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31 de janeiro de 2014 9

Por unanimidade, os desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) reverteram nesta quinta-feira a decisão do juiz Frederico Ernesto Cardoso Maciel, do Distrito Federal, que havia absolvido um homem flagrado traficando 52 trouxas de maconha por considerar inconstitucional a proibição dessa droga.

Comentários (9)

  • Free Mujica diz: 31 de janeiro de 2014

    O Uruguay em mais Grande movimento baseado na liberdade, abre as fronteiras para os paises do mercosul , principalmente para la trabalhar. E no Brasil …Quem sao os Troxas ??

  • Caco diz: 31 de janeiro de 2014

    Aposto que foram beber um bom whisky depois do julgamento. Hipócritas.

  • Sandra diz: 31 de janeiro de 2014

    Era só prá acalmar a galera enjaulada, gente, já pensaram nisso?

  • Rocker diz: 31 de janeiro de 2014

    Era óbvio que iriam reverter, pois a decisão foi totalmente contra a lei em que o Juiz deve se basear. Primeiro deve ser mudada a lei, o que duvido que aconteça tão cedo aqui na Banânia.
    Se mudassem a lei, permitindo ao cidadão cultivar a planta da cannabis para uso próprio, em sua residência, o traficante de maconha se tornaria instantaneamente obsoleto. Mas aí muita gente, inclusive do governo, deixaria de faturar essa grana alta.

  • Costa diz: 31 de janeiro de 2014

    Era o único certo, como muitos defendiam? Visão aberta? Moderna? Esclarecido? Que nada, era só jogo para quem gosta de confete.

  • gualter diz: 31 de janeiro de 2014

    E nao vao punir o ” Juiz” ? Tem que punir e manda-lo ler a LEI , que ele deveria ser o primeiro a fazer cumprir. Vem com sentencinha excentrica e aloprada para atrair a midia e nao acontece nada ?

  • Virgulino Lampião diz: 1 de fevereiro de 2014

    O art. 5º, inciso XLIII da Constituição Federal é claro: “a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem.”
    O resto, é conversa prá boi dormir, e chega de violência neste País, via de regra, quase sempre associada às drogas.

  • maneca diz: 1 de fevereiro de 2014

    Kkau. É mais um Zé ninguém para exacerbar os serviços judiciários, as prisões os custos dos xontribuintes , resulado de uma política criminal que a troco de nada , de exíguas vantagens sociais, a par de induzir a formação do mercado negro e toda crimaldade como consequência natural, como que um liquidificador, destruindo vidas, indivíduos e famlias.
    Enquanto as forças de segurança e de prevenção do Estado se esgotam seu mister inútiil no varejo. ,os verdadeiros criminosos agem no atacado livres e impunes , sobretudo, no atacado e sobre sobre o erário.
    É a velha história, em uma sociedade hipócrita e desigual algém tem que fazer o papel do bandidão, não raro, um pobre, “desajustado”,vãndalo ncapaz incapaz de se adequar a sua condição social de subserviência e inferioridade social.
    Enquanto isto….
    Brasil.País do Nunca.

  • Farias diz: 1 de fevereiro de 2014

    Gualter sabe qual a “punição” a um juiz neste país? Aposentadoria, pura e simples.
    Se bem que nesse caso ele poderia aproveitar e ler a lei que tentou surrupiar, a título de :”Ser uma pessoa consciente de sua visão da sociedade”.

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