Com o fim do programa já determinado, a 8° temporada se encaminhava para encerrar de modo deprimente uma das melhores séries da última década.
Mas como um último suspiro antes do fim, a partir do 14 episódio, a série se recuperou e a três episódios do fim, está no melhor da sua forma.
Depois que a CTU foi atingida por um Pulso Eletro-magnético e Chloe assume o comando da casa, 24 horas começa a voltar ao modelo que o consagrou.
Numa forma de homenagem as temporadas anteriores, a série repete sua forma de traições no alto escalão, mortes inesperadas, desdobramentos imprevistos e surpreende.
A descoberta da traição de Dana, a morte do presidente Hassam, a morte de Renee, o medo da presidente americana em encerrar de forma melancólica seu mandato, a volta do temido ex-presidente dos EUA, Charles Logan, a volta do inimigo Russo e o despertar da fúria de Jack Bauer.
Sequência de acontecimentos que deixaram o telespectador cada vez mais ansioso para que Jack consiga sua vingança, e com isso, consequentemente, coloque um fim a um tratado de paz - que começaria manchado com o encobrimento da morte de um presidente.
Há dez episódios seria impensado que o oitavo dia mais longo de Jack Bauer não encerrase de forma enfadonha e chata.
Mas como um fênix, a série se reinventou ao apostar novamente, naquilo que sempre soube fazer de melhor. Com apenas três episódios, é triste pensar que logo deixaremos de acompanhar os dias trágicos de Bauer.
Mas fica a certeza de que, ao menos, 24 horas encerrará como a grande série que sempre foi e continua sendo.







