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Posts na categoria "Avicultura"

Brasil pode exportar carne de frango para o México

21 de maio de 2013 0

O governo e importadores do México iniciaram contatos com o Brasil sinalizando a intenção de realizar a importação de carne de frango e ovos. No caso do frango, a expectativa é de que o volume some, no total, 300 mil toneladas, a serem fornecidas por exportadores brasileiros e de outros países. As primeiras informações são de que o México, onde foram registrados focos de gripe aviária, tem interesse em agilizar todas as negociações e formalidades necessárias para o acordo sanitário com o Brasil. Segundo estimativas da União Brasileira de Avicultura, o mercado mexicano pode representar a exportação de aproximadamente US$ 300 milhões somente em carne de frango, tendo por base um preço médio do produto inteiro e em cortes. A UBABEF já realizou contatos com o governo brasileiro pedindo urgência nas negociações.

Em mais uma medida de estímulo a economia 25 setores terão a folha de pagamento desonerada

13 de setembro de 2012 0

O governo federal anunciou nesta quinta-feira(13) mais uma medida de estímulo à economia para enfrentar a crise. 25 setores terão a folha de pagamento desonerada. Entre os beneficiados estão as indústrias de aves, suínos e derivados, papel e celulose. As empresas contempladas deixarão de pagar a contribuição de 20% do INSS e passarão a recolher um percentual de 1% a 2% sobre o faturamento. Conforme o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a expectativa do governo é estimular a contratação formal de mão de obra, reduzir os preços dos produtos e estimular a competitividade da indústria brasileira.

- Nós estamos tirando a tributação patronal de forma a preservar os salários. Essa desoneração é permanente, ela vai continuar nos próximos anos, essas empresas não pagarão mais o INSS - garantiu Mantega.

Somada à desoneração concedida a outros 15 setores desde 2011, o governo deixará de arrecadar mais de R$ 12 bilhões em 2013, chegando a R$ 60 bilhões em renúncia fiscal nos próximos 4 anos. Entre os setores beneficiados, o ministro Guido Mantega destacou as indústrias de aves e de suínos e derivados.

- Esse setor vai ter uma boa desoneração, vai reduzir os custos no momento em que ele tá tendo um aumento de custos de grãos por causa da seca que ocorre nos Estados Unidos, o preço da soja e do milho aumentaram. Então essa medida pode compensar este aumento de custo dos insumos - afirmou o ministro.

Para a avicultura, que sofre com a alta nos custos de produção, a medida ajuda a enfrentar a crise. Mas o diretor de mercados da União Brasileira de Avicultura, Ricardo Santin, ressaltou que são necessárias mais medidas.

- Esperamos que essa não seja a única medida. O governo precisa trazer grãos do centro-oeste para o sul, para manter a produção e também crédito para as empresas, mas isso ajuda sim a recuperar o setor e manter essa atividade, fazendo do Brasil o maior exportador mundial - enfatizou o dirigente.

O ministro Guido Mantega também anunciou que quem adquirir bens de capital, como máquinas e equipamentos agrícolas, até o final de dezembro poderá declarar 20% do valor do bem como despesas por ano, durante cinco anos a titulo de depreciação. Isso significa desconto no imposto de renda. Com a iniciativa o governo espera estimular o investimento e abrirá mão de uma arrecadação de mais de R$ 6 bilhões.

Rodrigo Saccone

Pequenos criadores de aves e suínos decidem arcar com custos de frete para buscar o milho já pago

11 de setembro de 2012 0

A Companhia Nacional de Abastecimento propôs a retirada de milho das praças de Cachoeira do Sul e de Passo Fundo para os criadores de aves e suínos que já pagaram há mais de 60 dias pelo produto. Com isso, os produtores da região Centro Serra estão buscando o grão de Cachoeira do Sul e os de Palmitinho, de Passo Fundo. Com essa iniciativa da Conab e o leilão de frete lançado pelo governo federal na quinta-feira passada, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no estado decidiu não recorrer nesse momento à justiça para garantir o abastecimento de milho. O vice-presidente da entidade, Carlos Joel da Silva, enfatiza, no entanto, que os produtores estão arcando com os custos dessa operação.

- Eles estão sendo atendidos porque estão se deslocando para buscar, estão arcando com o frete que o governo tinha dito que arcava. Só que eles acharam mais garantido eles irem buscar do que entrar na justiça e ficar esperando mais tempo ainda e os bichos sem alimentação lá. Mas lembrando que eles estão tendo um gasto a mais, R$ 2,00 ou R$ 3,00 por saca desse milho - afirma o dirigente.

No leilão de fretes da semana passada não houve interessados em trazer milho para o Rio Grande do Sul. Segundo o dirigente da Fetag, é preciso melhorar o valor do frete para atrair as empresas e garantir carga para o retorno dos caminhões. Com relação aos produtores que ainda não pagaram pelo milho, mas necessitam do grão para alimentar os animais, a Fetag aguarda que o governo consiga caminhões para retirar o produto das regiões que possuem milho e transportá-lo para as praças desabastecidas. A produção de milho 2011-2012 no estado recuou cerca de 50% devido à forte seca.

Governo federal vai recorrer ao Exército para o transporte de milho

04 de setembro de 2012 0

A Falta de caminhões para transportar o cereal para as regiões com déficit de oferta, como o Sul e o Nordeste, fez o governo anunciar nesta terça-feira que utilizará o exército brasileiro para o deslocamento do milho do Mato Grosso para os Estados afetados. A tentativa visa aliviar a situação de criadores de aves e suínos que sofrem com preços altos dos insumos. O anúncio foi feito em São Paulo pelo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho. Para o presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Frango, Francisco Turra, a ação é positiva, pois expressa vontade política, mas não resolve o problema.

- O quantitativo dessa operação é muito pequeno, mas de qualquer maneira é sempre algo a mais do que nada, é pouco, alivia, mas ainda não é o essencial. Para mim a operação verdadeira seria o Prêmio de Escoamento à Produção que é o instrumento de política agrícola que regula o mercado, traz de onde há uma produção excessiva e leva para uma região de consumo onde há geração de emprego - afirma o dirigente.

Portarias interministeriais já autorizaram a remoção de quatrocentas mil toneladas de milho para atendimento a pequenos criadores. Novas ações estão sendo desenvolvidas para aliviar a escassez.

Elisandra Borba

Preço do frango pode subir nos próximos meses

20 de agosto de 2012 0

Os avicultores alertam para um aumento  de até 40% no preço do frango nos próximos meses. O presidente da Associação Gaúcha de Avicultura, Nestor Freiberger, afirma que a situação é preocupante devido à estiagem no Rio Grande do Sul e à seca nos Estados Unidos, que fazem aumentar o preço de grãos, como milho e a soja, utilizados na ração das aves. Ele ressalta que o preço será repassado ao consumidor.

- Já foram repassados cerca de 20% e vão ser repassados mais porque não existe milagre em negócio e é preciso fazer ele ficar vivo - destaca Nestor.

Ainda de acordo com a Asgav, o preço da saca de 60 Kg de milho aumentou R$ 10,00 nos últimos 60 dias. O preço do quilo de frango vivo passou de R$ 1,70 para R$ 2,25 desde janeiro.

Ministério da Agricultura busca garantir apoio para a avicultura

01 de agosto de 2012 0

O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, recebeu do presidente executivo da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, um conjunto de dados relativos à crise do setor e pediu o apoio do governo para minimizar os impactos sobre os criadores. Turra esteve em audiência nesta terça-feira (31), em Brasília, representando empresas associadas à Ubabef.

Mendes Ribeiro reiterou ao dirigente que o ministério está atento às dificuldades da avicultura e negociando formas de apoiar o setor.

- Vamos utilizar os instrumentos de política agrícola para que não faltem os produtos, assim garantiremos o abastecimento - salientou o ministro.

No documento entregue a Mendes Ribeiro, a Ubabef aponta entre outras dificuldades do setor, o elevado custo da produção, especialmente por conta dos aumentos no preço do milho e da soja. Os produtos estão sendo pressionados, sobretudo, pela forte seca que atinge os Estados Unidos, provocando reduções nas safras de milho e soja daquele país.

- A notícia mais tranquilizadora é de que não vai faltar insumos e o Governo utilizará os mecanismos de que dispõe para isso. Ficamos satisfeitos e vi a compreensão do Governo com o problema do setor - ressaltou Turra.

A avicultura é dos setores que mais emprega no País, são 720 mil vagas na indústria e outras 3,5 milhões geradas direta e indiretamente pelo setor.

- Estamos trabalhando na construção de medidas para amenizar as dificuldades do setor. São ações que tornarão a avicultura competitiva - disse o secretário de Política Agrícola do ministério, Caio Rocha.

A entidade também manifestou ao ministro preocupação com a greve dos caminhoneiros, uma vez que a paralisação da categoria está provocando descompasso no fornecimento dos produtos.

* Com informações do Ministério da Agricultura

Avicultores pedem medidas para estancar queda de produção

31 de julho de 2012 0

O setor avícola no país está alertando o governo federal sobre a possibilidade de redução de produção, de exportações e de empregos na cadeia produtiva. Isso se deve ao aumento dos custos de produção, principalmente da alta da soja e do milho. Entre as medidas pedidas pelos avicultores estão ações de leilões e apoio para escoamento da produção além de maior acesso ao crédito.

Conforme o presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), a elevação dos custos de produção chegou a 70% e a maior alta ocorreu logo após as notícias de quebra da safra norte-americana. Francisco Turra não descarta que estes aumentos de preços sejam repassados ao consumidor.

- Não teremos outra saída, lamentavelmente. Não existe atividade que consiga se manter com prejuízo. Então se reduz a produção, se reduz a oferta, é claro que vai haver um aumento natural, e não só no Brasil, como no mundo todo - avalia

Ele informa que indústrias em São Paulo já começaram a reduzir turnos e postos de trabalho. Turra afirma que no Rio Grande do Sul a situação ainda não chegou a este ponto, mas se não houver medidas rápidas, a situação pode ser agravada ainda ao longo do mês de agosto.

Avicultores pedem apoio para conter escalada do custo de produção

25 de julho de 2012 0

Os diretores da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Ricardo Santin, Ariel Mendes e José Perboyre, junto com os presidentes das agroindústrias produtoras e exportadoras associadas reuniram-se com o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, e com o coordenador de Cereais e Culturas Anuais do ministério, Silvio Farnese.

Na oportunidade em que também estiveram presentes o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, e o vice-presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), Ariovaldo Zanni, os representantes do setor avícola apresentaram ao secretário os impactos da alta de preços dos insumos e um pedido formal de intervenção do governo federal contra a escalada do custo de produção.

Segundo levantamento, encomendado pela UBABEF ao Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), de janeiro a julho deste ano a soja acumulou alta em reais em torno de 74% nas cotações do grão, e o milho, em plena safra, registra aumento de 37% nos preços.  Mesmo após a data final do levantamento, houve registro de elevação dos insumos.

De acordo com os dados do Icone, vários motivos levaram à situação atual do mercado de insumos. Um deles é que a estiagem nos Estados Unidos elevou as cotações de milho e soja. Também a seca no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, reduziu drasticamente a oferta dos grãos nos polos produtores avícolas brasileiros.

Além disso, os preços de farelo de soja e milho têm acompanhado as cotações da Bolsa de Chicago (CBOT), agravado com valorização maior em reais por conta de desvalorização da moeda brasileira. Soma-se a isto o fato de que a exportação de farelo de soja este ano (janeiro a julho) está mais alta do que ano passado, embora produção de soja tenha caído.

Segundo o levantamento e previsões feitas com base nos dados do MDIC, a exportação de soja em grão poderá ser 25% mais alta entre janeiro e julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Em contraposição, a produção da oleaginosa registrou queda de 12% na safra 2011/12.

- O mercado brasileiro de grãos está atrelado à Bolsa de Chicago. Neste contexto, os preços têm subido desde o início do ano, com o mercado doméstico respondendo na mesma direção. Além disso, os dados acenam que as exportações de grãos deste mês serão muito maior que o mesmo período do ano passado - explica o diretor de Mercados da Ubabef, Ricardo Santin.

Efeitos sociais

De acordo com Santin, a elevação descontrolada dos custos de produção somada à queda na receita das exportações de frangos, amplia o cenário crítico enfrentado pelo setor avícola brasileiro – em junho houve redução na receita de 21,25% no comparativo com o mesmo período do ano passado.

- Mantidas estas condições, será inviável produzir sem repassar os custos nos preços finais ao consumidor. É algo que temos evitado de todas as formas, já que os produtos avícolas se consagraram com uma das fontes para a segurança alimentar brasileira - explica.

As consequências deste cenário não se restringem ao aumento dos preços. Com uma eventual queda no consumo interno em decorrência do aumento dos preços é provável que as empresas de todo o país necessitem reduzir o volume de produção já que, neste contexto, não cobrirão os custos.

Também estão nas contas do setor os efeitos sociais que o prolongamento das altas nos insumos pode causar na cadeia produtiva da avicultura brasileira.

- A avicultura gera 3,5 milhões de empregos diretos e indiretos. Mais de 300 mil são somente no âmbito das agroindústrias, segundo dados do IBGE. Com a queda produção, as demissões serão inevitáveis - ressalta o diretor de Produção da Ubabef, Ariel Antônio Mendes.

No cenário atual, as vendas internas de grãos tornaram-se menos competitivas, o que acabou sendo agravado pela estiagem corrente nos Estados Unidos.  Com volumes recordes de milho e soja sendo exportados pelos portos brasileiros, a preocupação da cadeia produtiva é com a escassez de insumos no período de entressafra.

- Não faz sentido um dos maiores produtores de milho e soja do mundo correr risco de desabastecimento interno destes produtos. Antes de fomentar as exportações, é preciso garantir que a demanda interna seja plenamente atendida. É uma questão de segurança alimentar da nação - destaca Mendes.

Os pleitos da avicultura

No pedido formal entregue ao secretário Caio Rocha, a Ubabef solicita uma série de medidas emergenciais de estímulo ao abastecimento interno de milho e soja.

No caso do milho, foi solicitada a realização urgente de Prêmio de Escoamento de Produção (PEP) para as regiões produtoras do setor avícola mais afetadas pelas altas do insumo, além de leilões dos estoques reguladores. Os representantes da Ubabef pleitearam ainda a ampliação da venda a balcão para produtores, estendendo a medida também para as agroindústrias, assim como o incremento dos mecanismos de manutenção do plantio da próxima safra do grão.

Já para soja, a cadeia avícola pleiteou o monitoramento dos níveis de exportação, a facilitação da importação de soja para manutenção do consumo interno e a priorização do abastecimento interno.

Também foi solicitado ao secretário Caio Rocha apoio na obtenção de crédito emergencial para custeio e capital de giro das agroindústrias, frente aos aumentos nos custos de produção.

- O secretário se mostrou bastante sensibilizado pela situação das empresas e se comprometeu a analisar os pleitos da cadeia produtiva. Temos certeza de que, em breve, contaremos com medidas efetivas do MAPA para amenizar os efeitos das elevações dos custos de produção - concluiu Ricardo Santin.

* Com informações da União Brasileira de Avicultura (Ubabef)

Indústrias gaúchas de aves temem desemprego e diminuição de produção

23 de julho de 2012 0

Assim como na suinocultura, o setor avícola depende do farelo de soja e do milho para a ração animal. Entretanto, a quebra nas safras brasileira e norte-americana devido à seca e a demanda por exportação dos grãos está dificultando a compra da alimentação para as aves. O alerta foi levado por representantes do setor ao ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho.

Conforme o presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), a cadeia produtiva está sofrendo com o desabastecimento, o que pode prejudicar a produção e o fornecimento de carne de frango ao consumidor. Nestor Freiberger teme também que a alta dos custos de produção force as indústrias à demissões pelo interior. Além disso, a falta de ração pode levar os animais à prática do canibalismo.

- Estamos no limite de uma solução. Mas ela não pode ser deixada para depois, precisa ser tomada nesta semana ou no mais tardar na próxima. Se passar disso vamos começar a ver canibalismo e o início do desemprego no setor de avicultura e suinocultura. Isto não tem outra saída - adverte.

Entre as medidas pedidas está a vinda de milho do Centro Oeste e uma cota de exportação dos grãos para outros países. O presidente da Asgav alega que o setor acaba concorrendo com os embarques para outros mercados, que usam os grãos para alimentar os animais, quando este grão poderia ser usado em ração aqui no país.

Ele informa que o preço do farelo de soja aumentou mais de 60% em 60 dias. O valor da tonelada, atualmente, é de R$ 1,3 mil. Antes era encontrado a R$ 700,00. Já o milho ultrapassou a cotação de R$ 30,00 reais a saca de 60 quilos.

Avicultores gaúchos pedem medidas para amenizar a crise

20 de julho de 2012 0

O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho e o secretário de Política Agrícola, Caio Rocha, receberam um conjunto de propostas do setor avícola gaúcha para amenizar a crise no setor. O encontro entre o Governo e a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) foi nesta sexta-feira (20), em Porto Alegre. O ministério ficou de avaliar as questões, mas adiantou que já estão sendo tomadas medidas para solucionar o problema. Segundo Mendes Ribeiro, na próxima semana o secretário Caio Rocha se reunirá com representantes da cadeia do milho, em Brasília, para discutir as dificuldades pautadas na reunião.

O setor busca medidas para amenizar o alto custo do milho e do farelo de soja. A mesma crise que afeta a suinocultura se estende para a avicultura. Produtores de ovos e de frango estarão pedindo medidas urgentes e efetivas.

- Ou acontece alguma ação efetiva ou teremos sérios problemas de desemprego e férias coletivas - comenta José Eduardo dos Santos, diretor executivo Asgav/Sipargs

O presidente da Asgav/Sipargs, Nestor Freiberger, se mostrou apreensivo com as dificuldades que passa o setor.

- Estamos apreensivos com esta questão do milho e da soja. Estão aqui presentes produtores de ovos, produtores de frango de corte e produtores de genética, nós precisamos do apoio do governo no sentido de proporcionar mecanismos para nos ajudar - ressaltou.

Segundo ele, as exportações de soja e de milho e as especulação em cima do grão elevam os preços. Hoje, o milho no interior custa R$ 33,00 a R$ 34,00 a saca, sem considerar o frete.

O secretário Rocha pediu aos avicultores que apontem qual é o custo de produção para que o Ministério da Agricultura analise a situação. Para tranquilizar os produtores, sinalizou que alguns mecanismo podem ser acionados e destacou que não vai haver desabastecimento de milho e soja no Estado.

* Com informações do Ministério da Agricultura