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Maioridade penal

30 de junho de 2015 4

Deputado federal catarinense João Rodrigues (PSD) está propondo a realização de um plebiscito para determinar se o eleitorado brasileiro é a favor ou contra à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. A ideia é boa, mas o alto custo financeiro de uma consulta desse porte pode ser evitado com uma simples pesquisa de opinião pública. O Serviço Secreto do Cacau teve acesso a um estudo que deixa claro: mais de 70% dos brasileiros são favoráveis à redução.

Comentários (4)

  • Aurélio diz: 30 de junho de 2015

    O que existe neste país, realmente, é MÁ VONTADE e FALTA DE CARÁTER.

    Não há necessidade de se fazer um plebiscito exclusivamente para a questão da maioridade penal.

    Nas eleições norte-americanas eles aproveitam o pleito eleitoral para cargos políticos para também consultar o povo sobre diversas questões polêmicas. Então, na cédula eleitoral (que é de papel), além de o eleitor votar nos seus candidatos preferidos, o eleitor também assinala sim ou não para perguntas que estão lá na cédula, respostas estas que o governo, que é sério (ao contrário daqui), levará em conta quando da elaboração de leis específicas sobre os respectivos assuntos.

    Aqui no Brasil não. Diversas questões já poderiam ter sido consultadas simultaneamente com o pleito eleitoral, como a pena de morte, a prisão perpétua, a legalização do aborto, a legalização da maconha, uma nova consulta sobre o porte de arma de fogo, reforma tributária, reforma eleitoral, etc, etc, etc.

    A questão é que há temeridade de se fazer consultas populares. Feita a consulta popular, o que ficar decidido fica sacramentado, pois vivemos numa democracia. E como não há interesse em que o povo decida sobre questões que afetam políticos, governantes e outros setores poderosos, a consulta não é realizada. Alguém se lembra quando foi feita a última consulta popular no Brasil? Nem questões locais são consultadas, como a questão da ponte Hercílio Luz.

    Então é isso, vivemos num país de cretinos, onde impera a falta de caráter, e onde o povo não é consultado sobre questões importantes, pois o que o povo pensa pouco significa para a “tchurma” do poder. Ou mudou alguma coisa neste país depois das passeatas?

  • verdadeiro diz: 30 de junho de 2015

    Será mesmo que 70% sao a favor ? Faça uma enquete aqui e vamos ver os resultados.No entanto peçam aos votantes que se informem antes o que representa ou representaria uma redução de idade, aonde e como irá impactar bem como aonde e como ficarão presos estes menores, evitando assim um voto apenas por “modismo”….

  • Luciano diz: 30 de junho de 2015

    A idéia é boa e já que sai tão caro para fazer um plebiscito, que tal incluir no pacote a opinião dos eleitores sobre sinal de internet no plenário do congresso nacional para curtir pornografia, reeleição ad infinitum para vereadores, deputados estaduais, federais e senadores, e também se a população quer ou não o impeachment da Dilma!

  • maneca diz: 30 de junho de 2015

    Kkau. . Os parlamentares querem e alterar o foco direcionando os holofotes da opinião pública para uma questão de somentos importância comparativamente as questões de suma importância para a população brasileira que são a corrupção, os privilégios estatais, o corporativismo, a roubalheira, a impunidade geral , crimes esses que são todos eles cúplices por ação ou por omissão.
    Essa história de crime e castigo jamais vai ser solucionada sem a melhoria de vida dos brasileiros, realidade que desde o descobrimento e formação do Estado brasileiro escondem debaixo do tapete .Melhorar a educação, possibilitar aumento de renda, fazer de fato a inclusão social dos dessasistidos, formar verdadeiros cidadãos com direitos e deveres nada disso,o que importa é manter o status quo . Depois, alguém que faça o papel do bandido. Por ora são os menores. E a mídia conivente e parasitária faz o papel enaltecendo qualquer fato isolado num buraco qualquer do país como uma atrocidade corriqueira amendrotando as pessoas e induzindo-as pelo convencimento diário ser o maior dos nossos males, quando muito pelo contrário, em termos sociais o inpacto desses fatos, a despeito da dor e do terror causado entre os envolvidos, é insignificante para o resto da sociedade. Na Suècia em que se alcançou um padrão de vida razoável, os estabelecimentos prisionais estão sendo desativados sinalizando a relação direta que existe entre a miséria e a criminalidade.
    Particularmente , contrário aqueles que s[o apregoam ferro e fogo , me filio aqueles que propoe maior distribuição da riqueza auferida com o suor e o esforço de todos nós brasileiros. Ninguém pode ouvidar da transitoriedade, da falibilidade da vida e depois, quando se parte não acompanha caminhão de mudança. De que vale então toda acumlação material , toda essa ambição incontida , essa vaidade desenfreada e esse desejo permanente de prazeres nunca satisfeitos . Só vejo a vida como um espaço e um tempo dado a cada um de nós para se aperfeiçoar, para se lapidar como um diamante em valores que são a essência do homem, da humanidade civilizada e que nos diferenciam de fato dos demais seres e dos modos de vida primitivos,sobretudo, aqueles baseados na força , na violência e no ódio.

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