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Posts na categoria "Ambiente"

Caçando zumbis em Floripa

22 de abril de 2014 65

Grande Cacau, rolei pelas sarjetas do centro da Ilha da Magia por algumas madrugadas durante a Semana Santa procurando zumbis. É a turma do crack. Se diz zumbis porque a droga os deixa fora da casinha.

Deixei crescer a barba, vesti uma roupa surrada e me enrolei num cobertor velho. Com figurino de mendigo e olhos de repórter, comecei na Matriz. Eram nove da noite da segunda-feira dia14.

Bati o olho e achei ali mesmo a zumbi Zildinha. Pra quem passa na corrida fica difícil reparar naquela negrinha petit, cabelo black power, jeans imundos, sentada bem quietinha na escadaria.

 

Zildinha esperando rango na escadaria da Matriz

Zildinha esperando rango na escadaria da Matriz

 

Ela tá na esquerda da foto, olhando o carro da direita. Este é de um pessoal que dá quentinhas grátis pra zumbis, drogados light, bêbados, sem teto, gente de rua – é tudo chinelagem, mas eles tb precisam comer.

Logo pinta um garotão sarado, Tiago. Disse que tinha pena de nós. Que, se pudesse, nos ajudaria. Se contentou em me dar a quentinha e dois copos de Coca – um seria pra Zildinha, que não quis o dela. Ignorei o arroz com feijão. Devorei o guizadinho com farofa, simplesmente divino.

Meu prato de guizado com farofa, cortesia de almas boas

Meu prato de guizado com farofa, cortesia de almas boas

Esnobado pela zumbi
Me aproximei da Zildinha Insignificante para tentar jantar com ela e puxar papo. Me deu um olhar inexpressivo e virou pro lado. Me toquei que era mal-vindo e fui traçar meu guizado noutro point. Lá pelas 10 passa o fotógrafo Ado Marques, ex-coleguinha no DC. Fui reconhecido. Com a boca cheia de farofa, dei uma dispensada nele.

Quando comecei a caminhar, adicionei minha quentinha ao figurino, achando mais convincente – anote, porque adiante vc saberá o destino dela.

Território do gigante
Encontrei o gaúcho Wagner e o goiano Murilo jantando embaixo da marquise ao lado do Itaú.

Wagner era bêbado e mal-humorado. Avisou que ali onde ele botou os papelões era canto dele: “Você não vai dormir aqui, senão o Gigante te pega”, ameaçou.

Murilo explica: “Gigante é o ‘pai’ dele”, um mendigo forte que tomaria conta do espaço e protegeria Wagner – além de drogado, bêbado e mal-humorado, ele é aleijado. Sozinho, viraria presa fácil da turma do mal.

A única evidência da existência do Gigante era uma mala vermelha, com rodinhas, gigantesca. Wagner : “Tô cuidando das coisas dele”.

Murilo era moço e saudável. Tatuado. Disse que eu conseguiria vaga para dormir no albergue da Hercílio Luz. Mas “só com carteira assinada e sem ficha na polícia”. Isto me fez perguntar o motivo dele estar ali e não no albergue. “Perdi minha CT”, disse, sem indicar quando e onde. Da ficha na polícia, achei descortesia perguntar – tava na cara.

Os dois me deram uma longa aula sobre como viver nas sarjetas. Legal a parte do banho em fontes. Eles usam uma torneira pirateada de um relógio da Casan na Tiradentes. Xixi e o Nº 2 em qualquer canto – por isso aquele cheiro que às vezes vc sente quando caminha pelo Centro.

“Comida não vai faltar pro senhor, esta cidade é muito boa”, atesta Murilo. Ele e Wagner dividiam um Xis com Coca. Me convidaram pra meter a mão no xis, todo esfarelado. Cometi o erro de agradecer. Dar ‘obrigado’ foi como um tapa: pobre nunca recusa e come o que pinta!

Trabalhador modelo
Encontro um sujeito saindo da Secretaria da Fazenda. Era Joelson Coelho, da informática, cedido pelo Ciasc – falante, só faltou dar o número do CPF.

Joelson Coelho, herói do funcionalismo

Joelson Coelho, herói do funcionalismo

Ele se justificou por estar trabalhando depois das 23h! Disse que precisava adiantar um serviço, melhor ficar além do expediente do que descumprir seus deveres. Vai para o trono ou não vai?

No coração do mal
Fui pro território livre do Edifício das Diretorias. Ali vivem dezenas do drogados. Desde seus ninhos de papelão, dominam colunas e marquises.

Em grupo, os zumbis ficam intratáveis. Gritam, xingam, ameaçam quem passa. Por experiência, sabia que se puxasse minha Lumix Leica do bolso ia me dar mal. Só tive coragem clicar os que tavam dormindo.

No conforto do Edifício das Diretorias

No conforto do Edifício das Diretorias

Os porteiros do edifício Itamarati, da Vidal, apontam aquele pico e uma esquina perto do Clube 12 como os piores, exceto pelas quebradas no aterro, terra de ninguém.

Dizem que a turma das Diretorias comanda o crack no centro. Ali é o melhor local para dormir, mais protegido. Por um acordo não escrito, a PM não mexe com eles: “Conquistaram o território”, diz um vigilante da Protege.

Na minha ronda enfrentei muitos olhares hostis. Na noia, achei que desconfiavam do mendigo de passos firmes. Mas conclui que a maioria já se conhecia e eu era só o estranho. A menina Lais me clicou fingindo mexer numa lata de lixo. Deu 10 pro disfarce, me tranquilizando.

The Mendigo na Vidal Ramos, by Lais

The Mendigo na Vidal Ramos, by Lais

Fui pra praça do TAC. Uma rodinha de gaúchos numa mesa do quiosque. Entre eles, um diretor do Sindicato dos Bancários. O tema era maragatos. A mesa era comandada por um barbudo alegre.

Um gordo careca com a camiseta do Inter fazia o contraponto às piadas do alegre. Uma zumbi noiada apareceu, pediu o dinheiro da passagem. O sindicalista catou alguma coisa no bolso e estendeu a mão, com alguns centavos, sem olhar na cara dela.

Quando a zumbi se foi, ele disse alguma coisa baixinho que fez a turma toda explodir numa gargalhada só.

Esmola e gargalhadas

Esmola e gargalhadas

Sem piedade
Bem depois da meia-noite, tudo deserto, tentei descansar um pouco na escadaria da catedral. Surpresa! Ela tem um vigilante que escorraça chinelões.

Insisti. falei do santuário que a Igreja oferece aos perseguidos-doentes-abandonados. Nada sensibilizou o homem. Pedi pela caridade cristã: “Se você continuar, eu chamo a PM”, rosnou.

Fingi tremer nas bases. Me enrolei no cobertor e sai de fininho. Fui xingando todos os santos . Tentei a igreja evangélica da Graça, perto do TAC. Zero zumbis nela também. Tão caridosa quanto a Matriz: fez uma baita cerca pontiaguda, pobres fora.

Sexorama
Na frente do TAC mora um pessoal cascudo. Uma senhora obesa, de cabelos brancos e voz potente, comanda o pedaço. Nua sob cobertores imundos, ela trocou três parceiros em meia hora que passei ali. Tinha fila esperando atendimento.

Um sarará de bicicleta vaporiza o centro. Ele vai de mocó em mocó levando drogas. O vi rodando bastante. Na terceira volta me ofereceu uma pedra por R$ 5 e duas pelo cobertor. Na última, na frente do Santander, viu a câmera e fugiu de mim, só consegui uma foto tremida.

Vaporizando na bike

Vaporizando na bike

 
Na batalha

Os zumbis se queixam que apanham muito da PM. “Normal”, diz um bombado, catador de latinhas na Praça XV: “Eles querem respeito, nosso negócio é correr”.

Gutinho mostra um braço com cicatrizes, supostamente provocadas por pisões de um PM . O braço quebrou, o osso saiu pra fora e solidificou no ponto errado.

Jatinho mostra uma boca sem os dentes superiores: “Me arrancaram com chutes”, choraminga. Ele não lembra quando. Quem chutou: “Um PM e o porteiro lá de cima” – o zumbi aponta pros lados da Osmar Cunha.

Banco dos zumbis
Palmas para a política do Banco Itaú: suas agências são tolerantes com zumbis. “Tenho ordens de não mexer neles”, diz o porteiro da agência da Praça XV, indignado e resignado. Na filial em obras noturnas, dois zumbis (ou seriam apenas mendigos?) roncam numa boa, seguros.

Proteção bancária

Proteção bancária

 

Há uma certa ordem no comportamento errático da maioria dos zumbis pelas ruas. Embora pra nós eles pareçam caminhar sem rumo, andam numa linha invisível. E se enquadram nela na porrada. Quando eu disse que dormiria na Felipe, um deles me avisou do perigo: “Ali a PM não deixa”.

Não arrisquei. Fui só espiar a Felipe. Zero daquele burburinho da tarde. E só havia uma pessoa com jeito de zumbi. Era um negro sentado na frente do Magazine Luiza. Estava meio escondido por um latão de lixo.

Tomei um susto quando cheguei perto e senti a encarada dele. Parecia uma fera. Sujo como um bicho. Os lábios bem vermelhos, fazendo biquinhos. Ele repetia os movimentos da boca, então notei que eram involuntários. Babava. Tremia. Envergado, quase fetal, balançava o tronco.

Ele estava além do medo da PM. Venci o meu e tentei me aproximar. Puxei a câmera – mas algum sentimento que desconheço congelou meu dedo e não fiz o clic. Ele não tinha condições de ser entrevistado.

Já na praça 15, dei uma última olhada pra trás. O zumbi continuava se balançando. Dobrei a esquina da Panvel, em direção ao aterro.

Brothers na miséria
A Conselheiro Mafra na madruga em que eu fui estava deserta até onde se podia ver. Cadê as prostitutas e os michês ? Um taxista dá a explicação clássica da economia de mercado: a oferta de clientes estava baixa. “Venha no sábado e vai encontrar o que quiser”, disse o motora.

Cena da madrugada na Felipe, na frente das Americanas: dois carinhas, em calçadas e direções opostas. O das Americanas levanta o punho esquerdo cerrado e solta o grito: “Brother!” Lá do outro lado vem o berro “tudo”! Belo exemplo de camaradagem entre zumbis.

Altas horas, volto pro Senadinho. Ali eu tinha feito um pit stop e deixado minha quentinha numa mesa de xadrez, ainda com o arroz e feijão. Encontro o pote vazio. Vapt vupt, alguém passou e comeu até o último grão. Isto é pra gente saber que sempre tem alguém pior.

Sem o povo, os restos do dia estão espalhados. Perto das duas aparecem os carinhas da Comcap. Antônio Roberto, 27 anos na vassoura, comenta que “cada dia está pior, depois da lei que proibiu jogar lixo parece que as pessoas fazem de propósito”.

Um zumbi passa perto deste mendigo e do faxineiro repetindo um apelo patético: “Alô São Paulo, alô Vila Xavante, alô Rui, seu filho Giba procura pelo senhor.” Feito papagaio, sumiu na madruga procurando o pai perdido.

Nas trevas do aterro
Encarei o aterro e o Mercado Público. Dá um medinho. Tinha gente dormindo em tudo quanto era canto, vão e desvão. O pior lugar é perto de uma birosca de xis na frente da Ferragem Capital.

No chão imundo da birosca escondia-se um zumbi mais imundo ainda. Espiei e recuei, porque ele dava impressão que ia saltar na minha jugular.

Pensei: por que será que a Prefeitura não passa o trator neste lixo de birosca? Talvez o carinha achasse um canto mais confortável pra fumar, comer, c… e dormir! Já que não se pode fazer nada por ele, pelo menos limparia a rua.

Repensei: bastou algumas horas e já estou ficando insensível. Pra recuperar a humanidade, fui falar com os PMs do… Deprop. Deprop ?! Este nome deve ter sido bolado por alguém que fumou crack: Departamento de Prevenção e Restauração da Ordem Pública.

Imagine alguém dizendo “trabalho no Deprop”. Enfim, o ‘escritório’ é na Matriz, bem na frente do velho Besc. Desisti do papo humano ao saber que os PMs do Deprop são os chamados para enxotar os mendigos da escadaria.

Atordoado, voltei para a Praça XV. E quem eu encontro lá, quase quatro da madruga ? Solitária, encolhida, parecendo um passarinho sem ninho. Dormindo na praça sem ser vagabunda, sem ser delinquente, apenas doente. Ela mesmo, a rainha da insignificância. A subgente: Zildinha.

Zildinha no fim da festa

Zildinha no fim da festa

E a cliquei. Imortalizei sua alma de zumbi em 16 megapixels.

Saí da praça. Caminhei até meu carro. Abri o porta-malas. Joguei cobertor e casacão sobre o saco de ração dos cachorros, imagem que me fez lembrar da Lili e da Laika – indicando que o cérebro já se desligava dos zumbis.

Admito: senti alívio ao pensar nos meus bichos. Na certa àquela hora estavam alimentados, limpos, quentinhos e abrigados na garagem, esperando minha volta pra casa.

Renan Antunes de Oliveira, repórter independente em Floripa

Mais um caso de sujeira na cidade

30 de julho de 2010 3

Prezado Cacau.

Nesta tarde às 17h11min, flagrei este caminhão de limpa-fossas despejando dejetos na boca de lobo que dá acesso ao canal que liga ao mangue do Itacorubi, localizada entre a passarela do viaduto Vilson Kleinübing e o Titri. É indiscutível pois a mangueira estava ligada na parte de baixo do caminhão, onde se situa a saída do tanque.

A indignação foi de várias pessoas que naquele momento caminhavam naquele trajeto.

Abraços,

Aurélio J. Zimmermann

Apareceu a margarida!

29 de julho de 2010 30

Líder de comentários e críticas entre os leitores do blog, quase que uma unanimidade negativa, aqui está a foto da Mariana mostrando a motorista do Audi que abusou ao errar, provocar e revelar sua falta de educação e de bom senso, fazendo do seu carro e da sua cidade um chiqueiro. O post original está aqui

Gentalha

29 de julho de 2010 96

Bom dia Cacau, me chamo Mariana e venho através deste comunicar a falta de educação de algumas pessoas em relação ao meio ambiente e principalmente com essa Ilha maravilhosa.

Ontem, dia 28, por volta das 10h30min da manhã, estava parada com meus pais no sinal que tem em frente à casa do governador e ao Hospital Infantil Joana de Gusmão, quando observei uma mulher dentro do seu carro (um Audi preto): abriu o vidro e jogou um papel no chão.

Achei aquilo um ato ridículo, olhei para ela e fiz uma cara de desgosto, nisso a mesma abriu o vidro, juntou mais papéis e jogou um por um no chão e rindo muito, achando aquilo engraçado, o taxista que estava atrás do carro dela também reclamou da falta de respeito, o sinal abriu e o taxista parou no primeiro posto policial logo à frente, ela continuou em direção à Beira-Mar Norte, sentido ponte, e por acaso nós também estávamos no mesmo sentido, ela, não satisfeita, juntou mais papéis e fez questão de parar na próxima sinaleira ao nosso lado, abriu o vidro e ia começar a jogar na rua, só que ela não esperava que eu estivesse com uma máquina fotográfica e foi quando comecei a tirar foto da falta de educação dela, ela cobriu o rosto com os papéis, não jogou os mesmos porque eu estava tirando foto e depois ela pegou uma garrafinha de refrigerante, ou suco, para beber, sendo que em todos os momentos ela ria com o ar de debochada.

Virou moda

23 de julho de 2010 16

Não são apenas as árvores dos bares do Centro de Florianópolis que estão sendo cortadas. Moradores da quadra que é cercada pelas ruas Dom Jaime Câmara e Presidente Nereu (onde fica o 4º Batalhão da PM) e as avenidas Rio Branco e Osmar Cunha, no coração da cidade, também andam intrigados com o recente corte de dezenas de árvores que estavam nas calçadas. Algumas estavam plantadas havia mais de 20 anos…

Tá na moda

23 de julho de 2010 2

Cerca de 6 mil bicicletas em tons de azul, preto e prata chegarão às ruas de Londres a partir do dia 30 de julho como parte de uma ação mundial para diminuir a poluição.

A iniciativa pública permitirá que os trabalhadores e turistas retirem a bicicleta em 400 estações, separadas por 270 metros de distância, para viagens curtas em torno do centro da capital britânica.

A bicicleta pública custará ao usuário 1 euro por dia ou 45 euros por ano. Para quem for pedalar eventualmente, a primeira meia hora é gratuita e é cobrada uma taxa para períodos mais longos. O projeto, patrocinado pelo Barclays Bank, tem custo de 140 milhões de euros nos primeiros cinco anos.

O lançamento da bibicleta pública é importante para a ambição da prefeitura de Londres para diminuir a poluição e aumentar a reciclagem em 400% até 2025. Estima-se que cerca de 500 mil pessoas já utilizem bibicletas como transporte na cidade.

Autorizado

19 de julho de 2010 8

Evandro Saad, assessor de imprensa da Floram, esclarece:

O flamboyant cortado em área particular localizado na esquina das Avenidas Rio Branco e Osmar Cunha, no Centro de Florianópolis, tem autorização da Floram. Foi dada autorização de corte em razão do mesmo estar com os ramos e o tronco principal secos. A autorização é assinada pelo engenheiro agrônomo Jarbas Prudêncio.

Poxa!

19 de julho de 2010 17

Da série A Turma “Querem” Saber: quem autorizou a derrubada do flamboyant de mais de 50 anos que existia em um bar que fica na esquina das Avenidas Rio Branco e Osmar Cunha, no Centro de Florianópolis?

A última foto

18 de julho de 2010 14

Bar do Seu Chico é demolido no Campeche.
Local foi colocado abaixo em razão de determinação judicial. Agora me chega a notícia de que o prefeito Dário Berger e o diretor superintendente da Floram, Gerson Basso, fizeram de tudo para reverter a ação.
O Bar do Seu Chico, em funcionamento desde o início dos anos 1980 na Praia do Campeche, Sul da Ilha, foi demolido depois de 10 anos de luta na justiça. A denúncia foi encaminhada pela Fundação do Meio Ambiente do Município (Floram), na gestão de Elizabeth Amin Helou Vieceli ao Ministério Público Estadual. A decisão assinada pelo juiz Hélio do Valle Pereira há três semanas foi cumprida por funcionários do Departamento de Fiscalização da Floram, coordenada por Marcelo Ferreira.

O reduto de praia,foi construído a revelia do poder público em Área de Preservação Permanente. Segundo matéria do jornal Diário Catarinense, em 2006, uma manifestação impediu a derrubada. Seu Chico era, em tese, o administrador do bar. Cabia aos familiares tocar o estabelecimento.

Deu no Twitter do Eike

18 de julho de 2010 25

Sobre o estaleiro de Biguaçu, Eike Batista resolveu falar. Está no seu Twitter:

Respeitamos a natureza e as comunidades, e em Biguaçu não seria diferente. Quando não se é bem-vindo, melhor refletir.