O Juventude fez um primeiro tempo acima da média, apesar dos problemas de marcação pelo lado direito. Um golaço de Abedi, um gol mal-anulado de Schwenck, uma bomba do Egídio no travessão e mais três chances claras perdidas.
O meio-campo, com Lauro, Walker, Egídio e Abedi, funcionava como há tempo não se via. Mas ficou só 1 a 0 e aquela suspeita de que poderia fazer falta.
E fez. O Paraná botou mais um no meio, adiantou o meia Kléber e subiu de produção. Andou se insinuando para empatar, sem êxito.
Aos 24, Schwenk cavou a expulsão de Vágner (PARA ESCLARECER: QUANDO DIGO `CAVOU`, É PORQUE SEQUER HOUVE FALTA). Com um a mais, o Ju reequilibrou o jogo, mas nada que lembrasse o domínio da etapa inicial. As chances de ampliar paravam ora na precipitação, ora na displicência do ataque.
Mesmo assim, segurava o 1 a 0. Até que, aos 43, num escanteio, Mendes não acompanhou o zagueiro Leandro, que cabeceou para fazer o cime: 1 a 1. Um gol que não dá para tomar. Como tantos nessa Série B que se encaminha cada vez mais como uma enorme frustração para o Juventude.
Postado por Márcio
