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Posts de novembro 2011

Rótulos brasileiros são os vinhos oficiais da Soccerex

30 de novembro de 2011 0
Os rótulos brasileiros são os vinhos oficiais da Soccerex Global Convention, Feira Internacional de Negócios do Futebol, que começou nessa segunda-feira (28) e termina nesta quarta-feira (30), no Rio de Janeiro. Por meio do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), oito empresas verde-amarelas estão abastecendo a Soccerex, maior plataforma de negócios do futebol em todo o mundo, que terá mais de 4 mil participantes, incluindo representantes de clubes, marcas, patrocinadores, cidades-sede, ligas e federações, órgãos governamentais, fornecedores de infraestrutura, agências, imprensa internacional, entre outros.
Aurora, Família Valduga, Miolo, Salton, Dunamis, Lidio Carraro, Villa Francioni e Cooperativa Nova Aliança são as vinícolas oficias do evento. Elas forneceram mais de 3 mil garrafas de vinhos, espumantes e suco de uva 100% natural e integral para os cinco dias de duração da Soccerex, que compreende uma exposição, uma abrangente agenda de seminários, oportunidades de networking, um festival de futebol, que aconteceu sábado e domingo (dias 26 e 27), e um jantar de gala – atividades que acontecerão no Forte e na Praia de Copacabana.
- A Soccerex é o evento mais representativo dos negócios do futebol no mundo. Nossa participação no evento tem o objetivo de prospectar as oportunidades de negócios para os vinhos brasileiros com a realização da Copa do Mundo no País - afirma o gerente de Marketing do Ibravin, Diego Bertolini.
A visibilidade do Brasil no mundo com a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas em 2016, no Rio de Janeiro, traz novas oportunidades para os vinhos brasileiros no exterior.
- Dez grandes representações comerciais enviadas por governos estrangeiros estarão presentes na Soccerex - informa a gerente do projeto Wines of Brasil, Andreia Milan.
No evento de 2010 foram realizados o equivalente a R$ 150 milhões em negócios na Soccerex. Este número crescerá para algo entre R$ 170 e R$ 180 milhões este ano.
* Com informações do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin)

Fenômeno La Niña pode comprometer rendimento da soja

30 de novembro de 2011 0

O início do período chuvoso nas principais regiões produtoras do País permitiu o avanço do plantio das lavouras de soja da safra 2011/2012, mas eventuais dificuldades climáticas provocadas pelo fenômeno La Niña durante a fase de plantio, de desenvolvimento dos grãos e de colheita podem comprometer o rendimento da cultura. A informação está no boletim “Custos e Preços”, elaborado a partir de informações coletadas no mês de outubro, divulgado nesta terça-feira (29) pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Em outubro, a saca de 60 quilos de soja foi negociada a R$ 43,54 na média do mercado interno, valor similar ao praticado no mesmo mês do ano passado. No boletim, a CNA avalia as perspectivas para o mercado mundial dessa commodity e lembra que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) revisou para baixo a estimativa de produção de soja nos Estados Unidos em função da forte seca que atingiu as regiões produtoras do País.
A menor produção afetará o fluxo de exportação dos Estados Unidos, beneficiando outros fornecedores mundiais, especialmente da América do Sul, que competem com a soja norte-americana. “As perspectivas de menor oferta impulsionaram os preços no mercado internacional para cima, o que deve contribuir para a manutenção das cotações em patamares elevados”, informa o boletim. Além da redução da oferta dos Estados Unidos, a previsão de crescimento da demanda da China por soja deve influenciar a manutenção dos preços internacionais.
O posicionamento da China no mercado de milho também determinará o ritmo dos preços do grão no mercado externo. As importações do país asiático irão determinar a manutenção dos preços da commodity em patamares superiores às médias históricas. No Brasil, as margens de rentabilidade dos produtores estão sendo sustentadas por altas consecutivas do preço do grão, mantendo-se acima dos valores praticados em igual período de 2010. Essa valorização, especialmente durante o período de colheita da segunda safra deste ano, deverá influenciar a decisão dos produtores de ampliar a área plantada com as lavouras de verão na safra 2011/2012.
A expectativa também é de aumento na área plantada com algodão no Brasil em função da boa produtividade das lavouras na safra passada e das boas cotações da fibra nos mercados interno e externo. Na avaliação da CNA, a implementação de tecnologias poderá garantir a manutenção ou até mesmo ganhos de produtividade das lavouras. “Enquanto as previsões de consumo mundial de algodão permanecem inalteradas, a redução de 11,9% dos estoques dos Estados Unidos, também relatada pelo USDA, deve contrair a oferta mundial da commodity em 2,2%”, informa.
* Com informações da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

ABCS e Abipecs se reúnem para definir diretrizes do setor

30 de novembro de 2011 0

Na próxima terça-feira (6), a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) se encontram durante almoço de confraternização na cidade de São Paulo para analisar o comportamento dos mercados interno e externo voltados para a carne suína e seus desempenhos neste ano. No encontro, as duas entidades também deverão traçar perspectivas para o mercado brasileiro e as possibilidades de abertura para vendas no exterior em 2012.

Encerrando um ano de fortes acontecimentos para a suinocultura, com aberturas de mercados, embargos e oscilações no mercado doméstico, a Abipecs divulgará em primeira mão, dados sobre a produção de carne suína brasileira, com tabelas e gráficos. Segundo o presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto, as vendas externas tiveram forte baque quando a Rússia – principal mercado brasileiro – interrompeu as importações no início deste semestre e pelo segundo ano consecutivo.
- O mercado interno salva o setor de suinocultura - diz.
Além da presença do presidente da ABCS, Marcelo Lopes e do presidente da Abipecs, o almoço contará com o diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado do Rio Grande do Sul (SIPS/RS), Rogerio Kerber; o diretor de mercado interno da Abipecs, Jurandi Soares Machado; o diretor executivo da ABCS, Fabiano Coser e a engenheira de alimentos da Abipecs Cinara Shibuya Batista.
Para Marcelo Lopes, o encontro será histórico e retrata a união consolidada neste ano entre as principais entidades de classe da suinocultura brasileira.
- Esse foi um ano de muitas provações para os suinocultores brasileiros e tenho certeza que com essa parceria será possível fazer muito mais em 2012. São grandes as expectativas - diz.
* Com informações da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS)

Senar qualifica turma do Caminhhos Rurais de Porto Alegre

30 de novembro de 2011 0

O Senar/RS encerra nesta quarta-feira (30), mais uma turma do programa de formação em turismo rural formada na rota Caminhos Rurais de Porto Alegre. O evento culmina com a comemoração de seis anos da rota turística e mais de 75 mil visitantes nas 20 propriedades rurais a qual o Senar/RS promoveu a capacitação profissional dos proprietários rurais da capital.

A partir das 14h, na cabanha Costa do Cerro, os participantes dos treinamentos fazem a última etapa da programação dos cursos do programa de qualificação, quando apresentam os resultados e recebem os certificados.
Por meio de acordo firmado entre a Secretaria Municipal de Turismo, a Associação Porto Alegre Rural e Senar/RS, a qualificação básica no segmento tornou-se pré-requisito para ingresso na rota. Esta foi a terceira edição do programa de qualificação oferecido pelo Senar. O evento será encerrado com uma confraternização promovida pelos empreendedores.
* Com informações do Senar/RS

Associação do Devon anuncia criação de prêmio para criadoras

30 de novembro de 2011 0

O sucesso do Prêmio Jovem Expositor, que levou dezenas de crianças para as pistas de julgamento da raça na Expointer para disputar o título, levou a Associação Brasileira de Criadores de Devon (ABCD) a criar uma nova prova na Feira. O Troféu Chiripá será dedicado a mulheres que inscreverem exemplares PO e rústicos nos respectivos julgamentos. As vencedoras também serão premiadas com o valor em dinheiro ainda não definido.

- Ficamos muito satisfeitos com a repercussão do Jovem Expositor e entendemos que o sucesso vai se repetir no Chiripá. As mulheres são grandes parceiras na família na atividade pecuária, mas muitas vezes lhes faltam oportunidades de espaços de maior destaque - afirma o presidente da ABCD, Adelar Santarem.
No balanço do ano, a entidade contabiliza o sucesso na realização de seus eventos, com destaque para a participação na Expointer e a Convenção Nacional de Criadores em São Borja (RS).
- Um dos nossos objetivos para 2011 era o de divulgar e valorizar o Devon, buscando cada vez mais criadores da raça. Após essas conquistas, nosso objetivo é dar continuidade nas ações inovadoras que fizemos este ano. Já está confirmado, inclusive, que teremos novamente o Prêmio Jovem Expositor na Expointer 2012 - informa.
Em 2011, a Associação inovou ao lançar a premiação em dinheiro aos jovens expositores na Expointer. A raça ganhou, pelo segundo ano consecutivo, o título de animal mais pesado da feira, conquistado por um touro Devon (São Valentim 1440, pertencente à Cabanha Santa Lúcia, de André da Rocha, com 1,3 mil quilos). Outro destaque da Expointer foi o leilão Top Devon, que obteve faturamento de R$ 151,42 mil com a venda de 30 animais, resultado 9,14% superior ao do ano passado.
Realizada em julho, a Convenção Nacional transformou São Borja na capital do Devon no Brasil. Criadores de diferentes pontos do país reuniram-se para debater os assuntos pertinentes à evolução da raça e do manejo.
- Esse evento foi um exemplo claro da disseminação da raça e do maior interesse na criação no Brasil. Temos que divulgar cada vez mais as qualidades da carne Devon - afirma Santarem.
* Com informações da Associação Brasileira de Criadores de Devon (ABCD)

Escassez de chuva preocupa produtores gaúchos de grãos

30 de novembro de 2011 0
A estiagem durante os meses de calor prejudica principalmente as lavouras de soja, no norte, arroz, na metade sul, além da pecuária. Segundo o produtor de soja de Passo Fundo, Emeri Tonial, a chuva irregular dos últimos meses não atinge tanto o que já está sendo cultivado, mas sim os grãos que são plantados para a colheita a partir de fevereiro.
- As lavouras de soja, por enquanto, não apresentam maiores problemas. A soja plantada no cedo tem bom desenvolvimento, temos noites esfriadas. Agora que começa a complicar. Se tivermos a falta de chuvas, as lavouras mais tardias tem a emergência prejudicada - ressalta.
O gerente técnico da Emater, Dulphe Pinheiro Machado, lamenta que o cultivo do solo no período de temperaturas mais elevadas dependa de mecanismos de irrigação, disponíveis para menos de 5% dos quatro milhões de hectares de cultura de soja no Estado. Tonial confirma que poucos agricultores têm acesso à irrigação durante os tempos de estiagem.
- Tem produtores que tem irrigação, mas é o mínimo que nós temos e não é representativo em quantidade. Quanto a isso de irrigação, principalmente o milho, que exige alta tecnologia. Isso é uma dificuldade - salienta.
A Emater ainda não estima prejuízos, mas orienta os produtores para que administrem bem o consumo de água já no início do verão.
(Renata Colombo)

Liberação de crédito ao produtor gaúcho chega a R$ 4 bilhões

30 de novembro de 2011 0
O Banco do Brasil superou os R$ 4 bilhões financiados nesta safra aos produtores gaúchos. O valor é 90% do total liberado em 2010, de R$ 4,9 bilhões para as agriculturas empresarial e familiar.
Os bons resultados se devem principalmente aos custeios para soja e milho. Já no arroz nem todo o recurso foi tomado, já que existem muitos produtores ainda renegociando as dívidas.
O superintendente do Banco no Estado acredita que até o final do ano a liberação de crédito deve superar os R$ 5 bilhões. José Carlos Reis da Silva avalia que o bom momento dos preços das commodities são determinantes pela procura ao crédito.
- Temos um cenário positivo para algumas culturas, como a cultura da soja e do milho com preços futuros adequados. A pecuária também vive um bom momento. Temos também a recuperação do arroz. No ano passado nesse período estavávamos fazendo Empréstimos do Governo Federal em função de não ter preço - lembra.
Ele acredita que até o final da safra a liberação de recursos chegue a R$ 6 bilhões. Na safra 2010/2011 o valor total liberado foi de R$ 5,5 bilhões.

Cadeia do trigo apresenta propostas de políticas públicas

30 de novembro de 2011 0
Audiência pública realizada nesta terça-feira (29) em Brasília, na Câmara dos Deputados, discutiu propostas para a criação de políticas públicas para a próxima safra de trigo. O documento, elaborado por entidades de produtores e de pesquisa, contou com 29 proposições, divididas em nove temas. Entre eles, estão o preço mínimo de garantia e instrumentos de comercialização, qualidade e padrão oficial de classificação do trigo, tributação, entre outros.
Para o deputado Moacir Micheletto (PMDB/PR), autor da audiência, o governo precisa definir uma posição sobre o cereal. Ele afirma que isso é uma questão de segurança alimentar.
- O que não é possível é o Brasil tendo uma demanda de mais de 11 milhões de toneladas e termos importação entre 7 e 8 milhões de toneladas. Além disso, o trigo está com o preço mínimo de R$ 28,00 a saca e o produtor vendendo a R$ 23,00. Estamos discutindo uma situação aonde o governo precisa definir uma política de trigo - reforça.
O deputado informa que no final desta semana os brasileiros participam de reunião, em Montevidéu, onde levarão propostas para amenizar as assimetrias de preços do Mercosul.

Cotações do dia 30 de Novembro de 2011

30 de novembro de 2011 0

Suínos

Suíno vivo – preço ao produtor no interior gaúcho (R$/kg) – 2,32
Carcaça comum completa (R$/kg) – 4,10
Frango
Frango vivo na granja (R$/kg) – 1,80
Frango abatido – congelado ou resfriado (R$/kg) – 2,78
Boi Gordo
Boi vivo na Fronteira – prazo de 30 dias (R$/kg) – 3,00
Missões – mesmas condições (R$/kg) – 3,06
Região Serrana (R$/kg) – 3,00
Rosário / Itaqui (R$/kg) – 3,05
Cabeça do Novilho – 660,00
Arroz
Preço médio ao produtor gaúcho (R$/50kg) – 25,87
Preço médio em Alegrete (R$/50kg) – 25,70
Preço médio em Pelotas (R$/50kg) – 26,20
Trigo
Grão em Porto Alegre (ph78, sem ICMS – R$/T) – 440,00
Carazinho (mercado de lote – R$/T) – 410,00
Feijão
Sobradinho (R$/60kg) – 60,00
Soja
Preço Cif – Rio Grande – mercado disponível de lotes (R$/60kg) – 49,00
Passo Fundo (R$/60kg) – 46,50
Santa Rosa (R$/60kg) – 46,00
Milho
Preços ao produtor em Erechim (R$/60kg) – 26,50
Preços ao produtor em Cruz Alta (R$/60kg) – 26,50
Fonte: Safras e Mercado

Cepea aponta que preço do leite tem queda de 4% em novembro

29 de novembro de 2011 0

Com o início da safra, o preço pago pelo leite ao produtor em novembro (referente à produção entregue em outubro) caiu 3,9% (3,5 centavos por litro) em relação ao mês anterior, ficando à média de R$ 0,8542/litro – a média é ponderada pela produção dos estados de Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Bahia. Entre os fatores que pressionaram as cotações estão o aumento da produção no Sudeste e Centro-Oeste do País e a queda de preços de leite longa vida. Nem a região Sul, onde a oferta diminuiu, conseguiu evitar recuo de preços. Em relação a novembro/2010, o preço médio do leite está 12,7% superior em termos reais, ou seja, já descontada a inflação do período (IPCA).

O Índice de Captação de Leite calculado pelo Cepea (ICAP-Leite) ficou praticamente estável entre setembro e outubro, com leve recuo de 0,15%, considerando-se a média ponderada pelos mesmos sete estados. Na região Sul (média ponderada dos três estados), houve queda de 3,5% na captação de leite em função do final da safra de inverno. Já em Goiás, o aumento do índice foi de 4,3%; em São Paulo, de 2,5% e em Minas Gerais, de 1,8%, todos estimulados pela volta das chuvas. O ICAP-Leite/Cepea ficou em patamar 1,4% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. Comparando-se o agregado dos últimos 12 meses com o dos 12 meses anteriores, houve queda de 2,4%.
Segundo levantamento diário feito pelo Cepea, a média mensal do leite UHT no atacado paulista até o dia 28 de novembro era de R$ 1,79/litro (incluindo frete e impostos), 5% (ou quase 10 centavos por litro) abaixo da média de outubro. Segundo agentes consultados pelo Cepea, a queda ocorreu devido ao aumento da oferta de matéria-prima com a chegada da safra e também pela menor procura a partir de setembro em função dos preços relativamente elevados. No comparativo com o mesmo período do ano passado, a média de novembro está cerca de 10% superior, sem se considerar a inflação.
No mercado de leite “spot” (comercialização de leite cru entre empresas/cooperativas), houve, em média, queda entre 5% e 7% nos preços negociados entre a primeira e a segunda quinzenas de novembro.
Para o pagamento de dezembro (referente à produção entregue em novembro), 83% dos representantes de laticínios/cooperativas entrevistados (responsáveis por 95% do volume amostrado) esperam queda de preços. Para os 17% restantes (respondem por 5% do volume da amostra), deve haver estabilidade de preços. Nenhum dos agentes consultados, portanto, acredita em alta de preços para o próximo pagamento.
Em novembro, a maior queda de preço do leite ao produtor ocorreu no Rio Grande do Sul, de 6,8% (5,6 centavos por litro) em relação a outubro. O valor médio no estado gaúcho foi de R$ 0,7665/litro. Em Santa Catarina, a queda foi de 5,2% (4,6 centavos por litro), com média de R$ 0,8354/litro. Já no Paraná, a redução foi menos intensa, de 1,1% (quase 1 centavo por litro) no período, a R$ 0,8594/litro (valor bruto).
Em Goiás, houve redução significativa dos preços, de 6% (ou 5,6 centavos por litro), com média de R$ 0,8769/litro. No centro-goiano, a queda chegou a 8,8% (8,7 centavos por litro) frente ao mês passado. Vale ressaltar que o estado apresentou o maior aumento no volume captado de leite em outubro. Em Minas Gerais, houve queda de 4% (3,6 centavos por litro), a R$ 0,8606/litro. Em São Paulo, o recuo foi de 2% (1,9 centavo por litro), com o litro a R$ 0,9208. Na Bahia, a média foi de R$ 0,7431/litro, leve queda de 0,7% (0,5 centavo por litro) frente a outubro.
* Com informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)