O Banco do Brasil disponibilizou R$ 600 milhões para EGF (Empréstimos do Governo Federal), para garantir a armazenagem da atual safra de arroz do Rio Grande do Sul. O anúncio foi feito pelo superintendente Estadual do BB, José Carlos Reis da Silva, durante o Balcão de Negócios realizado na 21ª Abertura da Colheita do Arroz, em Camaquã. As agências do BB já estão aptas a operacionalizar as contratações.
A produção de arroz e feijão foi o destaque da safra recorde de grãos estimada pela Emater para o Rio Grande do Sul durante o período 2010/2011. De acordo com os dados da instituição, divulgados neste mês, o crescimento de 15,90% da cultura de arroz em relação à safra anterior (Cerca de um milhão de toneladas a mais) impulsionou o bom desempenho no período, assim como o crescimento de 7,26% na safra do feijão. A produção total de grãos no estado deve atingir 23,62 milhões de toneladas.
Nesta segunda-feira (28), a partir das 11h, o presidente da entidade, Elton Weber, será reconduzido ao cargo, tendo como vice Carlos Joel da Silva, que substitui Sérgio de Miranda, agora tesoureiro-geral, cargo anteriormente ocupado por Amauri Miotto, que vai para o Conselho Fiscal.
O Ministério da Agricultura divulgou avaliação mostrando que cerca de 9,5 mil produtores de orgânicos já estão de acordo com as novas regras do setor. As normas começaram a valer desde o dia 1º de janeiro deste ano.
Os técnicos da Emater concluem os últimos ajustes nos 14 espaços temáticos onde a Instituição apresentará ao público técnicas e tecnologias que tem como finalidade o fortalecimento da agricultura familiar. As áreas poderão ser visitadas entre terça (1) e quinta-feira (3), no Parque de Exposições Hainsi Gralow, em Rincão del Rey, no município gaúcho de Rio Pardo. A entrada é gratuita.
A exigência de análise sensorial para avaliar a fragrância, o aroma, a acidez, o sabor e a qualidade do café torrado em grão e do café torrado e moído foi adiada por dois anos, por meio da Instrução Normativa n° 6, publicada na última quarta-feira (23), no Diário Oficial da União (DOU). O teste faz parte das normas estabelecidas no Padrão Oficial de Classificação do Café, que começou a vigorar no mesmo dia. Para que um produto seja considerado de qualidade, é necessário apresentar o percentual máximo de 1% de impureza e de 5% de umidade.