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Ela voltou

12 de dezembro de 2013 2
 
    A ideia da moratória da Bacia do Itacorubi proposta pelo ex-prefeito Dário Berger, que acabou rejeitada pelos vereadores, está de volta, e ainda mais abrangente.  Um projeto de lei complementar anunciado nesta quinta-feira pelo vice-presidente da Câmara, Tiago Silva, já larga com o apoio declarado de seis colegas: Pedro Silvestre, Afrânio Boppré, Matheus de Castro, Guilherme Botelho, Celso Sandrini e Lino Peres.
   Além dos bairros da Bacia do Itacorubi, o novo “defeso” inclui a Lagoa da Conceição entre as regiões onde durante três anos ficarão suspensos novos licenciamentos de prédios residenciais. Exceções poderão ser abertas dependendo do interesse público.    

Comentários (2)

  • maneca diz: 12 de dezembro de 2013

    Kkau. Tenho a seguinte indagação: Se a elaboração do Projeto do Plano Diretor -original – pressupõe audiência públicas, de modo, a assegurar a ampla participação da sociedade , quero crer que, igual pressuposto é exigido para a aprovação das emendas dos vereadores alterando o meswmo.
    Se não for assim ,qual a razão das audiências públicas, se posteriormente, os vereadores podem fazer modificações sem participação alguma da sociedade. Seria portanto, uma norma estúpida e inútil , e um desmedido aos munícipes
    O fato é que, depois de desconstituir por completo com suas incontáveis emendas de encomenda , todo projeto inicial do Plano Diretor elaborado com após audiências públicas, ou seja com a participação das comunidades locais e pela sociedade organizada , caindo em desgraça e em descrédio junto à população já no início dos mandatos , demagogicamente na pretensão ilusória de reconquistar sua afeição erguem bandeiras pontais e inócuas, porquanto nos locais em questão os imóveis economicamente proveitosos do ponto de vista dos grandes e lucrativos rstão no limiar da total exaustão forçando o redirecionamento da construção civil para outras regiôes . Assome-se as restrições de ordem ambiental, de tráfego e de posturas municipais, e se cxonclui que objetivo desta turma não é outro se não o de salvar a pele. Se é algo imperdoável e que a todos repugna é a traição. A mentira que não rari sucede é o artifício habitual de que se valem os traidores para – - como um manto , mascarar a vilania dos seus atos.

  • LUIZ ANTÔNIO MENEGOTTO diz: 16 de dezembro de 2013

    Construção zero.
    “Quando a última árvore tiver caído,
    quando o último rio tiver secado,
    quando o último peixe for pescado,
    vocês vão entender que dinheiro não se come”

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