Aquela ave característica começou seu sobrevoo em torno do Alfredo Jaconi.
Hoje, os primeiros três foram dispensados (liberados/recolocados/reposicionados/disponibilizados para a busca de novos desafios/desligados/demitidos/deixados de fazer parte dos planos/autorizados a disparar CVs, escolha o eufemismo de dirigente da sua preferência).
Ismael Espiga, cujo melhor momento foi mesmo a vistoriada no gramado do Centenário com uma carranca seguida do gol por cobertura, no clássico de repercussão mais interminável e cansativa da história dos clássicos irritantes, aquele de 29 de agosto do ano passado.
Jean Coral, que é muito boa pessoa, jogador que poderia valer uma segunda olhada, mas jamais será perdoado pela papada pelo gol perdido no Heriberto Hülse, nos estertores do segundo tempo. E também não se ajudou muito com a própria fase.
E Rodrigo Ost. Que tem apenas uma vogal no sobrenome. Sei lá, não consigo pensar em nada melhor.
Não serão os únicos, isso é certo.
