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Dá-lhe Uruguai

31 de julho de 2013 11
Tema da tarde no Uruguai: Lei que vai regulamentar a maconha. Parece que falta um só voto.
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Comentários (11)

  • Kinho Amarelo diz: 31 de julho de 2013

    MMMUUUIIITTTOOOSSSS DAQUI GOSTARIAM DE MORAR LA OU IRAO JA DE MALA E CUIA PRA LA……BJ E TI CUIDA E HOJI AO 12: 16 VC ARRASOU NO JORNAL DO ALMOÇO……

  • maneca diz: 31 de julho de 2013

    KKau. No submundo das máfias corporativas a informação é que como o Paraguai se recusou a participar (melhor, se curvar) ao MerDosul, o bloco deliberou em represália boicotar a importação da maconha paraguaia tranferindo os direitos de produção e exportação para o Uruguai com vantagens fiscais , eliminação de tarifas alfandegárias, restrições sanitárias, e fragilização da fiscalização e repressão (aquela tapeação,de sempre) de fronteiras e da chinelagem geral.
    KKau. Como sempre, mudam as moscas e a merda continua a mesma.

  • Calígula diz: 31 de julho de 2013

    Lá estão estão discutindo a maconha, aqui, apesar de todos os problemas (violência sem fim, educação da pior espécie, saúde vergonhosa, infra estrutura precária), discute-se a inclusão de equipes de futebol na série A.

  • Mr. Joint diz: 1 de agosto de 2013

    Não falta mais, foi aprovada!
    Agora só falta passar no Senado, onde a maioria é do governo.
    Parabéns ao Uruguai, primeiro no mundo a ousar quebrar o preconceito e a enxergar o futuro, deixando de lado ideias ultrapassadas e a repressão fracassada imposta pelos EUA ao mundo.

  • Digão SC diz: 1 de agosto de 2013

    Parabéns ao Uruguai.
    A decisão é acertada, e tenho certeza absoluta que o tempo vai comprovar.

  • Robson Góes diz: 1 de agosto de 2013

    É por estas e outras que o uruguai é um país pobre, ultrapassado e decadente.

  • Beaco diz: 1 de agosto de 2013

    Mais uma vez o Uruguai se coloca numa posição de vanguarda. O primeiro Pai’s no mundo a legalizar a plantação e o comércio da Cannabis Sativa, a popular e simpática maconha. Nas farmácias serão fornecidas 40 gramas por pessoa. Para o cultivo, ate’ 6 pés por domicilio. Esta decisão vai ajudar a diminuir a violência provocada pelo narcotráfico. E para coroar a luta dos irmãos Uruguaios, tudo com apoio da Organização dos Estados Americanos – OEA. Baseado nisso, fico feliz, aguardando uma decisão política do governo brasileiro sobre a legalização da Maconha.

  • Dr. Francisco Paz diz: 1 de agosto de 2013

    Acompanhou a campanha política do Beaco desde 1980. Lembro de 3 propostas de luta política, dele, o do partido verde PV, do qual o Beaco e’ fundador: A discriminar a maconha, o Aborto e o serviço militar não obrigatório. No Brasil o usuário não e’ preso. Mas a questão não e’ de prisão e sim de Economia. A maconha e boa para a saúde, para a industria têxtil, para o agronegócio e principalmente para o Brasil e os brasileiros. Parabéns pela tua visão política, Beaco. Sucesso ao Uruguai.

  • O mané diz: 1 de agosto de 2013

    Só para lembrar, o Uruguai também foi o primeiro país sul americano a libertar os negros da escravidão. Pense nisso Sr. “Róbson Góes” e outros conservadores e preconceituosos de plantão…

  • Robson Góes diz: 1 de agosto de 2013

    cada um com seu ponto de vista “O mané“, e o assunto é a liberaçao de uma DROGA e nao uma causa nobre como a aboliçao da escravatura! abç.

  • Fabrício diz: 2 de agosto de 2013

    Prezado Robson Góes,
    Como você bem sabe, o àlcool já foi proibido nos EUA e o resultado foi aumento da criminalidade e maior interesse por parte dos jovens, a liberação deste perdura até os dias de hoje e os resultados para a saúde pública não são nefastos como se dizia naquela época de proibição, certo?
    A maconha é muito menos nociva (estudos científicos comprovam, ao contrário do que alguns querem) do que o álcool, e portanto nada mais justo e racional que seu consumo seja liberado (penso que sofrendo as mesmas restrições do tabaco), aliás outra DROGA como você mesmo se refere à aqui discutida maconha, não é mesmo?
    Ainda, poderíamos discutir a “nobreza” da abolição da escravatura naquela sociedade, mas isto é outra coisa, você precisaria colocar-se no lugar de alguem que tinha todas as suas economias investidas na posse deles, e todo o sustento de sua família na dependência dessa mão de obra, sem possuir valores morais que só vieram a existir anos após a abolição, e daí não veria com esta clareza de agora, a nobreza da abolição.
    Abraço.

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