Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Drogas, o que faltou dizer...

31 de agosto de 2015 23

” Primeiro quero dizer que as únicas drogas que uso estão liberadas como: sal, açúcar, hambúrguer, tv, internet, celular, cerveja etc.
O ideal seria nunca usar nenhuma delas, nem as proibidas nem as “permitidas” mas esse não é o caso da humanidade que sabe dos riscos mas continua por séculos o uso de substâncias que lhe dão prazer ou por vários motivos.
Proibir o uso de determinadas substâncias é tão absurdo e ineficaz como proibir o sal que faz mal, pode matar, vicia e ao mesmo tempo colocar na cadeia junto com assassinos, estupradores e todo tipo de bandido quem consome seja um pouquinho no final de semana no churrasco ou quem perdeu o controle e exagera todo dia na comida. Não seria melhor para todos encaminhar para um médico que para a cadeia? Você sabia que a cervejinha – e toda bebida alcoólica – que você toma foi proibida por um tempo e você seria tratado como criminoso, preso se fosse beber com os amigos? hoje é um absurdo mas foi realidade um dia e muitos foram presos e morreram por isso.
A discussão vai longe e tem todo tipo de opinião, mas dá raiva de algumas do tipo: se liberar todo mundo vai usar ou que os traficantes iriam se beneficiar. Pelo contrário, se for liberado você iria arriscar sua vida subindo o morro para compra seu “produto” com todo tipo de mistura do traficante ou iria em uma farmácia ou loja especializada perto da sua casa? sendo que o produto seria de boa qualidade e procedência. Estudos comprovados indicaram que é fato, que nos países em que foi descriminalizada as drogas o consumo se manteve igual. Fora o impacto econômico dos custos jurídicos, da estadia na cadeia, aparelhamento policial e danos para sociedade com a violência da gerra do tráfego. 80% do tempo da polícia é “consumida” para combater as drogas, e sabemos que está longe de ter um resultado positivo essa guerra.
Mas, não é de se assustar com as opiniões que ouvimos por ai, em um país que teve recorde de votação de deputado um sujeito que é procurado pela Interpol, um palhaço e um jogador de futebol. Precisamos trazer mais informação – que foi negada por anos – para essas pessoas.
É claro que não basta liberar, se não vamos fazer o mesmo que com a abolição dos escravos. liberar só por liberar é melhor que a proibição mas não vai ter efeito. Começou uma campanha recente contra as drogas, mas lembre que todos aqueles depoimentos de ex-viciados só foi possível por que eles receberam ajuda médica e não um tratamento de criminoso.
Precisamos liberar e junto um planejamento para educar desde cedo nossas crianças e jovens para esclarecer todos os problemas que geram as drogas, investir no esporte, arte e educação. Determinar locais próprios para consumo e usar todo eu disse TODO o dinheiro dos impostos com a prevenção e com clínicas de recuperação. Parece contraditório usar o dinheiro das drogas para combate-la, mas esse é o caminho.
Para finalizar vou lembrar de um episódio recente, em São Paulo em uma das maiores cracolândias do mundo queriam fazer uma intervenção de apoio com médicos, psicólogos etc. mas tinham receio de como iriam ser recebidos mas mesmo assim anunciaram que iriam tal dia. Chegando lá no dia marcado, tinha uma fila quilométrica esperando por apoio.

Amanda Becker – Publicitária

Comentários (23)

  • atirador diz: 31 de agosto de 2015

    Enquanto isso, os grandes laboratórios vão empurrando goela abaixo toneladas de medicamentos, com farmácias a cada 15 metros…

  • AUTENTICO diz: 31 de agosto de 2015

    Devo discordar quando se camufla as drogas entorpecentes aos outros tipos….
    Ambos consumos tendem a depreciação do organismo.

    Mas nunca ouvi falar do sujeito que encheu a cara de refrigerante ( açúcar) bater na mulher, provocar acidente, criar confusão… E tão menos os que comeram hambúrguer, batata frita etc…

    Já a TV é um caso a parte de droga… Uma droga absorvida pelos olhos e ouvidos… altamente influenciável…

    As demais drogas ingeridas via oral, nasal ou injetáveis… Estas classifico como o mais alto nível de periculosidade.

    Cada caso é um caso, mas não venha misturar “pão de trigo” com “maconha” e dizer que é tudo igual e “normal”!!

    Faz favor !!

  • Guilherme diz: 31 de agosto de 2015

    Pelo post. de que adianta essa política proibicionista ultrapassada? para quem interessa manter as drogas proibidas?? proibir é o mesmo que dar murro em ponta de faca e só da dinheiro para traficantes (bota políticos neste meio) e os maiores nunca são presos (e nem botam a mão na droga). Até quando vamos continuar financiando bandidos e gastando rios de dinheiro com a repressão???

  • Roberto diz: 31 de agosto de 2015

    São tantos estudos realizados por pessoas tão renomadas e estudadas, a favor da quebra deste paradigma obscuro chamado “uso de drogas”, aconselhando por mudanças e o fim da guerra às drogas, que me surpreende o MP/SC e o Estado de Santa Catarina veicular na mídia propagandas anti-drogas que remetem a argumentos tão antigos e ultrapassados. Colocar meia dúzia de pessoas falando de sua frustrada história com as drogas, que elas destruíram sua vida e família, só causa comoção e espanto nos pais e mães mais desinformados, que ainda mantém aquele estereótipo de “usuário de droga = drogado/criminoso/sem futuro”… Generalizando o uso das drogas e colocando imaturamente viciados e usuários sociais no mesmo barco. O MP/SC perde a oportunidade se adequar aos novos tempos e informar. Hoje, com o acesso a informação que temos, muitas pessoas sabem que as coisas não são bem como diz o comercial: a quantidade usuários de drogas que chegam ao ponto de destruir suas vidas e famílias é minuscula comparada a quantidade de usuários; drogas, se usadas da maneira correta, podem sim proporcionar momentos e sensações jamais sentidas ou vividas, de liberdade, de êxtase, de autoconhecimento, de descanso… Qual o problema querer, as vezes, se sentir assim? ; maconha não é nem nunca será porta de entrada para drogas mais pesadas, a associação que o comercial faz é bizarra e ultrapassada (tem um dos personagens que diz que do primeiro baseado a primeira picada foram algumas semanas!! e as garrafas de vodka, os cigarros, os medicamentos que ele tomou antes do primeiro baseado, não contam?). O jovem de hoje quer informação, não adianta tentar botar medo, que isso não funciona. O jovem vai la e usa, ponto, sempre foi e sempre será assim, por isso desejamos por mudanças. Todos os jovens já usaram ou conhecem muitos que usam, e sabem pois presenciam no seu dia-a-dia o uso social e sem complicações. Eu, por exemplo, conheço mais de 30 pessoas do meu meio, que já usaram alguns tipos de drogas ilícitas, e nunca tiveram qualquer problema com vício ou outros malefícios. Precisamos, então, passar informação de como e onde usar, qual dose tomar, quais os efeitos, como proceder ao constatar estar entrando no vício ou passando mal, etc. Parece absurdo, mas digo e afirmo que este será o futuro. Todas as drogas devem ser liberadas e controladas, assim como hoje a maioria delas é. A propósito, sabe qual é a diferença entre um remédio e um veneno? A dose! Usando a mesma lógica sensacionalista utilizada no comercial, seria pegar um obeso-mórbido, na cama da UTI, com cara de derrotado, com uma música de suspense ao fundo e filmar ele falando da gordura trans, dizendo que foi esta gordura que o levou ao Hospital, que ele começou comendo um Big Mac, e daí pra lasanha congelada foram 2 semanas, e que tal gordura quase tirou sua vida, finalizando com “Gordura-trans, tô fora!”.

  • Macarrão Bobgueira diz: 31 de agosto de 2015

    Perfeito Roberto. tem muito graúdo que não quer a descriminação, porque sem imposto é melhor né??

  • Aí me cai os butiás do bolso… diz: 31 de agosto de 2015

    Nobre senhora,
    Acho que esqueceste de dizer é que enquanto ficarmos “passando a mão na cabeça” dos desmiolados que a utilizam, continuaremos debatendo o sexo dos anjos.
    Se fosse algo que realmente é benéfico, já estaria liberado, ou achas que nosso governo também não tem interesse em arrecadar impostos sobre a comercialização.
    Também, minha cara, esqueceste de citar os custos que os governos tem para tratamento e não esqueças que isso sai do meu, do seu, do nosso bolso…dinheiro que poderia estar sendo empregado na saúde, em estrutura, em educação…não em maconheiros (desculpa, mas me revolto)…
    Temos que, sim, ao invés de estimular o consumo, desestimulá-lo, com exemplos, com ações, com gestos…”me digas com quem andas que te direi quem és”…
    Que orgulho dos meus pais, que me criaram, assim como meus irmãos pelo exemplo, mostrando o que é certo e o que é errado…que droga é DROGA e ponto final.

  • Guilherme diz: 31 de agosto de 2015

    Autentico, assim como não se pode comparar maconha com alcool, cuja bebida é muita mais tóxica ao organismo e deixa a pessoa fora de si, sendo uma das maiores (se não for a maior) causas de violência doméstica…

  • marcelo diz: 31 de agosto de 2015

    Aplausos à campanha anti-drogas.
    Nada mais absurdo do que tentar criar uma aura romântica ou glamourosa sobre substâncias entorpecentes. Admitamos que o uso de qualquer droga que altere a percepção da realidade ou a personalidade, ainda que de forma “social”, é nocivo sim. Todos deveríamos sonhar com um mundo em que nossos filhos não precisem fumar, cheirar ou beber para viver boas experiências na vida.

  • Biro Biro diz: 31 de agosto de 2015

    Caro marcelo, seu comentário foi digno de notoriedade, são muitos perfumes e confetes que se coloca em prol de uma droga, campanhas de liberação, sinônimos de liberdade, independência, substâncias cientificamente comprovadas, uso na medicina… e por aí vai.

    Aí aparece gente como o “guilherme” logo acima, que prefere salva guardar sua droga preferida e a distanciar de outras como se não fosse ” tão prejudicial assim”. Um verdadeiro imbecil, em culpar todos os deslises da população com uso do álcool.

    Meu caro não existe níveis seguros para consumo de droga, e todas entorpecem, não interessa o o tipo e marca… Não me venha com esse papinho.

    Não entendo por que as pessoas buscam a felicidade e sensações de prazer usando droga? Se temos toda uma inteligência para buscar alternativas para sermos felizes?

    Quer dizer então que o maconheiro tem a credencial da paz e dos bons reflexos ??!!

    Ensina teu filho então:… “fuma um baseado mas não toma cerveja que faz mal, papai quer só o teu bem filho”…

    Ahh vai se catar guilherme!!

  • Fabrício diz: 31 de agosto de 2015

    Parabenizo a autora do post, assim como o Roberto e o Guilherme. Aliás, minha opinião em relação à malsinada campanha é que ela vai na contramão da história e deve ter sido planejada por algum fanático religioso, e o pior, usando recursos públicos.
    Marcelo, sonhar podemos, mas os sonhos nunca são reais, não é mesmo. E a partir do momento que encararmos a realidade, cristalino que as drogas lícitas e ilícitas estarão presentes na vida deles, daí nada mais seguro que informação e legalização. Agora se você quer proibir todos de gozarem da vida como desejam, apenas porque você “sonha” que seus filhos não tenham a chance de usar alguma substância que altere a percepção, faço votos de que vá morar em uma ilha deserta com eles, e deixe-nos em paz. Quer viver em sociedade e numa democracia (que em tese é o que temos por aqui), aceite que o que é melhor para a maioria é o que deve prevalecer.
    Esquecem os tapados de plantão, que toda política proibicionista nunca alcançou os resultados pretendidos em qualquer país que fosse, com a substância que fosse. Então não há razão para manter esta que se pratica há décadas no Brasil, com custos elevados e resultados ignóbeis (dinheiro público mal aplicado, perda de tempo da polícia e justiça, cadeias cheias de gente que não devia estar lá, fortalecimento dos criminosos que vendem drogas ilícitas, e por aí vai).
    Quanto ao açucar e o sal, provavelmente em trinta anos, as pessoas saberão que eles são mais nocivos (muito mais) que maconha. Assim como saberão que o medo que tinham dos filhos usarem maconha deveria ser menor do que deles usarem álcool ou refrigerante, Ok Marcelo!
    Os aqui denominados guardiões da saúde alheia sabem que existe uma relação cientificamente comprovada entre alimentos industrializados e a incidência de câncer? Aposto que não, e esse fato já prova uma coisa, a nossa comida já é uma droga, só não dá barato, a menos que você considere o prazer que um obeso mórbido deve sentir ao comer um cachorro quente ou uma bomba de chocolate.
    Bom, era isso, até porque to de ressaca por conta das cervejas que bebi ontem, e que graças a uns reacionários fabricantes americanos de uísque da década de vinte e trinta, que não aceitaram essa arbitrariedade, me proporcionaram a liberdade de usar quando quiser.
    Se não fossem eles, os EUA teriam feito o mesmo que fizeram com a maconha, seus crentes legisladores teriam proibido o álcool no mundo todo, usando a ONU como bastião de legalidade, para forçar todos a serem abstêmios.
    Afinal, duvido que gente como autentico, marcelo ou aiseiláoquebutias, não beba, inclusive, até acompanhados de seus familiares.

  • SANTOS, Izidoro Azevedo dos … diz: 31 de agosto de 2015

    Esqueceram daquelas drogas que “dão asas” ….e da Ritalina, com que estão entupindo nossas crianças, sob alegação de hiperatividade.

  • Guilherme diz: 1 de setembro de 2015

    Biro Biro, Eu não uso drogas, mas antes meu filho maconheiro que alcoólatra. A brisa da maconha é muito mais fraca que a do álcool, eu já usei as duas e sei o que estou falando, sem falar da ressaca, sinal claro do dano do álcool ao seu organismo. Seja educado meu caro e respeite as opiniões alheias, mesmo que seja contraria ao que você acha que tem certeza…

  • Guilherme diz: 1 de setembro de 2015

    O que quero dizer é que essa política proibicionista está ultrapassada e não deu certo. vamos continuar investindo dinheiro e vidas no combate o tráfico? por que não abordar de um forma diferente e tratar viciados como doentes que são??? Abra sua mente Biro Biro e não fique bravo, vai tomar uma dose de uísque para relaxar, antes de faltar ao respeito com quem tu não conhece…

  • gean diz: 1 de setembro de 2015

    Bonito estão os jovens na Hercílio Luz, fundos do IEE, fumando maconha a vontade, passo ali todos os dias por volta das 18:20 e sempre vejo algum babacão fumando. Fora o cigarro, que está na boca de 80% da gurizadinha parada ali no calçadão da avenida … triste, pais ausentes e sociedade relativista estão levando estes ao uso de drogas. E não venham com papinho de que maconha é de “boas” … na minha época de adolescente, paradigma era tomar umas beras, hoje é o que ???

  • Biro Biro diz: 1 de setembro de 2015

    gean, lamentável, bando de inconsequentes e ignorantes fazem da droga uma alternativa para buscar a felicidade.

    é para falar em gastar dinheiro com DROGA Guilherme, vamos lá então… Quantos leitos nos hospitais são destinados a pacientes com câncer de boca, esôfago, pulmão, estomago… todos por inalação de fumaça dos cigarros ( incluindo a maconha) ou vai me dizer que a “erva” é verde, natural e por isso não causa danos ao corpo??…

    Ou vai dizer também que existem outras drogas piores e por isso a maconha é “leve” perto delas… Ahh nem vamos ligar pra isso né…

    Quantos milhões de reais são gastos em campanhas anti drogas?

    Quantas famílias destruídas por viciados?…

    Quantos traficantes e patrocinadores do crime organizado?…

    Ou vai me dizer que o usuário não financia traficante?

    Queres “legalizar”? Ok vai mudar em que? Apenas aumentará a quantidade de DROGADOS.

    Achas legal, divertido, teu filho sendo educado por DROGADOS?

    Tas vivendo num mundinho do “pode tudo” e viva a liberdade!!

    Desde quando a DROGA tem que fazer parte disso?

    Coitado, da pena.

  • marcelo diz: 1 de setembro de 2015

    Não pretendo comparar maconha com álcool ou com outras drogas, tampouco patrulhar a vida alheia.

    Apenas afirmo que é propaganda ENGANOSA a que usuários da erva tentam fazer qualificando-a como inofensiva ou comparando-a com farinha de trigo e açúcar (!!!).
    Mesma fraude que as companhias de cigarro faziam há quarenta anos com comerciais de gente bonita, saudável e atlética com cigarro na boca. Fumar era chique, era “cool”, era jovem. Sabemos que isso não é verdade. Como também não é verdade que a maconha é inofensiva. Pode até ser menos perigosa que o álcool, mas causa graves malefícios à saúde à médio e longo prazo.

    Não são fanáticos religiosos que alertam sobre os malefícios do fumo (seja tabaco ou cannabis). São médicos, de diversas especialidades, aos quais dou mais credibilidade do que a uma pessoa viciada (sim, você que fuma um baseado por dia é um VICIADO, ou seja, possui uma redução do discernimento).

    Portanto aplausos à campanha EDUCATIVA antidrogas, e que venham outras anti-álcool e antifumo.

  • Guilherme diz: 1 de setembro de 2015

    Biro biro, pesquise quanto se gasta com tratamento de cirrose, quantas vidas foram perdidas por coma alcoolico, pesquise quantos alcoólatras existem no brasil hoje, quantos lares já foram destruídos por causa do alcool. Enquanto as drogas forem criminalizadas continuaremos gastando com campanhas anti drogas, continuaremos dando dinheiro a traficantes e ao crime organizado.

    Se legalizar pode-se reverter todos os impostos gerados na recuperação de viciados. em momento algum eu disse que a maconha não faz mal, mas com certeza é uma droga leve (perto de outras)

    Abra a sua mente, eu tenho pena de voce com esse cabresto, cada um deve usar o que quiser e pagar a sua conta, voce não tem nada a ver com isso. A droga te atinge, principalmente por ela ser proibida e andar ao lado do crime, ou você acha que se a cerveja fosse proibida onde os viciados iriam comprar???

    Engraçado, o pessoal se incomoda com uma roda de baseado, mas toma uísque e fuma cigarro ao lado de crianças…hipocrisia pura ou burrice!!!

    Acho que toda as drogas fazem mal, mas também acho que o cara que quiser fumar um baseado tem os mesmos direitos de quem quiser tomar uma dose ou fumar um maço de cigarros…

  • Biro Biro diz: 2 de setembro de 2015

    Guilherme, você se enrola no próprio cadarço de seu sapato, o tropeço é inevitável e sua cara vai ao chão sem que percebas.

    Sério que você acredita na utopia de que: “Se legalizar pode-se reverter todos os impostos gerados na recuperação de viciados”?

    Isto acontece com as drogas legalizadas que estão em nossa mesa hoje?

    Não achas que já estamos cheios de DROGAS disfarçadas de pão de trigo e leite?

    Queres comparar as drogas e seus efeitos “baseado” em que quantidade consumida ou absorvida pelo corpo? 1baseado = 1 copo de 300 ml de que?

    Comparações esdrúxulas, sem fundamento, sem pesquisa, com dados que favorecem a polícia, ou a mídia ou a interesses políticos e privados… E você acredita fácil em tudo que vê na TV?

    Você já viu alguma acidente de carro ser noticiado por um ocupante com ” indícios de ter cheirado?” Ou os “jornais” preferem pelo caminho mais fácil dizer que estava com traços de embragues?

    Quantos são os motoristas que dirigem sob influência de droga? Sabes ? ou te baseias no que te interessa?

    Queres fumar, comer cigarro, vender, publicar… Os faça, és livre. Mas respeite o próximo com esta fumaça fedida e demais invasões de liberdade alheia.

    Você defende a sua droga, e tantos outros irão defender sua preferida..

    Achas legal legalizar tudo e vendê-la nos supermercados ao lado do leite que seu filho vai tomar no café da manhã?

    Se mais uma droga for legalizada, teremos mais uma droga camuflada, perfumada e cheia de confetes para que seja consumida aos montes, sem medo de ser ” feliz”…

    Bom seria se as pessoas não precisassem preencher seus vazios existenciais consumindo DROGA não achas?

    Ou você as consome de passa-tempo? Por que não tens o que fazer?

    E eu que tenho o cabresto ou você que está PRESO ao uso?

    Engraçado sua forma de ver a LIBERDADE né…

    Te trata.

  • Guilherme diz: 2 de setembro de 2015

    Biro Biro, eu não uso drogas, pois quero viver bem por muito tempo.

    Mas não tenho nada contra quem quer usar…

    Acho que em vez de darmos dinheiro para traficantes e gastar com o combate, poderíamos arrecadar com impostos e tratar os doentes, além de tirar usuário de perto do crime.

    Voce está misturando as coisas quando fala de um cara drogado dirigindo, este sim deve ser severamente punido…

    Por mais que tu se espante, algumas pessoas usam drogas por outros motivos e não para preencher algum vazio. Eu já usei e não me arrependo, pois foram boas experiências para minha vida (naquela época), hoje opto por não usar, pois sei do ônus que a continuidade do usos provavelmente acarretaria na minha saúde (talvez menos que o sedentarismo)

    utopia é ainda acreditar na atual política proibicionista, que nunca deu certo em lugar nenhum, nem mesmo na indonésia que prevê pena de morte para traficantes e penas altas aos usuários

    Uma coisa que eu aprendi na vida, foi respeitar opiniões alheias, principalmente em assuntos que tenho pouco conhecimento, pois formamos opiniões com nossas experiências de vida.

    Um abraço e desculpe se minha opinião formada afronte seus princípios…

  • Guilherme diz: 2 de setembro de 2015

    A legalização não precisa vir com propagandas de cigarro dos anos 80/90

  • Guilherme diz: 2 de setembro de 2015

    não comparo doses e sim possíveis efeitos. nunca ouvi falar de overdose por maconha, como acontece muitas vezes com o álcool…

  • Guilherme diz: 2 de setembro de 2015

    “Você já viu alguma acidente de carro ser noticiado por um ocupante com ” indícios de ter cheirado?” Ou os “jornais” preferem pelo caminho mais fácil dizer que estava com traços de embragues?”

    Resposta: Talvez seja porque os efeitos do álcool te deixam mais fora da casinha, do que outras drogas. Não é questão de “caminhos mais fáceis”, mas sim o bafômetro que me diz isso. Nunca vi alguém não conseguir para em pé porque estava chapado de maconha, mas em compensação embriagado dormindo na sarjeta vejo todos todos dias..

Envie seu Comentário