José Roberto Queiroz diz que a história do jardim do TCE tem nome e tem foto para o Amarelo. "Cacau, se quiseres saber mais sobre os jardins do TCE, está aí a foto do Luiz "Curvina" AMARELO (Mané Jardineiro) e um pouquinho de sua história:
COMO NASCEM AS FLORES
São sete horas da manhã
E o descendente da praia dos Ingleses
Vem agora do lado oposto
Lá da Palhoça, do final do Bairro São Sebastião
Para plantar flores no Tribunal de Contas.
E fica ali durante todo dia
Cortando grama e plantando flores
Aspergindo alegrias, adubando seu coração
Contando histórias e mais histórias
E nos ensinando, no crescer das dificuldades
De como é fácil fazer, para se aparar as pontas.
Luiz Carlos da Rosa, também conhecido como "Curvina", é servidor terceirizado, que há muitos anos presta serviço de jardinagem junto ao Tribunal de Contas, seu primeiro emprego. Vive ali, nos jardins internos e externos, resmungando sobre o seu Figueira e o seu Flamengo e rememorando e cantarolando cantigas que jamais aprendeu a letra, mas sempre solícito a conversar e orientar os que param para apreciar o seu trabalho.
Ele é o aborígene, mais um que se criou do nada, e que conseguiu roubar de si essa opção de inventar e valorizar o trabalho, que encontrou a Rosa do seu sobrenome, e que agora nos ajuda a enfeitar uma cidade, que em verdade nunca foi sua, distribuindo cores e flores e nos enchendo de amores.










