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30 de abril de 2014 11

Enquanto muitos insistem em defender teleféricos, metrôs de superfície e outras soluções mágicas – e caras – para a mobilidade urbana, o povo não parece muito seduzido pelos projetos dos tais“especialistas”. Pelo menos é isso que ficou claro nas votações do programa Orçamento no Bairro, criado pelo prefeito Cesar Souza Junior. No topo do ranking das obras mais votadas pelos moradores aparecem dois elevados, um no Rio Tavares e outro em Canasvieiras.

Comentários (11)

  • Seu Creison -son – son diz: 30 de abril de 2014

    Seu Cacau,
    Vagi vegi que o Questionárius que entregarium só tinha Ilson: dois elevados, um no Rio Tavares e outro em Canasvieiras.
    Ou Segia, não tinharas: os teleféricos, metrôs de superfície.
    Que Aliásgios, não Son cárius, porrias e coijas nenhumias.
    O negócios egi o retornios sobrius os investimentius – que é demoradius e elius queriem ganhar tudios de uma vegi só.

    Não pódius!!!!
    Não pódius!!!
    Não pódius!!!

  • Cidadão_Florianópolis diz: 30 de abril de 2014

    Prezado Cacau,
    Eu estive no domingo votando no programa Orçamento no Bairro. Vejo o programa como um avanço, e acredito que a Prefeitura e a população poderão aprender com o processo e melhorá-lo ao longo dos anos. Portanto, torço para que venha para ficar. Mas como alguém que esteve analisando o que foi proposto no programa, estas duas obras são importantes. Especialmente o elevado do Rio Tavares. Mas irão solucionar gargalos específicos. Tendo em vista que o orçamento no bairro está limitado a um montante de R$ 21 milhões para a cidade toda, não dá mesmo nem para sonhar com algo mais “elaborado”. Restaram estas iniciativas pontuais, que se não resolvem todo o problema, irão amenizá-lo. Aliás, eu gostaria mesmo que esse projeto do teleférico fosse melhor discutido. Acredito que temos formas melhores de aplicar esse recurso, pois o valor que vem do Governo Federal (R$ 67 milhões) não dá nem pra metade, e ainda vem como financiamento. E tem a questão de como esse teleférico será operado. Vide Morro da Providência no Rio. Mas o projeto segue sendo desenvolvido em quatro paredes, as comunidades não tiveram oportunidade nem de conhecer o projeto. Portanto, penso que a participação social nas decisões deve ocorrer não apenas nas pequenas ações, mas também nas obras milionárias que estarão endividando o município.

  • Jorge diz: 30 de abril de 2014

    Interligar os terminais TICEN, TITRI, TILAG, TIRIO, TISAN e TICAN através de um sistema teleférico poderia ser uma alternativa interessante para a cidade.
    Neste caso, o ideal é que estes terminais passem a ser servidos por micro ônibus com frequência maior.
    O teleférico poderia seguir sobre os canteiros centrais das avenidas e ultrapassar cruzamentos sem interferir no trânsito dos veículos.

    Entendo que esta alternativa merece melhor atenção.

  • Roberto diz: 30 de abril de 2014

    Cacau, meu velho Comendador.

    Exatamente isso. Sugiro, também, um elevadinho na SC-404, que demanda à Lagoa, na altura do entroncamento que vai para o Córrego Grande/UFSC. Mais um naquele pontilhão no Itacorubi, que vai em direção à via do cemitério do mesmo nome. Solução fácil e barata.
    1 grd. abraço e saúde

  • rodrigo diz: 30 de abril de 2014

    Enquanto a população não se adaptar e andar de onibus, ficaremos reféns das filas…basta olhar quantas pessoas passam por coqueiros pela manha, dentro de veiculos,,somente uma por carro!! Muitos dos onibus cruzam as pontes com lotação mínima…sei que existem problemas no transporte publico, mas temos que fazer a nossa parte.

  • Aurélio diz: 30 de abril de 2014

    O melhor para a cidade seria uma ponte ligando a Beira-Mar Norte à Beira-Mar Continental. Já há projeto para isso. Mas “não há dinheiro”. Mas para criar quase 500 novos cargos (a grande maioria de comissionados) no Ministério Público Estadual há dinheiro. E somos nós que vamos pagar os salários desse pessoal com os nossos impostos. Bando de otários somos nós, dermelivre!

  • carlos eduardo diz: 30 de abril de 2014

    A questão é o próprio debate e a maneira como foi conduzida.

    Uma coisa é debater as necessidades enquanto serviço público como meio facilitador dos cidadãos.
    Outra coisa é debater opções para o deslocamento de casa para o trabalho, a escola, etc.
    Se a população vai debater os acessos para seus veículos e a mobilidade destes, então já está concluído, ou melhor, descartado o transporte público.
    Para quê, então, existe o transporte público?
    ELIMINEM TODA A ESTRUTURA DE TRANSPORTE PÚBLICO e vai sobrar dinheiro para todas as estruturas viárias e, sem pedágio!
    Para quê diabos existe um Secretário de Mobilidade Urbana e uma Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana se não funcionam? Não trabalham objetivamente em um estudo e um projeto para, efetivamente, alcançar um objetivo – porque não é este o objetivo, então. E só ter um nome bonito e um salário num cargo público e ponto. Não deve ser um engenheiro pois, então saberia conduzir um processo para realizar um efeito.
    Quanta verba é destinada a um fim que não se cumpre? quanto, em porcentagem, representa a mobilidade urbana em transportes públicos, diariamente?
    E, se é tão significativo, então porque não se dá a devida atenção e necessário provimento a este elemento da vida cotidiana dos cidadãos?

    Alguém pode, por favor, declarar em público a verba destinada direta e indiretamente (obras, seguros,vigilância e limpeza,previdência, ar-condicionado,vale-refeição, combustível para veículos da frota e viagens, diárias) desta Secretaria ?

    SEU DINHEIRO – meu senhor e minha senhora, jovens trabalhadores/as e dos/as respeitáveis idosos/as(pagam impostos), ao invés de ir para a sua família, seus filhos e filhas, sua comida, seu conforto, sua moradia, seu veículo, afinal é do seu suor diário e necessário…
    ESTÁ INDO PARA UM BURACO NEGRO chamado SECRETARIA MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA.
    Qual a perspectiva que se tem? nenhuma! Não há perspectiva de mobilidade por meio de transporte de massa ou coletivo. Quem interessa-se por esta realidade?
    Só podem ser os donos dos postos de combustíveis, as instituições financeiras(financiamentos), as seguradoras, os vendedores de carros e concessionárias, as oficinas e as lojas de autopeças e os planos de saúde(e funerário).

    QUAL CIDADE, NO PAÍS TODO, tem esta absurda situação de lombadas? e ninguém questiona ? fora de padrão, e ninguém exige? fora da lei até, mas ninguém denuncia!
    Qual o consumo médio anual de pneus e amortecedores em uma cidade como Florianópolis, e , qual o mesmo consumo em uma cidade como Curitiba (observada a proporção)?
    Todos dizem que um carro é mais uma família para sustentar…pois agora? Quem sai perdendo é a sua família, em todos os sentidos.

  • Valdir diz: 30 de abril de 2014

    Mas o povo é burro, oras.
    E tem os governantes que merece.

  • jair da dinamarca diz: 30 de abril de 2014

    As solucões existem.
    Comprar umas passagens para o Prefeito e toda a sua equipe da Secretaria dos Transportes, tendo como destino a Cidade do México, para que eles vejam “em loco”, com “quantos viadutos” se administra a mobilidade urbana uma cidade com 25 milhões de habitantes, e milhares de carros circulando diariamente…e estamos conversados.
    bjs

  • Fernando diz: 30 de abril de 2014

    Babam tanto o ovo do pessoal de Brasilia e nunca tem dinheiro. A cidade como Capital de Estado não tem força política. Além disso, tudo não passa de jogo de cena. Agora mesmo tá tudo trancado. Não cabe mais automovel na cidade.

  • Adelaide do Trem Bala diz: 1 de maio de 2014

    Estou com o Seu Creison.
    ESCURRAÇAR mesmo.
    Metrô já.

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