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Posts na categoria "Especial 25 Anos"

Quem fez essa história - Nestor Tipa Júnior

30 de junho de 2011 0
Nestor Tipa Júnior é o repórter fixo do Campo e Lavoura há mais de quatro anos.
"Em 2007, quando o Campo e Lavoura era produzido ainda pelo Canal Rural, fui designado para fazer parte da equipe da Rádio Rural, que, entre diversas funções, tinha a produção do Campo e Lavoura para a Rádio Gaúcha. Fui para a produção e acabei, em pouco tempo, até por uma questão estratégica de foco do Canal Rural em nacionalizar o conteúdo, entrando para a reportagem, onde estou até agora. O Campo e Lavoura foi, para mim, uma retomada da minha carreira, já que havia direcionado minha vida profissional para outros meios, e voltei a fazer o que mais gostava. E me apeguei ao projeto por se tratar de um tema envolvente, que é muito importante para a sociedade, mas pouco valorizado. E nessa reconstrução dos 25 anos pude perceber ainda mais a importância do programa para quem vive desta atividade e a repercussão e responsabilidade que temos. Por tudo isso me orgulho de fazer parte dessa história".

Entrevista Hugo Paz

30 de junho de 2011 0
Natural de Porto Alegre, Hugo Paz seguiu o caminho para o campo, onde se instalou em Quaraí. Tanto se engajou na luta em defesa dos produtores que chegou à presidência da Farsul no início dos anos 90. Ele lembra que foi uma época de muita dificuldade por causa de indefinições políticas e econômicas.
- Eu presidi a Farsul de fevereiro de 1991 a março de 1997. Nestes seis anos convivi com três presidentes da república: Fernando Collor de Mello, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso. Convivi com mais de 12 ministros da Agricultora, se considerarmos os interinos, que ficavam 3, 4 ou 5 dias. Mas pelo menos 12 foram efetivos, daqueles que ficaram pelo menos 30 dias no cargo. Eu me lembro que uma vez iríamos começar a Expointer sem saber quem seria o ministro da Agricultura, tal era o nível de confusão - recorda.
Também, segundo o ex-presidente da entidade, foi um tempo de muitas mobilizações. Conforme Paz, o endividamento dos produtores foi uma das principais pautas da luta.
- Fizemos uma radiografia desta dívida, mostrando aonde ela estava e da inviabilidade de seu pagamento. Houve um presidente do Banco do Brasil que assumiu e fez uma frase lapidar na época, que falou que o produtor não conseguiria pagar a dívida nem se ele se transformasse em produtor de maconha irrigada, com alta tecnologia. Isto não foi uma frase minha, não foi uma frase de alguém mobilizado do setor. Foi uma frase do dirigente do Banco do Brasil. E até hoje ela não se paga, é uma dívida que terá que ser equacionada ao longo do tempo - avalia.
O momento também era de formação do Mercosul. Paz afirma que no início dos anos 90, alguns acordos já começavam a impactar diretamente no setor primário. Ele dá como exemplo a entrada do trigo do país vizinho.
- Estávamos começando a sofrer os efeitos de um acordo firmado ainda pelos presidentes Sarney e Alfonsin na compra de trigo argentino pelo Brasil. O Brasil se obrigava a comprar trigo da Argentina. E passamos de produtores de 6 a 7 milhões de toneladas de trigo a importadores desta quantidade. Deixamos de produzir porque o trigo passou a ser uma atividade quase marginal. E a atividade tinha quase um monopólio estatal com um órgão chamado Cetrin. Quem produzia era obrigado a vender para o Cetrin. Os moinhos coloniais eram invadidos pela polícia porque ali existia um comércio que não passava por este órgão - explica.
Sobre os 25 anos do Campo e Lavoura
"Com certeza o Campo e Lavoura foi um dos veículos mais importantes que eu tive na época, que a Farsul e meus companheiros de diretoria tiveram. Nós tínhamos que interagir com os produtores de alguma forma. E o veículo desta interação, sem dúvida nenhuma, era o rádio. E o Campo e Lavoura tinha um espaço de destaque, um espaço cativo. E 25 anos bem demonstra a importância que ele continua tendo".

Quem fez essa história - Marcelo Drago

29 de junho de 2011 0
Marcelo Drago está no Campo e Lavoura desde 2003, onde passou pela produção até chegar a apresentação.
"A minha trajetória no Campo e Lavoura começou há oito anos. Iniciei fazendo a produção e, logo na sequência, fiz as folgas do apresentador na época, que era o Marcelo Machado. Desde então, estou no comando do programa e também fazendo a produção. No começo era tudo muito novo, até porque eu vinha da linha de entretenimento, mais ligado à música. Mas o que mais chama a atenção de todos os que trabalham nessa área é a mudança de visão em relação ao campo. E comigo não foi diferente. Em outras palavras, a gente se apaixona pelo assunto. E na minha trajetória profissional, o programa foi e é muito importante. O Campo e Lavoura nos abriu e abre muitas portas que nos coloca em destaque no mundo do agronegócio. E o Campo e Lavoura, nos seus 25 anos, tem um papel muito importante no meio, por ser segmentado e falar a mesma língua do produtor rural e, ao mesmo tempo, aproxima o ouvinte urbano do campo, criando uma sinergia importante e fundamental para o agronegócio".

Entrevista Eduardo Macedo Linhares

29 de junho de 2011 0
Um dos principais nomes da pecuária gaúcha, Eduardo Macedo Linhares mantém a tradição de uma família que foi uma das pioneiras no trabalho de seleção genética no Rio Grande do Sul. Ele salienta que desde quando começou na área, há meio século, a exigência do consumidor por uma carne de qualidade já aumentava.
- Houve uma grande mudança na seleção bovina, já na época que começamos a trabalhar, há mais de 50 anos. Hoje o consumidor é mais exigente pela qualidade. Não temos mais aquele mercado que existia antigamente, que era o mercado do charque, que depois passou a ser o mercado da carne em conserva por causa da guerra. Hoje o comprador de carne não é só a cozinheira. É o dono da casa que vai até o balcão e ele vai examinar, vai provar. Ele é exigente - acredita.
Mas os trabalhos da família não ficaram restritos à pecuária. Linhares também investe na produção de arroz. Ele conta que teve o apoio de agrônomos para iniciar nesta área.
- Iniciei administrando uma fazenda recém adquirida e não conhecia arroz nem no prato. Mas, me apoiando com técnicos do Irga e também na contratação de agrônomos, desenvolvemos o nosso trabalho no arroz, que é bem importante. Talvez seja, hoje, o negócio mais importante dentro do agronegócio. Hoje quem toma conta desta parte é um grupo de agrônomos liderado pelo meu filho. E estamos tendo sucesso na produção, mas, infelizmente, insucesso na comercialização por causa dos preços - lamenta.
O pecuarista é um dos nomes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, implantado pelo governo de Tarso Genro. Linhares conta que não queria participar no início, mas que mudou de ideia e vê este trabalho com uma grande responsabilidade perante à sociedade gaúcha.
- Recebi este convite enquanto ele era candidato. E por três vezes neguei, não queria, porque não conhecia direito o pensamento do nosso governador. Mas, conversando mais com ele e também com pares dele, como alguns secretários, a gente sente que ele tem uma vontade e um espírito muito bom. Espero que sejamos bem ouvidos porque, como conselheiros, estamos com uma responsabilidade muito grande com a sociedade de apresentar alguns trabalhos - avalia.
Sobre os 25 anos do Campo e Lavoura
"O Campo e Lavoura, para mim, é uma ferramenta de divulgação dos nossos trabalhos. Toda a vez que nós nos utilizamos do Campo e Lavoura com divulgação do trabalho e promoção dos eventos, dos nossos leilões, tem sido um sucesso. Acho que estamos muito bem servidos".

Quem fez essa história - Rejane Costa

28 de junho de 2011 0
Rejane Costa está no programa há 16 anos, onde começou como redatora. Hoje é a editora-chefe do programa.
"A minha participação no Campo e Lavoura iniciou em 1995. Fui convidada pelo Luciano Klöeckcner, na época coordenador de jornalismo da rádio, a participar da equipe. Trabalhei com o Paulo Moreira e o Ricardo Cunha, redigindo as notícias. Mais tarde o Ricardo acumulou a reportagem com a edição e em 2001 passamos a produzir o programa junto com o Canal Rural. Um tempo depois assumi a edição do programa. Posso afirmar que ao longo desse tempo acumulei amizades e, claro, conhecimento na área. Eu que fui criada na cidade, não tinha muita informação sobre como era a vida no campo, e o programa me ajudou a conhecer o trabalho dos agricultores, suas conquistas e dificuldades. Com certeza, o Campo e Lavoura busca levar diariamente aos seus ouvintes a informação mais precisa e atual nas áreas da agricultura e da pecuária do nosso estado e do nosso país".

Entrevista Alberto Broch

28 de junho de 2011 0
Desde cedo ligado às questões sindicais da agricultura familiar, Alberto Broch se configura em um dos nomes mais representativos desta parcela do setor primário no Brasil. Atualmente na presidência da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), ele destaca que esta organização política ajudou nas conquistas dos trabalhadores rurais.
- Foi a organização economica e política dos movimentos sindicais teve a capacidade de implementar lutas através do sindicato e das federações. Isso tem uma importância fundamental para o desenvolvimento desta agricultura familiar. Foi uma capacidade da representação política inserindo desde o município, no estado e chegando ao governo federal, de inserir esta luta por políticas públicas - salienta.
Muitas destas conquistas, segundo o dirigente da Contag, também foram buscadas através das reivindicações do Grito da Terra. Mas, conforme Broch, o reconhecimento da categoria pelo poder público demorou.
- Tivemos momentos de muitas mobilizações tensas, de ocupações de prédios públicos. Quantas vezes ocupamos o Ministério da Agricultura. O próprio Ministério do Planejamento, pois as grandes dificuldades estavam nos ministérios do Planejamento e da Fazenda. Fizemos uma ação muito forte, em 1996, onde foram parar dentro do Ministério do Planejamento mais de dois mil agricultores de todo o Brasil com uma grande ação aonde foi colocado o famoso peru na mesa do ministro. Na época o Estado, o Governo Federal não reconhecia o movimento social organizado pela Contag - lembra
Além do Grito da Terra, o presidente da Contag avalia que a Marcha das Margaridas também trouxe avanços para as mulheres do campo. Broch conta que o crescimento do público feminino no movimento sindical foi uma conquista marcante.
- São elas que vão para a roça, que tiram o leite, que ajudam na organização econômica. Aonde temos a evolução das agroindústrias familiares com os queijos, com os embutidos, com as geléias e as transformações dos sucos, temos uma participação eminentemente majoritária das mulheres. E nem sempre este trabalho foi reconhecido, inclusive dentro dos próprios sindicatos. Antes de 1980 quem era associado era somente o homem. Lá na ficha de sócio do sindicato, a mulher constava como dependente. E nós tivemos uma grande evolução interna para as questões de gênero - afirma.
Sobre os 25 anos do Campo e Lavoura
"Não dá para contar a história da agricultura gaúcha, especialmente a agricultura familiar, sem falar no Campo e Lavoura. O programa, que se dirige diretamente aos agricultores, cria o vínculo e a auto-estima. Eles se sentiram identificados com o programa e com a valorização desta categoria tão importante que as vezes a sociedade não se dá conta disso. E o programa Campo e Lavoura sempre procurou dar esta auto-estima aos nossos agricultores".

Quem fez essa história - Estael Sias

27 de junho de 2011 0

A meteorologista Estael Sias é quem traz as informações da previsão do tempo no Campo e Lavoura.
"São 25 anos deste programa que traz informação, traz entretenimento. Um programa completo voltado para o campo, voltado para as atividades agrícolas, que é a base da economia do Rio Grande do Sul. A minha história dentro do Campo e Lavoura é recente. Nos últimos 3 anos tenho trazido informações da meteorologia, que são muito importantes para a estratégia de produção. A gente tenta trazer a informação mais completa possível, tentando antecipar o máximo algum impacto para os produtores rurais. E para quem está na cidade também. E eu só posso dizer que fico muito honrada de fazer parte desta história de sucesso, até porque a minha família tem uma história no campo, meus avós e meus pais ainda moram em áreas rurais, e a minha história está ligada ao campo. Então esta é uma forma de retribuir e espero por mais 20, 25, 30 anos continuar fazendo parte desta história de sucesso e fazendo parte desta equipe que trabalha muito para levar essa informação de qualidade aos nossos ouvintes".

Entrevista Nei Mânica

27 de junho de 2011 0
Presidente da Cotrijal, Nei Mânica teve uma história totalmente dedicada ao cooperativismo e à produção. E um dos principais passos neste incentivo foi a criação da Expodireto Cotrijal, que hoje é considerado por muitos o principal evento de negócios do setor no Estado, superando até a Expointer. Ele avalia que a feira trouxe desenvolvimento para a economia da região.
- Quando nós iniciamos, há 11 anos, diziam que a Expodireto seria um divisor de águas. E hoje, passado este tempo, conseguimos confirmar esta expectativa. A nossa região teve um desenvolvimento muito grande. Temos, em virtude da Expodireto, um crescimento de indústrias na nossa região, indústrias de máquinas e equipamentos. A Expodireto também oportunizou um crescimento na rede hoteleira, na área de transportes, nos postos de gasolina. Ela movimenta toda uma economia regional - salienta.
Um dos principais chamarizes da região de abrangencia da Cotrijal é a especialização na agricultura de precisão. Mânica diz que a tecnologia tem auxiliado os produtores e que a metodologia está ganhando mais adeptos.
- Não-Me-Toque, hoje, é a capital nacional da agricultura de precisão. Lá se iniciou um processo de identificação das propriedades via satélite. Nós, da Cotrijal, temos todas as propriedades mapeadas por satélite, com o acompanhamento de 40 profissionais à campo, onde aplicamos a agricultura de precisão corrigindo linearmente a área. Hoje a agricultura de precisão já está se expandindo para outras regiões do Brasil. Isso com o apoio das universidades, e quero registrar também a importância das universidades no processo - acredita.
Uma das principais expansões dentro do cooperativismo vem do setor de crédito. O dirigente da Cotrijal lembra da reativação de crédito no Estado e da importância que ele tem hoje não só para o meio rural, como também para o urbano.
- Em 1981 foi feita uma discussão e foi reativado o sistema de crédito no Rio Grande do Sul. Lembro que fomos fundadores do Sicredi do Alto Jacuí, na época o nome era Credijal. Depois virou o Sicredi Central e o Bansicredi. E isso cresceu muito. O Sicredi tem o objetivo de repassar o dinheiro com o menor custo para o seu associado. Mas o Sicredi, hoje, além de atender o público rural, atende a população urbana também e é regulamentado pelo Banco Central - destaca.
Sobre os 25 anos do Campo e Lavoura
"Nem se discute a importância do Campo e Lavoura. Ele é fundamental para que se possa, via este meio de comunicação, levar as informações e fazer desafios aos empresários agrícolas e produtores rurais. E nós temos, dentro do Campo e Lavoura, um espelho do que é a motivação e o incentivo para a produção. Quando nós vemos diariamente sendo colocada a importância do setor, quando somos desafiados a fazer melhorias, o Campo e Lavoura tem feito estes desafios e levado esta informação".

Quem fez essa história - Carlos Alberto Cardoso

25 de junho de 2011 0
Carlos Alberto Cardoso foi apresentador do programa Campo e Lavoura. Hoje trabalha com empresa própria.
"Quando eu me juntei à equipe do programa, o Campo e Lavoura já era um programa consagrado. E eu tinha a responsabilidade de substituir o Cláudio Monteiro e tinha o desafio também proposto pelo Ranzolin, que me convidou para apresentar o programa, que era estabelecer uma tendência do Grupo RBS na época, com a instalação das mídias rurais, de aproximar o homem da cidade, o homem urbano, do campo. A ideia era fazer com que o programa fosse mais conversado. O programa sempre teve muita qualidade, produzido por profissionais muito competentes como Ricardo Cunha, Rejane Costa, na parte técnica o Leandro Molina, o Claudionei Costa. Foi muito gratificante e me acrescentou demais, me ensinou muito".

Entrevista Miguel Rossetto

25 de junho de 2011 0
Com a vida ligada ao movimento sindical, Miguel Rossetto acabou pendendo para o lado do setor primário quando foi convidado a assumir o Ministério do Desenvolvimento Agrário durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele afirma que o presidente sempre foi atuante nas questões ligadas à agricultura familiar.
- Mais do que só o compromisso de presidente da República, o presidente Lula é um apaixonado. E ele continua sendo um apaixonado por este tema e todos os outros temas do povo brasileiro. Além das reuniões formais, o presidente Lula permanentemente ligava. Ligava às seis da manhã, às dez da noite, às três da tarde e dizia que ficava sabendo das coisas, que quando viajava ele dizia que tinha encontrado um agricultor que contava alguma coisa, que determinado
programa não funcionava, que o banco não havia liberado crédito. Era um convívio com um personagem que vive permanentemente isto - informa.
Mas antes ainda foi vice-governador do Estado, na gestão de Olívio Dutra. Rossetto lembra que a agropecuária foi muito beneficiada com programas específicos do governo naquele período.
- É um patrimônio do Rio Grande, a nossa capacidade de produção. A nossa capacidade na produção de grãos, a nossa capacidade na produção de carnes. Isto sempre foi muito acompanhado pelo governador, principalmente estas iniciativas de apoio à agroindústria. Até hoje é uma alegria para todos nós, conversava com o Olívio recentemente, de irmos na Expointer e continuarmos vendo a marca Sabor Gaúcho, que foi um grande esforço de apoiarmos a agroindústria a ter qualidade no seu produto, uma boa apresentação, acesso ao mercado e políticas de sanidade - comenta.
O novo desafio foi assumir a presidência da Petrobrás Biocombustíveis. Rossetto avalia que o tema, atualmente, faz parte de uma agenda estratégica mundial.
- A agenda das energias renováveis é uma agenda definitiva. O mundo busca hoje uma economia de baixo carbono. Temos que responder às necessidades e ampliar a oferta de energia ao nosso povo. Ter acesso à energia é um bem social. E precisamos fazer isto preservando o meio ambiente. O conceito de sustentabilidade organiza hoje estas opções. A Petrobrás é uma extraordinária empresa que ocupa um papel estratégico extremamente positivo. Entramos no século 21 produzindo mais petróleo e mais gás através do pré-sal e, ao mesmo tempo, produzindo mais energia renovável - salienta.
Sobre os 25 anos do Campo e Lavoura
"Eu tenho muito carinho pelo Campo e Lavoura. É um dos programas com maior qualidade da rádio brasileira, é um programa de excelência. É uma referência de como é possível fazer um produto com qualidade, com excelência, com capacidade grande de absorver toda essa diversidade da agropecuária gaúcha e brasileira. É um programa capaz de pautar todos os temas importantes de forma clara, objetiva e com qualidade, trazendo esta informação não só ao produtor, o agricultor, como a toda a sociedade gaúcha".