Em ZH de hoje, comento, ao final da cobertura, que levamos mais tempo entre a Ponte do Guaíba e o Palácio Piratini do que entre Camaquã e a entrada da Capital. Um nó no trânsito de Porto Alegre foi o que enfrentamos na chegada - um problema que também deve ser dos futuros governantes. Rodamos no total 6.077 quilômetros em 31 dias. Neste fim de semana, faremos um mosaico dos problemas e personagens que encontramos.
Durante a viagem, buscamos ousar em alguns tipos de formato e linguagem, especialmente na televisão (veja aqui reportagens no Jornal do Almoço). Algumas vezes erramos, outras acertamos. Acreditamos que o conteúdo, a história contada, é o mais importante, a despeito do formato ou da plataforma que estiver - TV, rádio, internet, celular. Por isso, buscamos personagens de diferentes escalas sociais, do campo, da cidade, da serra ou do litoral. Nossa caravana está nas diferentes mídias, com linguagem adaptada a cada uma delas.
A vocês que nos acompanharam nessa viagem em busca dos sonhos dos gaúchos, o nosso muito obrigado. Abaixo, alguns bastidores que não foram ao ar, muitas risadas, erros, babadas durante o trajeto. Porque a vida com bom humor é sempre melhor.
Abraços
















