Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "8° temporada"

A redenção de 24 horas

17 de maio de 2010 0

Com o fim do programa já determinado, a 8° temporada se encaminhava para encerrar de modo deprimente uma das melhores séries da última década.
Mas como um último suspiro antes do fim, a partir do 14 episódio, a série se recuperou e a três episódios do fim, está no melhor da sua forma.
Depois que a CTU foi atingida por um Pulso Eletro-magnético e Chloe assume o comando da casa, 24 horas começa a voltar ao modelo que o consagrou.
Numa forma de homenagem as temporadas anteriores, a série repete sua forma de traições no alto escalão, mortes inesperadas, desdobramentos imprevistos e surpreende.
A descoberta da traição de Dana, a morte do presidente Hassam, a morte de Renee, o medo da presidente americana em encerrar de forma melancólica seu mandato, a volta do temido ex-presidente dos EUA, Charles Logan, a volta do inimigo Russo e o despertar da fúria de Jack Bauer.
Sequência de acontecimentos que deixaram o telespectador cada vez mais ansioso para que Jack consiga sua vingança, e com isso, consequentemente, coloque um fim a um tratado de paz - que começaria manchado com o encobrimento da morte de um presidente.
Há dez episódios seria impensado que o oitavo dia mais longo de Jack Bauer não encerrase de forma enfadonha e chata.
Mas como um fênix, a série se reinventou ao apostar novamente, naquilo que sempre soube fazer de melhor. Com apenas três episódios, é triste pensar que logo deixaremos de acompanhar os dias trágicos de Bauer.
Mas fica a certeza de que, ao menos, 24 horas encerrará como a grande série que sempre foi e continua sendo.

24 horas acabou!

29 de março de 2010 2

Os dias mais longos da vida de Jack Bauer chegaram ao fim. A 8° temporada de 24 horas é a última da série. Depois de 192 horas, somados as 10 que ainda faltam para acabar o oitava mais longo dia de Jack, o produtor-executivo John Cassar anunciou via twitter o fim do programa. Segundo o canal FOX informou em um seu site, Kiefer Sutherland e os produtores do seriado chegaram em um consenso sobre o término do programa em reuniões recentes.

O que incentivou o sinal vermelho de 24 horas foi o alto custo que uma temporada da série tem e o retorno financeiro que a cada ano diminui. Entretanto, é deixada aberta a possibilidade que Jack volte ainda mais uma vez as telas, mas dos cinemas. A ideia é encerrar a história na telona.

O filme deve vir até o final de 2011. É bom deixar claro, que oitavo ano, que está em seu décimo quarto episódio, continuará sendo exibido normalmente.

Agora é saber o que será da carreira de Sutherland. Antes do seriado, sua carreira definhava. Era lembrado por filmes dos anos 80 e do início dos noventa. Mas com atuações impecáveis e uma encarnação incrível atrás da outra, Kiefer virou Jack Bauer. Agora é saber como ele conseguirá superar o maior papel de sua vida.

Até logo, Jack Bauer.

Dammit!

24 Horas; Oitava tempora é o fôlego final?

16 de março de 2010 1

Estreiou hoje a 8° temporada de 24 horas na tv brasileira. Com transmissão da Fox, o oitavo dia da vida de Jack Bauer vem para tentar dar uma sobrevida para a série. Desde o primeiro ano, 24 foi uma das minhas séries favoritas. O tom emergencialista, as tramas nos corredores do poder na Casa Branca, os debates sobre a validade da tortura para a retirada de informações e a criatividade e coragem dos roteiristas. Não faltou ataques terroristas, seja de ataques a candidatos ao posto maior do governo americano ou bombas nucleares em solo ianque, de tudo acontecia nos dias mais agitados de Jack Bauer.
Ator sem grande destaque no cinema, ele encarnou o personagem de um modo excepcional. Morreu duas vezes, matou dezenas de agentes por episódios, sobreviveu a torturas, morte de familiares, perda de amigos querida, traições inesperadas e depois de muito lutar pela segurança dos americanos ou pela tensão que a profissão lhe proporcionava, Jack deixou a vida de agente. Inesperadamente, viu um novo propósito na vida ao ganhar a chance de se reaproximar da pouca família que lhe restava. Na oitava temporada, Jack envelheceu e agora é vovô.


Mas no roteiro da esperada 8° temporada deixa a desejar. Na exibição americana, estamos na metade (12) de mais um dos longos dias de Jack Bauer. Mas parece que a fonte secou.
Com uma história desconexa, traições esperadas, problemas já rotineiros no dia-a-dia do agente, a impressão que dá é que 24 só sobrevive porque gostamos e nos acostumamos a assistir as dificuldades de Jack para conseguir deter mais uma ameaça. Porque já não há mais poço criativo que jogue mais uma sequência incrível de fatos estourarem em um final surpreendente.
Nesse ano, os atores não convencem. Freddy Prince Jr. até tenta, mas não consegue convencer como o agente Ortiz. Como Dana Walsh, a Kate Sackhoff não agrada. Nem de longe lembra a Starbuck de Battlestar Galactica. Além do mais, a sub-trama dos dois irrita pela previsibilidade e por ser uma repetição de outros fatos tão conhecidos.


Para dar suporte ao anti-herói, pelo menos dois retornos foram garantidos. Chloe (Mary Lynn Rajskub) e Renee (Annie Wersching). Mas as duas, somadas a Kiefer Suterland parece que participam da história por um simples arremedo do roteiro. Já que vão de um lado para o outro e não tem uma função definida na trama.
Com custos estimados em R$ 40 milhões (cerca de R$ 3,3 milhões por episódio), a personagem mais sóbria e consistente desta oitava é a presidente americana, Allison Taylor. Novamente envolvida em uma trama com o Oriente Médio e a existência de terroristas, a governante busca conseguir fechar um acordo de paz com um país fictício do Oriente. Talvez seja mesmo a hora da paz chegar a região e os roteiristas de 24 horas deixarem para lá o pós-11 de setembro.
Da minha parte, espero que os 12 episódios finais queimem minha língua e que Jack figure novamente forte e intrigante, como sempre foi. Porque mais do que todos os personagens da TV, Jack Bauer merece um final digno!