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Posts de agosto 2010

Rumo a Criciúma

31 de agosto de 2010 44

O Caxias disponibiliza sete ônibus para a torcida grená estar em Criciúma neste domingo. Seis deles com capacidade de 46 lugares e outro comportando 42 pessoas. Ao todo são 318 lugares.

Os interessados devem comparecer à Sala de Sócios no Estádio Francisco Stedile (Centenário), das 9h às 12h e das 13h10min às 18h, portando a carteira de identidade. A saída do comboio está marcada para as 9h30min de domingo, no Estádio Centenário.

A passagem de ida e volta custa R$ 25, para sócios em dia, e R$ 50 para os demais torcedores.

Os ingressos no Estádio Heriberto Hülse custam R$ 30 (estudantes identificados pagam R$ 15).

Resumo da ópera

31 de agosto de 2010 55

* Marcos Paraná poderá tomar uns 200 dias de suspensão, ou ficar em só um jogo de gancho, que é o automático, que cumprirá contra a Chapecoense. Portanto, se ainda voltar, será só contra o Criciúma. Pelo que jogou até o momento, não chega a ser uma ausência desesperadora para o Juventude se perder também a última partida. Não muda nada.

* Milton Scola poderá tomar uns 200 dias de suspensão, de repente algumas cestas básicas na justiça comum, sabe-se lá. Como não entra em campo e vai ficar igual em algum camarote, não muda nada.

* Como a troca de gentilezas entre os diplomatas do gramado também passou batida, não muda nada.

Resumo da ópera: a súmula não muda nada para a urgência alviverde.

O Juventude que se preocupe em fazer o que lhe interessa e cabe dentro de campo, que ainda é possível, como era até a última rodada o ano passado, e deixe para se importar com arbitragem, que agora não vai mudar nada, em outro momento.

Opa - não sabe do que eu tô falando? Mas então corre aqui, loco!

Bola pra frente, rapaz

30 de agosto de 2010 29

Que bom ouvir o colega Arthur Dallegrave apresentando o programa Todos os Esportes, neste momento, da Rádio Caxias. Ele considera superado o episódio de ontem, quando foi agredido por alguns torcedores do Juventude após o Ca-Ju.
Infelizmente, essas situações envolvendo profissionais da imprensa são comuns, em todos os clubes. Não existe profissional que trabalha no futebol brasileiro que possa se vangloriar de jamais ter sido alvo de ameaças, tentativas ou mesmo agressões.
Isso é fruto de desvios de comportamento. O esporte tem como grandes objetivos o congraçamento e a busca de uma vida saudável. Mas é usado de forma inadequada por algumas pessoas de má índole. Que devem ser afastada pela maioria, que é do bem.

A propósito: os agressores do Arthur terão alguma punição ou tudo continuará como sempre?

Um torcendo pelo outro...

30 de agosto de 2010 50

Sei que as relações se complicaram após o Ca-Ju, mas é hora de um torcer para o outro...não tem jeito. O Caxias ganhando do Criciúma ajuda o Juventude. O Juventude ganhando da Chapecoense ajuda o Caxias. O Caxias ganhando ou empatando com a Chapecoense se ajuda. O Juventude ganhando do Criciúma se ajuda e ajuda o Caxias. O Caxias ganhando do Brasil-Pe se ajuda e ajuda o Juventude. 

Acho que o Juventude só escapa do rebaixamento com duas vitórias e tropeços de Criciúma ou Brasil-Pe (adversários do Caxias). Mas, pode empatar e vencer o Criciúma, desde que este tenha perdido os dois jogos anteriores. O Caxias se classifica mais fácil com tropeços de Chapecoense e Criciúma (adversários do Juventude). Então, não vejo problema torcer para o outro para o melhor do seu. É melhor não ser rebaixado ou ver o rival não se classificar? É melhor se classificar ou ver o rival ser rebaixado?

Ainda há um cenário quase surreal e que os grenás talvez nem considerem, mas há. Por incrível que pareça, o Caxias ainda corre um pequeno risco de rebaixamento. Se empatar um jogo e perder dois ou perder os três, combinado com duas vitórias do Juventude, o inferno trocará de lado...

Mas há também um cenário muito favorável ao Caxias. Se ganhar dois dos três jogos, ou os três, estará classificado. E aí, poderá olhar de camarote o rival cair...

Façam suas escolhas...

Tudo errado

29 de agosto de 2010 149

Tudo errado Grená

* O Caxias - e aqui referindo-se em vários aspectos ao contexto institucional, não de arquibancada, que é outra história - teve a capacidade de comemorar no clássico de hoje duas coisas que não aconteceram: sua vitória, nem falando em classificação, e o rebaixamento do Juventude. Exatamente. Você sabia que o Juventude não está rebaixado? E que o Caxias não está classificado?

* O torcedor do Caxias pode e deve comemorar do jeito e com a intensidade que quiser DENTRO DOS LIMITES a ele estabelecidos. Quais sejam: na sua arquibancada e sem arremesso de objetos no gramado. Felicidades. Mesmo com dois pontos perdidos em casa.

* Jogadores e funcionários do Caxias poderiam haver poupado, a si e aos profissionais do futebol, do desfile de caixõezinhos no final. Para quem tem um poder de assimilação mais apurado, ficou evidente uma festa que teve mais de satisfação pessoal de alguns contra o lado contrário do que de comunhão com a torcida pelo empate (?). A (gratuita/inútil) provocação à enfurecida torcida contrária foi de uma irresponsabilidade difícil de ser mensurada após a troca da primeira dentição.

* E se algum dirigente grená teve qualquer participação no ato - coisa que destaco não ter visto e pouco me interessa se alguém acha que viu ou ouviu que viu - está completamente fora de propósito. Deve buscar tratamento.

* O helicóptero antes do jogo foi algo juvenil para qualquer cidadão familiarizado com as circunstâncias que cercam 75 anos de rivalidade e um mínimo de história do futebol. Convite à derrota. Quase conseguiu. Parabéns.

* Só em jogo do campeonato carioca deve ter tanta gente que não está trabalhando em volta do gramado, pronta para invadir no final. Ridículo.

Tudo errado Papo


* O Juventude talvez ainda nem tenha se dado conta do tempo comprometedor que desperdiçou tentando reinventar a Escola de Frankfurt de Comunicação, durante o qual manteve o foco desviado do que realmente lhe interessava. Ou deveria.

* Enquanto preocupou-se em fabricar um inimigo estratégico para consumo externo, o Juventude tornou-se impermeável à critícas. Mas não as externas, porque essas jamais ocorreram da maneira como se tentou fazer parecer - e alguns, santa inocência, batman, acreditaram. Parabéns. Isso dá certo na maioria das ocasiões sociais e no futebol principalmente. Sangrando por todos os orifícios, tomou por problema quem ensaiou (e nem sequer chegou a fazê-lo) apontar onde estava a hemorragia.

* O Juventude deixou de ganhar o clássico de hoje só e unicamente - vou repetir: só e unicamente - pelo bagaço físico. Por que o Rodrigo Poletto é incompetente? Pelo contrário, pois o trabalho dele ainda evitou o pior. Porque mais da metade do time que teve de suportar a pressão desesperada do Caxias até os 51 minutos do segundo tempo estava sem ritmo de jogo. Pois não vinha sendo utilizado. A produtividade desta parcela do grupo fala por si. Principalmente, de novo, a respeito do tempo (e sabe-se lá, se não a divisão) perdido.

* O Juventude não poderia ter jogado mais uma ou duas partidas assim antes de hoje? E não pode jogar depois? É interessante constatar o que Beto Almeida conseguiu extrair em tão pouco tempo de um grupo que não montou e com o qual tem pouca convivência.

* Um dia ainda vou descobrir por que Christian Yeladian era reserva. Sim, Espiga me queimou a língua. Que siga jogando pouco e fazendo muito.

* Jonatas poderia ter evitado a provocativa dominada de bola no peito. Não influiu no resultado do jogo, como obviamente também não influiu a entrevista que deu na sexta-feira. Sua contribuição foi para o festival de imbecilidade coletiva no final.

* O torcedor do Juventude pode e deve protestar do jeito e com a intensidade que quiser DENTRO DOS LIMITES a ele estabelecidos. Quais sejam: na sua arquibancada e sem arremesso de objetos no gramado ou depredação do estádio. É fácil: seja menos infantil do que o profissional do futebol com o caixão.

Tudo errado da dupla Ca-Ju


* Quatro pontos perdidos de cada lado em dois clássicos. A previsão mais fácil de ser acertada na história do futebol se confirmou, ao caírem dois rivais históricos no mesmo grupo de uma competição nestes moldes. Vamos fazer uma carreata e um foguetório na praça para comemorar o baita momento do futebol caxiense.

Série C: Caxias x Juventude

29 de agosto de 2010 19

Acompanhe o pré-jogo e o minuto a minuto do Ca-Ju 265, realizado no Estádio Centenário.

Duelo de extremos

28 de agosto de 2010 19

Coluna intervalo de hoje:

Apenas 28 dias separam o primeiro do segundo Ca-Ju pela Série C. Período suficiente para colocar os protagonistas em situações antagônicas, e a cidade, na iminência de uma inversão histórica.

Agosto consolidou o Caxias como candidato à classificação. Condição que será reforçada se vencer o clássico. Caminho que se tornará mais tortuoso em caso de tropeço neste domingo.

Agosto jogou o Juventude em situação desesperadora. Vencer o clássico sequer será o bastante para tirá-lo da lanterna do grupo da morte, mas representará a esperança. Empatar ou perder torna o rebaixamento virtual ainda mais próximo do real.

Caso vença o clássico, alem de encaminhar sua vida e tumultuar ainda mais a do rival, o Caxias determinará uma virada na gangorra. Desde 1993, quando assinou a parceria com a Parmalat, o Juventude alçou um voo que o colocou, ao longo desses 17 anos, à frente na rivalidade regional. Foram 13 anos consecutivos na elite, enquanto o adversário se via às voltas com as Séries B ou C.

Mesmo quando o Ju caiu para a segunda divisão, em 2007, o Caxias estava um nível abaixo. Este ano, ambos se nivelaram na terceira. O clássico deste domingo dá ao lado grená a oportunidade de embalar rumo ao acesso e encaminhar o alviverde rumo ao subsolo do inferno.

Por isso, a euforia e a motivação são unilaterais neste clássico. O time do Caxias joga focado apenas na própria campanha na Série C. Seu torcedor, porém, esfrega as mãos ao pensar na desforra desses 17 anos e irá invadir o Centenário.

O Juventude joga pela sobrevida. Sabe que só um feito de impacto pode determinar a inversão de rumo e deflagrar uma arrancada em busca do milagre. Que façanha teria mais impacto que vencer o clássico na casa do rival? O papo, mesmo triste e desmotivado, correrá o risco de perder este momento?

O Ca-Ju 265 representa um capítulo único nestes 75 anos de rivalidade. Tem tudo para ser lembrado por muito tempo. Resta saber como e por quem.

Galo cinza

28 de agosto de 2010 21

Em 2007, quando passou pelo Juventude, o técnico Cláudio Duarte, famoso Claudião, cunhou uma de suas pérolas:

- Futebol é tudo igual. Se você olhar num vestiário, todo mundo tem duas. Quem tem três é aleijado.

Pois o Jonatas deu mostras, hoje à tarde, após mais um treino secreto no Alfredo Jaconi, de que pode ser um desses aleijados do futebol. E que bom. Para o Juventude e para o futebol, que ambos estão precisando mais disso.

(Um pequeno parêntes, antes de prosseguir, a respeito do treino de portões fechados. O segundo consecutivo. Durante o serviço de acompanhamento minuto a minuto oferecido com exclusividade pelo blog e pelo pioneiro.com, muitos, mas muitos torcedores perguntaram detalhes interessantes da atividade, do rendimento dos jogadores, que não puderam ser respondidos. PARA o público PELA imprensa. A relação de meio e mensagem com a qual tantos se confundem. Uma pena. Em momento decisivo, sobrou para o torcedor.)

Goleiro papo não tem medo de dizer o que pensa

O camisa 1 alviverde esbanjou personalidade em uma conversa com repórter às vésperas de clássico. Obrigado, Jonatas, mais uma vez, pela coragem. Pela contribuição para evitar o sepultamento do maior fenômeno cultural brasileiro - que é o que a tentativa de pasteurizar e atrapalhar a comunicação está conseguindo fazer com o futebol.

Qual a história?

Ora essa, o cara simplesmente falou o que pensa. Sem medo, sem neuroses, sem preocupação, mas com responsabilidade e argumentos.

Se alguém vai concordar ou não, é outra história. O conteúdo não é a pauta aqui.

Vale o mérito. E isso, Jonatas teve.

- O Caxias não me convenceu tanto assim. A única diferença entre nós e eles, é que eles foram competentes em casa. Só isso.

Quem quiser, que ache bom ou ruim, ou que imagine que este tipo de frase vai fazer alguém jogar mais ou menos. Jonatas simplesmente falou o que pensa. E por isso tem de ser valorizado, pois o pensamento está em extinção no futebol.

Mistérios do meio da tarde

27 de agosto de 2010 11

Dois treinos fechados seguidos no Jaconi e muitas perguntas para o Ca-Ju. Bom combustível para reflexão da papada até a hora do jogo.

A estratégia comprovará sua validade na prática?

Por que Christian Yeladian não participou do rachão de hoje, se não sentia problema algum?

E por que Beto Almeida conversou por alguns minutos com ele, em separado?

Por que Tiago Silva, fungando de gripado, e Luiz Felipe, com uma raquete de bandagens na fratura da mão esquerda, foram sacados do departamento médico e levados a campo hoje, após uma semana inteira sem treinar?

Por que Gustavo e Umberto foram pessoalmente elogiados pelo homem, se nem sequer entraram contra o Brasil-Pe?

Por que Espiga parecia tão animado?

E Julio César tão silencioso?

Dois ou apenas um atacante?

Jean Coral começa a partida?

Qual o caminho para vencer?

Acompanhe o treino decisivo do Juventude para o Ca-Ju 265

27 de agosto de 2010 0

Acompanhe a cobertura minuto a minuto do treino decisivo do Juventude para o Ca-Ju 265 de domingo, pela Série C.