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Posts do dia 20 outubro 2010

Novas tramas

20 de outubro de 2010 0

 

Coleção da Paranatex Decor traz lançamentos de estampas da coleção Summer Collection desenvolvida em 100% algodão, para utilização em ambientes internos e externos, com temas inspirados em cenas do Rio de Janeiro antigo, na beleza tropical da mata Atlântica, corais, motivos praianos, florais amplos e muito colorido.

Quem está pensando em renovar a casa, encontrará em breve no mercado novos tecidos para decoração. Tramas com cheiro de camomila e erva doce, que brilham no escuro, feitas a partir de materiais que seriam descartados no ambiente como fibra de coco e garrafas pet, e até autocolantes para aplicar em paredes, tetos e até revestir peças como geladeiras, são algumas das novidades apresentadas na 4ª edição da Mostra de Tecidos para Decoração ABIT, que começou terça-feira e se encerra nesta quinta-feira em Bento Gonçalves.
A feira tem a presença de 16 grandes fabricantes do país participantes do Comitê de Tecidos para Decoração da ABIT (Original TexBrasil Décor), que juntos produzem mais de 4,5 milhões de metros de tecido por mês.



Móveis mais bonitos e modernos

20 de outubro de 2010 0

A garibaldense Telasul, uma das principais fabricantes de móveis em aço do Brasil, conseguiu a exclusividade de uso por seis meses do sistema de encaixe Vertex (foto), assinado pelos designers Cristiano Gallina e Everton Visentini, da dcD!, e fabricado pela Akeo, que detém a patente juntamente com a dcD!.
A flexibilidade e a versatilidade são as principais qualidades do Vertex, composto por peças em polímero injetado que se encaixam entre si a um módulo principal. Para aproveitar as vantagens das conexões, a Telasul já está trabalhando na prototipagem de móveis residenciais e comerciais que usarão a peça.

Peças podem ser usadas tanto no mobiliário residencial como comercial

Frustração na licença-maternidade

20 de outubro de 2010 0

Parece inacreditável que uma reivindicação tão importante e aguardada pelas trabalhadoras do setor metalúrgico tenha sido tão mal tratada pelo sindicato que representa a categoria. Certas de que poderiam ficar mais tempo com seus bebês, muitas mães só descobriram que a ampliação da licença-maternidade de 120 para 180 dias, amplamente divulgada pela entidade como uma conquista do novo dissídio, não passou de promessa. Como é que os sindicalistas só foram perceber que o item não constava no acordo na hora de assinar o dissídio, no Ministério do Trabalho? Será que não houve pressa em acertar prioritariamente os detalhes salariais, deixando de lado os benefícios sociais às trabalhadoras?

Estranho também o fato de o sindicato não ter tornado pública a informação de que a licença-maternidade de suas representadas não havia sido ampliada após a consulta detalhada ao documento do díssidio, fato que só se tornou público quando as mulheres tiveram seus pedidos negados nas empresas.

Derramado o leite, a tentativa dos sindicalistas em sanar o problema por meio de um adendo esbarrou na insensibilidade de alguns patrões, que mesmo se adequando ao Programa Empresa Cidadã, não estão dispostos a liberar as funcionárias por mais tempo. Infelizmente, a lição que fica é esta: trabalhadores e sindicatos devem ficar ainda mais atentos ao que se discute e é definido nos disssídios coletivos para evitar decepções e prejuízos futuros.