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Posts na categoria "Expointer 2011"

Banco do Brasil aposta em linhas de crédito de baixo carbono e seguro de renda para o produtor

07 de setembro de 2011 0

A recuperação da capacidade de financiamento dos produtores foi uma das preocupações do Banco do Brasil apontadas pelo vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas da instituição em sua passagem pela Expointer. Osmar Dias apontou estratégias como a nova linha de crédito voltada para a produção agrícola de baixo carbono. Segundo ele, a linha aposta no financiamento de iniciativas que recuperem áreas degradadas pela cultura.

Osmar Dias também destacou a iniciativa de um seguro de renda para os agricultores, que já está em fase de testes para os produtores de soja. Além de fixar o preço da produção, assegurando remuneração adequada, o seguro também vai garantir 70% do rendimento estimado pela produção, caso haja perdas. Ele destaca as garantias do seguro.

O projeto-piloto segue até o final deste ano safra e depois deve ser discutido com o governo, para a ampliação para outras culturas.

Áudio Campo e Lavoura: Banco do Brasil aposta em linhas de crédito de baixo carbono e seguro de renda para o produtor

Vinhos brasileiros são destaque na Expointer

02 de setembro de 2011 0


A qualidade dos vinhos e espumantes brasileiros foi destaque na Expointer, que encerra neste domingo, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Por meio de uma parceria entre o Governo do Estado e o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), as vinícolas Aracuri, Aurora, Domno do Brasil, Don Giovani, Província de São Pedro e Valmarino forneceram vinhos e espumantes para eventos oficiais promovidos pelo Palácio Piratini.
Os rótulos das seis vinícolas gaúchas ainda abasteceram a adega oficial do governador Tarso Genro, na Casa Branca, sede oficial do governo estadual no Parque Assis Brasil.
- Pela parceria com o Ibravin, as vinícolas praticaram preços promocionais para o governo, que ofereceu a vitrine de seus eventos para degustação de nossos vinhos e espumantes -  destaca o gerente de Marketing do Ibravin, Diego Bertolini.
*Com informações do Ibravin.



Audiência pública com Comissão de Agricultura do Senado discute Código Florestal na Expointer

02 de setembro de 2011 0

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal realizou uma audiência pública para debater o projeto de reforma do Código Florestal na tarde desta sexta-feira, durante a Expointer 2011. A sessão foi sediada pela Casa RBS e reuniu os senadores Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), Jorge Viana (PT-AC), Acir Gurgacz (PDT-RO) e Ana Amélia Lemos (PP-RS), e o deputado federal, Luiz Carlos Heinze (PP-RS).

 

O relator do projeto na CRA, Luiz Henrique da Silveira, reafirmou o que considera uma solução para as polêmicas geradas pela emenda 164 do projeto de reforma do Código Florestal – que permite exceções a ocupações de áreas de preservação permanente com fins específicos, como utilidade pública ou interesse social, e também a áreas de ocupação já consolidadas. O senador defendeu o relatório apresentado por ele na última quarta, dia 31, para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, que define que tipos de ações são consideradas como utilidade pública ou interesse social.
– Esta é uma forma de o governo proteger os agricultores que ele tanto incentivou a plantar – afirmou.
O senador Jorge Viana concordou que a discussão trata especialmente do uso da terra no Brasil e que, melhor do que criar um novo Código, seria criar uma nova lei ambiental.
– Precisamos de uma regra que dê segurança ao agricultor – disse.
O senador Luiz Henrique avaliou que caberia dar autonomia aos Estados para definir suas normas ambientais específicas de acordo com as peculiaridades de cada bioma, mas que estas deveriam estar atreladas a normas gerais concebidas pela União.
– Como sabiamente disse uma vez o ex-ministro Carlos Velloso, a União faz a moldura e os Estados pintam os quadros – declarou Luiz Henrique.
O deputado Luiz Carlos Heinze, por sua vez, ponderou que nenhum outro país do mundo possui Reserva Legal e que o Brasil não deve se deixar comandar por instituições internacionais.
– A Reserva Legal traz ônus unicamente ao produtor – afirmou Heinze.
Nesse sentido, a senadora Ana Amélia Lemos também vai em defesa dos agropecuaristas.
– O Estado interfere no direito de propriedade. Então, que se compense o produtor pelo que ele vai deixar de produzir – defendeu.
*Com informações do RuralBR.



Federarroz pede ao Ministro da Agricultura a repactuação das dívidas

02 de setembro de 2011 0


O presidente da Federarroz, Renato Rocha, acompanhado de lideranças da Fetag e dos deputados Luis Carlos Heinze e Edson Brum, reuniu-se nesta quinta-feira, na Expointer, com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Mendes Ribeiro Filho e o Secretário Executivo, José Carlos Vaz, para pedir uma solução à negativa das instituições financeiras em repactuar as dívidas de custeio e investimentos dos arrozeiros.
Rocha entregou ao ministro um documento contendo reivindicações. Ele aponta que o desinteresse das instituições bancárias em aderir às Resoluções 3.992 e 3.993, do governo federal e ainda a demora na edição de Carta Circular do BNDES, está dificultando a repactuação dos financiamentos da safra 2010/2011.
- Alguns bancos privados e de fábrica, não aceitam a renegociação dos investimentos, alegando falta de respaldo do BNDES. Isso coloca em risco não só o esforço para dar combate a crise do setor, mas principalmente atrasa a liberação de crédito e compromete a formação da lavoura para a próxima safra, cujo plantio deve começar em 15 dias - declara Renato Rocha.
Segundo ele, algumas agências têm recomendação de só liberar custeio novo mediante o pagamento da dívida antiga, outros estão exigindo garantias de 2x1, enquanto a Federarroz defende 1x1 e a flexibilização do limite de crédito.
- Estamos pedindo ao MAPA, há 30 dias, para convocar as instituições bancárias a participarem da repactuação, mas ainda não houve avanço - declara Renato Rocha.
A Federarroz também pede ao MAPA a antecipação dos contratos de opção de arroz.
Diante deste cenário, foi solicitado que o ministro Mendes Ribeiro Filho promova uma reunião com os bancos para alinhamento das instituições com relação à renegociação das dívidas arrozeiras.

*Com informações da Imprensa da Federarroz


Tarso diz que presença de Dilma na Expointer marca novo momento na relação com a União

02 de setembro de 2011 0

Com um discurso de fortalecimento da agricultura familiar e do agronegócio, a presidente Dilma Rousseff participou, nesta sexta-feira da inauguração oficial da Expointer. Realizada na Tribuna de Honra do Parque Assis Brasil, em Esteio, a solenidade, que contou com a presença do governador Tarso Genro e do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, foi marcada por elogios à retomada do diálogo entre Estado e o Governo Federal.

Cercado por autoridades em frente à pista central, o governador disse que é um orgulho contar com a presença da presidente na inauguração da Feira. Tarso frisou que a cerimônia reflete um pacto político "de reordenamento da economia produtiva do Estado" que visa o crescimento e o desenvolvimento.
- O RS reordena, a partir desse pacto interno, a nossa relação com o Governo Federal. Essa nova relação está espelhada na sua presença - afirmou, em referência à presidente.
Ao defender o crescimento econômico com distribuição de renda, Tarso frisou que os efeitos podem ser notados nos setores de produção, desde a agricultura familiar aos produtores pecuários e proprietários de pequenas, médias e grandes propriedades.
- A conexão da indústria aqui no Estado, com a qualificação da nossa produção, ocorreu a partir do momento em que nós, por meio do governo Olívio Dutra, colocamos aqui dentro um espaço muito importante para a agricultura familiar - lembrou.
À vontade na tribuna, Dilma enfileirou elogios à Expointer, "que reúne o que há de melhor em produção e tecnologia, tanto na exposição de animais quanto na de produtos e máquinas agrícolas".
- A capacidade de inovação e a qualidade estão impulsionando a economia gaúcha e fortalecendo o projeto de desenvolvimento sustentável do RS e do Brasil - comparou, acrescentando que a perspectiva de vendas é de R$ 850 milhões.
Dilma frisou, no entanto, que os números são compatíveis com a agropecuária do RS.
Embora reconheça as virtudes do agronegócio, a presidente destacou as medidas adotadas pelo Governo Federal por meio do Plano Safra.
- Estamos colocando R$ 107 bilhões na forma de crédito, à disposição da agropecuária para financiamento, custeio, investimento, comercialização e infraestrutura produtiva.
Conforme a presidente, o Plano Safra 2011/2012 da Agricultura Familiar aplicará R$16 bilhões.
- No Plano Safra de 2003/04, o valor para o agronegócio era de apenas 27 bilhões e para a agricultura familiar de 4,5 bilhões - comparou.
Além de destacar o diálogo com os diferentes setores do agronegócio, Dilma disse que o Governo rompeu nos últimos anos com falsos conflitos, que opunham desenvolvimento com distribuição de renda.
- Provamos também que o agronegócio devia crescer juntamente com a agricultura familiar, e que juntos acabariam criando o círculo virtuoso de crescimento e geração de renda. O volume recorde de recursos deste ano faz jus à importância e ao trabalho dos agricultores brasileiros.
O ministro Mendes Ribeiro elogiou o esforço do governador e do secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento, Luiz Fernando Mainardi, na realização da Expointer e a pujança da agricultura gaúcha. Ele garantiu ainda que o Estado contará com um parceiro na Pasta.
- O senhor (Tarso) terá no ministro da Agricultura mais do que um parceiro, terá um aliado. Seus desafios serão os nossos desafios - destacou.
*Com informações da assessoria de imprensa do governo do Estado.



Tarso entrega colheitadeiras e tratores financiados pelo Programa Mais Alimentos

01 de setembro de 2011 0


Em cerimônia realizada no Pavilhão da Agricultura Familiar, na Expointer, em Esteio, nesta quinta-feira, o governador Tarso Genro realizou a entrega simbólica de colheitadeiras e tratores custeados pela linha de crédito do ‘Programa Mais Alimentos, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Acompanhado pelo coordenador nacional do Programa Mais Alimentos, Hercílio Mattos, o governador lembrou que a recomposição do setor teve início ainda no governo Lula, que redefiniu as linhas de crédito para a agricultura familiar.
- O Programa Mais Alimentos foi uma iniciativa estratégica do então presidente para recompor o processo produtivo que vinha sendo perdido aqui no Brasil e que começa lá com a reformulação completa do Pronaf e de refinanciamento da agricultura familiar com valores que permitiram que renascesse a esperança no campo - frisou.
O governador destacou a importância das 380 mil propriedades da agricultura familiar instaladas no Estado. Ao lado do secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Ivar Pavan, Tarso reforçou sua confiança no setor.
- Se o conjunto da população, e particularmente daqueles que crescem no campo e que produzem o alimento para mesa dos brasileiros, se não forem juntos, esse crescimento é injusto. Este aqui é um momento de justiça, de coesão social, de desenvolvimento e de distribuição de renda - disse.
Satisfeito com a entrega das chaves dos maquinários aos produtores rurais, Hercílio disse que o uso de máquinas de menor porte é uma tendência do setor. Da mesma forma, ressaltou que o RS deu ‘um banho de eficiência e qualidade no que diz respeito à apropriação desse Programa Mais Alimentos.
- De um lado tem a inovação tecnológica a favor da agricultura familiar e de outro tem a superação de um gargalo extraordinário para os plantadores de cana da região, que é o processo de colheita, considerado o mais sofrido, mais demorado e mais custoso - observou.
Conforme o coordenador, desde seu início - em julho de 2008 - o Programa aplicou pouco mais de R$ 6 bilhões em aproximadamente 200 mil contratos.
- O RS se apropriou da maioria dos recursos, porque a região Sul se apropriou de 75%. O Estado tem o maior volume de recursos contratados - elogiou.
*Com informações da assessoria de imprensa do governo do Estado


Expointer definirá nesta sexta-feira vencedores da Exceleite 2010-2011

01 de setembro de 2011 0

O Exceleite é disputado nas categorias pista, produção e suprema, que reúne pontuações tanto dos resultados nos julgamentos da exposições como dos concursos leiteiros dos eventos ranqueados.

Para disputar esta premiação os animais devem ter participado obrigatoriamente da Expoleite, Expointer e uma terceira ranqueada no Rio Grande do Sul. Entre as mostras ranqueadas deste circuito estiveram a XI Expoagro, em Rio Pardo (RS); XII Expofeira de Três de Maio (RS) e a XIV Expofeira de Santo Augusto (RS).
* Com informações da assessoria de imprensa da Gadolando



Padronização e certificação de qualidade são foco da indústria da carne bovina

01 de setembro de 2011 0

Na tarde desta quinta-feira, a Casa da RBS na Expointer, sediou mais uma edição do Fórum Canal Rural, tendo como temática O Marketing da Carne Angus. O seminário foi uma realização da Associação Brasileira de Angus (ABA), em parceria com o Canal Rural.

Participaram do evento como painelistas o coordenador de sustentabilidade da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio, o gerente nacional de Fomento do grupo Marfrig, Luciano Andrade, o secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim, a coordenadora da câmara setorial da carne, Ana Suñe, e o diretor do marketing da ABA, Luiz Felipe Moura.
Fernando Sampaio, da Abiec, iniciou seu discurso ressaltando o sucesso obtido pela carne bovina brasileira no mercado internacional na última década. Segundo ele, isso deveu-se a uma estratégia de marketing bem colocada, em uma época em que a Europa, que representava grande parcela do mercado, sofreu com a crise da vaca louca.
– Naquele momento a nossa preocupação era mostrar ao mundo que a carne brasileira era bem tratada, alimentada a pasto. Essa era a imagem que a gente queria vender do Brasil e funcionou muito bem, pois tomamos grande parte dos mercados que antes eram da Europa. Em pouco tempo nos tornamos o maior exportador do mundo - ressaltou Sampaio.
Porém, segundo ele, atualmente o Brasil tem perdido espaço para outros países como a Austrália, o Canadá, a Irlanda, a Argentina e o Uruguai. A perda de competitividade e a baixa cotação do dólar, que dificultam a exportação, são algumas das razões. Mas, de acordo com Sampaio, o principal motivo é a péssima imagem divulgada pela mídia internacional de que a carne brasileira é fruto de desmatamento ilegal.
Para isso, estão sendo montadas estratégias de comunicação para modificar os estereótipos criados  sobre o Brasil. Uma agência especializada em mudança de imagem foi contratada para construir uma nova narrativa para a indústria brasileira da carne, contando a história das pessoas envolvidas no setor, tendo como tema “O Brasil que evolui com a pecuária”.
O segundo painelista da tarde foi Luciano Andrade, do grupo Marfrig. Ele falou da importância da padronização na carne bovina para agregar valor ao produto. Para ele, não há nada pior para o consumidor final do que uma marca na qual não se pode confiar em seu padrão de qualidade. Andrade também explicou o funcionamento do Programa Fomento Angus Marfrig, lançado em 2007, cujo objetivo é ter uma produção padronizada e certificada como de alta qualidade.
Em seguida, o secretário de Defesa Agropecuária do Estado, Francisco Jardim, dividiu com os presentes um pouco da história do setor bovino no Rio Grande do Sul, destacando seu processo de valorização e modernização nas últimas décadas. Para ele, o setor precisa hoje estabelecer pagamento por qualidade, para incentivar os bons resultados dos produtores.
– O setor precisa investir em mão de obra qualificada e maior infraestrutura, com controle de qualidade laboratorial. Além disso, precisamos rever marcos regulatórios que possam dinamizar e desenvolver a produção - apontou.
Ana Suñe deu continuidade ao assunto explicando o funcionamento do Programa de Valorização da Carne Gaúcha, o qual coordena. Segundo ela, as ações estão estabelecidas em três eixos principais: a sanidade, que tem como objetivos a rastreabilidade total e obrigatória; a produção, que visa aproveitar o diferencial do Estado em sustentabilidade ambiental e cultural; e o grupo de mercado, que pretende consolidar uma matriz de informações com periodicidade e confeccionar um selo de qualidade de abrangência estadual.
Por último, Luiz Felipe Moura, da ABA, citou diversos exemplos que demonstram o sucesso da carne bovina brasileira. Para ele, a principal razão é o orgulho que o brasileiro tem de produzir, que é refletido na qualidade do seu trabalho.
– O Brasil tem uma versatilidade que poucos países têm. Isso permite-nos transformar qualquer coisa em algo muito legal. Mas eu não precisaria ter dito nada disso, pois hoje chegamos em um ponto em que os números falm por si só - concluiu.
*Com informações do RuralBR



Ministério da Agricultura reforça ações de adesão ao Suasa

01 de setembro de 2011 0


O Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) foi debatido nesta quinta-feira, no fórum “Sanidade, Inspeção e Agroindústria”, promovido pelo Canal Rural, durante a Expointer. Segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), Luiz Carlos de Oliveira, é preciso esforço integrado e investimentos nos serviços de inspeção estaduais e municipais para mudar o cenário atual.
- O nível de adesão, que é voluntário, tem sido muito baixo. No Rio Grande do Sul, por exemplo, temos 496 municípios, mas apenas três já têm reconhecimento confirmado e concluído. Convocamos os técnicos, os profissionais da área da saúde e todos os produtores para que se envolvam nisso e cobrem a implantação do sistema de inspeção, para que possam fazer a adesão e nos ajudar a cumprir esses objetivos - esclarece.
De acordo com ele, uma das vantagens é que o próprio município ou um consórcio de municípios pode solicitar a equivalência. Além disso, após obter reconhecido numa categoria – carne bovina, por exemplo – fica mais fácil estender o selo para outros produtos. Para isso, o ministério vem promovendo visitas de orientação e auditorias nos municípios.
- O objetivo é que o consumidor de todo o Brasil tenha direito a um produto inspecionado, como manda a Constituição. Além disso, buscamos eliminar o abate e a produção de alimentos clandestinos porque no Brasil, só em bovinos, mais de 40% dos abates são informais -  alerta.
O debate contou com a participação do diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Arnoldo de Campos; do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Alberto Broch; e do presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Roberto Ziulkolski.
*Com informações da assessoria de imprensa do Mapa


Expointer 2011 ultrapassa os 310 milhões em vendas

01 de setembro de 2011 0

Em seu quinto dia, três dos quais sob chuva, a 34ª Expointer, já contabiliza um total de vendas de R$ 311.463.052,07. Uma das maiores feirasagropecuárias da América Latina, a feira será inaugurada oficialmente nesta sexta-feira pela presidenta da República, Dilma Roussef e pelo governador Tarso Genro. O encerramento está previsto para o próximo domingo.

Os números foram divulgados no início da noite desta quarta-feira (31) pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi, presidente da Comissão Organizadora desta edição.

Ainda segundo o relatório, mais de 180 mil pessoas jápassaram pelas bilheterias do Parque de Exposições Assis Brasil, na cidade deEsteio, sede da Expointer. O público deve aumentar consideravelmente nos próximo dias tendo em vista que as previsões meteorológicas indicam ausência de chuvas.

Na opinião de Mainardi, os números são considerados positivos e refletem a atual situação do setor primário. O secretário acreditaque há, ainda, muito espaço para que eles cresçam.

- Se tomarmos por base que temoscerca de duas mil propostas de financiamentos nos estabelecimentos bancários eque estas totalizam cerca de 160 milhões de reais, estou convencido de que os númerosfinais serão extremamente favoráveis - revelou Mainardi.

Também há expectativa favorável na Feira de Artesanato. Organizadopela Fundação Gaúcha do Trabalho e Assistência Social (FGTAS), o Pavilhão doArtesanato já vendeu R$ 415.245,07 ao comercializar mais de 13 mil itens. Segundoo presidente da FGTAS, Heitor Gularte, a previsão é comercializar cerca de R$1,2 milhão, até o final das atividades.

Outro destaque da Expointer é o Pavilhão da AgriculturaFamiliar. Nos primeiros quatro dias as vendas atingiram a soma de R$304.585,65. Mas, de acordo com o secretário do Desenvolvimento Rural, Pesca eCooperativismo, Ivar Pavan, tradicionalmente o maior volume de negócios éregistrado no segundo final de semana da Expointer.

- E com o tempo bom dos próximosdias, deveremos chegar a um milhão de reais comercializados -concluiu.

*Com informações da Secretaria Estadual da Agricultura.