Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts do dia 25 março 2012

Diretor geral da Guerra diz que não há negociações no momento

25 de março de 2012 1

Pelo menos 24 meses. Esse é o tempo mínimo apontado pelo diretor geral da Guerra, Walter Rauen de Souza, para que o processo de implantação de governança corporativa da empresa esteja concluído e que ela passe a se tornar atrativa para ser passada adiante. Depois da inquietante notícia de que a venda de uma das três maiores fabricantes de implementos rodoviários do país estaria próxima, o diretor garantiu que não há nenhuma negociação em trânsito no momento. Controlada pelo fundo Axxon Group desde a metade de 2008, há no mínimo três opções para o futuro da companhia: ser vendida para outro fundo, para outra empresa ou então como uma oferta pública inicial (OPI) na bolsa de valores.

— O fundo pode ficar até dez anos com a empresa, ele não tem pressa, mas tem o compromisso de realizar o desinvestimento. A Guerra não tem nenhuma urgência em fazer isso. Há várias opções a serem analisadas e, no momento, não está sendo analisada nenhuma delas — esclarece Souza.

Segundo ele, o foco agora é trabalhar o processo de governança corporativa, que passa por mudanças na gestão, estabelecimento de padrões e controles internos e transparência nas operações. A reestruturação de cargos passou pela dispensa de 105 funcionários apenas em 2012. Os desligamentos necessários já estariam concluídos, o que não impede renovações pontuais. Em paralelo, o líder conta que especialistas em mercadologia estão sendo contratados, assim como novas áreas, como projeto e tecnologia, serão criadas.

Sobre o possível interesse da Randon, Souza diz que não há nenhuma conversa e que os prováveis interessados, no futuro, seriam players europeus, americanos e asiáticos.

A Randon prefere não se manifestar por tratar-se, até o momento, apenas de especulações.