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102 ônibus vendidos pela Marcopolo

07 de fevereiro de 2016 0
Gelson Mello do Costa, divulgação

Gelson Mello do Costa, divulgação

Em tempos de negócios escassos, o momento é de comemorar venda a venda. A Marcopolo, de Caxias, engatou contrato de 102 ônibus ao Consórcio UrbAN, operador do sistema de transporte urbano, para serem utilizados na cidade de Anápolis, em Goiás.  Os veículos, do modelo Torino, estão sendo incorporados às frotas das empresas São José do Tocantins e VIACAP.

As unidades fornecidas têm três diferentes configurações. Os mais completos chegam com elevador semi-automático e sistema de ar-condicionado. Curiosidade: o Torino é o modelo urbano mais bem-sucedido da história da indústria brasileira do ônibus. Pudera: tem 30 anos de estrada e mais de 100 mil unidades produzidas.

Betiolo inaugura loja em Lajeado

06 de fevereiro de 2016 0
Edson Beux, divulgação

Edson Beux, divulgação

O grupo serrano Betiolo engatou a marcha de mais uma loja seminovos, agora na cidade gaúcha de Lajeado. Situada na BR-386, próximo à Fruki, a nova revenda conta com 2.250m². Chega com planos acelerados, de comercializar 100 carros por mês.

Atuando no mercado automotivo há mais de 25 anos, a Betiolo possui em Caxias do Sul três lojas de seminovos, além da concessionária Mitsubishi.

A Betiolo já atua em Lajeado com a concessionária Eurovale Fiat e a Euroloc Locadora de Veículos, ambas empresas do grupo.

 

Por que a indústria de Caxias caiu muito mais do que a gaúcha?

05 de fevereiro de 2016 0
Roni Rigon

Roni Rigon

A indústria gaúcha fechou 2015 em queda, mas bem menor do que a caxiense. No Estado, o Índice de Desempenho Industrial recuou 9,5% e somente em 2009 a retração havia sido mais significativa, de 13%. Já em Caxias, o setor fabril registrou um tombo de 23% nos negócios em 2015, uma vez e meia acima dos 9,3% de queda registrada na crise internacional de 2009.

– As empresas tiveram de reduzir o seu quadro de funcionários para se adaptar ao cenário de elevada ociosidade – explicou o presidente da Federação das Indústrias do RS (Fiergs), Heitor José Müller, ao divulgar os dados.

A pergunta que fica: por que Caxias do Sul caiu tanto acima do Estado? A colunista reforça algo que já foi falado tantas vezes: isso decorre da nossa extrema dependência do setor de máquinas, equipamentos e veículos pesados. Como são produtos tecnológicos e de alto valor agregado – envolvem contratos milionários –, acabam sendo mais fortemente atingidos pela crise.

Num cenário de incertezas econômicas e políticas, empresários e governos freiam investimentos em infraestrutura, renovação de frotas e ampliação de empresas. Com isso, Caxias do Sul acaba sendo bastante impactada, muito além de cidades com uma matriz produtiva mais diversificada. É sempre assim: quando o país e o Estado crescem, Caxias cresce ainda mais. Mas, quando cai, como o cenário que vivemos agora, aqui o tombo é ainda mais drástico. Tombo esse que se refletiu em 11 mil vagas fechadas em 2015 só na indústria, sendo 14 mil na economia caxiense como um todo.

Espumantes e sucos lideram crescimento vinícola

05 de fevereiro de 2016 0

Num cenário em que os números costumam ser negativos, crescer 6,9% é motivo de brinde. Esse foi o avanço conquistado pelo setor vitivinícola gaúcho na comercialização de vinhos, sucos, espumantes e outros produtos em 2015. O resultado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin).

Os derivados da uva tiveram desempenhos distintos no cálice do consumidor. Nos vinhos finos, o incremento foi de 2,6%, enquanto a bebida de mesa empatou, em função especialmente da fraca demanda pelo produto a granel e em garrafão.  Dois itens seguem ganhando espaço no taça do cliente: os espumantes, com efervescência de 11,9%, e os sucos de uva prontos para consumo, com venda 30,5% maior em relação a 2014.

Esse cenário não deve se repetir, porém, em 2016, em função do aumento dos custos de produção, da redução no volume da safra e da alta do IPI e do ICMS.

– Todos esses fatores encarecem os produtos no ponto de venda. Isso, aliado à diminuição do poder de compra do consumidor devido ao momento de retração na economia, faz com que tenhamos uma perspectiva de diminuição nas vendas neste ano – prevê o presidente do Ibravin, Dirceu Scottá.

Lideranças de Caxias pedem mais financiamento e menos juros ao BNDES

04 de fevereiro de 2016 0
Andréia Araújo, divulgação

Andréia Araújo, divulgação

Em Caxias, a indústria acumula perdas de 23% em 2015, fechando 11 mil postos de trabalho. O jeito, então, é mais uma vez apelar para Brasília, buscando formas de aquecer o mercado automotivo pesado. Na quarta-feira, lideranças da cidade estiveram reunidas com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, dando sequência a uma negociação que está sendo articulada desde fevereiro de 2015.

Na pauta, pedido de aprovação de linhas de financiamento de capital de giro, refinanciamento de crédito, redução de juros por meio do Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame) e linhas para compra de ônibus, caminhões e tratores. Participaram do encontro o deputado Mauro Pereira (PMDB), o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus, José Antonio Fernandes Martins, o presidente do Conselho Deliberativo da CIC de Caxias, Nadir Rizzi, e o diretor da Microinox, Gilmar Rabaioli.

Além da cobrança por agilidade, a comitiva caxiense convidou Coutinho para participar de uma reunião-almoço na CIC e também da Festa da Uva.

Xis de uva? Não, com pão de uva

04 de fevereiro de 2016 0
Paulo Scola, divulgação

Paulo Scola, divulgação

Vejam que informação apetitosa e temática: o Baita-Kão, de Caxias, está reforçando o seu cardápio com o “Xis da Festa”, composto por pão de uva, frango, queijo, ovo, alface, tomate e maionese.

Custa R$ 11 e chega, claro, para homenagear a nossa festa maior. A casa de lanches tem um relacionamento íntimo com o evento, pois foi na Festa da Uva de 1972 que abriu suas portas. Ideia simples, mas simpática.

Lojas saem do mercado e agravam cenário do "aluga-se"

04 de fevereiro de 2016 0
Roni Rigon

Roni Rigon

Com queda de quase 30% nos negócios de 2015 no comércio caxiense, nem todas as lojas conseguiram manter-se no mercado. Várias fecharam desde o final do ano passado. Entre as grifes que se despediram de Caxias está a Etna, rede de artigos para casa que ocupava espaço de destaque no Shopping Iguatemi. Era a única megastore da marca no Estado, justamente por ter encontrado no centro comercial serrano uma ampla área para expor seus mais de 10 mil produtos – nem em Porto Alegre, havia espaço tão amplo disponível em shoppings na época da chegada ao Estado. Fechou após quase seis anos atuando em Caxias, deixando em aberto um dos espaços para abrigar uma âncora no Iguatemi.

Outro estabelecimento que deixou Caxias – especificamente o San Pelegrino Shopping – foi a Luigi Bertolli. A loja de moda urbana e casual atendeu até o dia 3 de janeiro, e nesta semana o grupo brasileiro detentor da marca entrou com pedido de recuperação judicial.
No comércio de rua houve outros encerramentos de atividades. Um deles é o da Fedrizzi, tradicional empreendimento de moda situado na esquina da Avenida Júlio de Castilhos com a Rua Garibaldi, no Centro. Era uma das mais antigas lojas da cidade.

O supermercado do Kastelão, instalado no bairro Bela Vista, também fechou as portas. Um dos motivos: o alto preço do aluguel, que ampliou os custos e inviabilizou o negócio, diante de um cenário de vendas fracas e inadimplência crescente. Todos esses espaços comerciais ficaram vagos, à espera de novos inquilinos.

Soberanas se divertem ao testar jipe na Agrale

03 de fevereiro de 2016 0

Soberanas na Agrale 4Foi um dia de aventura na terça-feira para as soberanas da Festa da Uva. Em visita à Agrale, a rainha Rafaelle Galiotto Furlan e as princesas Laura Denardi Fritz e Patrícia Piccoli Zanrosso se divertiram ao fazer um test-drive no utilitário Marruá 4×4 versão militar.

A pista montada pela empresa simula situações adversas, terreno íngreme, lama, selva, e é uma experiência eletrizante (a colunista já participou). Tudo para mostrar a força, a robustez e a valentia do veículo.

A comitiva foi recebida pelo presidente da Agrale, Hugo Zattera, e pelos diretores da empresa, Rogério Vacari, Edson Martins, Ercio Lutkemeyer e Flavio Crosa, e também por José Angeli, do Conselho de Administração. O motivo: divulgar a festa e experimentar o potencial do que é produzido na terrinha.

Robertshaw. Ainda

03 de fevereiro de 2016 1

Mais um capítulo na história de transferência da Robertshaw de Caxias para Manaus. No final da tarde de terça-feira, os deputados federais Pepe Vargas e Mauro Pereira, acompanhados do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias, Assis Melo, reuniram-se, em Brasília, com o ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, e o secretário de Desenvolvimento da Produção, Carlos Augusto Grabois Gadelha.

A promessa das lideranças aos nossos representantes é que a direção da empresa será chamada pelo Ministério para explicar a estratégia no mercado interno. Uma das solicitações seria para a Robertshaw manter a produção em Caxias e a montagem e calibragem dos termostatos na Zona Franca de Manaus, já que isso garantiria o regime de tributação especial para toda a cadeia.

Detalhe: há também informações de bastidores de que a empresa teria redução de 90% de ICMS no Estado do Amazonas.

Ramo automotivo lidera recuo nas vendas

03 de fevereiro de 2016 0

Em 2015, praticamente todos os setores do comércio tiveram retração nos negócios em Caxias. Um dos ramos mais afetados pela timidez foi o de automóveis, caminhões e autopeças, com queda de 45%. Informática e telefonia vêm em seguida, com uma baixa nas vendas de 33,9%.

Outras atividades comerciais em declínio em 2015 foram: implementos agrícolas (-29,3%); eletrodomésticos, móveis e bazar (-27,9%); materiais elétricos (-20%); livrarias, papelarias e brinquedos (-20,1%); vestuário, calçados e tecidos (-18,2%) e óticas, joalherias e relojoarias (-10,5%).

Apenas dois segmentos do varejo fecharam o ano no azul: materiais de construção (18,4%), por conta de reformas e obras em prédios já planejados; e produtos químicos (14,4%), em função da agricultura.
Farmácias teve uma queda muito pequena, de 1,15%, mostrando que é um nicho de primeira necessidade.