Dezenas de empresários das áreas de tecnologia, construção civil e prestação de serviços reuniram-se na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) para a realização de um Balcão de Negócios com o objetivo de viabilizar o projeto de ampliação da fábrica Celulose Riograndense. O secretário do Gabinete dos Prefeitos e Relações Federativas, Afonso Motta, participou do evento, demonstrando o apoio do Governo do Estado ao empreendimento.
O projeto de implantação da chamada Linha 2 prevê um investimento de US$ 2,9 bilhões e o aumento da capacidade de produção de celulose de 450 mil toneladas/mês para um 1 milhão 750 mil. Segundo o presidente da empresa, Washington Williamson, deverão ser gerados 5,5 mil empregos diretos. A ampliação da unidade também envolverá outras 30 mil pessoas indiretamente, entre fornecedores, produtores e prestadores de serviço. Também existe uma previsão de aumento da área plantada de eucalipto no Estado para 120 mil hectares.
O secretário Afonso Motta destacou que o Governo do Estado é parceiro para trabalhar junto na viabilização do projeto e que investimentos desse porte devem merecer uma atenção especial dos gestores públicos.
- Reafirmamos o compromisso do Estado com esse projeto que pode se tornar o maior investimento da iniciativa privada no Rio Grande do Sul nos últimos anos - disse.
Motta também observou que um dos pontos positivos é que a preferência para a contratação de pessoal, fornecedores e prestadores de serviço será prioritariamente gaúcha, promovendo o desenvolvimento e tornando o Rio Grande do Sul mais competitivo em vários setores da economia. De acordo com a direção da Celulose Riograndense, todas as medidas ambientais cabíveis serão tomadas, como o monitoramento e o controle das emissões de gases das chaminés, precauções para evitar vazamentos de combustíveis nas barcaças que carregam a madeira, e tratamento dos produtos químicos utilizados na fábrica.
* Com informações do Governo do Estado do Rio Grande do Sul

