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Posts com a tag "24 horas"

Confira as séries renovadas e canceladas!

28 de junho de 2010 0

Em frente à TV, você assiste ao fi nal de temporada da sua série favorita. O fi m, como de costume, deixa aquele baita gancho para o próximo ano do programa.Mas no meio disso tudo, a emissora decide cancelar o show e o fim daquela história só fica na imaginação do espectador. Para os fãs de séries, a época de apreensão acaba de passar. Agora fica o choro por ser privado de seu entretenimento favorito ou a segurança por saber que haverá mais tempo para você se divertir com as suas atrações televisivas prediletas.
Com o fi m das temporadas de séries norte-americanas, conhecido como encerramento do fall seasson, as emissoras passaram a avaliar a viabilidade comercial (fi nanceira e de audiência), dos programas. Daí, decidiram aqueles que serão mantidos na grade televisiva da próxima temporada e aqueles que foram para o limbo televisivo.
O ano de 2010 representou o fi m de uma era para alguns grandes shows. “Lost” e “24 Horas” chegaram ao fim e deixarão órfãos milhões de fãs. Mas tiveram um final coerente, planejado e imaginado por seus criadores. Ao contrário da badalada “Flash Forward”, que foi cancelada precocemente ao encerrar seu primeiro ano. Vendida como sucessora de “Lost”, a obra tentou seguir à risca a fórmula de sucesso, mas derrapou na falta de personagens cativantes e pela constante quebra de lógica da sua premissa. Outras, como “Heroes”, já vinham se arrastando ao longo dos anos e acabaram sendo canceladas depois de perderem o seu público mais fi el.
Final diferente tiveram seriados que sempre sofreram com a baixa audiência. Um exemplo é “Chuck”, que ao fim da primeira temporada só não foi cancelada porque os fãs fi zeram uma campanha contra o cancelamento do seriado comprando lanches no Subway (uma das patrocinadoras do programa e que tem uma inserção constante durante os episódios). Um ano depois, bastou manter a mesma média de telespectadores para garantir o terceiro ano do programa.
Situação semelhante à vivida por “Friday Night Lights”, que sempre pressionada por sua baixa audiência, só sobreviveu pelas boas e constantes críticas sobre o show e, em setembro, estreia seu quinto e último ano. A lista de renovações mostra que a manutenção foi a principal característica do próximo fall season. Entre investir em uma nova produção e manter aquilo que se tem uma base cativa, mesmo que pequena, de telespectadores, os canais buscaram
a segunda opção. Nessa lógica, séries que há anos vem brigando contra seu cancelamento, ganharam uma sobrevida, como “Smallville”, que chega à décima temporada, e “One Tree Hill”, que vai para o oitavo ano.

Sobe e desce

Warner
“Life UneXpected”
“One Tree Hill”
“Smallville”
“Supernatural”
“The Vampire Diaries”
“Gossip Girl”
“Two and a Half Men”
“The Big Bang Theory”
“V”
“The Mentalist”
“Fringe”
“Human Target”

Fox
“Modern Family”
Universal Channel
“Brothers & Sisters”
“The Good Wife”
“Law & Order: SVU”
“House”
“Chuck”

AXN
“Criminal Minds”
“The Amazing Race”
“Survivor”
“CSI”
“CSI: Miami”
“CSI: NY”
“NCIS”
“NCIS: Los Angeles”
“Friday Night Lights”

FX
“The Office”
“The Cleveland Show”
“Uma Família da Pesada”

Fox
“Glee”
“The Simpsons”
“Bones”
“Lie to Me”
“American Dad”

Liv
“Parenthood”

Fox Life
“How I Met Your Mother”

Sony
“Desperate Housewives”
“Cougar Town”
The Middle
“Grey’s Anatomy”
“Private Practice”
Castle
“America’s Next Top Model”
“Medium”, “Community”,
“30 Rock”
“90210”
“American Idol”

Outras séries renovadas
“Parks and Recreation”
“ The Apprentice”
“The Celebrity Apprentice”

Warner
“Melrose Place”
“The New Adventures of Old Christine”
“Trauma”
“Cold Case”

Sony
“Ugly Betty”
“Scrubs”
“Accidentaly on Purpose”
“Ghost Whisperer”

AXN
“FlashForward”
“LOST”.

FOX
“24 Horas”,

Universal
“Heroes”
“Law & Order”
“Three Rivers”

Liv
“Mercy”
“The Beautiful Life”

Fox
“Dollhouse”
“Brothers”
“’Til Death”
“Sons of Tucson”
“Past Life”

Fox Life
“Numb3rs”

Outras séries canceladas
“Hank”
“Happy Town”
“Better of Ted”
“Romantically Challenged”
“The Forgotten”
“Eastwick”
“The Deep End”
“Gary Unmaried”
“Miami Medical”

Avaliação do final de 24 Horas

07 de junho de 2010 1

Jack Bauer não merecia esse final. Definitivamente não merecia. Por mais que ainda exista a possibilidade de retornar em um segundo e último filme para amarrar as pontas soltas, o herói americano não teve o desfecho ideal. A oitava e última temporada de 24 horas começou muito ruim e manteve o ritmo inconstante por quase toda a primeira metade da temporada. Confusa, fraca, com personagens pouco carismáticos, o programa só conseguiu se reestruturar depois que decidiu retornar com tudo as suas origens.
Traições, reviravoltas, morte de personagens importantes, clima constante de tensão e urgência. Depois do 13 episódio da temporada, a série cresceu. A trama que parecia estagnada, sofreu uma incrível reviravolta e passou a conter todos os elementos de tensão que caracterizaram o seriado. Jack Bauer queria vingança. A morte de Renee não passaria impune. Para cumprir sua sofrida jornada, Jack começou a matar todos aquele que participaram de alguma forma do assassinato da sua “amiga”.
E Jack Bauer tem a chance de terminar com êxito sua vingança. Na mira, possui Charles Logan e logo após, o presidente da Rússia. Um tiro, decretaria o fim do acordo de paz e satisfaria em parte o desejo de justiça cega do personagem.
Se os criadores do seriado seguissem a lógica do seriado e tivesse coragem de dar o desfecho natural, esse seria o caminho. Mas não. Ao contrário, vemos um Jack se acovardando no momento decisivo pelas palavras de Chloe. Para piorar as coisas, o seriado bebe nas fontes nos piores achismos norte-americanos.
A presidente da Taylor percebe o quanto errou e decide se entregar. O pacto de paz é quebrado, como consequência disso. Mas o fato é: os EUA saem de cabeça erguida. Mesmo abatidos, mesmo tendo infringido a lei, mesmo sendo cúmplices do assassinato de um presidente, eles conseguem transferir a maior culpa para os russos.
Por fim, Jack Bauer seria assassinado, mas a presidente consegue impedir a morte do herói. E ele, numa despedida patética, olha para o céu, com uma incrível mira encontra um satélite no espaço e se despede de sua melhor amigo.
Sou fã do seriado. Sempre fui. Religiosamente assisti a todos os episódios, o filme, os prequels… Gostaria de ver mais um pouco das aventuras de Jack Bauer. Sempre é um passatempo divertido. Mas é preciso que esse filme seja algo para fazer respeito aos grandes momentos de Jack na tela. Senão, é melhor encerrar como está.
Mesmo com o final abaixo do esperado, 24 horas fará uma imensa falta.

Os melhores e os piores series finales!

31 de maio de 2010 0

Episódios finais de grandes séries costumam dividir, e muito, a opinião dos fãs. Com o fim muito satisfatório de Lost e o ridículo e covarde encerramento de 24 horas*, me fiz a pergunta: quais foram as séries que fecharam com chave de ouro?

Na minha lista, em um patamar mais alto do que qualquer outra, está A Sete Palmos (Six Feet Under).


Pra mim, basicamente impossível competir com os dramas da família Fischer. Os episódios finais do seriado são o que há de mais intenso, triste e comovente que assisti.

Depois, não necessariamente nessa ordem, tem o final mais polêmico, que fica para Os Sopranos. Corajoso é pouco para descrever o que foi aquele final. Cinco temporadas excepcionais encerradas de uma forma absolutamente inesperada.

Lost e Battlestar Galactica (BSG) ficam um pouco abaixo, como grandes séries que tiveram excelentes finais. Lost com o final rimando tematicamente com importantes momentos do programa, enquanto BSG conseguiu voltar em seu fim, retornar com mais força ao início de tudo (por mais confuso que isso pareça para quem nunca viu o seriado. Aliás, se ainda não viu, corra e veja).

E tem aqueles programas que eu gostaria que tivessem durado mais tempo para terem a oportunidade de um final bem construído. Estou falando daquelas séries que foram interrompidas pela audiência baixa, que só tinham uma pequena, mas fervorosa, parcela de fãs e não conseguiram se sustentar por mais tempo. Essa lista tem muitos nomes, mas para citar só algumas:

Veronica Mars. O que será que aconteceu com a protagonista e Logan Ecchols? Enfim, terminaram juntos. Veronica chegou ao FBI? É, só restou a imaginação para os fãs.

Deadwood. Em um cenário de corrida pelo ouro no oeste norte-americano, o que será que aconteceu com a cidade que se formava (e dava nome ao programa) e a relação para lá de ambígua entre o delegado Seth Bullock e o dono de puteiro Al Swearengen, com falas mais pomposas já vistas e virulentas já vistas na TV.

Studio 60 on the sunset Strip.
Em uma época formada por textos comuns, programas engessados em sua estrutura e pouco críticos, Studio 60 conseguia, de uma só vez, ser uma voz opositora constante seja aos meios de comunicação, a guerra, a sociedade ocidental. A sátira contínua foi derrubada em apenas uma temporada.

Por último, existem programas de nível excelente que espero acompanhar até o fim. Shows que sempre estiveram um passo a frente e que tenho certeza, seus finais estarão na lista dos mais interessantes, como:

Friday Night Lights. Provavelmente, o programa mais adulto feito para adolescentes. Quem não quer saber como será o desfecho da incrível jornada de Coach Taylor no comando das duas equipes escolares de Dillon. Acredito, que no fim, esse ano teremos a quinta e última temporada, ao menos irá na lembrança o grito: Clear eyes, full hearts, can’t lose.

Dexter. Depois do final da terceira temporada, só passo esperar que o sombrio fique ainda mais assustador. A cada ano, são 12 episódios que fazem valer a espera. A quarta temporada é aguardada ansiosamente por aqueles que aprenderam a apreciar as sutilezas do código.

Para fechar esse posts, não posso deixar de citar aquelas séries memoráveis que tiveram finais horríveis. Não irei muito longe, me incomodaria retornar tanto, então, citarei poucas.

24 Horas. Jack Bauer, definitivamente, não merecia um fim como aquele. Os criadores da série foram covardes. Conseguiram em pouco menos de uma hora de show, destruir toda a construção narrativa e feita para a despedida. Acredito que se Jack andar por aí, provavelmente, deve estar querendo vingança pelo modo patético como foi encerrado.

Arquivo X. A desistência de David Duchovny em interpretar o agente Fox Mulder deveria ser o fim do programa. Mas a insistência dos produtores, fez o show agonizar por mais duas temporadas. Isso, salvo as raras aparições do agente. Um dos primeiros programas a ser cultuado por uma legião de pessoas merecia um fim melhor.

Roswell. Uma série divertida, interessante, que sempre agradou. Mas que pela pressão para o cancelamento cada vez mais próximo, resolveu encerrar com um casamento hippie ridículo. Uma carta lida por um personagem em off tentou amarrar as pontas do roteiro, tornando a experiência ainda pior.

The O.C. A série adolescente da década conseguiu ter um final razoável. Mas ao matar a sua atriz principal no final da temporada anterior, só conseguiu fazer o show agonizar por mais uns 20 episódios. Se não fosse Seth segurar o programa, The O.C fecharia de modo horrível.


Depois do fechamento de duas séries que acompanhei religiosamente, nada melhor do que retornar na memória e lembrar dos programas que marcaram época. E quais forma os seus finais favoritos, horríveis, chatos, previsíveis ou o programa que foi interrompido de modo abrupto e merecia melhor sorte?

* Em breve, confira comentários sobre o fim da jornada de Jack Bauer e dos Losties.

As últimas 24 horas de Jack Bauer

24 de maio de 2010 0

Depois de oito anos de exibição, chega ao fim um dos seriados mais influentes da década: “24 horas”. Hoje, em boa parte do mundo, serão exibidas as duas últimas horas da vida de Jack Bauer. A série pode ser conferida na Fox, às segundas-feiras, às 23 horas. No Brasil, os episódios estão mais atrasados e o final deve ir ao ar em algumas semanas.

Com o fim do seriado, fica a pergunta: depois de toda a luta para manter a ordem, as ações do homem que foi e ainda é a representação lúdica do super-herói norte-americano moderno valeram à pena? Ou, ainda, como seria os EUA sem Jack Bauer?

Provavelmente, sem Jack, os EUA seriam uma catástrofe de proporções inimagináveis. Sozinho, ou quase (ele sempre convence alguém a ajudá-lo), Bauer impediu a detonação de uma bomba nuclear no centro de Nova York, na segunda temporada. Salvou os americanos de vivenciarem um ataque biológico em grande escala, ao fim do terceiro dia. Neutralizou um ataque terrorista contra a Casa Branca, na sétima temporada. Isso sem contar as inúmeras vezes em que salvou candidatos a presidente, presidentes, cidades e o país dos planos de antigos e novos inimigos. Rivais que sempre tinham como premissa derrubar o império americano.


Jack serviu até mesmo como uma representação da consciência coletiva americana, ao salvar o povo de seu próprio presidente, na sexta temporada. Não sem antes torturá-lo. Regra básica do programa e que rendeu discussões acaloradas.

Mas para atingir seus objetivos, de salvar os EUA e o mundo ocidental das ameaças terroristas, o símbolo da era marcada pela paranoia global do terrorismo e pela banalização da violência precisou causar muita destruição e isso coloca em xeque o seu esforço pela paz. Ele causou incidentes diplomáticos, fez a Unidade Contra-terrorismo (CTU) sofrer dois ataques que a destruíram. Mas isso não foi o pior. O resultado da sua luta fez ele perder a mulher e uma quantidade enorme de amigos, mortos enquanto o herói prosseguia suas caçadas. Isso sem contar na perda de centenas de vidas americanas.

Mas para fazer isso, só alguém indestrutível. E Jack demonstra isso. Ele resistiu a sessões de tortura, ressuscitou duas vezes, foi o responsável pela execução de incontáveis pessoas.

Nas oito temporadas, Jack Bauer sempre se comportou da mesma forma que os Estados Unidos parecem estar dispostos a agir quando se deparam com inimigos. Jack Bauer é a imagem viva, porém ficcional, do que os EUA se propõem a fazer na guerra contra o terror.

Com a aposentadoria forçada, ele pode morrer ao fim da série e transformar-se de vez em mártir ou aposentar-se para tentar desfrutar o que sempre esteve protegendo. Fica uma última pergunta. Quem tomará para si a responsabilidade de salvar o mundo ocidental na TV? Ainda não se sabe. Mas sem Jack Bauer, todos devem passar por dias mais nebulosos e com menos diversão.

UM FINAL HONROSO PARA O HERÓI

Das cinzas do 11 de setembro – o programa foi ao ar dois meses depois da tragédia do World Trade Center – surgiu Jack Bauer. “24 horas” acabou tornando-se um ícone entre as séries da década. O seriado foi inovador ao sugerir na TV, representando um dia na vida de um agente especial dos EUA. Toda a temporada corria em tempo real, com 24 capítulos de uma hora cada. Ao todo, completará 192 episódios.

Sempre provocativo, o seriado já fez, no mundo ficcional, dois negros e uma mulher assumirem o cargo de presidente.

Jack Bauer chega ao fim justamente por causa do formato. Com o passar das temporadas, foi inevitável que trama ficasse cada vez mais engessada. O telespectador se acostumou a ver a mudança constante dos vilões e mocinhos, mas a sinopse permanece sempre a mesma. E o custo para viabilizar o programa ficou caro. Somente Kiefer Sutherland, o protagonista, ganha mais de R$ 500 mil dólares por episódio. Com a escassez dos prêmios e a diminuição da audiência, a Fox perdeu o receio de colocar um ponto final no show.

Ainda há esperança que exista um filme, mas a trama da oitava temporada demonstra que Jack Bauer pode estar respirando seus últimos segundos de vida. Não são poucos, incluindo Kiefer, que apontam que o fim trágico para Bauer seria o mais honroso e condizente com o que o programa sempre tentou transmitir.

* Matéria publicada na edição do jornal A Notícia desta segunda-feira.

A redenção de 24 horas

17 de maio de 2010 0

Com o fim do programa já determinado, a 8° temporada se encaminhava para encerrar de modo deprimente uma das melhores séries da última década.
Mas como um último suspiro antes do fim, a partir do 14 episódio, a série se recuperou e a três episódios do fim, está no melhor da sua forma.
Depois que a CTU foi atingida por um Pulso Eletro-magnético e Chloe assume o comando da casa, 24 horas começa a voltar ao modelo que o consagrou.
Numa forma de homenagem as temporadas anteriores, a série repete sua forma de traições no alto escalão, mortes inesperadas, desdobramentos imprevistos e surpreende.
A descoberta da traição de Dana, a morte do presidente Hassam, a morte de Renee, o medo da presidente americana em encerrar de forma melancólica seu mandato, a volta do temido ex-presidente dos EUA, Charles Logan, a volta do inimigo Russo e o despertar da fúria de Jack Bauer.
Sequência de acontecimentos que deixaram o telespectador cada vez mais ansioso para que Jack consiga sua vingança, e com isso, consequentemente, coloque um fim a um tratado de paz – que começaria manchado com o encobrimento da morte de um presidente.
Há dez episódios seria impensado que o oitavo dia mais longo de Jack Bauer não encerrase de forma enfadonha e chata.
Mas como um fênix, a série se reinventou ao apostar novamente, naquilo que sempre soube fazer de melhor. Com apenas três episódios, é triste pensar que logo deixaremos de acompanhar os dias trágicos de Bauer.
Mas fica a certeza de que, ao menos, 24 horas encerrará como a grande série que sempre foi e continua sendo.

24 horas acabou!

29 de março de 2010 2

Os dias mais longos da vida de Jack Bauer chegaram ao fim. A 8° temporada de 24 horas é a última da série. Depois de 192 horas, somados as 10 que ainda faltam para acabar o oitava mais longo dia de Jack, o produtor-executivo John Cassar anunciou via twitter o fim do programa. Segundo o canal FOX informou em um seu site, Kiefer Sutherland e os produtores do seriado chegaram em um consenso sobre o término do programa em reuniões recentes.

O que incentivou o sinal vermelho de 24 horas foi o alto custo que uma temporada da série tem e o retorno financeiro que a cada ano diminui. Entretanto, é deixada aberta a possibilidade que Jack volte ainda mais uma vez as telas, mas dos cinemas. A ideia é encerrar a história na telona.

O filme deve vir até o final de 2011. É bom deixar claro, que oitavo ano, que está em seu décimo quarto episódio, continuará sendo exibido normalmente.

Agora é saber o que será da carreira de Sutherland. Antes do seriado, sua carreira definhava. Era lembrado por filmes dos anos 80 e do início dos noventa. Mas com atuações impecáveis e uma encarnação incrível atrás da outra, Kiefer virou Jack Bauer. Agora é saber como ele conseguirá superar o maior papel de sua vida.

Até logo, Jack Bauer.

Dammit!

24 Horas; Oitava tempora é o fôlego final?

16 de março de 2010 1

Estreiou hoje a 8° temporada de 24 horas na tv brasileira. Com transmissão da Fox, o oitavo dia da vida de Jack Bauer vem para tentar dar uma sobrevida para a série. Desde o primeiro ano, 24 foi uma das minhas séries favoritas. O tom emergencialista, as tramas nos corredores do poder na Casa Branca, os debates sobre a validade da tortura para a retirada de informações e a criatividade e coragem dos roteiristas. Não faltou ataques terroristas, seja de ataques a candidatos ao posto maior do governo americano ou bombas nucleares em solo ianque, de tudo acontecia nos dias mais agitados de Jack Bauer.
Ator sem grande destaque no cinema, ele encarnou o personagem de um modo excepcional. Morreu duas vezes, matou dezenas de agentes por episódios, sobreviveu a torturas, morte de familiares, perda de amigos querida, traições inesperadas e depois de muito lutar pela segurança dos americanos ou pela tensão que a profissão lhe proporcionava, Jack deixou a vida de agente. Inesperadamente, viu um novo propósito na vida ao ganhar a chance de se reaproximar da pouca família que lhe restava. Na oitava temporada, Jack envelheceu e agora é vovô.


Mas no roteiro da esperada 8° temporada deixa a desejar. Na exibição americana, estamos na metade (12) de mais um dos longos dias de Jack Bauer. Mas parece que a fonte secou.
Com uma história desconexa, traições esperadas, problemas já rotineiros no dia-a-dia do agente, a impressão que dá é que 24 só sobrevive porque gostamos e nos acostumamos a assistir as dificuldades de Jack para conseguir deter mais uma ameaça. Porque já não há mais poço criativo que jogue mais uma sequência incrível de fatos estourarem em um final surpreendente.
Nesse ano, os atores não convencem. Freddy Prince Jr. até tenta, mas não consegue convencer como o agente Ortiz. Como Dana Walsh, a Kate Sackhoff não agrada. Nem de longe lembra a Starbuck de Battlestar Galactica. Além do mais, a sub-trama dos dois irrita pela previsibilidade e por ser uma repetição de outros fatos tão conhecidos.


Para dar suporte ao anti-herói, pelo menos dois retornos foram garantidos. Chloe (Mary Lynn Rajskub) e Renee (Annie Wersching). Mas as duas, somadas a Kiefer Suterland parece que participam da história por um simples arremedo do roteiro. Já que vão de um lado para o outro e não tem uma função definida na trama.
Com custos estimados em R$ 40 milhões (cerca de R$ 3,3 milhões por episódio), a personagem mais sóbria e consistente desta oitava é a presidente americana, Allison Taylor. Novamente envolvida em uma trama com o Oriente Médio e a existência de terroristas, a governante busca conseguir fechar um acordo de paz com um país fictício do Oriente. Talvez seja mesmo a hora da paz chegar a região e os roteiristas de 24 horas deixarem para lá o pós-11 de setembro.
Da minha parte, espero que os 12 episódios finais queimem minha língua e que Jack figure novamente forte e intrigante, como sempre foi. Porque mais do que todos os personagens da TV, Jack Bauer merece um final digno!