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Há controversias

28 de março de 2014 11

O Secretário de Turismo, Cultura e Esporte, Valdir Walendowsky, considera a temporada de verão que acabou de acabar – saudade do Casseta e Planeta – uma das melhores de todos os tempos em Santa Catarina. Baseia sua afirmação basicamente na quantidade de cerveja, refrigerante e gasolina vendida de dezembro a início de março. Desculpe-me o secretário, mas esses não são indicadores seguros. Sabe-se, por exemplo, se houve aumento no número de turistas? E os restaurantes, bares, hotéis e similares tiveram aumento no faturamento? Afinal de contas, não vivem apenas da venda de cerveja e refrigerante. Portanto, há controvérsias.

Comentários (11)

  • Wall diz: 28 de março de 2014

    Com o calor infernal, literalmente, é claro que o consumo de refrigerantes e cerveja aumenta, e muito. Claro, com o calor, quem não quer ir à praia, o que justifica o aumento do consumo? Tem gente metida a político acostumada a arrumar números positivos apenas para se safar publicamente. Mas essa é realmente inédita.

  • Eduardo diz: 28 de março de 2014

    Caro KKau, vc melhor que ninguém sabe que o setor turístico, ao final de uma temporada, adora maquiar os resultados. Sempre é a mesma história: foi ruim, lucro menor, blablabla. Antes da temporada bradam aos quatro cantos que a temporada será a melhor do mundo, pois as reservas estão lotadas, etc e tal. Até as pedras sabem qual o motivo de dizerem que a temporada foi um fracasso. Alô Receita!!!!

  • Hélio diz: 28 de março de 2014

    O Secretário está mais perdido que cachorro caído de caminhão de mudança. Donos de hotéis, bares e restaurantes já disseram que foi uma temporada fraca, apesar do calor intenso.

  • amizade0706 diz: 28 de março de 2014

    Só cego não percebeu o aumento no número de turistas!

  • BENTO diz: 28 de março de 2014

    Cacau é assim que o governo trabalha.
    Usa os números dos impostos pagos pra fazer estatística.
    Só falta ele dizer que aumentou o número de telefonemas pois são as bases do faturamento da secretaria da fazenda.
    Infelizmente o secretário (que na iniciativa privada não seria nem mensageiro de hotel) executa a políticas de governo (cabide de emprego da grande coligação).
    Esperamos que em 3 de outubro ganhe férias pra sempre !

  • Miguel diz: 28 de março de 2014

    Isso que acontece quando colocam em cargos importantes como esse, gente que não sabe nada do assunto. CARGO POLÍTICO.

  • sandro alves diz: 28 de março de 2014

    cacau, sinceranmente, colocar esses pulhas como secretários é o máximo, por isso santa catarina em matéria de turismo é um zero a esquerda, esse tal dizer que venda de cerveja é a melhor de todos os tempos é fácil, é só ir na praia e ver a quantidade de pessoa, e familias com seus coolers e isopores cheios de cerveja, e os bares vazios pelos preços exorbitantes, esse secretário além de ruim, é burro igual a uma porta, por isso o ´´turismo´´ de SC é desse jeito, somente 2 meses de vendas de cerveja, faça-me o favor, esse governador não vê isso, dar cargo pra amigo político é fácil, dá esse cargo pra eu, faço melhor e cobro menos, politicagem do cacete, valeu cacau

  • Jose diz: 28 de março de 2014

    CACAU, ouvi o comentario do professor, que chamou o delegado da policia federal de desequilibrado, e lhe chamou de bobao, viu…esta e a nossa universidade. abc

  • Sergio diz: 28 de março de 2014

    Simples opinião de “burrocrata”.

  • Eloi diz: 28 de março de 2014

    Se o parâmetro for venda de cervejas, Blumenau tem muito mais turistas que Floripa.

  • carlos eduardo diz: 28 de março de 2014

    Brasileira singela e respeitável senhora de 58 anos, D.Edna, teve o aumento de 70% no faturamento com o seu artesanato.
    Com CNPJ, D.Edna é microempreendedora individual (MEI), através do SEBRAE.
    Participa de eventos internacionais, enriquecendo-os com produtos artesanais que carregam as cores, a cultura e o talento nacional para todos os turistas, traduzindo-se em qualidade de vida para ela e seus familiares.
    Detalhe:
    Não é uma notícia catarinense, não é o SEBRAE/SC e não foi aqui que o turismo fomentou o aumento da qualidade de vida de uma família de trabalhadores.
    http://jornaldabaixada.uol.com.br/?p=20851

    Aqui, a galinha dos ovos de ouros está restrita a poucos.

    O Turismo, com T maiúsculo, é um fenômeno descrito por Luiz Fernandez Fuster como sendo multidimensional.
    Isto, porque atinge várias camadas da sociedade de formas distintas e até mesmo em seus costumes e os valores dos personagens em questão. Mas, reflete em todos.
    Aqueles que vêm, consomem e compartilham da cultura local – quando há.
    Por outro lado, os que recebem-nos são, de alguma forma, influenciados pelos hábitos e costumes dos que tentam suprir, abastecer, acomodar, satisfazer.

    Se não há boi-de-mamão nas praças, se não há comunidades compartilhando seu folclore, suas crenças e costumes típicos, ir ao shopping é a mesma coisa.
    Só que, lá os shoppings são muito mais interessantes.
    Daí, se for pra sair de casa e gastar muito pra passar do mesmo modo ou, pior – filas e filas – melhor assistir algum canal de tv.
    As redes sociais são melhor termômetro do que declaração de autoridade em jornal, em matéria paga pelo estado, ou pelos patrocinadores e donos das grandes lojas.

    Quais os locais do país mais comentados durante o verão, nas redes sociais ?
    Quais locais promoveram os eventos mais atraentes ?
    Quantos dias de eventos e em quantas horas totalizaram-se, com quantos participantes – atores, músicos, cantores/as, bandas, poetas, escritores, artistas plásticos..?
    Qual o total de frequência nos museus, de pessoas não residentes ?
    Teatros? Galerias?
    Quantas apresentações folclóricas houveram, eventos promovendo a identidade cultural de Florianópolis?
    Se isto não importasse, não haveriam cinemas em todos os shoppings.

    Saudoso e ilustríssimo, um dos gurus do turismo catarinense, o falecido professor Ayres Ulisséa, cercado das mais probas e doutas pessoas da área na época- seu próprio naipe, instituiu o Instituto de Formação Turística e Hotelaria, que foi o germen da ASSESC.
    Iniciativas e boa vontade, coragem e ousadia não faltaram em todos estes anos – vão décadas!-, por parte de pessoas de alto gabarito e, inclusive, dos trabalhadores simples e dos nossos cidadãos micros e médios empreendedores.

    Falta liderança (aquela que ensinou a profa. Fátima,no IFTHSC) e gerência eficazes.
    Não faltam talentos e pessoas qualificadas, na área, internacionalmente.
    E… sobram sangue-sugas.

    O pior não é viver sabendo-se morrer. O pior é viver sem perspectivas, é a morte em vida.

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