gravidez. Aí temos que recolocar outra questão, para outro momento, o dilema do aborto, questão de saúde pública, anuncio. Ele veio e espera algo chamado amor. Mas como dar amor se não recebemos? Ou recebemos um amor truncado? Um amor pequeno, com cristo ou sem cristo, sem Marx ou com Marx?

 Finalizando, filhos valem a pena,  mas teríamos uma sociedade muito melhor com pais unidos, ao menos nas fases de formação da personalidade e do caráter, e de um conjunto de sentimentos e virtudes que o se sentir amado produz naqueles seres pequenos em formação, para os betoquais os pais são, até prova em contrário, o exemplo de heróis e a prova de que eles são diferentes, especiais, enfim, pessoas destinadas a serem seguros e felizes, inteligentes e amáveis. 

 Estou sendo conservador? Talvez, mas conservar algo bom, no caso, o sonho de ver crianças no seu lugar, o lugar idílico, o lugar da fantasia, o lugar dos circos e das festas juninas, parece razoável, e necessário. Afinal, a vida adulta já não nos espera e espreita com tantas armadilhas contra as quais será ainda mais difícil enfrentar sem as armas do equilíbrio,  somente experimentado pelos que são amados, desde sempre?


A Copa não é problema

30 de junho de 2013 9

Mesmo que venham a ser gastos R$ 28 bilhões com a Copa – incluindo estádios e infraestrutura urbana – isso não resolve o problema da educação no país, como querem alguns. É preciso parar de dar chutômetro e analisar os dados. O orçamento para a educação, em 2011, foi de R$ 252 bilhões. Ou seja, quase 100 vezes mais e ainda assim longe do ideal. Logo, a Copa não é o problema. Até porque com os estádios, os gastos foram de aproximadamente R$ 7 bilhões.

Segundo o economista e cientista social Mário de Almeida, a Copa do Mundo pode ser criticada por uma série de razões – custos de algumas arenas, privatizações mal esplicadas, remoções forçadas, desmandos da Fifa etc – mas ela não explica a qualidade atual da saúde e da educação pública no Brasil.

Comparado com outros países, o Brasil ainda investe pouco nessas duas áreas e a gestão dos recursos é ineficiente.