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Verão

31 de março de 2014 16

Afinal, a prefeitura e empresários já começaram a planejar a próxima temporada de verão? Ou vão esperar que chegue novembro?

Há três áreas que necessitam de planejamento, treinamento e investimento: recursos humanos qualificados para hotéis e restaurantes; melhorar a infraestrutura dos balneários, inclusive com calçadas decentes e iluminação, e programar eventos e organizar museus, teatros e outros centros culturais, como as fortalezas, para que a cidade não tenha apenas os shoppings como opção de entretenimento, além das praias.

Comentários (16)

  • thiago diz: 31 de março de 2014

    Cacauzinho querido

    Gostaria que você demonstrasse a mesma preocupação perante a prefeitura. Todo ano circulam livremente ambulantes não fiscalizados, péssima estrutura de limpeza nas praias, chuveiros, etc. Será que existe algum fato mercadológico que te impede de fazer esses questionamentos?

  • Fredy diz: 31 de março de 2014

    Antes de melhorarem a infraestrutura das praias, precisam melhora muito a região central, continente e muitos bairros da Ilha. Privilegiam os turistas que ficam alguns dias na cidade e os moradores, que vivem aqui durante o ano todo são esquecidos. A prioridade é melhorar a cidade para os moradores, para depois pensar na infraestrutura turística. Faltam muitas coisas básicas em Florianópolis, como melhorar a educação, saúde, ruas, transporte e coisas mais essenciais para nós moradores. Concordo que devem planejar o turismo, mas a prioridade é investir para que Floripa seja uma cidade melhor para os seus moradores.

  • Gilmar Maia diz: 31 de março de 2014

    Cacau, pegando o gancho, é necessário também, ver a questão da exploração dos altos preços cobrados nos restaurantes, principalmente, durante a temporada. Em alguns, há o verdadeiro crime contra a economia popular (uma casquinha de Siri 16 reais).
    Também vou falar dos passeios, para a ilha do campeche, por exemplo, que na alta temporada estava o absurdo de 60 reais por pessoas. Imagine uma família de turistas?!
    Um abraço Cacau e obrigado pela oportunidade em escrever. Gilmar Maia

  • Luiz Carvalho diz: 31 de março de 2014

    Cacau, a ÚNICA preparação que os empresários e comerciantes de SC fazem para a próxima temporada é uma NOVA e MAIS CARA tabela de preços dos seus serviços.
    Se agora já estamos pagando R$ 9, 35 por uma garrafa de cerveja R$ 8,50 + 10%), imagine no verão ou nos feriadões.
    E o mais preocupante é que essa ganância em tirar do consumidor TUDO que conseguir, em vista do menor número de clientes, atinge a TODOS os prestadores de serviços e comerciantes, do mais simples boteco ao hotel 5 estrelas, o que gera uma expectativa inflacionária que não é boa para NINGUÉM.
    Mas, os metidos a “expertos” querem ganhar em 4 meses o suficiente para se manter o ano todo.
    Apenas como exemplo, paguei (eu e minha esposa) quase R$ 200,00 reais por uma moqueca de garopa, 1 cerveja, uma água, ouvindo uma música ao vivo de gosto duvidoso.
    Até quando essa fórmula vai funcionar?
    Abraço.

  • zeca diz: 1 de abril de 2014

    Boa Cacau mas se o turista vir e só reclamar
    melhor ir para salvador lá é ótimo nada de reclamações

  • João diz: 1 de abril de 2014

    É só mais um caso em que necessitados de uma palavrinha mágica: educação!

  • dudu diz: 1 de abril de 2014

    Tem velho esperando até agora remédio do posto de saúde que vinha com motoboy prometido pelo menino maluquinho
    Alias nem remédio no posto tem.
    Como anda a CPI dos ALVARAS?

  • Luciano diz: 1 de abril de 2014

    Cacau, bateste forte numa coisa para quem vive ou vê Florianópolis como cidade turística. As pessoas e empresas -hotéis, bares, restaurantes principalmente – tem que se aprimorar na qualidade dos serviços organizando-se se necessário para saber o que podem e o que querem fazer sem ajuda do governo.
    As pessoas que vivem do turismo estão fazendo o que? Ficar de bermuda e camiseta regata nas calçadas dos balneários com cartazes escritos à mão informando que aluga-se casa?
    Já os órgãos públicos têm muita coisa para fazer:
    Como anda a limpeza das ruas e praias dos balneários mesmo fora da temporada?
    Como anda a coleta de lixo nos balneários?
    Como anda o recolhimento de lixo de grandes geradores de lixo como hotéis, restaurantes, supermercados e pousadas?
    Como andam os preços das mercadorias e serviços nos balneários? Condizem com a realidade ou só querem saber de explorar turistas e nativos indistintamente?
    Em algumas praias no verão, há coleta de lixo diária, mas esta coleta seguramente não dá conta de levar todo o lixo produzido por estes grandes geradores que praticamente produzem lixo durante todas as horas de funcionamento? Existem alternativas disponíveis como oferecer ou disponibilizar formas para que estes grandes geradores transportem o próprio lixo -além do que já foi recolhido- para um destino final?
    A capacidade de fornecimento de eletricidade atende os consumidores sem transtornos? As interrupções do fornecimento de luz são somente as pontuais para manutenção ou porque não atendem a demanda?
    A água é fornecida de acordo com a demanda e mantendo a qualidade?
    A rede de esgoto atende todas as regiões balneárias? Esta rede da conta do recado?
    Como andam as obras de ampliação ou duplicação das rodovias estaduais que ligam os diversos bairros da ilha à região central?
    Onde os turistas encontram informações sobre a cidade, monumentos, museus serviços públicos e de utilidade pública/
    Tudo isto é coisa para ser vista, mas como sempre pensarão no assunto no período entre a última semana de novembro até 10 de dezembro e seja o que Deus quiser.

  • Airton Gaspar diz: 1 de abril de 2014

    Já comentei algumas vezes esse tema nessa coluna. Turismo é assunto sério, é a chamada industria sem chaminés. Quando nossos gestores, e uso essa palavra por que não os considero governantes, planejam a construção de um distrito industrial existe a preocupação com a demanda de água, energia elétrica, gás natural, saneamento, mão de obra, enfim, infra estrutura. No turismo tem haver a mesma preocupação. Além de tudo, tratamos erroneamente o turismo como evento sazonal e só é por falta de planejamento e captação de eventos em períodos fora da chamada alta estação. Os aluguéis de temporada, tomam conta de uma grande parte da renda arrecadada no município e essa quantia, que imagino nem ser estimada por nossos gestores simplesmente não é tributada além de concorrer diretamente contra a hotelaria, atividade que gera empregos e impostos. Não vejo dificuldade nenhuma em visualizar esse quadro, vejo sim um desinteresse ou despreparo total dos chamados gestores. Florianópolis é um dos principais destinos turísticos do País, reconhecido internacionalmente e mesmo assim não planeja nenhum avanço estrutural. Quanto as altas dos preços no período do verão também é ocasionada pela não distribuição do calendário de eventos durante o ano mas é mais fácil enxergarmos como exploração. Há solução sim, basta colocarmos as peças certas em seus devidos lugares.

  • verdadeiro diz: 1 de abril de 2014

    Semana passada, fim de semana normal. Levei meu cunhado e esposa para a Barra da Lagoa, aproveitei para perguntar o preço do passeio à Ilha do campeche..pasmem…70 pilas e nao se fala mais nisso…assim não dá….

  • Leo B. diz: 1 de abril de 2014

    E o que é que o cidadão de Floripa leva com isso?? Só ferro.
    Quero transporte decente, policia atuante nas ruas, e infra-estrutura que o governo tem obrigação de nos fornecer, o resto é por conta da iniciativa privada, e fiscalização neles, o PROCON DE SC, é caso de Procon contra si próprio, piada. Aliás, alguém já esteve no procon em floripa?

  • Schell diz: 1 de abril de 2014

    Se continuar essa política de pleno emprego (Floripa e SC são destaques) será difícil esses “empreendedores-predadores” conseguirem mão de obra (mesmo desqualificada) para a próxima temporada. Ninguém larga emprego de ano todo para se arriscar com as gorjetas do verão (que o salário, ó, pouquinho, pouquinho). Ou criam atrações para o restante do ano (e mantém o pessoal empregado: instruído, adestrado), ou ficará cada vez pior a temporada catarinense. Conheço bem o conceito da “safrinha”: ganhar em 60 dias o sustento do ano todo, que ninguém é de ferro para trabalhar sempre: e haja exploração.

  • Carlos Eduardo diz: 1 de abril de 2014

    Bom dia!
    eeehh olha o Cara aqui ó! bora rir da vida e pra vida? HAHAHA…!

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  • Biro Biro diz: 1 de abril de 2014

    Parece que estou vendo o filme se repetir, e desta vez mais trágico, dramático que em outros anos… A começar pela duplicação ( que já deveria ser triplicação) da SC 403, que certamente NÃO ESTARÁ CONCLUÍDA – quem viver não verá – , praias ainda mais entupidas que as ruas, faltará ainda mais água, luz, comida… Pois ano após ano vamos consumindo a natureza, a ilha, nossa preciosidade, e para ela, devolvemos o que mesmo?

  • fernando diz: 1 de abril de 2014

    Não compensa o turismo no Brasil. Mesmo com o real desvalorizado.

  • carlos diz: 1 de abril de 2014

    o CACAU VOCE É UM CARA DESINFORMADO… ..NÃO VISSE? EQUIPE COMPETENTE APRESENTOU PROJETO DE RESOLUÇÃO DE TODOS OS PROBLEMAS DA ILHA. A ILHA SERÁ UM PARAÍSO

    1o DE ABRIL….. PÁRA QUE EU QUERO DESCER…..

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